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Ficha de verificação de Leitura e de conhecimentos

Total questions: 21

Worksheet time: 13mins

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Class
Date
1.

O jovem monarca português constantemente evocado por Maria é

a)

D. Miguel.

b)

D. Pedro.

c)

D. Sebastião.

d)

D. João.

2.

Os governadores espanhóis decidem deixar Lisboa e refugiar-se em

a)

Setúbal.

b)

Viseu.

c)

Almada.

d)

Alcobaça.

3.

O dia mais temido por D. Madalena era

a)

segunda-feira.

b)

terça-feira.

c)

quarta-feira.

d)

sexta-feira.

4.

D. Madalena acabou por casar com Manuel de Sousa Coutinho e com ele vive há

a)

13 anos.

b)

7 anos

c)

14 anos

d)

21 anos.

5.

O tempo da história de Frei Luís de Sousa passa-se após a batalha de Alcácer Quibir (4 de agosto de 1578) - depois cerca de

a)

14 anos.

b)

21 anos.

c)

13 anos.

d)

7 anos.

6.

A destruição pelo fogo de um determinado retrato provoca em D. Madalena pressentimentos terríveis. Trata-se do retrato de

a)

Manuel de Sousa Coutinho.

b)

D. João de Portugal.

c)

Luís de Camões.

d)

D. Sebastião.

7.

Assinala as afirmações verdadeiras.

a)

O terceiro ato passa-se na casa que tinha sido de D. João de Portugal.

b)

Os ambientes em que a ação se desenrola vão-se tornando, de ato para ato, cada vez mais luxuosos.

c)

A ação decorre no tempo em que reinava em Portugal D. João I.

d)

No segundo ato, Maria, o pai e Doroteia ausentam-se para Lisboa.

e)

Quando surge o Romeiro, D. Madalena reconhece nele o seu primeiro marido.

8.

Manuel (enternecendo‑se) ‑ Madalena... (Caindo em si e gravemente). Senhora como quereis que vos fale, que quereis que vos diga? Não está tudo dito entre nós?

Madalena ‑ Tudo! quem sabe? Eu parece‑me que não. Olha: eu sei?... mas não daríamos nós, com demasiada precipitação, uma fé tão cega, uma crença tão implícita a essas misteriosas palavras de um romeiro, um vagabundo... um homem enfim que ninguém conhece? Pois dize...


A sequência transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

9.

Telmo ‑ Oh! o meu Luís, coitado! bem lho pagaram. Era um rapaz, mais moço do que eu, muito mais... e quando o vi a última vez... foi no alpendre de S. Domingos em Lisboa ‑ parece‑me que o estou a ver ‑, tão mal trajado, tão encolhido... ele que era tão desembaraçado e galã... e então velho! velho alquebrado, com aquele olho que valia por dois, mas tão sumido e encovado já, que eu disse comigo: «Ruim terra te comerá cedo, corpo da maior alma que deitou Portugal!» E dei‑lhe um abraço... foi o último.


A fala transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

10.

Manuel - A lançar sangue?... Se ela deitou o do coração!... não tem mais. Naquele corpo tão franzino, tão delgado, que mais sangue há de haver? Quando ontem a arranquei de ao pé da mãe e a levava nos braços, não mo lançou todo às golfadas aqui no peito? (mostra um lenço branco todo manchado de sangue) Não o tenho aqui... o sangue... o sangue da minha vítima?... que é o sangue das minhas veias... que é o sangue da minha alma, é o sangue da minha querida filha! (beija o lenço muitas vezes)...


A fala transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

11.

Madalena - Mas em Lisboa ainda há peste, ainda não estão limpos os ares... E esses outros ares que por aí correm destas alterações públicas, destas malquerenças entre castelhanos e portugueses! Aquele caráter inflexível de Manuel de Sousa traz‑me num susto contínuo. Vai, vai a Frei Jorge, que diga se sabe alguma coisa, que me assossegue; se puder.


