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Questões Imperialismo/Neocolonialismo

Authored by JORGE ELÔ

History

10th - 12th Grade

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Questões Imperialismo/Neocolonialismo
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(UFG) Leia o texto a seguir:

Por mais que retrocedamos na História, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um país criança envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreendê-lo devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e as leis morais. HEGEL, Georg W. F. Filosofia de la historia universal. Apud HERNANDEZ, Leila M.G. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. p. 20-21. [Adaptado]

O fragmento é um indicador da forma predominante como os europeus observavam o continente africano no século XIX. Essa observação relacionava-se a uma definição sobre a cultura, que se identificava com a ideia de:

progresso social, materializado pelas realizações humanas como forma de se opor à natureza.

tolerância cívica, verificada no respeito ao contato com o outro, com vistas a manter seus hábitos.

autonomia política, expressa na escolha do homem negro por uma vida apartada da comunidade. d) liberdade religiosa, manifesta na relativização dos padrões éticos europeus.

respeito às tradições, associado ao reconhecimento do valor do passado para as comunidades locais.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

Podemos dizer que o neocolonialismo, no continente africano, produziu efeitos como:

o confronto entre os reinos de Songhai e Mali.

o alto desenvolvimento tecnológico de regiões como o Zaire, ou Congo Belga.

a exportação do modo de vida africano para a Europa.

as Guerras dos Bôeres.

a divisão territorial africana de acordo com cada tribo e etnia existente.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(FGV-RJ) Entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885, representantes de países europeus, dos Estados Unidos e do Império Otomano participaram de negociações sobre o continente africano. O conjunto de reuniões, que ficou conhecido como a Conferência de Berlim, tratou da:

incorporação da Libéria aos domínios norte-americanos, em troca do controle da África do Sul pela Inglaterra e Holanda.

independência de Angola e Moçambique e da incorporação do Congo ao império ultramarino português.

ocupação e do controle do território africano de acordo com os interesses das diversas potências representadas.

condenação do regime do Apartheid estabelecido na África do Sul e denunciado pelo governo britânico.

incorporação da Etiópia aos domínios italianos e à transformação do Egito em protetorado da Alemanha.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

Como forma de justificar a dominação dos continentes africano e asiático, as potências europeias valeram-se de teses científicas da época que pregavam a superioridade da civilização europeia com relação às demais. Essas teses foram difundidas pela doutrina do(a):

Liberalismo

Mercantilismo

Estamento Burocrático

Sociobiologia

Darwinismo Social

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

A política imperialista consistia na busca, principalmente, de novos mercados consumidores para os países industrializados e foi assim que vários países da África e da Ásia sofreram com a prática da neocolonização nos séculos XIX e XX. Portanto, sobre a justificativa construída pelas potências europeias para invadir as nações do continente africano e asiático é correto dizer que:

As potências europeias justificavam a invasão nos países periféricos afirmando que essa ação contribuiria para o desenvolvimento industrial e que incentivaria a adoção de um regime socialista nos países asiáticos.

As principais alegações utilizadas na prática do Imperialismo foram as teorias darwinistas que defendiam a superioridade cultural dos países europeus, sendo eles os países que levariam o progresso e o desenvolvimento social para os países da África e da Ásia através da missão civilizadora.

Uma das justificativas era que os europeus aprenderiam técnicas industriais com os africanos e asiáticos, o que acarretaria no desenvolvimento econômico e científico dos países desenvolvidos.

O fardo do homem branco era uma das legitimações europeias durante a política imperialista. Esse fardo consistia numa missão que contribuiria para o desenvolvimento industrial dos países africanos e asiáticos, gerando assim o crescimento da burguesia local, fazendo com que os países não desenvolvidos tivessem suas próprias indústrias.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(UFPE - 2002) A expansão capitalista no século XIX ficou conhecida como imperialismo, e o domínio dos países europeus sobre a África e a Ásia foi denominado neocolonialismo. Sobre o resultado da junção desses dois fenômenos – o imperialismo e o colonialismo – na África e na Ásia, é correto afirmar que:

O imperialismo e o neocolonialismo ajudaram os povos africanos e asiáticos a saírem de seu atraso secular, possibilitando-lhes o acesso ao progresso.

A segunda Revolução Industrial, o capitalismo monopolista e os ideais de progresso estão associados ao imperialismo, ao neocolonialismo e ao completo domínio dos Estados Unidos, no final do século XIX.

A maior beneficiária de todo o domínio imperialista e do neocolonialismo na Ásia e África foi a classe operária, em face do pleno emprego da indústria.

Através do imperialismo e do neocolonialismo, as elites econômicas e políticas inglesas construíram a imagem de que eram o modelo de cultura e civilização a ser imitado em todo o mundo.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

A Conferência de Berlim (1884) e a subsequente “Partilha da África” pelas potências europeias tiveram um papel fundamental na transição de uma dominação informal para um colonialismo bastante agressivo, o chamado “novo imperialismo”.

Uma das principais características desse novo imperialismo foi:

o convívio pacífico entre africanos e europeus, com ampla extensão de direitos políticos e sociais aos primeiros, nas regiões colonizadas.

o fomento ao processo de descolonização da África, iniciado na década de 1830 e encerrado na década de 1890, com amplo apoio das principais potências europeias.

a exploração econômica direta dos territórios ocupados e a criação de estruturas coloniais de administração excludentes e violentas.

a dominação indireta, pelas potências europeias, das regiões colonizadas, restrita somente a 10% de todo o território africano.

a limitação do imperialismo europeu somente à África e a exclusão da Ásia e da Oceania das pretensões imperiais das potências em disputa.

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