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Trovadorismo

Authored by FABIANA SILVA

History, Arts, Fun

8th - 12th Grade

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Trovadorismo
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

Os tipos de cantigas trovadorescas são:

líricas e satíricas

líricas e religiosas

líricas e pastoris

religiosas e satíricas

pastoris e satíricas

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

leia as afirmativas abaixo e assinale a opção que contem o(s) item(ns) correto(s)

I. As poesias palacianas eram produzidas para serem declamadas, enquanto as cantigas trovadorescas para serem cantadas.

II. As cantigas satíricas trovadorescas são subdividas em dois tipos: cantigas de escárnio e cantigas de maldizer.

III. O trovadorismo é uma escola literária de transição que marcou o fim da Idade Média.

I

I e II

I e III

II e III

I, II e III

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

Sobre a prosa desenvolvida no trovadorismo, assinale a alternativa incorreta:

As hagiografias eram textos em prosa que apresentavam a biografia de santos

As novelas de cavalaria revelavam os grandes feitos dos cavaleiros medievais.

As crônicas históricas e cronológicas eram chamadas de cronicões (CRONICAS)

As cantigas trovadorescas foram produzidas por monges escritores

Os nobiliários reuniam a genealogia de nobres medievais.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

(Mackenzie) Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das cantigas de amor.

O ambiente é rural ou familiar.

O trovador assume o eu-lírico masculino: é o homem quem fala.

Têm origem provençal.

Expressam a 'coita' amorosa do trovador, por amar uma dama inacessível.

A mulher é um ser superior, normalmente pertencente a uma categoria social mais elevada que a do trovador

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

O amor cortês foi um gênero praticado desde os trovadores medievais europeus. Nele a devoção masculina por uma figura feminina inacessível foi uma atitude cons­tante. A opção cujos versos confirmam o exposto é:

Eras na vida a pomba predileta (...) Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, - a inspiração, - a pátria, O porvir de teu pai! (Fagundes Varela)

Carnais, sejam carnais tantos desejos, Carnais sejam carnais tantos anseios, Palpitações e frêmitos e enleios Das harpas da emoção tantos arpejos... (Cruz e Sousa)

Quando em meu peito rebentar-se a fibra, Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nenhuma lágrima Em pálpebra demente. (Álvares de Azevedo)

Em teu louvor, Senhora, estes meus versos E a minha Alma aos teus pés para cantar-te, E os meus olhos mortais, em dor imersos, Para seguir-lhe o vulto em toda a parte. (Alphonsus de Guimaraens)

Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer amar e mal amar, amar, desamar, amar? (Manuel Bandeira)

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

Cantiga de Amor

Afonso Fernandes

Senhora minha, desde que vos vi,

lutei para ocultar esta paixão

que me tomou inteiro o coração;

mas não o posso mais e decidi

que saibam todos o meu grande amor,

a tristeza que tenho, a imensa dor

que sofro desde o dia em que vos vi.

Já que assim é, eu venho-vos rogar

que queirais pelo menos consentir

que passe a minha vida a vos servir (...)

(www.caestamosnos.org/efemerideS/118. Adaptado)




Observando-se a última estrofe, é possível afirmar que o apaixonado

Se sente inseguro quanto aos próprios sentimentos.

Se sente confiante em conquistar a mulher amada

Se declara surpreso com o amor que lhe dedica a mulher amada.

Possui o claro objetivo de servir sua amada.

Conclui que a mulher amada não é tão poderosa quanto parecia a princípio.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

SONETO DE SEPARAÇÃO

De repente do riso fez-se o pranto

Silencioso e branco como a bruma

E das bocas unidas fez-se a espuma

E das mãos espalmadas fez-se o espanto.


De repente da calma fez-se o vento

Que dos olhos desfez a última chama

E da paixão fez-se o pressentimento

E do momento imóvel fez-se o drama.


De repente, não mais que de repente

Fez-se de triste o que se fez amante

E de sozinho o que se fez contente


Fez-se do amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente.


(Vinícius de Morais)


Releia com atenção a última estrofe:


"Fez-se de amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente".


Tomemos a palavra AMIGO. Todos conhecem o sentido com que esta forma linguística é usualmente empregada no falar atual. Contudo, na Idade Média, como se observa nas cantigas medievais, a palavra AMIGO significou:

companheiro

colega

namorado

simpático

acolhedor

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