
História final de semestre
Authored by Bruno C
History
11th Grade
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Um dos documentos mais curiosos para a história da grande data de 15 de novembro consiste, a nosso ver, no aspecto inalterável da rua do Ouvidor, nos dias 15, 16 e 17, onde, a não ser a passagem das forças e a maior animação das pessoas, dir-se-ia nada ter acontecido. Tão preparado estava o nosso país para a República, tão geral foi o consenso do povo a essa reforma, tão unânimes as adesões que ela obteve, que a rua do Ouvidor, onde toda a nossa vida, todas as nossas perturbações se refletem com intensidade, não perdeu absolutamente o seu caráter de ponto de reunião da moda.
(Adaptado de THOME,J. "Crônica do chic". 1889. Apud PRIORE,M. D. et alli. Documentos de História do Brasil de Cabral aos anos 90. São Paulo: Scipione, 1997.)
Em frase que se tornou famosa, Aristides Lobo, o propagandista da República, manifestou seu desapontamento com a maneira pela qual foi proclamado o novo regime. Segundo ele, o povo, que pelo ideário republicano deveria ter sido protagonista dos acontecimentos, assistira a tudo bestializado, sem compreender o que se passava, julgando ver uma parada militar.
(CARVALHO, J.M. "Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.)
Nos textos apresentados, encontram-se as opiniões de dois observadores do fim do século XIX – José Thome e Aristides Lobo – a respeito da Proclamação da República. A divergência entre as posições dos autores sobre o evento refere-se ao seguinte aspecto:
ideário republicano
reação da população
caráter elitista do movimento
caracterização política do regime
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Analise com atenção a charge abaixo:
Em relação às eleições da República Velha, a alternativa que melhor explica a charge é:
Os coronéis eram, muitas vezes, acusados de falsificação das atas eleitorais, de alistamento de defuntos ou de comprar os componentes da mesa eleitoral.
Pelo "voto de cabresto", o coronel garantia para seus candidatos o apoio dos que lhe deviam favores, pois o voto não era secreto.
Para votar, o cidadão dirigia-se à mesa eleitoral, composta por indicação e que controlava as listas de presença e votação.
A estrutura de poder incluía coronéis, oligarquias estaduais e o governo federal, estabelecendo-se no topo dessa pirâmide a "política do café com leite".
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Após a Proclamação da República, uma nova bandeira nacional foi criada para substituir a antiga bandeira do Império. O lema da nova bandeira era Ordem e Progresso.
a) Por que o governo republicano determinou que se substituísse a antiga bandeira?
Porque a antiga bandeira representava os ideais republicanos e era adequada para o novo sistema de governo.
Porque a nova bandeira tinha elementos mais simbólicos e representativos da história do Brasil.
Porque a antiga bandeira continha cores que simbolizavam a diversidade e união do povo brasileiro.
Porque era necessário demarcar a mudança de regime, o rompimento com o regime anterior e seus símbolos.
Porque a nova bandeira tinha como lema "União e Liberdade" para refletir os valores democráticos da República.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
A “política dos governadores” é considerada a última etapa da montagem do sistema oligárquico ou liberalismo oligárquico, que permitiu, de forma duradoura, o controle do poder central pela oligarquia cafeeira.
A afirmação do texto pode ser justificada pelo fato de que essa política:
fortaleceu a política econômica de caráter liberal, eliminando subsídios e favorecimentos do Estado aos diversos setores da produção agrícola.
implementou um sistema de compra, pelo Estado, do conjunto da produção cafeeira, garantindo a estabilidade do preço mundial do café.
ampliou os mecanismos de representação política dos estados no poder legislativo, consolidando a isonomia entre os poderes.
inaugurou um período de ampliação da influência dos setores rurais na política nacional, neutralizando a força política do poder central.
assegurou o compromisso de isenção da intervenção do Estado em assuntos locais, estabelecendo um equilíbrio entre estes e o poder central.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
O coronelismo era fruto de alteração na relação de forças entre os proprietários rurais e o governo, e significava o fortalecimento do poder do Estado antes que o predomínio do coronel. Nessa concepção, o coronelismo é, então, um sistema político nacional, com base em barganhas entre o governo e os coronéis. O coronel tem o controle dos cargos públicos, desde o delegado de policia até a professora primária. O coronel hipoteca seu apoio ao governo, sobretudo na forma de voto.
CARVALHO, J. M. Pontos e bordados: escritos de história política. Belo Horizonte. Editora UFMG, 1998 (adaptado)
No contexto da Primeira República no Brasil, as relações políticas descritas baseavam-se na
coação das milícias locais
estagnação da dinâmica urbana
disseminação de práticas clientelistas
valorização do proselitismo partidário
centralização de decisões administrativas.
6.
FILL IN THE BLANK QUESTION
3 mins • 1 pt
Não seria exagero dizer que a cidade do Rio de Janeiro passou, durante a primeira década republicana, pela fase mais turbulenta de sua existência. Grandes transformações de natureza econômica, social, política e ideológica, que se gestavam há algum tempo, precipitaram-se com a mudança do regime político e lançaram a capital em febril agitação, que só começaria a ceder ao final da década.
CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a
República que não foi. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.
Dentre os movimentos populares que agitaram o Rio de Janeiro no início do século, um destacou-se: aquele que vinha contrariar a política de saneamento e de reurbanização da cidade, com a demolição dos cortiços e quiosques do centro. Esse movimento é conhecido o(a) _______________________
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
5 mins • 1 pt
Texto I
Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Vencido palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.
Texto II
Na trincheira, no centro do reduto, permaneciam quatro fanáticos sobreviventes do extermínio. Era um velho, coxo por ferimento e usando uniforme da Guarda Católica, um rapaz de 16 a 18 anos, um preto alto e magro, e um caboclo. Ao serem intimados para deporem as armas, investiram com enorme fúria. Assim estava terminada e de maneira tão trágica a sanguinosa guerra, que o banditismo e o fanatismo traziam acesa por longos meses, naquele recanto do território nacional.
Os relatos do último ato da Guerra de Canudos fazem uso de representações que se perpetuariam na memória construída sobre o conflito. Nesse sentido, cada autor caracterizou a atitude dos sertanejos, respectivamente, como fruto da
ignorância e solidariedade.
hesitação e dedicação
esperança e valentia.
bravura e fanatismo.
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