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População - 10.º ano (I)

Total questions: 27

Worksheet time: 57mins

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1.

O gráfico da Figura 1 representa a evolução percentual dos grandes grupos etários, em Portugal, entre 1971 e 2009.


O aumento do índice de envelhecimento da população portuguesa, no período representado na Figura 1, resultou

a)

do crescimento do grupo dos idosos relativamente ao grupo dos jovens.

b)

da diminuição do grupo dos idosos relativamente ao grupo dos adultos.

c)

da diminuição do grupo dos jovens relativamente ao grupo dos adultos.

d)

do crescimento do grupo dos jovens relativamente ao grupo dos idosos.

2.

A variação do peso relativo do grupo etário dos 15 aos 64 anos na população portuguesa, entre 1971 e 2009, segundo o gráfico da Figura 1, permite afirmar que se verificou

a)

uma redução da taxa de emprego.

b)

uma redução da taxa de atividade.

c)

um aumento da taxa de emprego.

d)

um aumento da taxa de atividade.

3.

A evolução percentual dos diferentes grupos etários, observável na Figura 1, tem consequências demográficas e socioeconómicas, de entre as quais se destacam

a)

o aumento da emigração e o aumento do índice de dependência dos jovens.

b)

a não renovação de gerações e a necessidade de aumentar a idade da reforma.

c)

a imposição de limites à imigração e a redução do índice de dependência dos idosos.

d)

o crescimento da população residente e a necessidade de reduzir a carga fiscal.

4.

O declínio da taxa de fecundidade em Portugal nos últimos trinta anos deve-se, sobretudo,

a)

ao aumento do uso de contracetivos e à diminuição dos gastos com a educação dos filhos.

b)

ao aumento do individualismo na sociedade portuguesa e à diminuição da imigração.

c)

à redução da população adulta mais jovem e ao aumento dos apoios sociais às famílias mais pobres.

d)

à maior participação das mulheres no mercado de trabalho e ao aumento da escolaridade feminina.

5.

Para inverter a tendência de envelhecimento demográfico que o gráfico da Figura 1 já evidencia, devem adotar-se medidas como

a)

a criação de incentivos à emigração da população ativa e o alargamento dos horários do ensino pré-escolar.

b)

o aumento da escolaridade obrigatória e o aumento dos impostos cobrados aos casais sem filhos.

c)

o prolongamento da licença de maternidade e o aumento considerável dos benefícios fiscais a famílias numerosas.

d)

a redução dos abonos de família e o alargamento da oferta de consultas de planeamento familiar.

6.

A dinamização demográfica dos municípios do interior do país passa, entre outras medidas,

a)

pela melhoria das condições de vida dos idosos e pelo aproveitamento dos recursos endógenos.

b)

pela construção de novas autoestradas e pela abertura de centros culturais.

c)

pela aposta no turismo em espaço rural (TER) e pela abertura de centros comerciais.

d)

pela captação de investimentos exógenos e pela atribuição de benefícios fiscais a casais jovens.

7.

A população residente em Portugal, no período considerado na Figura 1, registou

a)

um crescimento negativo de 1960 a 1970 e um forte crescimento positivo de 1970 a 1981.

b)

um crescimento negativo de 1981 a 1991 e um crescimento nulo de 1991 a 2001.

c)

um crescimento nulo de 1981 a 1991 e um forte crescimento positivo de 1991 a 2011.

d)

um crescimento nulo de 1960 a 1970 e um fraco crescimento positivo de 2001 a 2011.

8.

A população residente em Portugal, de 1960 a 2011, aumentou

a)

menos de 1 milhão de pessoas.

b)

entre 1 e 1,5 milhões de pessoas.

c)

entre 1,5 e 2 milhões de pessoas.

d)

mais de 2 milhões de pessoas.

9.

A evolução da população residente em Portugal, a partir de 1991, é o resultado

a)

de um crescimento natural negativo e de um crescimento migratório positivo.

b)

de um saldo fisiológico positivo e de um crescimento migratório negativo.

c)

de um fraco crescimento natural e de um saldo migratório positivo.

d)

de um reduzido saldo fisiológico e de um saldo migratório nulo.

