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Preparação Prova Paraná 8° Ano

Authored by TIAGO SILVA

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Preparação Prova Paraná 8° Ano
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto: "Eu sei, mas não devia" - Marina Colasanti

 

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.

E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma, para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto se acostumar, se perde em si mesma.

 

Nesse texto infere-se que a cronista

faz uma crítica à rotina que esvazia a vida.

faz uma crítica a quem reclama de tudo.

não se preocupa com a poluição.

não aprecia a claridade.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto: "Carta aberta de artistas brasileiros sobre a devastação da Amazônia"

 

Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo.

Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta. [...] Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.

Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo. Um país que tem 165 000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semiabandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais. Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê: “A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais”.

Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ! É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história. SOMOS UM POVO DA FLORESTA!

 
O que os autores defendem na carta lida?

O aumento do desmatamento na Amazônia é motivo para se comemorar.

O aumento do desmatamento na Amazônia não é motivo para se comemorar.

Com as reduções dos índices de desmatamento na Amazônia, deve-se comemorar.

Apesar da redução do desmatamento na Amazônia, não se deve comemorar.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto: "A Carolina" - Machado de Assis

 

Querida, ao pé do leito derradeiro

Em que descansas dessa longa vida,

Aqui venho e virei, pobre querida,

Trazer-te o coração do companheiro.

 

Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro

Que, a despeito de toda a humana lida,

Fez a nossa existência apetecida

E num recanto pôs um mundo inteiro.

 

Trago-te flores, - restos arrancados

Da terra que nos viu passar unidos

E ora mortos nos deixa e separados.

 

Que eu, se tenho nos olhos malferidos

Pensamentos de vida formulados,

São pensamentos idos e vividos.

No verso: “Trazer-te o coração do companheiro.”, a linguagem utilizada pelo autor é:

Formal.

Coloquial.

Científica.

Regional.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto: "A Carolina" - Machado de Assis

 

Querida, ao pé do leito derradeiro

Em que descansas dessa longa vida,

Aqui venho e virei, pobre querida,

Trazer-te o coração do companheiro.

 

Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro

Que, a despeito de toda a humana lida,

Fez a nossa existência apetecida

E num recanto pôs um mundo inteiro.

 

Trago-te flores, - restos arrancados

Da terra que nos viu passar unidos

E ora mortos nos deixa e separados.

 

Que eu, se tenho nos olhos malferidos

Pensamentos de vida formulados,

São pensamentos idos e vividos.

 

Machado de Assis

O tipo de linguagem que Machado de Assis utilizou no poema é comumente encontrado em:

Comércios

Receituários

Reuniões de trabalho

Ambientes de lazer

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto I: Carta do Leitor

 

São Paulo, 12 de dezembro de 2013

 

Caros Editores da Revista Viagens e Lazer,

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a matéria publicada no mês de outubro, intitulada “Lugares Inóspitos do Planeta”, pela riqueza de detalhes e beleza das fotos. Após ler a matéria, fiz uma lista dos locais que me interessa conhecer, uma vez que sou antropólogo e um grande viajante explorador de lugares.

Quanto a isso, tenho uma sugestão para o próximo mês, a inclusão de uma matéria sobre as ilhas Fiji. Estive ali durante dois anos de minha vida e pude contemplar belezas naturais estonteantes.

Parabéns pelo trabalho! Agradeço a atenção!

 

João Ribeiro dos Santos

 

Texto II: Notícia

 

Dez lugares no mundo que não parecem pertencer ao planeta Terra

 

Alguns lugares do planeta são tão incríveis que, quando visitados, parecem não fazer parte da Terra. Confira uma lista de locais inacreditáveis para visitar!

 

A depressão de Danakil, no norte da Etiópia, tem apelidos pouco convidativos. Costuma-se dizer que o tour para o "portão do inferno" não é "nenhum passeio no parque". A região também já foi chamada de um dos lugares "mais inóspitos da Terra", em razão do calor que pode ultrapassar os 50°C no verão. Uma cratera de vulcão com lava em permanente atividade e lagos de ácido sulfúrico formando uma paisagem surrealista em tons amarelo e laranja são as principais atrações da região.

Os textos I e II são parecidos, porque:

Tratam sobre o mesmo assunto: lugares inóspitos do mundo.

Apontam dados sobre os melhores lugares para se conhecer.

Exploram diferentes pontos de vista sobre o mesmo lugar.

Promovem questionamento sobre viagens.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto I: Carta do Leitor

 

São Paulo, 12 de dezembro de 2013

 

Caros Editores da Revista Viagens e Lazer,

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a matéria publicada no mês de outubro, intitulada “Lugares Inóspitos do Planeta”, pela riqueza de detalhes e beleza das fotos. Após ler a matéria, fiz uma lista dos locais que me interessa conhecer, uma vez que sou antropólogo e um grande viajante explorador de lugares.

Quanto a isso, tenho uma sugestão para o próximo mês, a inclusão de uma matéria sobre as ilhas Fiji. Estive ali durante dois anos de minha vida e pude contemplar belezas naturais estonteantes.

Parabéns pelo trabalho! Agradeço a atenção!

 

João Ribeiro dos Santos

 

Texto II: Notícia

 

Dez lugares no mundo que não parecem pertencer ao planeta Terra

 

Alguns lugares do planeta são tão incríveis que, quando visitados, parecem não fazer parte da Terra. Confira uma lista de locais inacreditáveis para visitar!

 

A depressão de Danakil, no norte da Etiópia, tem apelidos pouco convidativos. Costuma-se dizer que o tour para o "portão do inferno" não é "nenhum passeio no parque". A região também já foi chamada de um dos lugares "mais inóspitos da Terra", em razão do calor que pode ultrapassar os 50°C no verão. Uma cratera de vulcão com lava em permanente atividade e lagos de ácido sulfúrico formando uma paisagem surrealista em tons amarelo e laranja são as principais atrações da região.

Aponte a principal diferença entre os Textos I e II:

O Texto I e o Texto II não têm diferenças.

O Texto I e o Texto II têm interlocutores diferentes.

O Texto I é uma Carta do leitor, e o Texto II, uma notícia.

O Texto I traz aspectos negativos sobre alguns lugares, enquanto o Texto II elogia a beleza dos lugares.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Texto: Notícia

 

Invasão de gafanhotos ameaça lavouras no Sul do Brasil

 

Uma nuvem de gafanhotos vinda da Argentina está se aproximando do Sul do Brasil, ameaçando as lavouras da região. Os agricultores estão em alerta máximo, tentando proteger suas plantações de milho e soja.

 

O título da notícia lida pelo estudante contém a palavra “ameaça”, que expressa:

uma constatação de um fato.

uma previsão de uma tragédia.

uma advertência sobre um perigo.

uma dúvida quanto ao acontecimento.

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