Search Header Logo

Revisão de Filosofia - 2º ano - AC3 / III Etapa.

Authored by Thiago Souza

Social Studies, Philosophy

10th - 12th Grade

Used 4+ times

Revisão de Filosofia - 2º ano - AC3 / III Etapa.
AI

AI Actions

Add similar questions

Adjust reading levels

Convert to real-world scenario

Translate activity

More...

    Content View

    Student View

8 questions

Show all answers

1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Ufpr/PR – 2020, adaptada) Leia atentamente.


[...] Eis como ainda no início do século XVII se descrevia a figura ideal do soldado. O soldado é antes de tudo alguém que se reconhece de longe; que leva os sinais naturais de seu vigor e coragem, as marcas também de seu orgulho: seu corpo é o brasão de sua força e de sua valentia. [...] Na segunda metade do século XVIII, o soldado tornou-se algo que se fabrica; de uma massa informe, de um corpo inapto, fez-se a máquina de que se precisa; corrigiram-se aos poucos as posturas; lentamente uma coação calculada percorre cada parte do corpo, se assenhoreia dele, dobra o conjunto, torna-o perpetuamente disponível e se prolonga, em silêncio, no automatismo dos hábitos.

(FOUCAULT, Michel. Os corpos dóceis. In: FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1999, p. 162.)


Conforme a temática: Totalitarismo e biopolítica na sociedade de controle, e levando em conta essa passagem e a obra em que está inserida, é correto afirmar que, para Michel Foucault, instituições como escolas, quartéis, hospitais e prisões são exemplos de espaços em que, a partir do século XVIII, os indivíduos:

são educados de modo a se tornarem autônomos.

se fazem objeto do poder disciplinar.

encontram as condições de segurança e bem-estar.

se tornam mais vigorosos e valentes.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

O primeiro pensador a desenvolver ideias anarquistas no século XIX, foi Proudhon, realizando críticas da propriedade privada. Nesse contexto, o anarquismo surge como movimento social e político que dos movimentos operários daquela época. Portanto, essa forma de pensamento desenvolveu uma filosofia política na defesa de uma sociedade:

Sem a interferência do Estado na economia (Estado mínimo).

Liberal e com a necessidade do Estado.

Limitada nas leis, seguindo as ordens do Estado.

Sem Estado na defesa da liberdade individual.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Unicamp/SP, 2012 - adaptada)


“O homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros. O que se crê senhor dos demais não deixa de ser mais escravo do que eles. (...) A ordem social, porém, é um direito sagrado que serve de base a todos os outros. (...) Haverá sempre uma grande diferença entre subjugar uma multidão e reger uma sociedade. Sejam homens isolados, quantos possam ser submetidos sucessivamente a um só, e não verei nisso senão um senhor e escravos, de modo algum considerando-os um povo e seu chefe. Trata-se, caso se queira, de uma agregação, mas não de uma associação; nela não existe bem público, nem corpo político.”

Jean-Jacques Rousseau, Do Contrato Social. [1762]. São Paulo: Ed. Abril, 1973, p. 28,36.


No trecho apresentado, Rousseau:

argumenta que um corpo político existe quando os homens transfere seu direito natural para um poder soberano, que se encontra em estado de igualdade política, ou seja, no absolutismo.

argumenta que um corpo político existe quando os homens encontram-se associados em estado de igualdade política.

denuncia a prática da escravidão nas Américas, que obrigava multidões de homens a se submeterem a um único senhor.

defende a necessidade de os homens se unirem em agregações, em busca de seus direitos políticos.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Uem, 2017 - adapatada) “É possível que se descubram leis da psicologia de massa que expliquem por que milhões de seres humanos se deixaram levar, sem resistência, às câmaras de gás, embora essas leis nada venham a explicar senão a destruição da individualidade. [...] Porque destruir a individualidade é destruir a espontaneidade, a capacidade do homem de iniciar algo novo com os seus próprios recursos, algo que não possa ser explicado à base da reação ao ambiente e aos fatos. Morta a individualidade, nada resta senão horríveis marionetes com rostos de homem, todas com o mesmo comportamento do cão de Pavlov, todas reagindo com perfeita previsibilidade mesmo quando marcham para a morte”.


ARENDT, H. Origens do Totalitarismo. In: FIGUEIREDO, V. (org). Filosofia: temas e percursos. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2013, p. 203.


A partir do texto citado, escolha a alternativa correta.

A filósofa alerta para o risco inerente à massificação, que pode implicar a perda da espontaneidade dos indivíduos, que é um traço próprio dos seres humanos, típico do totalitarismo.

