O alienista - Machado de Assis

O alienista - Machado de Assis

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O alienista - Machado de Assis

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

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01. (UERJ) A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.

Em 1879, Machado de Assis escreve o artigo “A nova geração”, no qual sustenta a tese de que o Realismo “não presta para nada”.

“O alienista” expõe essa mesma tese sob a forma ficcional, já que o personagem Dr. Bacamarte pode ser compreendido, em relação ao Realismo, como:

  1. Resgate

  1. Exaltação

  1. Caricatura

  1. Divulgação

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

02. (CESUPA) “... Trata-se de coisa mais, trata-se de uma experiência científica. Digo experiência, porque não me atrevo a assegurar desde já a minha idéia; nem a ciência é outra coisa, Sr. Soares, senão uma investigação constante. Trata-se, pois, de uma experiência, mas de uma experiência que vai mudar a face da terra. A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente...”

(Machado de Assis, In: O Alienista)

O excerto acima, se contextualizado com o restante da trama da referida narrativa, evidencia:

  1. A ênfase machadiana ao espírito cientificista da época, que o autor faz questão de, não somente reforçar, como também louvar, afinal vivia-se o século das ciências: o XIX.

  1. A deduzir-se o final da trama, o excerto, como toda a obra, deixa antever a ironia machadiana, que não raro questiona as instituições da sociedade dos XIX, dentre elas a Ciência.

  1. Um instigante diálogo entre Simão Bacamarte e o vigário da cidade a quem aquele confessa seus eficientes métodos medicinais de cura.

  1. A crítica do escritor ao comportamento dos sanitaristas que, então, tentavam, a todo custo, sanear a cidade do Rio de Janeiro.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

03. (UEA - SIS) Em “O alienista”, o narrador machadiano dirige-se, inúmeras vezes, diretamente ao leitor, conforme se observa em:

  1. “Era a vez da terapêutica. Simão Bacamarte, ativo e sagaz em descobrir enfermos, excedeu-se ainda na diligência e penetração com que principiou a tratá-los.”

  1. “Respondiam-lhe ora uma coisa, ora outra; afinal disseram-lhe a verdade inteira.”

  1. “Agora, se imaginais que o alienista ficou radiante ao ver sair o último hóspede da Casa Verde, mostrais com isso que ainda não conheceis o nosso homem.”

  1. “No fim de cinco meses e meio estava vazia a Casa Verde; todos curados!”

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(UEA - SIS) Em “O alienista”, verifica-se uma sátira, sobretudo,

  1. Ao socialismo.

  1. Ao cientificismo.

  1. Ao ceticismo.

  1. Ao darwinismo.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(FACASPER) Assinale a opção que apresenta corretamente um excerto de O alienista, de Machado de Assis, que faz referência a um episódio da Revolução Francesa.

  1. “Ao cabo de sete dias expiraram as festas públicas; Itaguaí tinha finalmente uma casa de Orates”.

  1. “Não era um repto, um ato intencional; mas todos o interpretaram dessa maneira, e a vila respirou com a esperança de que o alienista dentro de vinte e quatro horas estaria a ferros, e destruído o terrível cárcere”.

  1. “Daí as aclamações públicas, a imensa gente que atulhava as ruas, as flâmulas, as flores e damascos às janelas.”

  1. “Uma vez, por exemplo, compôs uma ode à queda do marquês de Pombal, em que dizia que esse ministro era o ‘dragão aspérrimo do Nada’, esmagado pelas ‘garras vingadoras do Todo’”.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(UPF) Sobre o conto “O alienista”, que integra os Contos definitivos, de Machado de Assis, apenas é incorreto afirmar que:

  1. Apresenta um narrador onisciente neutro, que não emite juízos sobre o caráter e a ação das personagens.

  1. Apresenta, como protagonista, o doutor Simão Bacamarte, hilariante caricatura de médico e de ditador científico.

  1. Tem como desfecho o confinamento solitário e a morte do alienista, dentro do manicômio que fizera construir.

  1. Se constitui como um ponto de interrogação acerca das fronteiras entre normalidade e loucura.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(CESUPA) Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso, e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas,— únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

ASSIS, Machado de: O Alienista. . Disponível: http// www.dominiopublico.gov.br

Simão Bacamarte, protagonista da história, era um homem da ciência, logo, a escolha de D. Evarista para esposa foi guiada por motivos racionais, como atesta o trecho:

  1. “Senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora”

  1. “Não bonita nem simpática”

  1. “Reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem”

  1. “Era mal composta de feições”

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