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Auto da Barca do Inferno

Total questions: 32

Worksheet time: 16mins

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1.

O autor da peça Auto da Barca do Inferno é

a)

Eça de Queirós

b)

Luís de Camões

c)

Gil Vicente

2.

O seu autor viveu entre os

a)

séculos XV e XVI.

b)

séculos XIV e XV.

c)

séculos XVI e XVII.

3.

A peça começa com uma grande movimentação na barca do Inferno. Com que se preocupa o Diabo?

a)

Com os enfeites da barca.

b)

Com a navegabilidade da barca.

c)

Com a limpeza da barca.

4.

Esta obra é considerada uma sátira, ou seja,

a)

um texto que ridiculariza vícios ou defeitos de uma pessoa, época ou instituição.

b)

uma peça de teatro com mais do que dez personagens.

c)

um texto em verso que pretende elogiar as virtudes de uma pessoa.

5.

A ação decorre

a)

a bordo da Barca do Inferno, comandada pelo Diabo.

b)

a bordo de duas barcas, durante a viagem destas até ao seu destino.

c)

num cais, onde se encontram as duas barcas.

6.

O destino de cada alma é decidido, tendo em consideração

a)

o seu estatuto económico e social.

b)

o facto de a alma trazer ou não um óbolo para a passagem.

c)

as suas ações na Terra.

7.

Apesar de ter sido tirano e de ter cometido adultério, o Fidalgo esperava ser aceite no Paraíso, por

a)

ter deixado na Terra quem rezasse por ele.

b)

ter respeitado os preceitos cristãos.

c)

se ter confessado antes de morrer.

8.

O Onzeneiro transporta um bolsão

a)

com o óbolo para pagar a passagem.

b)

carregado com o dinheiro que acumulou.

c)

que simboliza a sua ambição e cobiça.

9.

Esta personagem pretende voltar à Terra para

a)

corrigir os seus erros.

b)

ir buscar o dinheiro que deixou.

c)

se despedir dos seus familiares e amigos.

10.

Joane morreu

a)

de acidente.

b)

por doença.

c)

por enforcamento.

11.

Joane insulta o Diabo, porque

a)

este o convida a entrar na sua barca.

b)

ele o acusa de ter cometido pecados.

c)

ele coloca obstáculos à sua entrada.

12.

Na cena do Parvo, o autor recorre ao calão e a obscenidades para provocar o riso. Esta estratégia denomina-se:

a)

cómico de situação.

b)

cómico de linguagem.

c)

cómico de carácter.

13.

O Anjo aceita Joane na Barca da Glória e defende-o dizendo que ele

a)

nunca cometeu pecados.

b)

nunca prejudicou outras pessoas.

c)

não errou por malícia.

14.

O Sapateiro surge carregado de formas que simbolizam

a)

os seus pecados.

b)

as suas virtudes.

c)

a dedicação ao seu ofício.

15.

Apresentando-se como “Santo sapateiro honrado” (verso 311), esta personagem acredita que merece o céu, porque

a)

cumpria as formalidades religiosas.

b)

nunca enganou ninguém.

c)

era honesto no cumprimento do seu ofício.

16.

No entanto, o Sapateiro acaba por ser condenado, porque

a)

não confessou os seus pecados antes de morrer.

b)

enganou e roubou o povo.

c)

os seus donativos à Igreja foram insuficientes.

17.

Em vida, o Frade

a)

não cumpriu os votos de castidade e de pobreza.

b)

respeitou todos os preceitos religiosos.

c)

não poupou o dinheiro suficiente para pagar a viagem.

18.

Frei Babriel acreditava que iria para o Céu

a)

por pertencer ao clero.

b)

porque ajudava todos os que necessitavam de ajuda.

c)

porque usou os seus conhecimentos de esgrima para defender os oprimidos.

19.

Brízida Vaz pretende entrar na Barca da Glória, porque

a)

já foi muito castigada na Terra e “salvou” muitas moças.

b)

servia o clero, cumprindo os preceitos religiosos.

c)

converteu à fé cristã mais moças do que Santa Úrsula.

20.

Além de criticar o ofício da Alcoviteira, esta cena satiriza também uma classe social. Qual?

a)

A nobreza.

b)

O povo.

c)

O clero.

21.

Quando chega ao cais, o Judeu

a)

oferece dinheiro ao Diabo para embarcar na sua barca.

b)

oferece ao Anjo quatro testões para o aceitar na Barca da Glória.

c)

surge acompanhado de um bode.

22.

O Judeu é

a)

acusado pelo Parvo de não respeitar os princípios cristãos.

b)

criticado pelo Anjo, por causa dos pecados que cometeu.

c)

elogiado pelo Diabo, por causa dos seus erros.

23.

Finalmente, o Judeu

a)

embarca na Barca do Inferno.

b)

vai a reboque da Barca do Inferno.

c)

segue na Barca da Glória.

24.

Ao utilizador o latim, o Corregedor pretende

a)

demonstrar o seu estatuto social.

b)

provar que a sua instrução é superior à do Diabo.

c)

mostrar a sua ligação à língua da Igreja.

25.

O elemento cénico que acompanha o Enforcado permite-nos

a)

identificar a sua classe social.

b)

conhecer a forma como morreu.

c)

caracterizar a sua personalidade.

26.

O Enforcado acreditava que o seu destino era o Paraíso, porque

a)

Garcia Moniz o tinha convencido disso.

b)

era inocente das acusações.

c)

cria na existência de um Deus piedoso.

27.

Na cena do Enforcado, a cadeia do Limoeiro é comparada com o

a)

Paraíso.

b)

Purgatório.

c)

Inferno.

28.

A cena dos quatro Cavaleiros inicia-se com uma canção sobre as razões do destino das almas. A quem se dirigem estas palavras?

a)

Ao Diabo.

b)

Ao Anjo.

c)

Aos mortais.

29.

Os Cavaleiros não falam com o Diabo, pois sabem que

a)

todos os combatentes merecem o Céu.

b)

quem combate em nome de Deus tem entrada assegurada no Paraíso.

c)

este os acusará de vários pecados.

30.

O Diabo e o Anjo são figuras alegóricas, que representam, respetivamente,

a)

a Riqueza e a Pobreza.

b)

a Luxúria e a Hipocrisia.

c)

o Mal e o Bem.

31.

Esta obra é considerada um

a)

auto de sátira

b)

auto de barcas

c)

auto de moralidade

32.

A expressão latina "ridendo castigates mores" significa

a)

a rir se castigam os costumes

b)

a rir se castigam os pecadores

c)

a rir se castigam os amores.