Search Header Logo

FILOSOFIA ANTIGA

Authored by Tatiana Galante

Philosophy

12th Grade

Used 15+ times

FILOSOFIA ANTIGA
AI

AI Actions

Add similar questions

Adjust reading levels

Convert to real-world scenario

Translate activity

More...

    Content View

    Student View

14 questions

Show all answers

1.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Media Image

Pode-se viver sem ciência, pode-se adotar crenças sem querer justificá-las racionalmente, pode-se desprezar as evidências empíricas. No entanto, depois de Platão e Aristóteles, nenhum homem honesto pode ignorar que uma outra atitude intelectual foi experimentada, a de adotar crenças com base em razões e evidências e questionar tudo o mais a fim de descobrir seu sentido último.

ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2002.


Platão e Aristóteles marcaram profundamente a formação do pensamento Ocidental. No texto, é ressaltado importante aspecto filosófico de ambos os autores que, em linhas gerais, refere-se à :

adoção da experiência do senso comum como critério de verdade;

incapacidade de a razão confirmar o conhecimento resultante de evidências empíricas;

pretensão de a experiência legitimar por si mesma a verdade;

defesa de que a honestidade condiciona a possibilidade de se pensar a verdade.

compreensão que a verdade deve ser justificada racionalmente.

2.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Media Image

Os princípios, base da epistemologia (teoria de conhecimento) aristotélica, pertencem ao domínio do (a):

opinião, pois fazem parte da formação da pessoa;

cálculos, pois são demonstrados por argumentos;

conhecimento científico, pois admitem provas empíricas;

intuição, pois ela é mais exata que o conhecimento científico;

práticas de hábitos racionais, pois com ela se capta a verdade.

3.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Media Image

Aristóteles, no Livro IV da Metafísica, defende o sentido epistêmico do princípio de não contradição como o princípio primário, incondicionado e absolutamente verdadeiro da “ciência das causas primeiras”, ou melhor, o princípio que se apresenta como fundamento último (ou primeiro) de justificação para qualquer enunciado declarativo em sua pretensão de verdade. “É impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo tempo ao mesmo sujeito, e na mesma relação. [...] Não é possível, com efeito, conceber alguma vez que a mesma coisa seja e não seja, como alguns acreditam que Heráclito disse [...]. É por esta razão que toda demonstração se remete a esse princípio como a uma última verdade, pois ela é, por natureza, um ponto de partida, a mesma para os demais axiomas.” (ARISTÓTELES. Metafísica. Livro IV, 3, 1005b apud FARIA, Maria do Carmo B. de. Aristóteles: a plenitude como horizonte do ser. São Paulo: Moderna, 1994. p. 93.) Com base nos textos e nos conhecimentos sobre Aristóteles, é correto afirmar:

Aqueles que sustentam, com Heráclito, conceber verdadeiramente que propriedades contrárias podem subsistir e não subsistir no mesmo sujeito opõem-se ao princípio de não contradição.

Pelo princípio de não contradição, sustenta-se a tese heracliteana de que, numa enunciação verdadeira, se possa simultaneamente afirmar e negar um mesmo predicado de um mesmo sujeito, em um mesmo sentido.

Nas demonstrações sobre as realidades suprassensíveis, é possível conceber que propriedades contrárias subsistam simultaneamente no mesmo sujeito, sem que isso incorra em contradição lógica, ontológica e epistêmica.

Para que se possa fundamentar o estatuto axiomático do princípio de não contradição, exige-se que sua evidência, enquanto princípio primário, seja submetida à demonstração.

Com o princípio de não contradição, torna-se possível conceber que, se existem duas coisas não idênticas, qualquer predicado que se aplicar a uma delas também poderá ser aplicado necessariamente à outra.

4.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Media Image

Para Aristóteles, Só julgamos que temos conhecimento de uma coisa quando conhecemos sua causa. E há quatro tipos de causa: a essência, as condições determinantes, a causa eficiente desencadeadora do processo e a causa final. (ARISTÓTELES. Analíticos Posteriores. Livro II. Bauru: Edipro. 2005. p. 327.)


Com base no texto e nos conhecimentos sobre a metafísica aristotélica, é correto afirmar:

A existência de um plano superior constituído das ideias e atingido apenas pelo intelecto permite a Aristóteles a compreensão objetiva dos fenômenos que ocorrem no mundo físico

A realidade, para Aristóteles, sendo constituída por seres singulares, concretos e mutáveis, pode ser conhecida indutivamente pela observação e pela experimentação

Para a compreensão das transformações e da mutabilidade dos seres, Aristóteles recorre ao princípio da criação divina.

Na metafísica aristotélica, a compreensão do devir de todas as coisas está vinculada à determinação da causa material e da causa formal sobre a causa final.

Para Aristóteles, todas as coisas tendem naturalmente para um fim (telos), sendo esta concepção teleológica da realidade a que explica a natureza de todos os seres.

5.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

“Segundo Aristóteles, tudo tende a passar da potência ao ato; tudo se move de uma para outra condição. Essa passagem se daria pela ação de forças que se originam de diferentes motores, isto é, coisas ou seres que promoveriam esta mudança. No entanto, se todo o Universo sofre transformações, o estagirita afirmava que deveria haver um primeiro motor [...]”. CHALITA, Gabriel. Vivendo a filosofia. São Paulo: Ed. Ática, 2006, p. 58.

Com base em seus conhecimentos e no texto acima, assinale a alternativa que contenha duas características do primeiro motor:

O primeiro motor é imóvel, caso contrário, alguma causa deveria movê-lo e ele não seria mais o primeiro motor; é imutável, porque é ato puro;

O primeiro motor é imóvel, mas não imutável, pois pode ocorrer de se transformar algum dia, como tudo no Universo;

O primeiro motor é imutável, mas não imóvel, pois do seu movimento ele gera os demais movimentos do Universo;

O primeiro motor não é imóvel, nem imutável, pois isto seria um absurdo teórico. Para Aristóteles, o primeiro motor é móvel e mutável, como tudo.

6.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Media Image

Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C), apesar de ter sido discípulo de Platão, criou sua própria filosofia. Uma das diferenças marcantes entre os dois é a importância dada aos fenômenos naturais do chamado mundo sensível. No mundo sensível, a mudança é constante, característica que Aristóteles procura explicar a partir das concepções de matéria, forma, potência e ato.


Com base nos seus conhecimentos e no texto acima, assinale a alternativa que define corretamente a concepção aristotélica de ato e potência.

A potência e o ato são conceitos que não se referem, de fato, às coisas materiais sujeitas à transformação.

A potência é o momento presente, atual da matéria; ato é o que ela poderá vir a fazer.

A potência e o ato não se relacionam com a matéria.

A potência é o que a matéria virá a ser, seu devir, o princípio do movimento; ato é aquilo que ela é no presente.

7.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 1 pt

Aristóteles apresenta a metafísica, em primeiro lugar, como “busca das causas primeiras”. Assim, devemos determinar quais e quantas são essas “causas”. Aristóteles então estipulou que as causas, necessariamente, devem ser finitas quanto ao número e referiu-se ao mundo do devir reduzindo-se às seguintes quatro causas, EXCETO:

Causa formal.

Causa material.

Causa eficiente.

Causa substancial.

Access all questions and much more by creating a free account

Create resources

Host any resource

Get auto-graded reports

Google

Continue with Google

Email

Continue with Email

Classlink

Continue with Classlink

Clever

Continue with Clever

or continue with

Microsoft

Microsoft

Apple

Apple

Others

Others

Already have an account?