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Chegada a Portugal e epílogo

Total questions: 15

Worksheet time: 11mins

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1.

Indica as afirmações falsas sobre a despedida de Tétis.

a)

Do sucesso da viagem advêm benefícios para o reino e para o rei de Portugal, que passa a ostentar novos títulos.

b)

Tétis recorda que aos navegadores lhes foi concedido o privilégio de conhecerem os futuros feitos de Portugal.

c)

Os ventos dificultam a viagem de regresso.

d)

Na estância 143, Tétis avisa os portugueses que já podem embarcar.

e)

Os navegadores levam da ilha apenas alguns mantimentos.

2.

A viagem de regresso é mencionada de forma muito breve na estância 144. Como se designa este processo narrativo?

a)

analepse

b)

prolepse

c)

resumo

d)

elipse

3.

Assinala as opções corretas. A perífrase presente nos seguintes versos evidencia...

"Até que houveram vista do terreno

Em que naceram, sempre desejado."

a)

o patriotismo dos navegadores.

b)

o desânimo dos nautas.

c)

as saudades dos navegadores.

d)

a coragem dos navegadores.

4.

Assinala a opção correta.

A quem se dirige o narrador na estância 145?

a)

Aos portugueses.

b)

Ao rei de Portugal.

c)

À musa.

5.

Na est. 145, o tom do discurso do narrador caracteriza-se...

a)

pela exaltação que marcou toda a epopeia.

b)

pelo desencanto e a amargura.

c)

pela alegria do sucesso dos Portugueses.

6.

Relativamente ao ambiente que se vive em Portugal, o Poeta considera que ...

a)

a pátria soube reconhecer a glória dos seus antepassados.

b)

a ignorância e a ganância mergulhou o país numa triste mediocridade.

c)

os seus compatriotas continuam no presente as glórias do passado.

7.

Em relação à sua obra, o Poeta afirma que ...

a)

obteve reconhecimento pelo seu mérito, ainda que as artes não sejam valorizadas pelos seus compatriotas.

b)

não precisa de obter o reconhecimento dos seus contemporâneos, pois a sua obra perdurará para além dos séculos.

c)

não obteve o reconhecimento que esperava, pois o seu país não recompensa os que se dedicam às artes.

8.

Assinala a opção que melhor traduz o sentido dos seguintes versos.

"E não sei por que influxo do Destino

Não tem um ledo orgulho e geral gosto,

que os ânimos leva de contino

A ter pera trabalhos ledo o rosto"

a)

Não compreendo a falta de orgulho e alegria dos Portugueses perante o passado tão glorioso da nossa nação.

b)

Não compreendo por que é que os Portugueses podem andar alegres quando o país está entregue à mediocridade e à falta de valores.

c)

Não compreendo como é que os portugueses perderam todo o brio, agora que as dificuldades foram ultrapassadas.

d)

Não compreendo por que é que os Portugueses perderam o brio e a energia que levanta os ânimos e permite vencer obstáculos e dificuldades.

9.

Na estância 146, Camões exorta o rei D. Sebastião. O que pretende o poeta lembrar-lhe?

a)

A excelência do Portugueses.

b)

A excelência dos deuses.

c)

O pouco valor dos Portugueses.

10.

O Poeta encerra a sua epopeia dirigindo-se ao rei, tal como o fez no início da obra. Podemos por isso afirmar que este momento se relaciona com a...

a)

Dedicatória

b)

Invocação

c)

Narração

d)

Proposição

11.

Assinala as qualidades que o Poeta evidencia na estância 154 da sua obra.

"Nem me faltava na vida ,

Com longa esperiencia misturado,

Num engenho, que aqui vereis presente,

Cousas que juntas se acham raramente."

a)

experiência

b)

inspiração

c)

talento

d)

estudo

e)

honestidade

12.

Na estância 155, o Poeta põe-se ao serviço de D. Sebastião como...

a)

marinheiro e soldado.

b)

poeta e marinheiro.

c)

soldado e poeta.

13.

Na estância 156, Camões profetiza que o rei realizará grandes façanhas...

a)

na Ásia.

b)

na América do Norte.

c)

no norte de África.

14.

Camões promete a D. Sebastião que ...

a)

cantará os feitos grandiosos de futuros reis.

b)

cantará epicamente os seus feitos grandiosos.

c)

jamais cantará de novo os feitos dos Portugueses.

15.

O epílogo da epopeia sugere...

a)

que Camões estava orgulhosos dos seus contemporâneos.

b)

que, ao cantar o heroísmo dos antepassados, o poeta pretendia levar os seus contemporâneos à ação.

c)

um contínuo tom de euforia e exaltação.