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Quem quer ser universitário? FINAL ROUND!

Authored by Adriano Moraes

Philosophy

12th Grade

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Sócrates: “Quem não sabe o que uma

coisa é, como poderia saber de que tipo de coisa ela

é? Ou te parece ser possível alguém que não conhece

absolutamente quem é Mênon, esse alguém saber

se ele é belo, se é rico e ainda se é nobre? Parece-te ser isso

possível? Assim, Mênon, que coisa afirmas ser a virtude?”.

PLATÃO. Mênon. Rio de Janeiro: PUC-Rio; São

Paulo: Loyola, 2001 (adaptado).

A atitude apresentada na interlocução do filósofo com Mênon

é um exemplo da utilização do(a)

  1. escrita epistolar

  1. método dialético

  1. linguagem trágica

  1. explicação fisicalista

  1. suspensão judicativa

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

De fato, não é porque o homem pode usar a von-

tade livre para pecar que se deve supor que Deus

a concedeu para isso. Há, portanto, uma razão pela

qual Deus deu ao homem esta característica, pois sem ela

não poderia viver e agir corretamente. Pode-se compreen-

der, então, que ela foi concedida ao homem para esse fim,

considerando-se que se um homem a usa para pecar, recairão

sobre ele as punições divinas. Ora, isso seria injusto se a von-

tade livre tivesse sido dada ao homem não apenas para agir

corretamente, mas também para pecar. Na verdade, por que

deveria ser punido aquele que usasse sua vontade para o fim

para o qual ela lhe foi dada?

AGOSTINHO. O livre-arbítrio. In: MARCONDES, D. Textos básicos de ética.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.

Nesse texto, o filósofo cristão Agostinho de Hipona sustenta

que a punição divina tem como fundamento o(a)

  1. desvio da postura celibatária.

  1. insuficiência da autonomia moral.

  1. afastamento das ações de desapego.

  1. distanciamento das práticas de sacrifício.

  1. violação dos preceitos do Velho Testamento.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Adão, ainda que supuséssemos que

suas faculdades racionais fossem inteiramente

perfeitas desde o início, não poderia ter inferido da

fluidez e transparência da água que ela o sufocaria,

nem da luminosidade e calor do fogo que este poderia con-

sumi-lo. Nenhum objeto jamais revela, pelas qualidades que

aparecem aos sentidos, nem as causas que o produziram, nem

os efeitos que dele provirão; e tampouco nossa razão é capaz

de extrair, sem auxílio da experiência, qualquer conclusão

referente à existência efetiva de coisas ou questões de fato.

HUME, D. Uma investigação sobre o entendimento humano. São Paulo:

Unesp, 2003

Segundo o autor, qual é a origem do conhecimento humano?

  1. A potência inata da mente.

  1. A revelação da inspiração divina.

  1. O estudo das tradições filosóficas.

  1. A vivência dos fenômenos do mundo.

  1. O desenvolvimento do raciocínio abstrato.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

  1. O fim último, causa final e desígnio dos

    homens, ao introduzir uma restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o

    cuidado com sua própria conservação e com uma

    vida mais satisfeita; quer dizer, o desejo de sair da mísera

    condição de guerra que é a consequência necessária das

    paixões naturais dos homens, como o orgulho, a vingança e

    coisas semelhantes. É necessário um poder visível capaz de

    mantê-los em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao

    cumprimento de seus pactos e ao respeito às leis, que são

    contrárias a nossas paixões naturais.

    HOBBES, T. M. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).

    Para o autor, o surgimento do estado civil estabelece as condições para o ser humano

  1. internalizar os princípios morais, objetivando a satisfação da vontade individual.

  1. aderir à organização política, almejando o estabelecimento do despotismo.

  1. aprofundar sua religiosidade, contribuindo para o fortalecimento da Igreja.

assegurar o exercício do poder, com o resgate da sua autonomia.

  1. obter a situação de paz, com a garantia legal do seu bem-estar.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

A primeira fase da dominação da

economia sobre a vida social acarretou, no modo

de definir toda realização humana, uma evidente

degradação do ser para o ter. A fase atual, em que

a vida social está totalmente tomada pelos resultados da

economia, leva a um deslizamento generalizado do ter para o

parecer, do qual todo ter efetivo deve extrair seu prestígio

imediato e sua função última. Ao mesmo tempo, toda realidade

individual tornou-se social, diretamente dependente da força

social, moldada por ela.

DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Rio

de Janeiro: Contraponto, 2015.

Uma manifestação contemporânea do fenômeno descrito

no texto é o(a)

  1. valorização dos conhecimentos acumulados.

  1. exposição nos meios de comunicação.

  1. aprofundamento da vivência espiritual.

  1. fortalecimento das relações interpessoais.

  1. reconhecimento na esfera artística.

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