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6 questions

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

20 mins • 1 pt

Questão 01

(Enem – 2011)

(SAEPE). Leia o texto abaixo e

responda.

A importância da leitura como

identidade social

[...] Um dos nossos objetivos é incentivar a

leitura de textos escritos, não apenas daqueles

legitimados pelos acadêmicos como “boa leitura”,

mas os escolhidos livremente. Pela análise dos

números da última Bienal do Livro realizada em

São Paulo, constata-se que “ler não é problema”,

pois, segundo o Correio Braziliense de 25 de

agosto de 2010, cerca de 740 mil pessoas

visitaram os stands que apresentaram mais de

2.200.000 títulos. Mas, perguntamo-nos: os livros

expostos e os leitores que lá compareceram se

encaixam em qual tipo de leitor? Podemos afirmar

que todos os livros foram escritos para um leitor

ideal, reflexivo, que dialogará com os textos?

Muitos livros vendidos na Bienal têm como

foco a primeira e a segunda visão de leitura, seus

autores enxergam o texto como um fim em si

mesmo, apresentando ideias prontas, ou primando

pelo seu trabalho como um objeto de arte, em que

o domínio da língua é a base para a leitura.

Assim, cabe-nos refletir inicialmente sobre

como transformar um leitor comum em leitor ideal,

um cidadão pleno em relação a sua identidade. A

construção da identidade social é um fenômeno

que se produz em referência aos outros, a

aceitabilidade que temos e a credibilidade que

conquistamos por meio da negociação direta com

as pessoas. A leitura é a ferramenta queassegurará não apenas a constituição da identidade, como também tornará esse processo contínuo. Para tornar isso factível podemos, como educadores, adotar estratégias de incentivo, apoiando-nos em textos como as tirinhas e as histórias em quadrinhos, até chegar a leituras mais complexas, como um romance de Saramago, Machado de Assis ou textos científicos. Construir em sala de aula relações intertextuais entre gêneros e autores também é uma estratégia válida. A família também tem papel importante no incentivo à leitura, mas como incentivar filhos a ler, se os pais não são leitores? Cabe à família não apenas tornar a leitura acessível, mas pensar no ato de ler como um processo. Discutimos à mesa questões políticas, a trama da novela, por que não trazermos para nosso cotidiano discussões sobre os livros que lemos? KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Disponível em: artigo235676-1.asp>. Acesso em: 13 nov. 2011. Fragmento.

Nesse texto, a ideia defendida pelo autor está expressa no trecho:

A leitura é um processo que não influencia a identidade social.
Os livros vendidos na Bienal são apenas para leitores acadêmicos.
A leitura não é importante para a construção da identidade social.
A leitura é a ferramenta que assegurará não apenas a constituição da identidade, como também tornará esse processo contínuo.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Questão 02

De acordo com o texto, qual é o papel da família no incentivo à leitura?

A família deve apenas comprar livros para os filhos.

A família deve obrigar os filhos a lerem apenas textos acadêmicos.

A família deve tornar a leitura acessível e pensar no ato de ler como um processo.

A família não tem influência sobre o hábito de leitura dos filhos.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Questão 03

Segundo o texto, qual estratégia pode ser adotada em sala de aula para incentivar a leitura?

Construir relações intertextuais entre gêneros e autores.

Limitar o acesso dos alunos a diferentes tipos de textos.

Evitar discussões sobre livros em sala de aula.

Focar apenas em leituras complexas desde o início.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Questão 04

O texto sugere que a leitura contribui para:

A exclusão de leitores não acadêmicos.

A desvalorização dos textos escolhidos livremente.

A limitação do conhecimento dos leitores.

A formação da identidade social e o desenvolvimento contínuo do indivíduo.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Questão 02 (SPAECE). Leia o texto abaixo.

Horóscopo – o canal certo Data estelar:

Marte ingressa no signo de Touro; Lua é quarto crescente no signo de Virgem. Enquanto isso, aqui na Terra a grande confusão de nossos dias não se resolve com dinheiro, mas pelo estabelecimento de bons relacionamentos, privilegiando a cooperação mútua e colaboração. Há mais vida à disposição, vida mais abundante, mas acontece que esta só se manifesta de forma harmoniosa circulando através de grupos de pessoas e não individualmente. Quanto mais as pessoas se isolam e tentam distinguir-se umas das outras, separando-se e distanciando-se, mais destrutiva seria para elas essa vida mais abundante, mais confusas se tornam suas experiências também. O estabelecimento de laços de cooperação fornece o canal adequado para essa vida mais abundante, expressando-se como bem-estar, felicidade e prosperidade. Correio Braziliense, 31/maio/2009

A ideia defendida nesse texto é que

A vida mais abundante se manifesta apenas individualmente.
Os relacionamentos não influenciam a vida abundante.
A prosperidade é alcançada somente com dinheiro.
A vida mais abundante se manifesta através de laços de cooperação.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Questão 03 SPAECE).

Leia o texto abaixo.

[...] O celular destruiu um dos grandes prazeres do século passado: prosear ao telefone. Hoje, por culpa deles somos obrigados a atender chamadas o dia todo. Viramos uma espécie de telefonistas de nós mesmos: desviamos chamadas, pegamos e anotamos recados...Depois de um dia inteiro bombardeado por ligações curtas, urgentes e na maioria das vezes irrelevantes, quem vai sentir prazer numa simples conversa telefônica? O telefone, que era um momento de relax na vida da gente, virou um objeto de trabalho. O equivalente urbano da velha enxada do trabalhador rural. Carregamos o celular ao longo do dia como uma bola de ferro fixada no corpo, uma prova material do trabalho escravo. O celular banalizou o ritual de conversa à distância. No mundo pré-celular, havia na sala uma poltrona e uma mesinha exclusivas para a arte de telefonar. Hoje, tomamos como num transe, andamos pelas ruas, restaurantes, escritórios e até banheiros públicos berrando sem escrúpulos num pedaço de plástico colorido. Misteriosamente, uma pessoa ao celular ignora a presença das outras. Conta segredos de alcova dentro do elevador lotado. É uma insanidade. Ainda não denunciada pelos jornalistas, nem, estudada com o devido cuidado pelos médicos. Aliás, duas das classes mais afetadas pelo fenômeno. A situação é delicada. [...] O Estado de S. Paulo, 29/11/2004

Qual é o argumento que sustenta a tese defendida pelo autor desse texto?

O celular facilitou a comunicação e o convívio social.
As chamadas telefônicas se tornaram mais longas e significativas.
O celular transformou a conversa telefônica em uma obrigação e um trabalho.
O uso do celular aumentou o prazer de conversar ao telefone.

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