10.

O Alentejo foi a única NUTS II portuguesa que, entre 2001 e 2011, perdeu população residente, devido, entre outras razões, ao

a)

êxodo de jovens das áreas rurais para as cidades com estabelecimentos de ensino superior.

b)

incremento dos movimentos pendulares com a Estremadura espanhola.

c)

envelhecimento da população, resultante do aumento da esperança média de vida.

d)

elevado número de óbitos, relativamente ao número de nascimentos.

11.

Em Portugal, de 1960 a 2011, ocorreram alterações significativas nos indicadores demográficos, das quais se destacam

a)

a diminuição da taxa de mortalidade infantil e a maior integração social das mulheres.

b)

o aumento do índice de dependência de idosos e a redução da taxa de fecundidade.

c)

a diminuição da taxa de mortalidade e a diminuição da taxa de atividade feminina.

d)

o aumento do índice de dependência de jovens e a melhoria do nível de qualificação.

12.

A tendência da evolução do índice de envelhecimento demográfico, em Portugal, pode ser contrariada através de medidas como

a)

o aumento da jornada de trabalho e o adiamento do nascimento do primeiro filho.

b)

o aumento da jornada de trabalho e o incentivo à imigração.

c)

a redução de impostos para as famílias numerosas e o adiamento do nascimento do primeiro filho.

d)

a redução de impostos para as famílias numerosas e o incentivo à imigração.

13.

A emigração de população qualificada, que se intensificou, nos últimos anos, em Portugal, reflete-se

a)

no empobrecimento sociocultural do país e na redução da competitividade nacional.

b)

na diminuição das empresas de tecnologia de ponta e no reforço da coesão social.

c)

no abandono do sector primário e no aumento da entrada de remessas dos emigrantes.

d)

na redução das receitas fiscais e no agravamento do desemprego de longa duração.

14.

A evolução da taxa bruta de mortalidade em Portugal, representada na Figura 1, deve-se, sobretudo,

a)

ao desenvolvimento das doenças neurológicas.

b)

ao aumento do envelhecimento da população.

c)

à melhoria da assistência médica e social.

d)

à redução da população jovem e adulta.

15.

De acordo com os dados da Figura 1, a diferença da taxa bruta de mortalidade em Portugal, entre 2007 e 2012, foi

a)

0,4 ‰.

b)

0,5 ‰.

c)

0,9 ‰.

d)

20 ‰.

16.

A taxa bruta de mortalidade corresponde ao número de

a)

óbitos observado durante um determinado período de tempo, referido ao número de nados-vivos desse período.

b)

nados-mortos observado durante um determinado período de tempo, referido à população média desse período.

c)

óbitos observado durante um determinado período de tempo, referido à população média desse período.

d)

nados-mortos observado durante um determinado período de tempo, referido ao número de nados-vivos desse período.

17.

Os valores do crescimento natural registados na generalidade das NUTS III do interior de Portugal continental são indicativos da necessidade de se adotarem políticas de desenvolvimento regional que

a)

dinamizem o comércio tradicional e promovam o abandono da agricultura.

b)

aumentem o crescimento migratório negativo e incentivem a indústria.

c)

favoreçam a criação de emprego e atraiam população mais jovem.

d)

melhorem a acessibilidade ao litoral e desvalorizem o modo de vida rural.

18.

O rejuvenescimento da população portuguesa é importante, porque contribui para

a)

diminuir o número de óbitos e dinamizar a competitividade das empresas.

b)

diminuir a mortalidade infantil e fomentar a atividade económica.

c)

aumentar o índice de envelhecimento e promover a inovação e o desenvolvimento.

d)

aumentar a população ativa e assegurar a sustentabilidade da segurança social.

19.

O aumento do regresso dos imigrantes com título de residência em Portugal aos seus países de origem nos últimos cinco anos deve-se, principalmente,

a)

ao corte nos salários das profissões mais qualificadas.

b)

à redução do investimento público e privado em sectores criadores de emprego.

c)

ao entrave colocado à circulação de estrangeiros nos países do espaço Schengen.

d)

à impossibilidade de aquisição da nacionalidade portuguesa.

