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Recursos Hídricos (revisões)

Total questions: 30

Worksheet time: 55mins

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1.

O estado do tempo registado em Portugal Continental resultou da influência de …

a)

(A) uma alta pressão.

b)

(B) uma baixa pressão.

c)

(C) uma perturbação frontal da frente polar.

d)

(D) uma frente fria.

2.

2. O centro barométrico centrado sobre o arquipélago dos Açores…

a)

(A) é de origem dinâmica, o ar é subsidente e divergente. O ar desce em altitude, comprime-se e diverge à superfície.

b)

(B) é de origem dinâmica, o ar é subsidente e convergente. O ar desce em altitude, comprime-se e converge à superfície.

c)

(C) é de origem dinâmica, o ar é ascendente e convergente. O ar converge, ascende e expande-se.

d)

(D) é de origem térmica, resulta do intenso arrefecimento do ar, em contacto com uma superfície mais fria.

3.

De acordo com a Figura 2, podemos inferir que o estado de tempo em Portugal continental se caracterizou por uma situação de

a)

(A) estabilidade atmosférica, devido à aproximação de uma massa de ar quente proveniente do oceano Atlântico.

b)

(B) instabilidade atmosférica, devido à influência de uma depressão que se estendeu desde a Grã‑Bretanha até à Península Ibérica.

c)

(C) estabilidade atmosférica, devido à influência de um anticiclone que se estendeu desde a Grã‑Bretanha até à Península Ibérica.

d)

(D) instabilidade atmosférica, devido à aproximação de uma frente quente proveniente do oceano Atlântico.

4.

Identifique a imagem de satélite (A, B, C ou D) que corresponde à carta sinótica representada na Figura.

a)

...

b)
c)
d)
e)
5.

Caracterize a circulação do ar, à superfície e em altitude, nos centros barométricos identificados pela letra Y.

a)

(A) circulação do ar da periferia para o centro, ascendendo e divergindo em altitude;

b)

(B) circulação do ar do centro para a periferia , ascendendo e divergindo em altitude;

c)

(C) circulação do ar da periferia para o centro, ascendendo e convergindo em altitude;

d)

(D) circulação do ar da periferia para o centro, descendendo e divergindo em altitude;

6.

Identifique o principal tipo de precipitação que ocorre no inverno e o principal tipo de precipitação que ocorre no verão.

a)

(A) inverno: chuvas frontais; • verão: chuvas convectivas.

b)

(B) inverno: chuvas orográficas; • verão: chuvas convectivas.

c)

(C) inverno: chuvas convergentes; • verão: chuvas convectivas.

d)

(D) inverno: chuvas convectivas; • verão: chuvas frontais.

7.

De acordo com a Figura, as diferenças de precipitação registadas nas estações de Braga e de Bragança ao longo do ano devem-se, entre outros fatores, à orientação de serras como as do Alvão e do Marão, com sentido

a)

NO-NE

b)

N-E

c)

E-O

d)

NE-SO

8.

A principal finalidade do armazenamento hídrico na região a norte do rio Tejo é _______, e na região a sul do rio Tejo é _______.

a)

(A) abastecimento doméstico … abastecimento industrial

b)

(B) uso agrícola … abastecimento doméstico

c)

(C) produção de energia elétrica … uso agrícola

d)

(D) abastecimento industrial … produção de energia elétrica

9.

A suscetibilidade elevada a cheias e a inundações, representada na Figura, deve-se, principalmente,

a)

(A) ao predomínio de relevo de vales largos e pouco encaixados.

b)

(B) à ação da vegetação na retenção do escoamento superficial.

c)

(C) ao perfil transversal do rio em forma de «V» fechado.

d)

(D) à existência de rochas e solos permeáveis no leito do rio

10.

Um dos objetivos da construção de barragens com albufeira de retenção é minimizar os efeitos da irregularidade da precipitação. Refira duas funções das barragens que permitem concretizar esse objetivo.

a)

(A) regularizar o caudal dos cursos de água, a jusante e minimizar os efeitos das cheias e das inundações;

b)

(B) r• permitir a rega dos campos em períodos de inverno e assegurar o caudal humano;

c)

(C) desenvolver o turismo; • minimizar os efeitos das cheias e das inundações;

d)

(D) regularizar o caudal dos cursos de água, a montante e minimizar os efeitos das cheias e das inundações;

11.

