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EMRC 10º UL 6

Total questions: 25

Worksheet time: 50mins

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1.

A vida tem que ser significante como algo que vale a pena e que tem um sentido, ou seja, algo pelo qual nos possamos entregar e produza felicidade. Como descobrir e construir este sentido – razão de viver e orientação da vida feliz?

a)

Agindo com atenção a si e aos outros mediante a escolha de valores autênticos.

b)

Promovendo o bem e fazendo da vida um serviço inútil aos outros.

c)

Ir vivendo ao “sabor do vento” deixando-se arrastar pelas modas e pelos apetites do momento.

d)

Sendo espetador da própria existência, acreditando que a vida nos é oferecida já feita.

2.

A vida tem sentido. Vale a pena viver. E urge estar aberto a realidades e valores que confiram dignidade e dimensão à vida. Confere verdadeiro sentido:

a)

Viver a vida com amor e sentir-se amado.

b)

Fazer da vida um serviço inútil aos outros.

c)

Ter muito dinheiro e ser reconhecido como excelente.

d)

Obter graus académicos e alcançar prestígio social.

3.

Quais os valores capazes de fundamentar o sentido da vida?

a)

Amor, Compromisso e Fidelidade.

b)

Competência, Confiança e Autoritarismo.

c)

Espírito de serviço, Empenho e Irresponsabilidade.

d)

Fé, Generosidade e Egoísmo.

4.

De acordo com a mensagem humanista cristã:

a)

Não há sentido para a vida de um doente terminal.

b)

Não há sentido para a vida de um prisioneiro de guerra.

c)

Não há sentido para a vida de alguém que numa tragédia perdeu os seus familiares.

d)

Não há sentido para a vida sem objetivos ou ideais.

5.

A fé permite olhar confiadamente o presente e o futuro com redobrada esperança porque…

a)

é ela que dá o significado e o sentido último à vida e à história pessoal do crente.

b)

o crente vê a realidade sob uma perspetiva alargada: vê a eternidade à luz do finito.

c)

Deus, transcendente e bom, resolve todos os problemas da existência humana.

d)

a mensagem religiosa é a única chave de interpretação de toda a realidade.

6.

A fé é uma fonte de realização na medida em que

a)

dá significado definitivo à vida e consistência à esperança.

b)

desafia o crente a transformar em egocentrismo o seu desejo de doação gratuita.

c)

anula todas as dúvidas e incertezas.

d)

fecha o ser humano em si mesmo encorajando-o a não pecar.

7.

O que é a Tradição?

a)

É um hábito validado pela prática histórica.

b)

Representa o património social de um grupo e a soma de padrões dos comportamentos humanos.

c)

Vem do latim traditio que significa “ação de tratar”, “cultivar”.

d)

É a descontinuidade de uma doutrina, visão de mundo, costumes e valores de um grupo social.

8.

O que é a Cultura?

a)

É o conjunto de tradições de determinado grupo social.

b)

Deriva do latim culturae, que significa "entregar" ou "passar adiante".

c)

É o desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite.

d)

É o conjunto de manifestações artísticas.

9.

De que modo são a Tradição e a Cultura chaves de leitura que ajudam na procura de sentido?

a)

Toda a tradição cultural é portadora de símbolos e de beleza que significam sentidos, expressam valores claramente definidos e ajudam a viver a dimensão simbólica do grupo.

b)

A cultura é um modo particular que cada povo tem para estabelecer as relações com a natureza, entre os seus membros e com Deus, de modo a alcançar um nível de vida verdadeiramente selvagem.

c)

A pertença saudável e a relação natural com a identidade e a herança cultural obrigam a compreender o futuro, a alterar o passado e assim poder construir bem o presente.

d)

Na nossa relação com o património cultural somos obrigados a assumir a herança histórica no seu todo e a verificar que todas as tradições manifestam justiça, paz, verdade, beleza e bem.