20.

Para inverter a tendência registada nos valores da natalidade em Portugal, deve promover-se

a)

o acesso igualitário de género aos métodos contracetivos e o aumento da qualificação da população ativa.

b)

a redução de impostos às famílias numerosas e o aumento da qualificação da população ativa.

c)

o acesso igualitário de género aos métodos contracetivos e a flexibilização do horário de trabalho das famílias.

d)

a redução de impostos às famílias numerosas e a flexibilização do horário de trabalho das famílias.

21.

A elaboração de projeções demográficas permite

a)

corrigir as assimetrias regionais na distribuição da população portuguesa.

b)

fundamentar as decisões relativas ao tipo de políticas demográficas a adotar.

c)

inverter, a curto prazo, as tendências demográficas do país.

d)

prever a dimensão dos fluxos migratórios para as próximas décadas.

22.

A variação dos valores da esperança de vida à nascença e dos valores da esperança de vida aos 65 anos, em Portugal, entre 1982 e 2014, representada na Figura 1, permite-nos afirmar que

a)

a esperança de vida à nascença e a esperança de vida aos 65 anos aumentou mais nos homens.

b)

a esperança de vida à nascença aumentou mais nas mulheres e a esperança de vida aos 65 anos aumentou mais nos homens.

c)

a esperança de vida à nascença e a esperança de vida aos 65 anos aumentou mais nas mulheres.

d)

a esperança de vida à nascença aumentou mais nos homens e a esperança de vida aos 65 anos aumentou mais nas mulheres.

23.

A evolução dos valores da esperança de vida da população, apresentada na Figura 1, é explicada, entre outras razões, pela

a)

redução do número de casos de doenças cardiovasculares.

b)

melhoria da assistência materno-infantil.

c)

inovação tecnológica no diagnóstico e no tratamento de doenças.

d)

diminuição dos acidentes de trabalho.

24.

De acordo com os valores apresentados na Figura 1, é possível concluir que uma pessoa com 65 anos viveria, em média,

a)

até aos 81 anos se fosse um homem, em 1982, ou até aos 82 anos se fosse uma mulher, em 2014.

b)

até aos 78 anos se fosse um homem, em 1982, ou até aos 86 anos se fosse uma mulher, em 2014.

c)

até aos 78 anos se fosse um homem, em 1982, ou até aos 82 anos se fosse uma mulher, em 2014.

d)

até aos 81 anos se fosse um homem, em 1982, ou até aos 86 anos se fosse uma mulher, em 2014.

25.

Nos municípios do interior de Portugal continental, verifica-se uma evolução demográfica que justifica a adoção de medidas com os objetivos

a)

de fixar agregados familiares jovens com filhos e de promover a redução da imigração jovem.

b)

de valorizar o modo de vida rural e de garantir o acesso à pensão de velhice sem penalizações.

c)

de favorecer a criação de parques industriais e de melhorar a acessibilidade intraurbana.

d)

de promover o emprego na agricultura e de reduzir os impostos municipais aos casais jovens.

26.

A diminuição da população residente de um concelho em Portugal, para um determinado período de tempo, ocorre sempre que

a)

a natalidade é inferior à mortalidade e a emigração é superior à imigração.

b)

a natalidade é superior à mortalidade e a imigração é inferior à emigração.

c)

a mortalidade é superior à natalidade e a imigração é superior à emigração.

d)

a mortalidade é inferior à natalidade e a emigração é inferior à imigração.

27.

Os valores da emigração portuguesa nos últimos dez anos refletiram-se na demografia e na economia do país, uma vez que contribuíram

a)

para o aumento da taxa de natalidade e para o aumento da sustentabilidade da segurança social.

b)

para o aumento da taxa de mortalidade infantil e para a diminuição da produtividade.

c)

para o aumento do índice de envelhecimento e para o aumento das remessas dos emigrantes.

d)

para o aumento do índice de renovação de gerações e para a diminuição da cobrança de impostos.