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Razão e experiência – As bases da Ciência Moderna.

Razão e experiência – As bases da Ciência Moderna.

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Philosophy

1st Grade

Practice Problem

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Lucianny Araujo

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1 Slide • 6 Questions

1

Razão e experiência – As bases da Ciência Moderna.

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2

Multiple Choice

No filme Horton o mundo dos quem, a Canguru, diante do pronunciamento do Horton sobre o grão, fala: se não se pode ver, ouvir ou sentir alguma coisa essa coisa não existe. Essa fala faz referência a qual corrente do conhecimento:

1

Apriorismo kantiano

2

Racionalismo

3

Empirismo

4

Idealismo transcendental

3

Multiple Choice

(SP – CAIP – USCS) “Todas as nossas ideias derivam de uma ou de outra fonte. Parece que o entendimento não tem o menor vislumbre sobre quaisquer ideias se não as receber de uma das duas fontes. Os objetos externos suprem a nossa mente com as ideias das qualidades sensíveis, que são todas as diferentes percepções produzidas em nós, e a mente supre o entendimento com ideias através das próprias operações”. O texto citado retrata o empirismo de Jonh Locke. Para ele, existem duas fontes básicas de experiência:

1

Percepção e idealização.

2

Percepção e internalização.

3

Sensação e reflexão.

4

Sensação e memorização.

4

Multiple Choice

Enem (2013)

TEXTO I

“Há já algum tempo eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto. Era necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente a fim de estabelecer um saber firme e inabalável.” (DESCARTES, R. Meditações concernentes à Primeira Filosofia. São Paulo: Abril Cultural, 1973) (adaptado).

TEXTO II

“É o caráter radical do que se procura que exige a radicalização do próprio processo de busca. Se todo o espaço for ocupado pela dúvida, qualquer certeza que aparecer a partir daí terá sido de alguma forma gerada pela própria dúvida, e não será seguramente nenhuma daquelas que foram anteriormente varridas por essa mesma dúvida.” (SILVA, F. L. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Moderna, 2001). (adaptado).

A exposição e a análise do projeto cartesiano indicam que, para viabilizar a reconstrução radical do conhecimento, deve-se:

1

retomar o método da tradição para edificar a ciência com legitimidade.

2

questionar de forma ampla e profunda as antigas ideias e concepções.

3

investigar os conteúdos da consciência dos homens menos esclarecidos.

4

buscar uma via para eliminar da memória saberes antigos e ultrapassados.

5

Multiple Choice

Enem (2013).

“Os produtos e seu consumo constituem a meta declarada do empreendimento tecnológico. Essa meta foi proposta pela primeira vez no início da Modernidade, como expectativa de que o homem poderia dominar a natureza. No entanto, essa expectativa, convertida em programa anunciado por pensadores como Descartes e Bacon e impulsionado pelo Iluminismo, não surgiu 'de um prazer de poder', 'de um mero imperialismo humano', mas da aspiração de libertar o homem e de enriquecer sua vida, física e culturalmente.” (CUPANI, A. A tecnologia como problema filosófico: três enfoques. Scientiae Studia, São Paulo, v. 2, n. 4, 2004) (adaptado).

Autores da filosofia moderna, notadamente Descartes e Bacon, e o projeto iluminista concebem a ciência como uma forma de saber que almeja libertar o homem das intempéries da natureza. Nesse contexto, a investigação científica consiste em:

1

expor a essência da verdade e resolver definitivamente as disputas teóricas ainda existentes.

2

oferecer a última palavra acerca das coisas que existem e ocupar o lugar que outrora foi da filosofia.

3

ser a expressão da razão e servir de modelo para outras áreas do saber que almejam o progresso.

4

explicitar as leis gerais que permitem interpretar a natureza e eliminar os discursos éticos e religiosos.

6

Multiple Choice

Com sua operação filosófica denominada “dúvida metódica”, René Descartes acabou instituindo um paradigma filosófico que foi identificado como racionalismo. Em oposição ao racionalismo cartesiano, alguns filósofos britânicos desenvolveram a filosofia empirista, que consistia em:

1

tomar como premissa principal para o conhecimento a faculdade da razão, a partir da qual o mundo se torna inteligível.

2

negar a importância dos dados empíricos para o processo do conhecimento.

3

tomar como premissa principal para o conhecimento os dados da realidade sensível, isto é, os dados empíricos, materiais.

4

não ter um método filosófico racional, convertendo-se assim ao irracionalismo, corrente que depois dominaria parte da filosofia do século XIX.

7

Multiple Choice

Leia o trecho a seguir: “[…] é quase impossível que nossos juízos sejam tão puros e tão sólidos como teriam sido se tivéssemos tido inteiro uso de nossa razão desde a hora de nosso nascimento, e se tivéssemos sido conduzidos sempre por ela.” (DESCARTES, René. Discurso do Método. São Paulo: Martins Fontes. 1996, p. 17).

A Razão Cartesiana inaugurou, na modernidade, uma forma de se pensar a partir de uma linguagem racionalista, inspirada em modelos matemáticos. Esse modelo racional pretendia servir como guia para o conhecimento da realidade. Sobre o método cartesiano, é correto afirmar que:

1

tem sua formulação mais bem acabada na obra “Crítica da Razão Pura”.

2

consistia em colocar o mundo, a realidade, “entre parênteses”, operando assim em uma “redução fenomenológica”.

3

foi duramente combatido pelos filósofos contemporâneos a Descartes, não tendo assim exercido influência em nenhuma geração posterior.

4

consistia em duvidar de tudo e, a partir da dúvida, reconduzir o pensamento à possibilidade da realidade, processo que se sintetiza na frase: “penso, logo existo”.

Razão e experiência – As bases da Ciência Moderna.

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