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ANDRÉ VELLANOS
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Expressões e termos utilizados no Amazonas
são retratados em livro e em camisetas
“Na linguagem, podemos nos ver da forma mais
verdadeira: nossas crenças, nossos valores, nosso lugar
no mundo”, afirmou o doutor em linguística e professor da
Ufam em seu livro Amazonês: expressões e termos usados
no Amazonas. Portanto, o amazonense, com todas as suas
“cunhantãs” e “curumins”, acaba por encontrar um lugar no
mundo e formar uma unidade linguística, informalmente
denominada de português “caboco”, que muito se diferencia
do português “mineiro”, “gaúcho”, “carioca” e de tantos
outros espalhados pelo Brasil. O livro, que conta com cerca
de 1100 expressões e termos típicos do falar amazonense,
levou dez anos para ser construído. Para o autor, o principal
objetivo da obra é registrar a linguagem.
Um designer amazonense também acha o amazonês
“xibata”, tanto é que criou uma série de camisetas estampadas
com o nome de Caboquês Ilustrado, que mistura o bom
humor com as expressões típicas da região. A coleção conta
com sete modelos já lançados, entre eles: Leseira Baré,
Xibata no Balde e Até o Tucupi, e 43 ainda na fila de espera.
Para o criador, as camisas têm como objetivo “resgatar o
orgulho do povo manauara, do povo do Norte”.
A reportagem apresenta duas iniciativas: o livro Amazonês
e as camisetas do Caboquês Ilustrado. Com temática em
comum, essas iniciativas
recomendam produtos feitos por empreendedores da
região Norte.
ressaltam diferenças entre o falar manauara e outros
falares
reverenciam o trabalho feito por pesquisadores brasileiros.
destacam a descontração no jeito de ser do amazonense.
valorizam o repertório linguístico do povo do Amazonas.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Conheça histórias de atletas paralímpicas que
trocaram de modalidade durante a carreira esportiva
Jane Karla: a goiana de 45 anos teve poliomielite aos três
anos, o que prejudicou seus movimentos das pernas. Em
2003, iniciou no tênis de mesa e conseguiu conquistar títulos
nacionais e internacionais. Mas conheceu o tiro com arco e,
em 2015, optou por se dedicar somente à nova modalidade.
Em seu ano de estreia no tiro, já faturou a medalha de ouro
nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.
Elizabeth Gomes: a santista de 55 anos era jogadora de
vôlei quando foi diagnosticada com esclerose múltipla em
1993. Ingressou no Movimento Paralímpico pelo basquete
em cadeira de rodas até experimentar o atletismo.
Chegou a praticar as duas modalidades simultaneamente até optar pelas provas de campo em 2010. No
Campeonato Mundial de Atletismo, realizado em Dubai, em
2019, Beth se sagrou campeã do lançamento de disco e
estabeleceu um novo recorde mundial da classe F52.
Silvana Fernandes: a paraibana de 21 anos é natural de
São Bento e nasceu com malformação no braço direito.
Aos 15 anos, começou a praticar atletismo no lançamento
de dardo. Em 2018, enquanto competia na regional
Norte-Nordeste, foi convidada para conhecer o paratae
kwon do. No ano seguinte, migrou para a modalidade
e já faturou o ouro na categoria até 58 kg nos Jogos
Parapan-Americanos de Lima 2019.
Disponível em: https://cpb.org.br. Acesso em: 15 jan. 2024 (adaptado).
Esse conjunto de minibiografias tem como propósito:
descrever as rotinas de treinamento das atletas.
comparar os desempenhos de atletas de alto rendimento.
destacar a trajetória profissional de atletas paralímpicas
brasileiras.
indicar as categorias mais adequadas a adaptações
paralímpicas.
estimular a participação de mulheres em campeonatos
internacionais.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
É fundamentalmente no Minho, norte de Portugal, que o
cavaquinho aparece como instrumento tipicamente popular,
ligado às formas essenciais da música característica dessa
província. O cavaquinho minhoto tem escala rasa com o
tampo, o que facilita a prática do “rasqueado”. O cavaquinho
chega ao Brasil diretamente de Portugal, e o modelo
brasileiro é maior do que a sua versão portuguesa, com
uma caixa de ressonância mais funda. Semelhante ao
cavaquinho minhoto, o machete, ou machetinho madeirense,
é um pequeno cordófono de corda dedilhada, que faz
parte da grande e diversificada família das violas de mão
portuguesas. O ukulele tem a sua origem no século XIX,
tendo como ancestrais o braguinha (ou machete) e o rajão,
instrumentos levados pelos madeirenses quando eles
emigraram para o Havaí.
O conjunto dessas práticas musicais demonstra que os
instrumentos mencionados no texto
refletem a dependência da utilização de matéria-prima
europeia.
adaptam suas características a cada cultura, assumindo
nova identidade
comprovam a hegemonia portuguesa na invenção de
cordófonos dedilhados.
lustram processos de dominação cultural, evidenciando
situações de choque cultural.
mantêm nomenclatura própria para garantir a fidelidade
às formas originais de confecção.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Já ouvi gente falando que o podcast é o renascimento
do rádio. O rádio é genial, uma mídia imorredoura,
mas podcast não tem nada a ver com ele. O formato está
mais próximo do ensaio literário do que de um programa
de ondas curtas, médias ou longas.
