
Direitos Humanos em foco
Authored by TALITA CATINI
Philosophy
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
01 - Em que ano foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), e quem foi quem aprovou esta declaração?
Foi aprovado no ano de 1945, após a Segunda Guerra Mundial.
Foi aprovada no ano de 1948, pela assembléia geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Foi aprovado no ano de 1954, assim que Getúlio Vargas passou a governar o país.
Foi aprovado no ano de 1960, Logo após que a ONU foi fundada.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
02 - Quais os direitos que a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), da para a sociedade?
Saúde publica de boa qualidade a todos.
Educação, direito ao trabalho, e saúde gratuita
Igualdade, liberdade de expressão, direito ao trabalho, e á educação, e direito a vida.
Educação, direito ao trabalho, e saúde gratuita
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
O racismo institucional é a negação coletiva de uma organização em prestar serviços adequados para pessoas por causa de sua cor, cultura ou origem étnica. Pode estar associado a formas de preconceito inconsciente, desconsideração e reforço de estereótipos que colocam algumas pessoas em situações de desvantagem.
GIDDENS,A. Sociologia. Porto Alegre: Penso, 2012 (adaptado).
O argumento apresentado no texto permite o questionamento de pressupostos de universalidade e justifica a institucionalização de políticas antirracismo. No Brasil, um exemplo desse tipo de política é a
reforma do Código Penal.
elevação da renda mínima.
adoção de ações afirmativas.
revisão da legislação eleitoral.
censura aos meios de comunicação.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
5 mins • 1 pt
(Unaerp 2017/2) Jovem que passou em 1° lugar na USP diz que a “meritocracia é uma falácia”
Jovem negra e pobre que passou em 1º lugar no curso mais concorrido da Fuvest discorda de comentários que se referem a ela como exemplo de meritocracia. A mensagem que publicou nas redes sociais após ser aprovada é simbólica: “A casa grande surta quando a senzala vira médica”. Bruna Sena, 17 anos, negra, pobre, estudante de escola pública e filha de caixa de supermercado foi aprovada em 1° lugar no curso de Medicina da USP de Ribeirão Preto, o mais concorrido da Fuvest. Bruna diz que a bolsa que conseguiu em um cursinho pré-vestibular tocado por estudantes da própria USP foi fundamental para ingressar na universidade. De maneira tímida, consta nas reportagens desses veículos que Bruna é engajada na defesa de causas sociais como o feminismo, o movimento negro e a liberdade de gênero, e que ela “se orgulha do cabelo crespo e de sua origem”. Bruna diz que tem sua mãe como principal inspiração e critica a falácia da meritocracia. “A meritocracia é uma falácia. Eu consegui porque tive ajuda. Não dá para igualar as pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades. Eu me esforcei muito, sim, mas não consegui só por causa disso, eu tive apoio. E é isso que a gente tem que dar para quem não tem oportunidade. A gente perde muitos gênios por aí, inclusive nas favelas, porque não podem estudar”.
Disponível em: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/02/jovem-negra-e-pobre-que-passou-em-1olugar-no-curso-mais-cobicado-do-brasil.html. Acesso em: mar. 2017.
O sentido da frase dita por Bruna sobre a meritocracia ser uma falácia é que
sua mãe e sua família a apoiaram.
só o esforço garante uma boa educação.
ela estudou o suficiente, por isso passou no vestibular.
ela se privou de muitas coisas para conseguir ser aprovada no vestibular.
o apoio e o estudo esforçado permitiram que ela fosse aprovada no vestibular.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
5 mins • 1 pt
ENEM 2017- A participação da mulher no processo de decisão política ainda é extremamente limitada em praticamente todos os países, independentemente do regime econômico e social e da estrutura institucional vigente em cada um deles. É fato público e notório, além de empiricamente comprovado, que as mulheres estão em geral sub-representadas nos órgãos do poder, pois a proporção não corresponde jamais ao peso relativo dessa parte da população.
TABAK, F. Mulheres públicas: participação política e poder. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2002.
No âmbito do Poder Legislativo brasileiro, a tentativa de reverter esse quadro de sub-representação tem envolvido a implementação, pelo Estado, de
leis de combate à violência doméstica.
cotas de gênero nas candidaturas partidárias.
programas de mobilização política nas escolas.
propagandas de incentivo ao voto consciente.
apoio financeiro às lideranças femininas.
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