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Jonh Locke - Estado de Natureza

Authored by NILCEIA NARDELI DE AQUINO

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Jonh Locke - Estado de Natureza
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

1.   Polemizando contra a tradicional tese aristotélica, que via na sociedade o resultado de um instinto primordial, Hobbes sustenta que no gênero humano, diferentemente do animal, não existe sociabilidade instintiva. Entre os indivíduos não existe um amor natural, mas somente uma explosiva mistura de temor e necessidade recíprocos que, se não fosse disciplinada pelo Estado, originaria uma incontrolável sucessão de violências e excessos.

NICOLAU, U. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à Idade Moderna.

São Paulo: Globo, 2005 (adaptado).

Referente à constituição da sociedade civil, considere, respectivamente, o correto posicionamento de Aristóteles e Hobbes:

a)   Instrumento artificial para a realização da justiça e forma de legitimação do exercício da coerção e da violência. 

b)   Realização das disposições naturais do homem e artifício necessário para frear a natureza humana. 

c)   Resultado involuntário da ação de cada indivíduo e anulação dos impulsos originários presentes na natureza humana.

d)   Objetivação dos desejos da maioria e representação construída para possibilitar as relações interpessoais.

e)   Realização da razão e expressão da vontade dos governados.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

  1. 2. (UNESP) Locke […] admite, a título de direito natural, o direito de propriedade fundado sobre o trabalho e limitado, por consequência, à extensão de terra que um homem pode cultivar, e o poder paterno, sendo a família instituição natural e não política. […] O pacto social não cria nenhum direito novo. É um acordo entre indivíduos que se reúnem para empregar a força coletiva no sentido de executar as leis naturais, renunciando a executá-las por sua própria força.

(Émile Bréhier. História da filosofia, 1979.)

O excerto apresenta um aspecto da teoria política de Locke, que estabelece

a)   a garantia da defesa de bens individuais.

b)   a submissão das famílias à decisão coletiva.

c)   a regulação do Estado conforme a vontade divina.

d)   a ausência de um poder soberano.

e)   a autoridade do governo na divisão de propriedades.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

  1. 3.(UFT) “Como todas as coisas que existem são particulares, como formamos os termos gerais? As palavras tornam-se gerais por serem estabelecidas como os sinais das ideias gerais; e as ideias tornam-se gerais separando-se delas as circunstâncias de tempo e lugar, e quaisquer outras ideias que possam determiná-las para esta ou aquela existência particular. Por este meio de abstração elas tornam-se capazes de representar mais do que um indivíduo, cada um dos quais, tendo nisto uma conformidade com esta ideia, é desta espécie”

Fonte: (LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1983, p. 227).

 

Neste trecho, sublinham-se alguns aspectos fundamentais da teoria do conhecimento do autor. A partir da leitura do fragmento é CORRETO afirmar que:

a)   para o autor, é essencial compreender o papel das ideias gerais, porquanto só a partir delas podemos conhecer as coisas que existem em sua particularidade.

b)   fundamentalmente não é possível o conhecimento verdadeiro, logo, resta apenas refletir sobre os processos de abstração da coisa particular às ideias gerais.

c)   o conhecimento só se torna possível na experiência das coisas particulares; por isso, não faz sentido, por exemplo, dizer que ele comece pelas ideias gerais.

d)   só podemos falar propriamente de conhecimento quando dominamos as ideias gerais, ou seja, podemos prescindir da referência à experiência das coisas particulares.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

4.(UFU) Leia o enunciado abaixo:

[...] esforçar-me-ei por mostrar de que maneira os homens podem vir a ter uma propriedade em diversas partes daquilo que Deus deu em comum à humanidade, e isso sem nenhum pacto expresso por parte de todos os membros da comunidade.

LOCKE, J. Dois tratados sobre o governo. Tradução de Julio Fisher. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 406.– grifo do autor.

 

Assinale a alternativa que apresenta o fundamento natural da propriedade privada segundo Locke

a)   A propriedade privada surgiu com o pacto de consentimento em que alguns abdicam da posse do que é comum, dando-o como bem de um indivíduo pelo seu mérito.

b)   A propriedade privada é antes de tudo uma dadiva divina que alguns obtêm e outros não, por isso não resulta do trabalho do indivíduo e sim da bondade de Deus.

c)   O fundamento da propriedade privada é o poder estatal que, em última instância, é o verdadeiro proprietário, e que no uso de seu poder redistribui o bem público.

d)   O fundamento da propriedade privada consiste essencialmente na propriedade de si mesmo; cada pessoa tem como direito inalienável a propriedade de si mesma.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

5. (Unimontes) “Em todos os estados e condições, o verdadeiro remédio contra a força sem autoridade é opor-lhe a força. O emprego da força sem autoridade coloca sempre quem dela faz uso num estado de guerra, como agressor, e sujeita-o a ser tratado da mesma forma”.

(Locke, Segundo Tratado Sobre o Governo, Col. Pensadores, p.88-101).

John Locke, pensador inglês, teve papel importante na trajetória da teoria do conhecimento. Marque a alternativa que melhor representa a contribuição do referido pensador.

a)   Não teve papel importante na discussão sobre a teoria do conhecimento, tema de pouca importância no pensamento moderno. Nesse aspecto, escreveu o Ensaio Sobre o Entendimento Humano.

b)   Teve papel importante na discussão sobre a teoria do conhecimento, tema privilegiado do pensamento moderno. Nesse aspecto, escreveu o Discurso do Método.

c)   Não teve papel importante na discussão sobre a teoria do conhecimento, tema privilegiado do pensamento moderno. Nesse aspecto, escreveu o Leviatã.

d)   Teve papel importante na discussão sobre a teoria do conhecimento, tema privilegiado no pensamento moderno. Nesse aspecto, escreveu o Ensaio Sobre o Entendimento Humano.

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