Podcasts são antípodas das redes sociais. Enquanto
elas são dispersivas, levam à evasão e à desinformação,
os podcasts são uma possibilidade de imersão,
concentração, aprendizado. Depois que eles surgiram,
lavar a louça e me locomover pela cidade viraram um
programaço. Um pós-almoço de domingo e aprendo tudo
sobre bonobos e gorilas. Um táxi pro aeroporto e chego
ao embarque PhD em reforma tributária.
Segundo a argumentação construída nesse texto, o podcast
provoca dispersão da atenção em seu público.
funciona por meio de uma frequência de ondas curtas.
propicia divulgação de conhecimento para seus usuários.
tem um formato de interação semelhante ao das redes
sociais
constitui uma evolução na transmissão de informações
via rádio.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Diante do pouco dinheiro para produtos básicos de
sobrevivência, são as adolescentes o alvo mais vulnerável
à precariedade menstrual. Sofrem com dois fatores:
o desconhecimento da importância da higiene menstrual
para sua saúde e a dependência dos pais ou familiares para
a compra do absorvente, que acaba entrando na lista de
artigos supérfluos da casa.
A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho
escolar dessas estudantes e, como consequência, restringe
o desenvolvimento de seu potencial na vida adulta.
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do IBGE,
revelaram que, das meninas entre 10 e 19 anos que
deixaram de fazer alguma atividade (estudar, realizar
afazeres domésticos, trabalhar ou, até mesmo, brincar)
por problemas de saúde nos 14 dias anteriores à data
da pesquisa, 2,88% deixaram de fazê-la por problemas
menstruais. Para efeitos de comparação, o índice de
meninas que relataram não ter conseguido realizar alguma
de suas atividades por gravidez e parto foi menor: 2,55%..
Dados da ONU apontam que, no mundo, uma em cada
dez meninas falta às aulas durante o período menstrual.
No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre quatro
estudantes já deixou de ir à escola por não ter absorventes.
Com isso, perdem, em média, até 45 dias de aula, por
ano letivo, como revela o levantamento Impacto da Pobreza
Menstrual no Brasil. O ato biológico de menstruar acaba
por virar mais um fator de desigualdade de oportunidades
entre os gêneros.
Esse texto é marcado pela função referencial da linguagem,
uma vez que cumpre o propósito de
sugerir soluções para um problema de ordem social.
estabelecer uma relação entre menstruação e gravidez.
comparar o desempenho acadêmico de mulheres e
homens.
informar o leitor sobre o impacto da pobreza menstrual
na vida das mulheres.
orientar o público sobre a necessidade de rotinas de
autocuidado na adolescência.
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Uma definição possível para o conceito de arte
afro-brasileira pode ser: produção plástica que é feita por
negros, mestiços ou brancos a partir de suas experiências
sociais com a cultura negra nacional. Exemplos clássicos
dessa abordagem são Carybé (1911-1997), Mestre Didi
(1917-2013) e Djanira da Motta e Silva (1914-1979), cujas
obras emergem e ganham forma em razão do ambiente
social no qual habitaram e viveram. Se Didi era um
célebre representante da cultura religiosa nagô baiana e
brasileira, iniciado desde o ventre no candomblé, Carybé
era argentino e, naturalizado brasileiro, envolveu-se de
tal modo com essa religião que alguns dos orixás dos
quais conhecemos a imagem visual são produções suas.
Sob a perspectiva da multiculturalidade e de acordo com
o texto, a produção artística afro-brasileira caracteriza-se
pelo(a)
estranhamento no modo de apropriação da cultura
religiosa de matriz africana.
distanciamento entre as raízes de matriz africana e
a estética de outras culturas.
visão uniformizadora das religiões de matriz africana
expressada nas diferentes produções.
relação complexa entre as vivências pessoais dos
artistas e os referenciais estéticos de matriz africana.
padronização da forma de produção e da temática da
matriz africana presente nas obras dos artistas citados.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Influenciadores negros têm recorrentemente chamado
a atenção para o fato de terem muito menos repercussão
em suas postagens e nas entregas do seu conteúdo
quando comparados com os influenciadores brancos,
mesmo se fotos, contextos e anúncios forem extremamente
semelhantes. Segundo o site Negrê, a digital influencer
e youtuber criadora do projeto digital Preta Pariu iniciou
um experimento em uma plataforma. Após perceber a
crescente queda nos índices de alcance digital, a paulista
publicou fotografias de modelos brancas em seu perfil e
analisou as métricas de engajamento. Surpreendentemente,
a ferramenta de estatísticas aferiu um aumento de 6 000%
em seu alcance.
A apresentação do dado estatístico ao final desse texto
revela a intenção de
demonstrar a repercussão de projetos como o Preta Pariu.
informar o quantitativo de postagens da comunidade negra.
potencializar o alcance de textos e imagens em sites
como o Negrê.
exaltar a qualidade das publicações sobre negritude
em redes sociais.
comprovar a relação entre o alcance de conteúdos
digitais e o viés racial.
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