WorksheetsCarcterísticas da população portuguesa; o seu envelhecimento
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As pirâmides representam a estrutura etária de Portugal em 1960, 1981 e 2001. Assinala a afirmação correta.
As pirâmide de 1960 e 2001 apresentavam um estrutura etária jovem.
Ao longo dos anos assiste-se a um aumento do número de jovens.
Entre 1981 e 2001 verifica-se um aumento do número de jovens.
Entre 1981 e 2001 aumenta o número de idosos e diminui a população jovem.
Em Portugal foram adotadas algumas medidas com o objetivo de incentivar a natalidade e assim rejuvenescer a população.
Aponta de entre as seguintes a que não é uma dessas medidas.
Aumento da duração da licença de maternidade e paternidade.
Divulgação de campanhas de planeamento familiar e meios contracetivos.
Aumento do número de creches e alargamento do seu período de funcionamento.
Atribuição de subsídios pré-natais, de nascimento e abono de família.
Indica uma das consequências do êxodo rural nas áreas de partida.
Diminuição da taxa de mortalidade.
Aumento da população ativa.
Aumento da taxa de natalidade.
Envelhecimento da população.
O duplo envelhecimento da população portuguesa deve-se ao aumento da esperança média de vida e ao…
decréscimo da natalidade
decréscimo da mortalidade
aumento do número de jovens
aumento do número de adultos
Seleciona a única opção falsa, relativamente à evolução da estrutura etária portuguesa.
Diminuição do número de jovens
Elevado crescimento demográfico
Aumento da esperança média de vida
Aumento do número de idosos
O aumento do número de idosos, relativamente ao de jovens, contribui para…
a diminuição da população ativa
a diminuição da taxa de nupcialidade
o aumento do índice de envelhecimento
o aumento da taxa bruta de mortalidade
A evolução da população portuguesa reflete-se na atual estrutura etária, que é...
jovem
envelhecida
Seleciona os fatores responsáveis pelo envelhecimento da população.
Decréscimo da fecundidade
Diminuição da esperança média de vida
Decréscimo da taxa de natalidade
As regiões com uma estrutura etária mais envelhecida e, consequentemente com maior índice de envelhecimento, são as do...
interior
litoral
Os menores valores do índice de envelhecimento estão associados...
à menor taxa de mortalidade
à menor taxa de natalidade
aos maiores fluxos de saída da população, sobretudo, jovem.
A evolução percentual dos diferentes grupos etários, observável na Figura 1, tem consequências demográficas e socioeconómicas, de entre as quais se destacam
o aumento da emigração e o aumento do índice de dependência dos jovens.
a não renovação de gerações e a necessidade de aumentar a idade da reforma.
a imposição de limites à imigração e a redução do índice de dependência dos idosos.
o crescimento da população residente e a necessidade de reduzir a carga fiscal.
O declínio da taxa de fecundidade em Portugal nos últimos trinta anos deve-se, sobretudo,
ao aumento do uso de contracetivos e à diminuição dos gastos com a educação dos filhos.
ao aumento do individualismo na sociedade portuguesa e à diminuição da imigração.
à redução da população adulta mais jovem e ao aumento dos apoios sociais às famílias mais pobres.
à maior participação das mulheres no mercado de trabalho e ao aumento da escolaridade feminina.
Para inverter a tendência de envelhecimento demográfico que o gráfico da Figura 1 já evidencia, devem adotar-se medidas como
a criação de incentivos à emigração da população ativa e o alargamento dos horários do ensino pré-escolar.
o aumento da escolaridade obrigatória e o aumento dos impostos cobrados aos casais sem filhos.
o prolongamento da licença de maternidade e o aumento considerável dos benefícios fiscais a famílias numerosas.
a redução dos abonos de família e o alargamento da oferta de consultas de planeamento familiar.
A dinamização demográfica dos municípios do interior do país passa, entre outras medidas,
pela melhoria das condições de vida dos idosos e pelo aproveitamento dos recursos endógenos.
pela construção de novas autoestradas e pela abertura de centros culturais.
pela aposta no turismo em espaço rural (TER) e pela abertura de centros comerciais.
pela captação de investimentos exógenos e pela atribuição de benefícios fiscais a casais jovens.
O Alentejo foi a única NUTS II portuguesa que, entre 2001 e 2011, perdeu população residente, devido, entre outras razões, ao
êxodo de jovens das áreas rurais para as cidades com estabelecimentos de ensino superior.
incremento dos movimentos pendulares com a Estremadura espanhola.
envelhecimento da população, resultante do aumento da esperança média de vida.
elevado número de óbitos, relativamente ao número de nascimentos.
Em Portugal, de 1960 a 2011, ocorreram alterações significativas nos indicadores demográficos, das quais se destacam
a diminuição da taxa de mortalidade infantil e a maior integração social das mulheres.
o aumento do índice de dependência de idosos e a redução da taxa de fecundidade.
a diminuição da taxa de mortalidade e a diminuição da taxa de atividade feminina.
o aumento do índice de dependência de jovens e a melhoria do nível de qualificação.