A individualidade somente pode ser justificada por forças externas, como a natureza e a sociedade, atuando sobre os homens.

A filósofa destaca o quão destrutivo é para a humanidade a perda da individualidade nos sistemas democráticos, por isso a necessidade de um sistema totalitário.

A individualidade é algo que nos singulariza diante de uma multidão massificada de seres humanos e diante de cada ser humano que deve seguir, uma ideologia de estado vigente.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Ufu/MG – 2018, adaptada) Com relação à noção de estado de natureza, que é o estado em que os seres humanos se achavam antes da formação da sociedade, podem-se identificar, na filosofia política moderna, três tendências:


I - Os seres humanos são naturalmente egoístas e, no estado de natureza, se achavam numa guerra de todos contra todos daí que, por medo uns dos outros, aceitam renunciar à liberdade e constituir um Soberano, o estado, que garanta a paz.

II - Não é por medo uns dos outros, e sim para garantir o direito à propriedade e à segurança que os seres humanos consentem em criar uma autoridade que possa tornar isso possível.

III - No estado de natureza, os seres humanos eram felizes e foi o advento da propriedade privada e da sociedade civil que tornou alguns escravos de outros.


Podem-se atribuir essas três concepções, respectivamente, a ...

Hobbes, Locke e Rousseau.

Rousseau, Hobbes e Locke.

Locke, Rousseau e Hobbes.

Rousseau, Locke e Hobbes.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Unesp, 2014 - adaptada) Sobre o totalitarismo, leia atentamente.


[…] Governos que se metem na vida dos outros são governos autoritários. Na história temos dois grandes exemplos: o fascismo e o comunismo. Em nossa época existe uma outra tentação totalitária, aparentemente mais invisível e, por isso mesmo, talvez, mais perigosa: o "totalitarismo do bem". A saúde sempre foi um dos substantivos preferidos das almas e dos governos autoritários. Quem estudar os governos autoritários verá que a "vida cientificamente saudável" sempre foi uma das suas maiores paixões. E, aqui, o advérbio "cientificamente é quase vago porque o que vem primeiro é mesmo o desejo de higienização de toda forma de vício, sujeira, enfim, de humanidade não correta. Nosso maior pecado contemporâneo é não reconhecer que a humanidade do humano está além do modo "correto" de viver. E vamos pagar caro por isso porque um mundo só de gente "saudável" é um mundo sem Eros.


(Luiz Felipe Pondé. “Gosto que cada um sente na boca não é da conta do governo”. Folha de S.Paulo, 14.03.2012. Adaptado.)


Na concepção do autor, o totalitarismo.

inexiste sob a égide de regimes políticos institucionalmente democráticos e liberais.

depende necessariamente de controles de natureza policial e repressiva dos comportamentos.

mobiliza a ciência para estabelecer critérios de natureza biopolítica sobre a vida.

estabelece regras de comportamento subordinadas à autonomia dos indivíduos.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Unesp/SP, 2016 – adaptada) O feminismo não é uma ideologia no sentido positivo de conjunto de ideias, muito menos é uma ideologia no sentido negativo de “falsa consciência” que serviria para acobertar a disputa de poder entre homens e mulheres. O feminismo não é uma inversão ideológica. Não é uma inversão do poder. Uma inversão pressuporia sua manutenção. Em outras palavras, o feminismo não é uma manutenção do poder patriarcal com roupagem nova ou invertida que se alcança por uma ideologia de puro oposicionismo. É preciso tirá-lo do clima puramente acadêmico, do clima de qualquer pureza, branca, de classe média ou alta, de corpos autorizados, de crenças em identidades estanques e propostas como naturais pelo sistema da razão que administra a não identidade evitando que ela floresça.

(Marcia Tiburi. “O que é feminismo?”. http://revistacult.uol.com.br. Adaptado.)


De acordo com o texto e as temáticas: Formas de participação política e Direitos e cidadania é correto afirmar que o feminismo

manifesta-se favoravelmente a singularidades no campo do gênero.

é um movimento político restrito a manifestações estéticas.

sustenta pressupostos metafísicos baseados em essências absolutas.

apoia-se em um conjunto de valores eurocêntricos e patriarcais.

Access all questions and much more by creating a free account

Create resources

Host any resource

Get auto-graded reports

Google

Continue with Google

Email

Continue with Email

Classlink

Continue with Classlink

Clever

Continue with Clever

or continue with

Microsoft

Microsoft

Apple

Apple

Others

Others

Already have an account?