10.

A escolha de uma vocação está intimamente ligada à felicidade pessoal, contribui para a felicidade dos que nos rodeiam e desenvolve e enriquece a sociedade. O que é a vocação?

a)

É o modo concreto como damos sentido ao ser e agir da nossa própria vida.

b)

É a maneira como perguntamos as nossas aspirações mais profundas, os nossos sonhos de felicidade.

c)

É o caminho fora do qual surge a satisfação, a realização pessoal e o sentido da vida.

d)

É obra do destino e imposição que exige uma obediência cega.

11.

Vocação é o chamamento à felicidade que Deus faz a cada pessoa e a resposta livre e consciente que Lhe é dada. A vocação descobre-se e desenvolve-se…

a)

olhando com lucidez para aquilo que se é e atendendo às necessidades do mundo.

b)

discernimento os sinais-dos-tempos e interpretando os acontecimentos internacionais.

c)

procurando ser competente no que se faz, com serenidade, persistência e traição às opções.

d)

escutando a voz da consciência e seguindo o caminho da felicidade recusando qualquer esforço.

12.

Identifica os critérios inválidos para a descoberta e desenvolvimento da vocação pessoal.

a)

Procurar o que é mais fácil e ter como objetivo fundamental ganhar mais dinheiro.

b)

Conhecer os gostos, aptidões e sonhos pessoais.

c)

Conhecer as necessidades e desafios da sociedade em que se vive.

d)

Procurar a realização pessoal e social valorizando a fidelidade, o esforço e a serenidade.

13.

Quais os obstáculos à realização de uma opção vocacional?

a)

Dificuldade de escolha, preconceitos e medo do compromisso.

b)

Ausência de capacidades e de talentos.

c)

Convicções pessoais profundas.

d)

Empenho pessoal nas ações consideradas importantes.

14.

Como ultrapassar os obstáculos à realização de uma opção vocacional?

a)

Agindo com sensatez, desassombro, coragem e persistência.

b)

Vivendo ao sabor da disposição pessoal do momento.

c)

Vivendo ao ritmo da propaganda e da moda.

d)

Agindo sem assumir posições frente à vida.

15.

Os valores adotados e a respetiva hierarquização constituem uma opção fundamental que

a)

condiciona todas as decisões e comportamentos da pessoa e é parte integrante da sua personalidade.

b)

estrutura a personalidade tornando-a plenamente responsável pela vida que não escolheu viver.

c)

se vai estruturando e definindo por meio das imposições da vida.

d)

pré-determina a vida humana conferindo-lhe sentido e orientação irrevogáveis.

16.

Opção fundamental é

a)

uma decisão original e originária da qual emerge uma orientação e um sentido para a existência concreta da pessoa.

b)

uma decisão ligada a outra menos profunda e radical que depende de outras decisões ainda mais profundas e enraizadas.

c)

o núcleo indeciso operante da identidade dinâmica do sujeito que justifica a sua existência e dá sentido a todo o seu agir.

d)

uma escolha que vai desembocar na decisão pela qual a pessoa indetermina livre e radicalmente a sua relação em ordem ao último fim.

17.

As opções fundamentais constroem-se principalmente através

a)

das opções livres que se vão assumindo com coerência e responsabilidade.

b)

dos projetos que se vão esboçando.

c)

dos desejos de bem estar que se vão realizando.

d)

do perfil único de cada ser humano.

18.

Para que a radicalidade entre as opções e a coerência de vida se manifeste na harmonia da pessoa consigo mesma e com o mundo que habita, de forma a podermos designar este perfil como uma vida feliz, urge

a)

assumir uma opção fundamental.

b)

escolher o sentido que se quer dar à própria vida.

c)

adotar comportamentos habituais característicos de um modo de vida.

d)

esboçar um projeto que motive a viver e agir.

19.

