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Revisão - INTERTEXTUALIDADE

Authored by Mayana CSilva

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12th Grade

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Revisão - INTERTEXTUALIDADE
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Media Image

Essa imagem faz referências ao nome de um conhecido filme nacional. Esse tipo de “diálogo” entre textos é chamado de

Plágio

Coesão

Paródia

Intertextualidade

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

Media Image

A publicidade está interagindo com outro texto, que é

Um filme

Uma música

Uma animação

Uma imagem

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Media Image

Nesta imagem observamos a intertextualidade com a paráfrase “O barato sai caro”. A finalidade dessa paráfrase é

mostrar que o barato pode sair caro, pois pode comprometer a qualidade.

mostrar que o barato pode sair caro, pois fica-se muito tempo parado.

mostrar que algo pode parecer barato mas é caro.

mostrar que algo que é barato pode insuficiente.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

45 sec • 1 pt

Media Image

Nesta publicidade a intertextualidade objetiva

Convencer o consumidor.

Iludir o consumidor.

Mostrar o consumo do produto.

Provar que todos usam o produto.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Media Image

Provérbios apresentam uma estrutura mais ou menos fixa. Comparando a frase acima com o provérbio “Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura”, pode-se afirmar que:

não ocorre intertextualidade, pois o sentido expresso por essas frases é diferente.

algumas palavras foram substituídas por outras, por isso não há intertextualidade.

a estrutura da frase é igual a do provérbio, portanto um texto dialoga com o outro.

esta frase é uma paródia do provérbio, pois possui caráter irônico e contestador.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

Media Image

O mito de Narciso é uma interpretação da mitologia grega que narra a história de um jovem caçador fascinado pela sua própria beleza. Das citações abaixo, aquela que não se aproxima tematicamente do mito grego é

Eu me amo, eu me amo

Eu não posso mais viver sem mim”

Ultraje a Rigor, “Eu me amo”

Se Narciso se encontra com Narciso

E um deles finge

Que ao outro admira

(para sentir se admirado)

O outro

Pela mesma razão finge também

E ambos acreditam na mentira”

Ferreira Gullar, “Narciso e Narciso”

Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto

Chamei de mau gosto o que vi de mau gosto o mau gosto

É que Narciso acha feio o que não é espelho”

Caetano Veloso, “Sampa”

"Ninguém a outro ama, senão que ama

O que de si há nele, ou é suposto”

Fernando Pessoa, “Ninguém a outro ama”

“e fazem de mim homem-anúncio itinerante,

escravo da matéria anunciada.

Estou, estou na moda.

É doce estar na moda,

ainda que a moda

seja negar a minha identidade”

Carlos Drummond de Andrade, “Eu, etiqueta”

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

O primeiro banho da minha filha foi embalado pela minha voz dizendo, ao fundo, “cuidado, ela ainda é uma

coisinha tão pequena”. “Viu só que amor? Nunca vi coisa assim”. O amor que não dá conta de explicação é “a coisa” em seu esplendor e excelência. “Alguma coisa acontece no meu coração” é a frase mais bonita que alguém já disse sobre São Paulo. E quando Caetano, citado aqui pela terceira vez pra defender a dimensão poética da coisa, diz “coisa linda”, nós sabemos que nenhuma palavra definiria de forma mais profunda e literária o quão bela e amada uma coisa pode ser.

TATI BERNARDI. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 3 jan. 2024 (adaptado)

O recurso utilizado na progressão textual para garantir a unidade temática dessa crônica é a:

intertextualidade, marcada pela citação de versos de letras de canções.

metalinguagem, marcada pela referência à escrita de crônicas pela autora.

reiteração, marcada pela repetição de uma determinada palavra e de seus cognatos.

conexão, marcada pela presença dos conectores lógicos “quando” e “porque” entre orações.

pronominalização, marcada pela retomada de “minha filha” e “um namorado ruim” pelos pronomes “ela” e “lo”.

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