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ROMA ANTIGA UNESP

Authored by antonio rezende

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

Os gastos militares intensificaram-se a partir dos séculos IIID.c e IV dC, devido

ao esforço romano de expandir suas fronteiras para o centro da África.

guerra contra Cartago pelo controle de terras no norte da África e na Península Ibérica.

aos anseios expansionistas, que levaram os romanos a buscar o controle armado e comercial do mar Mediterrâneo.

às perseguições contra os cristãos, que, bem sucedidas, permitiram o pleno retorno ao politeísmo.

à necessidade de defesa diante de ataques simultâneos de bárbaros em várias partes da fronteira.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

O culto de imagens de pessoas divinas, mártires e santos foi motivo de seguidas controvérsias na história do cristianismo. Nos séculos VIII e IX, o Império bizantino foi sacudido por violento movimento de destruição de imagens, denominado “querela dos iconoclastas”. A questão iconoclasta

produziu um movimento de renovação do cristianismo empreendido pelas ordens mendicantes dominicanas e franciscanas.

deixou as igrejas católicas renascentistas e barrocas desprovidas de decoração e de ostentação de riquezas.

foi pouco importante para a história do cristianismo na Europa ocidental, considerando a crença dos fiéis nos poderes das estátuas.

inviabilizou a conversão para o cristianismo das multidões supersticiosas e incultas da Idade Média europeia.

derivou da oposição do cristianismo primitivo ao culto que as religiões pagãs greco-romanas devotavam às representações plásticas de seus deuses.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

Sobre o recolhimento de impostos e os gastos públicos no

Império Romano, é correto afirmar que

os patrícios e os proprietários de terras não pagavam tributos, uma vez que estes eram de responsabilidade exclusiva de arrendatários e escravos

os tributos eram cobrados por coletores enviados diretamente de Roma, não havendo qualquer intermediação ou intervenção de autoridades locais.

a desvalorização da moeda foi uma das formas utilizadas pelos governantes para aliviar o peso dos impostos sobre a população despossuída.

as obras financiadas com recursos públicos foram apenas as de função religiosa, como altares ou templos.

o desenvolvimento da engenharia civil foi essencial para integrar o Império e facilitar o deslocamento dos exércitos.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

A escravatura [na Roma antiga] foi praticada desde os tempos mais remotos dos reis, mas seu desenvolvimento em grande escala foi consequência das guerras de conquista [...].

(Patrick Le Roux. Império Romano, 2010.)


Sobre a escravidão na Roma antiga, é correto afirmar que


assemelhava-se à escravidão ocorrida no Brasil colonial,

pois era determinada pela procedência e pela raça.

diferenciava-se da escravidão ocorrida no Brasil colonial,

pois os escravos romanos nunca podiam se tornar livres.

diminuiu bastante após a implantação do Império e foi abolida pelos imperadores cristãos.

atingiu o auge com a ocupação romana da Germânia e de territórios na Europa Central.

aumentou significativamente durante a expansão romana

pelo Mar Mediterrâneo.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

Roma provou ser capaz de ampliar o seu peninsular. Desde o começo ela havia – diferentemente de próprio sistema político para incluir as cidades italianas durante seu expansionismo Atenas – exigido de seus aliados tropas para seus exércitos, e não dinheiro para seu tesouro; desta maneira, diminuindo a carga de sua dominação na paz e unindo-os solidamente em tempo de guerra. Neste ponto, seguia o exemplo de Esparta, embora seu controle militar central das tropas aliadas fosse sempre muito maior.

(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1987. Adaptado.)


A comparação que o texto estabelece entre Roma e Esparta é pertinente, uma vez que foi comum às duas cidades)

viver sob regimes democráticos, após terem atravessado período de oligarquia e tirania.

instalar e manter importantes áreas coloniais no Norte da África e Oriente Próximo.

estabelecer amplo domínio militar e comercial sobre o Mar mediterrâneo e o Leste Europeu

erradicar a influência política e militar de Atenas e combater os exércitos cartaginenses e persas

valorizar a formação e a disciplina da soldadesca e constituir amplo aparato militar.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

Media Image

O mapa do Império Romano na época de Augusto (27 a.C. – 14 d.C.) demonstra

a dificuldade das tropas romanas de avançar sobre territórios da África e a concentração dos domínios imperiais no continente europeu.

a resistência do Egito e de Cartago, que conseguiram impedir o avanço romano sobre seus territórios.

a conformação do maior império da Antiguidade e a imposição do poder romano sobre os chineses e indianos.

a iminência de conflitos religiosos, resultantes da tensão provocada pela conquista de Jerusalém pelos cristãos.

a importância do Mar Mediterrâneo para a expansão imperial e para a circulação entre as áreas de hegemonia romana.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

TEXTO

    Esta foi a regra que eu segui diante dos que me foram denunciados como cristãos: perguntei a eles mesmos se eram cristãos; aos que respondiam afirmativamente, repeti uma segunda e uma terceira vez a pergunta, ameaçando-os com o suplício. Os que persistiram, mandei executá-los, pois eu não duvidava que, seja qual for a culpa, a teimosia e a obstinação inflexível deveriam ser punidas. Outros, cidadãos romanos portadores da mesma loucura, pus no rol dos que devem ser enviados a Roma.

Correspondência de Plínio, governador de Bitínia, província romana situada na Ásia Menor, ao imperador Trajano. Cerca do ano 111 d.C. Disponível em: www.veritatis.com.br. Acesso em: 17 jun. 2015 (adaptado).

 

TEXTO 

    É nossa vontade que todos os povos regidos pela nossa administração pratiquem a religião que o apóstolo Pedro transmitiu aos romanos. Ordenamos que todas aquelas pessoas que seguem esta norma tomem o nome de cristãos católicos. Porém, o resto, os quais consideramos dementes e insensatos, assumirão a infâmia da heresia, os lugares de suas reuniões não receberão o nome de igrejas e serão castigados em primeiro lugar pela divina vingança e, depois, também pela nossa própria iniciativa.

Édito de Tessalônica, ano 380 d.C. In: PEDRERO-SÁNCHEZ, M. G. História da Idade Média: textos e testemunhas. São Paulo: Unesp, 2000.

 

Nos textos, a postura do Império Romano diante do cristianismo é retratada em dois momentos distintos.

 

Em que pesem as diferentes épocas, é destacada a permanência da seguinte prática:

Ausência de liberdade religiosa.

Sacralização dos locais de culto.

Reconhecimento do direito divino.

Formação de tribunais eclesiásticos.

Subordinação do poder governamental.

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