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simulado 3

simulado 3

Assessment

Presentation

World Languages

3rd Grade

Practice Problem

Hard

FREE Resource

4 Slides • 6 Questions

1

By

​Leia o texto a seguir para responder às questões 7 e 8.

Unboxing: descubra como usar essa estratégia para atrair mais clientes

[...]

Unboxing (termo que pode ser traduzido como “tirar da caixa”) é uma tendência

de vídeo nas redes sociais que consiste em desempacotar um produto em frente

às câmeras, mostrando suas características e, em alguns casos, fazendo demons-

trações e comparativos.

[...]

O fenômeno começou na área de tecnologia. De acordo com o Yahoo!, o primeiro

vídeo do tipo foi publicado em 2006 e apresentava o celular Nokia E61.

[...]

Os vídeos de unboxing não se multiplicam por acaso. Esse tipo de conteúdo tem

alto poder de viralização.

A popularidade pode ser explicada pelo sentimento de satisfação que temos ao

ver um pacote sendo aberto e descobrir a surpresa que há dentro dele. É como

abrir presentes de Natal ou de aniversário.

2

Multiple Choice

O que caracteriza a publicidade do tipo unboxing?

1

Exibição de vídeos ao vivo.

2

Demonstração de produtos em eventos.

3

Abertura e exibição detalhada de produtos retirados de suas embalagens.

4

Promoção com descontos exclusivos.

3

Multiple Choice

Como é descrito o fenômeno do unboxing no contexto do texto e por que ele se tornou

popular?

1

Unboxing se refere à técnica de embalar produtos de forma inovadora, e sua popula-

ridade se deve à estética atraente das embalagens.

2

O termo unboxing significa desempacotar produtos em vídeos, revelando suas carac-

terísticas, e sua popularidade é atribuída à sensação de satisfação ao abrir um pacote.

3

Unboxing é uma estratégia de venda exclusiva para a área de tecnologia, e sua popu-

laridade decorre da crescente demanda por gadgets.

4

Unboxing é um termo utilizado apenas para vídeos de demonstração de produtos em

lojas físicas, e sua popularidade é explicada pela experiência única de compra.

4

​Leia o texto a seguir para responder às questões 9 e 10.
Algoritmos da internet favorecem criação de bolhas sociais Pesquisadora discute como os filtros dos sites de relacionamento e um sistema de crenças nos impulsiona em direção ao que nos conforta e satisfaz Já é lugar-comum afirmar que sites e serviços de redes sociais e ferramentas de busca nos oferecem uma visão personalizada, criada através de algoritmos de empresas de tecnologia. Quando você faz uma pesquisa no Google, os resultados obtidos serão diferentes, dependendo do que a empresa conheça sobre você. Na maior parte do tempo, essa filtragem é útil: botânicos e cozinheiros obtêm resul- tados de pesquisa muito diferentes para a palavra “manga”, por exemplo. O ativista americano Eli Parisier, fundador do MoveOn.org e do Avaaz.org, utiliza o termo bolha para designar a lógica ditada pelos algoritmos. Em seu li- vro O filtro invisível, o que chama de bolha é proporcionado pelos filtros invisíveis do conteúdo que nos chega, como faz o Facebook para filtrar e classificar as postagens que aparecem em cada timeline. “Mecanismos criam e refinam cons- tantemente uma teoria sobre quem somos e sobre o que vamos fazer ou desejar seguir”, escreveu em 2012.

5

Multiple Choice

A ideia destacada no texto, como resultado dos algoritmos presentes em sites de redes

sociais e ferramentas de busca, é

1

a personalização de resultados.

2

a fundação do MoveOn.org.

3

os usuários viciados.

4

a origem do termo bolha.

6

Multiple Choice

Segundo o texto, qual termo é utilizado por Eli Parisier para descrever a lógica ditada

pelos algoritmos que proporcionam uma filtragem invisível do conteúdo em plataformas

como o Facebook?