Nos municípios do interior de Portugal continental, verifica-se uma evolução demográfica que justifica a adoção de medidas com os objetivos
de fixar agregados familiares jovens com filhos e de promover a redução da imigração jovem.
de valorizar o modo de vida rural e de garantir o acesso à pensão de velhice sem penalizações.
de favorecer a criação de parques industriais e de melhorar a acessibilidade intraurbana.
de promover o emprego na agricultura e de reduzir os impostos municipais aos casais jovens.
A diminuição da população residente de um concelho em Portugal, para um determinado período de tempo, ocorre sempre que
a natalidade é inferior à mortalidade e a emigração é superior à imigração.
a natalidade é superior à mortalidade e a imigração é inferior à emigração.
a mortalidade é superior à natalidade e a imigração é superior à emigração.
a mortalidade é inferior à natalidade e a emigração é inferior à imigração.
1. Em 2011, a estrutura etária da população evidenciou…
(A) o decréscimo da população jovem, visível no topo da pirâmide.
(B) o decréscimo da população idosa, visível na base da pirâmide.
(C) o decréscimo da população idosa, visível pelo alargamento do topo.
(D) o decréscimo da população jovem, visível pelo estreitamento da base.
4. Estamos cada vez mais velhos, o que se deve…
(A) ao decréscimo da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade (visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e ao aumento da esperança média de vida (visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(B) ao aumento da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade (visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e ao aumento da esperança média de vida (visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(C) ao decréscimo da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade (visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e à diminuição da esperança média de vida (visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(D) ao aumento da taxa de natalidade/fecundidade e consequente índice sintético de fecundidade (visível no estreitamento do topo da pirâmide etária), e ao decréscimo da esperança média de vida (visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
1. Densidade populacional é…
(A) o número total de habitantes numa dada área e período de tempo.
(B) o número total de habitantes por km2.
(C) o número total de nados-vivos numa dada área e período de tempo.
(D) a população urbana.
2. A área do país com maior densidade populacional localiza-se…
(A) no litoral ocidental, entre Setúbal e Viana do Castelo, e na faixa meridional.
(B) no interior norte e centro.
(C) no litoral algarvio e no litoral a sul de Setúbal.
(D) no litoral entre Setúbal e Aveiro.
3. O território nacional continua a registar a tendência para…
(A) a ruralidade.
(B) a litoralização.
(C) o predomínio das cidades de média dimensão.
(D) o povoamento do interior.
4. A maior parte do território registou uma fraca densidade populacional, destacando-se, por exemplo, as subregiões com valores entre os 15-26 hab/km2…
(A) Minho – Lima, Pinhal Interior Sul, Algarve e Médio Tejo.
(B) Península de Setúbal, Grande Porto, Cávado e Ave.
(C) Beira Interior Sul, Alto Alentejo, Alentejo Litoral e Baixo Alentejo.
(D) Beira Interior Sul, Serra da Estrela, Baixo Vouga e Dão-Lafões.
O declínio da taxa de fecundidade em Portugal nos últimos trinta anos deve-se, sobretudo,
ao aumento do uso de contracetivos e à diminuição dos gastos com a educação dos filhos.
ao aumento do individualismo na sociedade portuguesa e à diminuição da imigração.
à redução da população adulta mais jovem e ao aumento dos apoios sociais às famílias mais pobres.
à maior participação das mulheres no mercado de trabalho e ao aumento da escolaridade feminina.
A dinamização demográfica dos municípios do interior do país passa, entre outras medidas,
pela melhoria das condições de vida dos idosos e pelo aproveitamento dos recursos endógenos.
pela construção de novas autoestradas e pela abertura de centros culturais.
pela aposta no turismo em espaço rural (TER) e pela abertura de centros comerciais.
pela captação de investimentos exógenos e pela atribuição de benefícios fiscais a casais jovens.
O Alentejo foi a única NUTS II portuguesa que, entre 2001 e 2011, perdeu população residente, devido, entre outras razões, ao
êxodo de jovens das áreas rurais para as cidades com estabelecimentos de ensino superior.
incremento dos movimentos pendulares com a Estremadura espanhola.
envelhecimento da população, resultante do aumento da esperança média de vida.
elevado número de óbitos, relativamente ao número de nascimentos.
A tendência da evolução do índice de envelhecimento demográfico, em Portugal, pode ser contrariada através de medidas como
o aumento da jornada de trabalho e o adiamento do nascimento do primeiro filho.
o aumento da jornada de trabalho e o incentivo à imigração.
a redução de impostos para as famílias numerosas e o adiamento do nascimento do primeiro filho.
a redução de impostos para as famílias numerosas e o incentivo à imigração.
Os valores do crescimento natural registados na generalidade das NUTS III do interior de Portugal continental são indicativos da necessidade de se adotarem políticas de desenvolvimento regional que
dinamizem o comércio tradicional e promovam o abandono da agricultura.
aumentem o crescimento migratório negativo e incentivem a indústria.
favoreçam a criação de emprego e atraiam população mais jovem.
melhorem a acessibilidade ao litoral e desvalorizem o modo de vida rural.
O rejuvenescimento da população portuguesa é importante, porque contribui para
diminuir o número de óbitos e dinamizar a competitividade das empresas.
diminuir a mortalidade infantil e fomentar a atividade económica.
aumentar o índice de envelhecimento e promover a inovação e o desenvolvimento.
aumentar a população ativa e assegurar a sustentabilidade da segurança social.
