
Avaliação 9º Ano
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
O menino sem imaginação
[...]
Maria botou o jantar e pela primeira vez, desde que nasci, vi toda a família reunida à volta da mesa.
– Como nos velhos tempos! – exclamou o vovô satisfeito.
Ele disse que no passado era assim: as pessoas sentavam juntas, conversavam e trocavam ideias na hora das refeições. Disse que foi a chegada da televisão que provocou uma debandada geral.
Eu fiquei calado, mas me irrita muito ver alguém falando mal da televisão. Para mim, ela apenas permitiu que cada um comesse quando quisesse, porque as pessoas não são obrigadas a sentir fome à mesma hora.
– Vamos conversar sobre o quê? – perguntou o vovô; que não obtendo resposta, continuou:
– Não podemos perder esta oportunidade. Ela talvez não se repita nunca mais.
– Qualquer coisa – resmungou mamãe desinteressada.
– Qualquer coisa – resmungou mamãe desinteressada.
– Eu queria fazer um comentário sobre o jogo…
– Ah! Futebol não! – mamãe cortou a frase de papai.
– Existe algum tema mais relevante do que o sumiço da televisão? – indagou titia.
– Ah! Eu não aguento falar mais sobre isso! – disse papai.
– Nem eu! – concordou a mana.
E mergulhamos todos num longo silêncio.
Eu havia colocado Fantástica sobre o aparador, na minha frente, mantendo seu controle remoto
ao lado do meu prato, como um talher.
Não acreditava que a TV fosse demorar muito mais fora do ar, porque papai falou que os donos das emissoras são poderosos “e logo vão dar um jeito nisso”. NOVAES, Carlos Eduardo. O menino sem imaginação. ed. 6. São Paulo: Ática, 1997.
No fragmento do romance “O menino sem imaginação” de Carlos Eduardo Novaes, a família estava reunida para jantar. Qual foi a única personagem que demonstrou estar SATISFEITA com essa situação?
O menino, pois queria assistir à programação da TV.
O papai, pois gostaria de conversar sobre futebol.
O vovô, pois sugeriu que todos conversassem.
A mamãe, pois qualquer assunto estava bom.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
Que pronomes completam corretamente o enunciado abaixo: ____e os meus irmãos não nos cansamos de pedir à nossa mãe para _____ levar ao cinema, mas ____ anda muito ocupada.
Ela, nos, eu
Eu, nos, ela
Eu, nós, eles
Ela, nós, elas
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
O menino sem imaginação
[...]
Maria botou o jantar e pela primeira vez, desde que nasci, vi toda a família reunida à volta da mesa.
– Como nos velhos tempos! – exclamou o vovô satisfeito.
Ele disse que no passado era assim: as pessoas sentavam juntas, conversavam e trocavam ideias na hora das refeições. Disse que foi a chegada da televisão que provocou uma debandada geral.
Eu fiquei calado, mas me irrita muito ver alguém falando mal da televisão. Para mim, ela apenas permitiu que cada um comesse quando quisesse, porque as pessoas não são obrigadas a sentir fome à mesma hora.
– Vamos conversar sobre o quê? – perguntou o vovô; que não obtendo resposta, continuou:
– Não podemos perder esta oportunidade. Ela talvez não se repita nunca mais.
– Qualquer coisa – resmungou mamãe desinteressada.
– Qualquer coisa – resmungou mamãe desinteressada.
– Eu queria fazer um comentário sobre o jogo…
– Ah! Futebol não! – mamãe cortou a frase de papai.
– Existe algum tema mais relevante do que o sumiço da televisão? – indagou titia.
– Ah! Eu não aguento falar mais sobre isso! – disse papai.
– Nem eu! – concordou a mana.
E mergulhamos todos num longo silêncio.
Eu havia colocado Fantástica sobre o aparador, na minha frente, mantendo seu controle remoto
ao lado do meu prato, como um talher.
Não acreditava que a TV fosse demorar muito mais fora do ar, porque papai falou que os donos das emissoras são poderosos “e logo vão dar um jeito nisso”. NOVAES, Carlos Eduardo. O menino sem imaginação. ed. 6. São Paulo: Ática, 1997.
A obra “O menino sem imaginação” de Carlos Eduardo Novaes, que estudamos, pode ser considerado um romance, pois é uma narrativa:
longa, com várias histórias paralelas, vários núcleos narrativos independentes, que são atualizados simultaneamente.
curta que narra fatos do dia a dia, relata o cotidiano das pessoas, situações que presenciamos e já até prevemos o desenrolar dos fatos.
curta com tempo reduzido e contém poucas personagens que existem em função de um núcleo, pode ter um caráter real ou fantástico.
curta produzida com o objetivo de motivar o riso e depende de fatores como entonação, capacidade oratória do intérprete e até representação.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
Indique a alternativa em que há ERRO de colocação pronominal.
Ninguém viu-o sair para o trabalho.
Alguém o viu sair esta manhã.
Não o vejo desde ontem.
Foram eles que o viram.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
Leia:
“[...]
– Existe algum tema mais relevante do que o sumiço da televisão? – indagou titia.
– Ah! Eu não aguento falar mais sobre isso! – disse papai.
– Nem eu! – concordou a mana.
E mergulhamos todos num longo silêncio. [...]”
Qual alternativa explica a recusa das personagens papai e irmã em resposta à pergunta da titia?
Algumas vezes, os acontecimentos mais importantes são abordados de forma excessiva e intensa causando desinteresse e rejeição de algumas pessoas.
Algumas vezes, os acontecimentos menos importantes são abordados de forma restrita ou superficial causando interesse e curiosidade de algumas pessoas.
Algumas vezes, os acontecimentos mais importantes são abordados de forma restrita ou superficial causando interesse e curiosidade de algumas pessoas.
Algumas vezes, os acontecimentos menos importantes são abordados de forma excessiva e intensa causando desinteresse e rejeição de algumas pessoas.
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
Indique a opção em que há ERRO na colocação do pronome oblíquo átono:
Tampouco nos visita nas férias.
Quem atendeu-lhe?
Isto me traz boas recordações.
Ainda que nos convidem, será tarde.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
30 sec • 1 pt
Assinale a alternativa que contém os pronomes do enunciado abaixo, a que caso pertencem e as respectivas pessoas do discurso: Eu e os meus irmãos não nos cansamos de pedir à nossa mãe para nos levar ao cinema, mas ela anda muito ocupada.
Eu – pessoal do caso reto primeira pessoa do singular; nos – pessoal do caso oblíquo, primeira pessoa do plural; ela – pessoal do caso reto, terceira pessoa do singular.
Eu – pessoal do caso reto, terceira pessoa do singular; nos – pessoal do caso oblíquo, segunda pessoa do plural; ela – pessoal do caso reto, terceira pessoa do singular.
Eu – pessoal do caso reto primeira pessoa do singular; nos – pessoal do caso oblíquo, primeira pessoa do plural; ela – pessoal do caso reto, terceira pessoa do singular.
Eu – pessoal do caso reto, primeira pessoa do plural; nos – pessoal do caso reto, primeira pessoa do plural; ela – pessoal do caso reto, terceira pessoa do singular.
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