A fala transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

12.

Jorge (cortando a conversação) ‑ Bom velho, dissestes trazer um recado a esta dama: dai‑lho já, que havereis mister de ir descansar...


A fala transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

13.

Manuel (tranquilamente) ‑ Ilumino a minha casa para receber os muito poderosos e excelentes senhores governadores destes reinos. Suas excelências podem vir quando quiserem.


A fala transcrita ocorre no ato

a)

I

b)

II

c)

III

14.

Assinala a única afirmação falsa.

a)

A solução para o drama familiar passa pelo ingresso na vida conventual.

b)

A personagem que vive mais aterrorizada por pressentimentos é D. Madalena.

c)

No Romeiro, a sede de vingança nunca se deixa vencer pelo amor e sofrimento das outras personagens.

d)

Frei Luís de Sousa tem como contexto a situação política após o desastre de Alcácer Quibir.

e)

Na obra, defende-se a ideia de independência nacional.

15.

De entre os traços caracterizadores apresentados, os dois que não correspondem à personagem D. Madalena são

a)

Sentimental

b)

Supersticiosa

c)

Fiel

d)

Racional

e)

Dominada pelo remorso

16.

De entre os traços caracterizadores apresentados, o único que não corresponde à personagem Maria é

a)

Revoltada

b)

Anjo da vingança

c)

Dons proféticos

d)

Angélica

e)

Curiosa

17.

De entre as características de Frei Luís de Sousa, seleciona a única que não corresponde às características da tragédia clássica

a)

O falar natural e corrente.

b)

Os vários indícios fazem perceber que uma calamidade está iminente.

c)

O destino preside à existência das personagens e é implacável.

d)

O desafio feito pelas personagens às autoridades.

18.

De entre as características de Frei Luís de Sousa, seleciona a única que não corresponde às características do drama romântico.

a)

O tratamento literário de uma época histórica.

b)

A religião cristã como um consolo.

c)

A crítica social aos preconceitos que vitimam inocentes.

d)

O número reduzido de personagens.

19.

No conjunto das frases que se seguem, identifica as duas que apresentam afirmações falsas sobre a obra Frei Luís de Sousa.

a)

Como é característico do drama romântico, a peça mantém-se sempre fiel à verdade histórica.

b)

O cristianismo, que inicialmente condenou D. Madalena à infelicidade, acabou por lhe permitir a possibilidade de expiar pecados antigos.

c)

É possível estabelecer uma relação a nível simbólico entre os três retratos presentes no palácio de D. João, porque todos são figuras históricas que representam a perspetiva do Portugal futuro marcado pelo heroísmo e pelo patriotismo.

d)

Na Memória ao Conservatório Real, Garrett não teve dúvidas em classificar a sua obra, pela índole, como uma tragédia à maneira clássica.

e)

As didascálias introduzidas pelo dramaturgo são exemplo de linguagem não-verbal.

20.

No conjunto das frases que se seguem, identifica a única que apresenta uma afirmação verdadeira sobre a obra Frei Luís de Sousa.

a)

Quanto à estrutura interna, o ato II da peça corresponde ao momento designado por desenlace.

b)

Na obra, o mito sebastianista é apresentado como um estímulo ao sucesso coletivo.

c)

O tempo da história de Frei Luís de Sousa passa-se antes da batalha de Alcácer Quibir.

d)

Manuel de Sousa é uma personagem que, no momento crítico, perde o equilíbrio e a calma, cedendo à violência do desespero que o atormenta.

e)

Quanto à estrutura externa, a peça é constituída por três atos com igual número de cenas.

21.

Identifica a linha de ação que não se enquadra na ideologia romântica que perpassa na peça Frei Luís de Sousa.

a)

Espera pela vinda de um salvador.

b)

Resistência ao poder autoritário.

c)

Afirmação da individualidade.

d)

Patriotismo.