A percentagem de água disponível no solo, observada na Figura 2B, deve-se, entre outros fatores, à influência prolongada de

a)

(A) depressões de origem dinâmica localizadas sobre o oceano Atlântico, a leste dos Açores.

b)

(B) anticiclones de origem térmica localizados sobre a Península Ibérica.

c)

(C) depressões de origem térmica localizadas sobre a Península Ibérica.

d)

(D) anticiclones de origem dinâmica localizados sobre o oceano Atlântico, a leste dos Açores.

12.

Em Portugal, a ocorrência de longos períodos secos no verão

a)

(A) favorece a evaporação, originando um aumento relativo da poluição das águas superficiais.

b)

(B) aumenta a evapotranspiração, acelerando o crescimento vegetativo das plantas.

c)

(C) diminui a infiltração de água no solo, reduzindo o risco de eutrofização nos rios e nas lagoas.

d)

(D) reduz a escorrência superficial, diminuindo a área disponível das parcelas para pousio.

13.

A ocorrência de elevados quantitativos de precipitação contribui para uma melhoria da produtividade dos aquíferos, possibilitando

a)

(A) o arrefecimento das centrais termoelétricas em circuito fechado.

b)

(B) o armazenamento de água, para controlar a ocorrência de cheias.

c)

(C) o abastecimento da rede pública, para assegurar o consumo doméstico.

d)

(D) o tratamento biológico de efluentes de origem industrial e agrícola.

14.

A gestão das bacias hidrográficas dos rios ibéricos pressupõe o estabelecimento de acordos entre Portugal e Espanha. Estes acordos visam, entre outros objetivos,

a)

(A) conservar os recursos da Reserva Agrícola Nacional.

b)

(B) assegurar a quantidade mínima de água necessária à rega.

c)

(C) preservar a qualidade das águas superficiais e subterrâneas.

d)

(D) controlar as perdas de água na rede de distribuição.

15.

A ocorrência de elevados quantitativos de precipitação nos meses de outono/inverno, num curto período de tempo, pode ter efeitos devastadores nas áreas urbanizadas do litoral, junto à secção terminal dos rios, quando

a)

(A) os leitos de cheia se encontram impermeabilizados com estradas e se constroem socalcos nas vertentes a montante.

b)

(B) as linhas de água estão encanadas sob áreas edificadas e se constroem socalcos nas vertentes a montante.

c)

(C) coincide com a preia-mar e se verifica uma ocupação do leito de cheia com áreas residenciais.

d)

(D) coincide com a baixa-mar e se verifica uma ocupação do leito de cheia com áreas residenciais.

16.

As diferenças de precipitação registadas entre o noroeste e o nordeste de Portugal continental explicam- -se, entre outras razões, pelo efeito do relevo, que

a)

(A) favorece a redução da humidade relativa das massas de ar que atingem o interior.

b)

(B) provoca o aumento da precipitação nas vertentes expostas a leste.

c)

(C) facilita a progressão do ar seco do interior da Península Ibérica até perto do litoral.

d)

(D) bloqueia a passagem das perturbações da frente polar para leste.

17.

A interpretação da carta sinóptica da Figura permite-nos afirmar que

a)

(A) a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta a Grã- -Bretanha.

b)

(B) a massa de ar que afeta a Grã-Bretanha é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira.

c)

(C) a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.

d)

(D) a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.

18.

O estado de tempo que se fará sentir em Portugal continental, nas horas seguintes à situação meteorológica representada na Figura, caracterizar-se-á por uma elevada probabilidade de

a)

(A) ocorrência de nuvens de desenvolvimento horizontal e de chuviscos, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este.

b)

(B) ausência de vento e fraca nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.

c)

(C) ausência de vento e forte nebulosidade, devido à aproximação da frente quente, que progride de este para oeste.

d)

(D) ocorrência de nuvens de desenvolvimento vertical e de aguaceiros, devido à aproximação da frente fria, que progride de oeste para este.

19.

Em Portugal continental, os valores mais elevados de precipitação total anual registam-se em áreas localizadas a norte do rio Tejo e explicam-se, entre outras razões, pela influência conjugada

a)

(A) da orografia e da passagem frequente de perturbações da frente polar ao longo dos meses do outono e do inverno.

b)

(B) da altitude média elevada e da passagem frequente de perturbações da frente polar ao longo de todos os meses do ano.

c)

(C) da orientação das cordilheiras montanhosas NE/SW e da passagem frequente das depressões subpolares ao longo de todos os meses do ano.

d)

(D) da orientação das cordilheiras montanhosas NW/SE e da passagem frequente das depressões subpolares ao longo dos meses do outono e do inverno.

