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Mulheres na ciência

Mulheres na ciência

Assessment

Presentation

Science

8th Grade

Practice Problem

Hard

Created by

Luiziani Marinho

FREE Resource

11 Slides • 0 Questions

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Durante muito tempo, a presença feminina foi rechaçada em ambientes que pregam a racionalidade e praticam as ciências exatas. Tudo isso motivado pela crença de que o gênero feminino é mais delicado e pertence à ambientes de assuntos domésticos. Isso, entretanto, não impediu que muitas mulheres lutassem contra essas crenças e garantissem seus lugares dentro das ciências, da tecnologia e da engenharia. Não são poucas as histórias de pioneiras que venceram os preconceitos de seus tempos para se tornarem parte essencial em descobertas que ainda hoje mudam o mundo.

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Hipátia

-Nacida na em Alexandria -Egito;

- Estudou Astronomia, Matemática, Artes, Poesia, Religião entre outras áreas;

- Inventora do densímetro.

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​Em 21 de abril de 1702, a astrônoma iniciava suas observações de rotina. Na noite anterior, Gottfried havia encontrado uma estrela variável – uma que muda ritmicamente no brilho. Ela também queria ver, então alinhou o telescópio e se preparou para fitar as lentes no ponto flutuante de luz. Enquanto Kirch olhava, ela notou uma mancha difusa de luz em sua visão periférica. Ela reposicionou o telescópio e olhou novamente. Era um novo cometa! Ela acordou o marido para mostrar a ele. No dia seguinte, ele escreveu um relatório para o rei descrevendo o recém-chegado celestial. Mas o nome de Winkelmann Kirch foi omitido do relatório. Foi apenas um pouco antes da morte de Kirch em 1710 que ele revelou que sua esposa foi quem fez a descoberta, quando ele publicou a descoberta no primeiro jornal da Academia de Ciências de Berlim.

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Maria Margaretha Winkelmann Kirch

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Elizabeth Fulhame

A química Elizabeth Fulhame foi a primeira pesquisadora profissional da área e fez três descobertas primordiais: as reduções metálicas, a catálise e a fotorredução, primeiro passo rumo à fotografia. Escreveu um livro no qual citou o comportamento machista que sofreu em sua época e recepção hostil ao seu trabalho por ser mulher.

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Antes de trabalhar no Langley, Dorothy exercia a função de professora de matemática numa escola de ensino médio já no estado da Virgínia. Admitida pela NACA em 1943 para atuar no Centro de Pesquisas Langley, Dorothy pensava que seu tempo lá seria curto, considerando aquela função apenas como um trabalho temporário no ápice da 2ª Guerra Mundial.

Dorothy se aposentou da NASA em 1971 e continuou a incentivar a inserção das mulheres nas carreiras de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) até seu falecimento, em novembro de 2008, aos 98 anos.

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Dorothy Vaughan

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Mary Jackson

Formada em matemática e ciências físicas. Trabalhou na NASA como matemática e depois foi promovida como engenheira.

Mary trabalhou para ajudar mulheres e outros grupos minoritários a avançar em suas carreiras.

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Katherine Johnson começou a sua carreira sendo professora rural na Virgínia e em West Virginia, nos ensinos infantil e médio e professora substituta de matemática em escolas públicas em Newport News, Virgínia. Ingressou na NASA em 1953, e trabalhou como computadora, fazendo análises para tópicos como a redução da rajada para as aeronaves.

Ela ainda trabalhou com computadores digitais, tais como os conhecemos hoje.
Ela também esteve nos projetos da Apollo 11 e 13, ainda trabalhou no programa dos ônibus espaciais, nos satélites de observação terrestres e na futura missão a Marte.

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Katherine Johnson

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Marie Skłodowska-Curie foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel de Física, e até agora a única mulher a receber este prestigioso prêmio em dois campos diferentes. Ela também foi a primeira pessoa do sexo feminino entre os membros da Academia de Medicina de Paris. Ela realizou pesquisas sobre radioatividade o que, em 1903, trouxe para Marie o primeiro Prêmio Nobel de Física. Ela quase não recebeu o prêmio por ser... mulher. O segundo Prêmio Nobel, que ela recebeu em 1911, desta vez em química, pela descoberta do polônio e do rádio.

Marie Curie

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A cientista ainda fez parte de diversos grupos de pesquisa. Entre 1946 e 1950, trabalhou pela Associação Britânica para a Pesquisa do Uso do Carvão em um laboratório estadual de serviços químicos em Paris. Lá, analisava materiais cristalinos com o auxílio da técnica da cristalografia de raios-x — que, mais tarde, seria crucial para sua grande descoberta. Desenvolveu uma pesquisa sobre a estrutura molecular dos vírus no Birkbeck College. Foi por meio dela que, já no King’s College, a química conseguiu fotografar uma molécula de DNA. E foi por meio de sua foto, posteriormente conhecida como “Fotografia 51”, que foi possível atestar a estrutura de dupla-hélice do DNA, até então não comprovada.

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​Rosalind Franklin

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