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Revolução Industrial: no ritmo da produção industrial

Revolução Industrial: no ritmo da produção industrial

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History, Education

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JOSE FILHO

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Revolução Industrial

No ritmo da produção industrial

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O que foi a Revolução Industrial

  • Definição: transformações econômicas ocorridas na Inglaterra (fim do século XVIII), inovando as formas de produção (máquina), organização do trabalho (fabril) e o tempo de produção (relógio).

  • Revolução gradual: desde o século XVI (acumulação de capitais) e substituição da organização do trabalho artesanal (matéria-prima, conhecimento e força de trabalho) pelo manufatureiro (força de trabalho).

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Revolução Agrícola

  • Abandono do sistema feudal: todas terras em produção - introdução de culturas que degradavam os recursos da terra (batata e nabo)

  • Fim das terras comunais: as terras poderiam ser vendidas ou arrendadas conforme o interesse do dono - fim da tradição servil.

  • Contrato de trabalho: individual - fim do trabalho camponês familiar.

  • Expulsão dos camponeses: aumento da produtividade (arado triangular, semeadeira mecânica e adubos) -> aumento arrendamento (aluguel) da terra.

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Fatores para pionerismo inglês

  • Capital: acumulação capital através de saque, tráfico negreiro, pirataria e exploração de colônias - investimento na produção.

  • Matérias-primas: carvão e ferro em seu território (energia e maquinário) e algodão (após consolidação imperial - colônias)

  • Mão-de-obra: cercamentos (desde o séc. XVI) - expulsão dos camponeses e produção de lã (demana industrial) -> mão de obra para fábricas.

  • Mercados Consumidores: aumento da população inglesa e o vasto império no século XIX constituíram importante mercado consumidor.

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    Revolução Industrial by Bruna Dias Guimarães

Revolução Industrial by Bruna Dias Guimarães

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Primeira Fase (1760-1860): 

  • No início, o mais eficiente método de produção era manufatura doméstica.

  • Burgueses contratavam os tecelões independentes para produzir os tecidos.

  • A partir do séc. XVIII: A invenção das máquinas de tecer automáticas permitiu uma mudança radical no processo.

  • Os burgueses passaram a adquirir esses equipamentos, mais eficientes, criando indústrias e arrasando por meio da concorrência a produção doméstica.

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Divisão do trabalho

  • O emprego do capital excedente em investimentos técnicos e tecnológicos levou para dentro das grandes oficinas, ou fábricas caseiras, uma nova organização do trabalho: a divisão do trabalho. 

  • A divisão do trabalho possibilitou um aumento considerável de produtividade, concorrendo para o desaparecimento do artesanato corporativo, sistema de trabalho do Período Feudal.

  • Burgueses X Proletariado: Os burgueses eram os donos da matéria-prima e dos meios de produção, o proletariado vendiam sua força de trabalho - classes em conflito.

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Segunda Fase (1860-1914): 

  • Expansão da industrialização para outros países (EUA, Itália, Alemanha, Rússia, Japão).

  • Capitalismo Monopolista: dominar o mercado sem concorrência. Controle do mercado através dos: 

  • Trustes -> fusão de empresas do mesmo ramo para monopolizar a produção, o preço e o mercado.

  • Holdings -> são instituições cuja atividade principal é deter participação acionária em uma ou mais empresas.

  • Cartéis -> acordos para eliminar a concorrência

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Segunda Fase (1860-1914): 

  • Uso de novas fontes de energia: petróleo e eletricidade - motores à combustão

  • Substituição do ferro pelo Aço: siderúrgica

  • Criação da linha de montagemFordismo (H. Ford)

  • Capitalismo financeiro: Bancos > Indústrias - financiamento industrial.

  • Desenvolvimento da política imperialista dos países europeus.

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Cotidiano dos Trabalhadores

  • Jornadas de trabalho de 12 a 16h, definida pelo patrão. 

  • Salários baixos.

  • Trabalho infantil e feminino com salário mais baixos. Não é uma novidade do período industrial, mas com contexto fabril.

  • Fábricas com péssimas condições: higiene e segurança

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Cotidiano dos Trabalhadores

  • Dentro das fábricas: Disciplina férrea com capatazes

  • Falha ou deslize: operários poderiam ser multados, descontados dos seus salários

  • Não existia leis trabalhistas para amparar ou dar mínima segurança aos trabalhadores. Diretos somente através de luta.

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Fugas da realidade industrial

  • Alcoolismo,

  • Prostituição,

  • Marginalidade,

  • Suicídio,

  • Degradação da família. 

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Os protestos... 

  • 1° - quebraram máquinas...

  • A polícia, o governo, todos tentavam impedir os protestos (caso de polícia). Mas os trabalhadores perceberam que era melhor se unir

  • 2° Passaram a lutar unidos e perceberam que pertenciam a mesma classe social (proletariado).

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Primeiros Movimentos... 

  • Ludita ou Ludismo: 1811 e 1812 - Ned Ludd. Movimento politizado, organizado e militarizado. Destruir o maquinário era uma forma de defesa

  • Movimento Cartista: Através da carta do povo, exigiam voto secreto e universal, e a participação de representantes dos trabalhadores no parlamento.

  • Trade Unions: sindicalismo - Reunia os trabalhadores por atividade, buscavam negociar com o patrão - forma de defesa: Greves.

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Consequências do processo industrial

  • Aumento na produção,

  • Urbanização, (espaços de exclusividade)

  • Aumento da especialização do trabalho

  • Nova configuração social,

  • Surgimento de novas ideologias: anarquismo e socialismo

  • Afirmação da economia capitalista,

  • Falência de inúmeras oficinas artesanais.

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Bibliografia

História, volume único / Ronaldo Vainfas ...[et. al.] - 2ª edição --SP: Saraiva, 2014

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https://prezi.com/vnnd4nirztu9/revolucao-industrial/

https://pt.slideshare.net/danielbronstrup/2-ano-em-revoluo-industrial

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