20.

Nas latitudes médias do hemisfério norte, a circulação geral da atmosfera pode reduzir os tempos de viagem

a)

(A) dos navios, quando se deslocam da ilha de S. Miguel para Lisboa, se aproveitarem a deslocação dos ventos à superfície de este para oeste.

b)

(B) dos aviões, quando se deslocam de Nova Iorque para Lisboa, se aproveitarem os ventos dominantes em altitude de oeste para este.

c)

(C) dos aviões, quando se deslocam de Lisboa para Nova Iorque, se aproveitarem os ventos dominantes em altitude de este para oeste.

d)

(D) dos navios, quando se deslocam de Lisboa para a ilha de S. Miguel, se aproveitarem a deslocação dos ventos à superfície de oeste para este.

21.

Numa situação meteorológica extrema que afete o litoral algarvio e que impossibilite a atracagem de navios de cruzeiro em Portimão, os portos nacionais alternativos com movimento de passageiros são

a)

(A) o de Lisboa e o de Leixões.

b)

(B) o de Lisboa e o de Aveiro.

c)

(C) o de Leixões e o de Sines.

d)

(D) o de Aveiro e o de Sines.

22.

1. De acordo com a Figura 2, entre o lugar A e o lugar B, os valores da precipitação média anual podem registar uma diferença

a)

(A) superior a 800 mm e inferior a 1600 mm.

b)

(B) superior a 1600 mm e inferior a 2000 mm.

c)

(C) superior a 2000 mm.

d)

(D) inferior a 800 mm.

23.

A variação espacial da precipitação média anual na ilha Terceira, observada na Figura, justifica-se pela

a)

(A) orografia local, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha.

b)

(B) corrente marinha das Canárias, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha.

c)

(C) latitude, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha.

d)

(D) posição atlântica, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha.

24.

As linhas que unem pontos de igual valor de precipitação denominam-se

a)

(A) isóbaras.

b)

(B) isoietas.

c)

(C) isócronas.

d)

(D) isótimas.

25.

As pastagens «sempre verdes» do arquipélago dos Açores resultam

a)

(A) da rede hidrográfica da região, que assegura a modernização do sistema de rega do solo.

b)

(B) da distribuição intra-anual da precipitação, que assegura a humidade permanente no solo.

c)

(C) da retenção da água das chuvas nas lagoas, que assegura a água para a irrigação do solo.

d)

(D) da rede de aquíferos, que assegura a existência de humidade no solo nos períodos secos.

26.

A depressão barométrica identificada na Figura 1 está centrada na proximidade

a)

(A) da Noruega.

b)

(B) da Islândia.

c)

(C) das Ilhas Britânicas.

d)

(D) das ilhas açoreanas.

27.

O estado do tempo que se fez sentir na Região Autónoma da Madeira, de acordo com a Figura 1, caracterizou-se por

a)

(A) estabilidade, com a ocorrência de céu limpo e a ausência de vento.

b)

(B) instabilidade, com a ocorrência de vento fraco e de chuva contínua.

c)

(C) estabilidade, com a ocorrência de forte nebulosidade e de vento moderado.

d)

(D) instabilidade, com a ocorrência de vento forte e de precipitação abundante.

28.

Numa depressão barométrica, como a identificada na Figura 1, a circulação do ar à superfície é

a)

(A) ascendente e divergente.

b)

(B) convergente e descendente.

c)

(C) convergente e ascendente.

d)

(D) descendente e divergente.

29.

A diferença entre os valores da precipitação registados no noroeste e no nordeste de Portugal continental deve-se, entre outras razões, à

a)

(A) presença de relevo montanhoso na região noroeste.

b)

(B) orientação discordante das montanhas localizadas a norte do rio Douro.

c)

(C) menor profundidade dos vales da bacia do rio Douro.

d)

(D) passagem frequente das perturbações da frente polar, na região nordeste.

30.

As medidas destinadas a minimizar os impactes negativos da ocorrência de precipitação intensa são, entre outras,

a)

(A) a construção de diques e a impermeabilização das encostas.

b)

(B) a florestação das cumeadas e a proibição de construção nos interflúvios.

c)

(C) a construção de terraços nas vertentes e o estreitamento dos leitos normais dos rios.

d)

(D) a florestação de vertentes e a interdição da construção nos leitos de cheia.