1

Bolha

2

Timeline

7

Notícias falsas são 70% mais compartilhadas do que as verdadeiras O poder das notícias falsas é grande, mas a essa altura não é novidade para nin- guém. Foi utilizado sistematicamente inclusive para ajudar a eleger o presidente Do- nald Trump, em 2016. “Definir o que é verdadeiro ou falso se tornou uma estratégia política comum, substituindo debates baseados em fatos mutuamente acordados”, afirma um estudo feito por pesquisadores do MIT publicado na revista Science. Eles perceberam que os estudos atuais sobre as famigeradas notícias falsas (ou “fake news”) se limitam a analisar rumores únicos com o objetivo de aprimorar sistemas de detecção de mentiras para reduzir a sua propagação. Nenhuma pes- quisa, no entanto, havia se dedicado a entender a diferença da dispersão entre notícias falsas e verdadeiras. Para isso, pegaram a base de dados de seis sites de checagem de fatos, selecio- nando as informações com pelo menos 95% de concordância entre eles sobre a veracidade ou não de determinada notícia. Acabaram com 126 mil rumores, espa- lhados por 3 milhões de usuários mais de 4,5 milhões de vezes. “As notícias falsas se difundiram de maneira significativamente mais rápida, profunda e ampla do que os fatos verdadeiros”, concluíram. Enquanto as fake news mais influentes atingiram de mil a 100 mil pessoas, as verdadeiras raramen- te foram difundidas para mais do que mil pessoas. A verdade, por sua vez, leva seis vezes mais tempo para atingir um grupo de 1,5 mil pessoas. Quando a notícia falsa se trata de política, a dispersão é ainda mais intensa. Elas atingem 20 mil pessoas quase três vezes mais rápido que os outros tipos de notícias falsas atingem 10 mil. Quando estimaram a probabilidade de uma notícia ser compartilhada, viram que as falsas têm 70% mais chances de serem compar- tilhadas que as verdadeiras. [...] A explicação, segundo os pesquisadores, pode ser bem simples: novidades atraem a atenção humana. Elas contribuem para a tomada de decisão e encorajam o compar- tilhamento de informações porque a novidade atualiza o entendimento do mundo.

8

Multiple Choice

De acordo com o texto, pode-se dizer que o uso de “fake news” como estratégia política

está relacionado:

1

ao fenômeno da pós-verdade, em que, na moldagem da opinião pública, as crenças

e as emoções do eleitor têm mais importância que os fatos objetivos.

2

ao baixo nível de escolaridade dos eleitores, que não conseguem distinguir notícias

falsas de verdadeiras e não utilizam agências de checagem.

3

à dinâmica eleitoral dos países desenvolvidos, onde as pessoas têm amplo acesso à

internet, tendo influenciado a eleição presidencial dos EUA, em que Donald Trump

foi eleito.

4

às falhas no acesso à informação qualificada, uma vez que os eleitores não encontram

portais de notícia confiáveis para conferir as notícias que recebem pelas redes sociais.

9

No Brasil, a política é o tipo de intolerância de maior audiência na internet. A conclusão é de uma pesquisa da agência de propaganda Nova/SB, realizada no ano de 2016, que mapeou os dez tipos mais recorrentes de extremismos nas redes sociais. Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista, uma vez que são raras as vezes em que há um debate inteligen- te ou preocupado com questões sociais e coletivas. A discussão é feroz, infantil e cega, e não há vencedores ao final. A intolerância das pessoas chega a ser mesquinha, pequena e imoral. Agem como se não houvesse impunidade, pois existe a ilusão de que o mundo digital é uma terra de ninguém, quando muitos casos poderiam ser enquadrados em crimes cibernéticos. De insultos a notícias falsas, as infrações no mundo digital também devem ser julgadas e punidas sem exceção. Uma pesquisa da Quartz divulgada em janeiro deste ano constatou que 55% dos brasileiros consideram que não há nada na internet além do Facebook. Para boa parte dos entrevistados, o Facebook e a internet são a mesma coisa. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.

10

Multiple Choice

De acordo com o texto, é correto inferir:

1

O Brasil é um país em que as reflexões políticas se desenvolvem apenas por meio da

internet, o que acaba por generalizar a postura crítica e coletiva dos cidadãos.

2

A maioria dos brasileiros não amplia as possibilidades de uso da internet, limitando a

sua experiência virtual à rede social onde mais há expressão de intolerância à diver-

sidade de pensamento político.

3

Os debates políticos comprometidos com a ética e o respeito às alteridades se limitam

ao âmbito do Facebook, não se concretizando nas práticas sociais do cotidiano.

4

Os norte-americanos, ao contrário dos brasileiros, não utilizam o Facebook para

expressar intolerância em relação a posicionamentos políticos, buscando meios mais

legítimos e democráticos.

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​Leia o texto a seguir para responder às questões 7 e 8.

Unboxing: descubra como usar essa estratégia para atrair mais clientes

[...]

Unboxing (termo que pode ser traduzido como “tirar da caixa”) é uma tendência

de vídeo nas redes sociais que consiste em desempacotar um produto em frente

às câmeras, mostrando suas características e, em alguns casos, fazendo demons-

trações e comparativos.

[...]

O fenômeno começou na área de tecnologia. De acordo com o Yahoo!, o primeiro

vídeo do tipo foi publicado em 2006 e apresentava o celular Nokia E61.

[...]

Os vídeos de unboxing não se multiplicam por acaso. Esse tipo de conteúdo tem

alto poder de viralização.

A popularidade pode ser explicada pelo sentimento de satisfação que temos ao

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