Autodeterminação é

a)

definir as próprias opções e cultivar uma vontade resoluta de não desistir dos objetivos traçados.

b)

compreender que as opções fundamentais se baseiam em critérios de generosidade.

c)

reconhecer que todas as opções têm em vista a realização pessoal e a coerência de vida.

d)

descobrir uma razão última que dê sentido a todo o agir pessoal.

20.

Discernimento, essencial no processo de tomada de decisões conscientes, é

a)

capacidade de escolha distinguindo entre o bem e o mal.

b)

obrigar-se a cumprir aquilo em que se acredita e defende.

c)

compromisso e promessa pessoal sem necessidade de qualquer contrato formal.

d)

capacidade de autoavaliação e de corresponder ao que pode ser melhorado para progredir na vida.

21.

Qual a mensagem cristã sobre o sentido da vida?

a)

A vocação e a missão de cada pessoa, discernida em liberdade, é trabalhar para o bem comum e para a dignidade de todos.

b)

A vida de cada ser humano é dom de Deus e dádiva egoísta para os outros.

c)

Deus é o grande horizonte de sentido e a vida só faz/ganha sentido quando partilhada e dignificada com valores materiais.

d)

Toda a vida tem sentido. A vida é sempre um bem, nunca nada está perdido e é sempre possível "desesperar contra toda a esperança".

22.

Qual a mensagem cristã sobre o sentido da vida?

a)

Só o amor, com todos os valores que lhe estão associados: o perdão e a reconciliação, a solidariedade, a alegria e o reconhecimento do valor do outro, diferente do eu e com igual valor, conferem sentido e sabor à vida.

b)

O sentido da vida vem por meio de uma existência fácil e descomprometida, mas também pelo caminho difícil do empenho, do esforço, da luta e da paixão por projetos em favor da vida e da humanidade.

c)

O sentido da vida só aparece quando nos descomprometemos a combater todas aquelas situações que causam sofrimento aos seres humanos.

d)

O sentido da vida está no outro. E, para encontrar esse sentido, é necessário cuidar desse outro com gestos de egoísmo. Sem isso a vida é solidão, indiferença e indolência.

23.

A Gaudium et Spes – Alegria e Esperança –

a)

afirma que em tudo deve prevalecer a promoção e defesa da dignidade da pessoa humana.

b)

trata, fundamentalmente, das relações entre as religiões e o mundo onde elas estão e atuam.

c)

é um documento do Concílio Vaticano I sobre a Igreja no mundo contemporâneo.

d)

afirma que o que é apenas humano não interessa à Igreja Católica.

24.

Em que medida o perdão e a reconciliação conferem sentido à vida?

a)

O perdão é absolutamente necessário para que a existência humana possa continuar. Sem perdão e sem reconciliação a humanidade não tem futuro. Sem perdão e sem reconciliação não há paz.

b)

Viver com sentido exige uma transformação da mente e do coração. E o coração deve ser um coração de carne: que ama, que perdoa, que se alegra com o sofrimento alheio.

c)

Perdão e Reconciliação são meios efetivos para curar os ódios e desejos de vingança.

d)

Fomos criados por amor e para amar, logo, não podemos ser felizes senão amando e sendo amados.

25.

O amor, em liberdade, é o nosso verdadeiro destino. Logo, o sentido da vida é o amor. Assim…

a)

quanto mais formos capazes de superar o egoísmo e centrar-nos não em nós mas no outro, tanto mais descobriremos e construiremos a verdadeira felicidade.

b)

quanto mais satisfizermos o nosso desejo de fazer, ter e conhecer, tanto mais realizaremos a nossa vocação para o amor.

c)

quanto mais dermos a própria vida por uma causa ou um projeto, seja ele qual for, tanto mais seremos radicalmente construtores de paz e felicidade.

d)

quanto mais nos sacrificarmos pela felicidade da pessoa amada, fazendo tudo para a tornar feliz, mais ela nos amará e dará igual retorno.