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WorksheetsRevisão 2º ano
Total questions: 10
Worksheet time: 16mins
As ideias contidas no projeto político do nazismo buscavam solucionar os problemas enfrentados pela Alemanha após o fim da Primeira Guerra Mundial.
Uma dessas ideias, abordada no texto, está associada ao conceito de:
xenofobia
espaço vital
purificação racial
revanchismo militar
destino manifesto
lustração de cartaz eleitoral nazistaBRENER, Jayme. Jornal do Século XX. São Paulo: Moderna, 1998.
O cartaz acima traz implícita a ideia de que só o nacional-socialismo, o nazismo, poderia libertar a Alemanha.
Dentre as soluções apresentadas pelo partido nazista para a sociedade alemã em crise, podemos citar:
nacionalismo, expansionismo e militarismo
racismo, aliança com o comunismo e sindicalismo
corporativismo, sociedade de classes e poder legislativo forte
pluripartidarismo, culto ao líder e liberalismo
coletivismo, unificação, nacionalismo
Trabalho escravo ou escravidão por dívida é uma forma de escravidão que consiste na privação da liberdade de uma pessoa (ou grupo), que fica obrigada a trabalhar para pagar uma dívida que o empregador alega ter sido contraída no momento da contratação. Essa forma de escravidão já existia no Brasil, quando era preponderante a escravidão de negros africanos que os transformava legalmente em propriedade dos seus senhores. As leis abolicionistas não se referiram à escravidão por dívida. Na atualidade, pelo artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o conceito de redução de pessoas à condição de escravos foi ampliado de modo a incluir também os casos de situação degradante e de jornadas de trabalho excessivas.
(Adaptado de Neide Estergi. A luta contra o trabalho escravo, 2007.)
Com base no texto, marque a afirmação correta:
O trabalho escravo foi extinto, em todas as suas formas, com a Lei Áurea.
A privação da liberdade de uma pessoa, sob a alegação de dívida contraída no momento do contrato de trabalho, não é uma modalidade de escravidão.
As jornadas excessivas e a situação degradante de trabalho são consideradas formas de escravidão pela legislação brasileira atual.
A escravidão de negros africanos foi a única modalidade de trabalho escravo na história do Brasil.
O escravo africano era mão-de-obra assalariada de seus senhores no período anterior à Abolição.
“Em primeiro lugar, fizeram homenagem desta maneira: o conde perguntou ao futuro vassalo se queria tornar-se seu homem sem reservas, e este respondeu: ‘Eu o quero’; estando então suas mãos apertadas nas mãos do conde, eles se uniram por um beijo. Em segundo lugar, aquele que havia feito homenagem hipotecou sua fé (...); em terceiro lugar, ele jurou isto sobre as relíquias dos santos. Em seguida, com o bastão que tinha à mão, o conde lhes deu a investidura (...).”
Galbert de Bruges, in Gustavo de Freitas, 900 textos e documentos de História.
Da situação descrita no documento, resultou
o surgimento de Estados nacionais, já que os reis conseguiram o apoio militar e financeiro dos nobres em sua luta contra os poderes locais.
a formação de um exército de mercenários, pois os vassalos lutavam por terras, o que se tornou fundamental às monarquias nacionais.
o fortalecimento da autoridade dos monarcas, que ganharam o direito de comandar seus vassalos e, assim, reprimir as rebeliões senhoriais e camponesas.
a organização das Cruzadas, devido ao interesse do Papado em reafirmar seu poder sobre a cristandade após o Cisma do Oriente.
a fragmentação do poder real, uma vez que os vassalos deviam obediência direta a seu suserano, que exercia autoridade em sua região.
A peste, a fome e a guerra constituíram os elementos mais visíveis e terríveis do que se conhece como a crise do século XIV. Como consequência dessa crise, ocorrida na Baixa Idade Média:
o movimento de reforma do cristianismo foi interrompido por mais de um século, antes de reaparecer com Lutero e iniciar a modernidade;
o campesinato, que estava em vias de conquistar a liberdade, voltou novamente a cair, por mais de um século, na servidão feudal;
o processo de centralização e concentração do poder político intensificou-se até se tornar absoluto, no início da modernidade;
o feudalismo entrou em colapso no campo, mas manteve sua dominação sobre a economia urbana até o fim do Antigo Regime;
entre as classes sociais, a nobreza foi a menos prejudicada pela crise, ao contrário do que ocorreu com a burguesia.
As transformações religiosas do século XVI, comumente conhecidas pelo nome de Reforma Protestante, representaram no campo espiritual o que foi o Renascimento no plano cultural; um ajustamento de ideias e valores às transformações sócio-econômicas da Europa. Dentre seus principais reflexos, destacam-se:
a expansão da educação escolástica e do poder político do papado devido à extrema importância atribuída à Bíblia.
a criação pela igreja protestante da Companhia de Jesus em moldes militares para monopolizar o ensino na América do Norte.
a diminuição da intolerância religiosa e fim das guerras provocadas por pretextos religiosos.
a proibição da venda de indulgências, término do índex e o fim do princípio da salvação pela fé e boas obras na Europa.
o rompimento da unidade cristã, expansão das práticas capitalistas e fortalecimento do poder das monarquias.
A pandemia mais grave foi a gripe espanhola de 1918. Durou 2 anos, em 3 ondas de contaminação com 500 milhões de pessoas infectadas e totalizando 55 milhões de mortes.
A História tem se repetido? A partir dos seus conhecimentos históricos avalie o momento atual.
Sim. O contágio é muito rápido, milhões de pessoas morreram e a melhor solução é o distanciamento social e higienização pessoal.
Não. Estamos em outro contexto histórico, que apesar das semelhanças e dificuldade de tratamento, sabemos que se trata de um vírus novo.
Não. Diferente da gripe espanhola que teve seu epicentro na Espanha, na Covid-19, tudo começou na China.
Sim. Enquanto as esferas governamentais não sabem como agir, o povo continua agindo como se nada estivesse acontecendo.
Precisamos ter cautela nas comparações assim como as notícias falsas que circularam nos dois períodos, que contribuíram para a solução das pandemias.
Acompanhando a intenção da burguesia renascentista de ampliar seu domínio sobre a natureza e sobre o espaço geográfico, através da pesquisa científica e da invenção tecnológica, os cientistas também iriam se atirar nessa aventura, tentando conquistar a forma, o movimento, o espaço, a luz, a cor e mesmo a expressão e o sentimento.
(SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Unicamp, 1984).
O texto apresenta um espírito de época que afetou também a produção artística, marcada pela constante relação entre:
ciência e arte.
astronomia e religião.
política e economia.
cultura e comércio.
fé e misticismo.
Leia atentamente o texto a seguir:
“Os clérigos devem por todos orar
Os cavaleiros sem demora
Devem defender e honrar
E os camponeses sofrer
Cavaleiros e clérigos sem falha
Vivem de quem trabalha
Têm grande canseira e dor
Pagam princípios, corvéias, orações ou talha...
E com coisas costumeiras...”
(Estevão de Fourieges, in: COTRIM, Gilberto. "História global - Brasil e geral." Vol. Único. São Paulo: Saraiva, 2002.)
Os versos se referem:
aos grupos sociais surgidos na Rússia a partir da Revolução Soviética de 1917
aos estamentos característicos da sociedade romana
às classes sociais da época moderna
aos estamentos sociais típicos do feudalismo;
aos grupos sociais franceses formados com a Revolução Francesa
O depoimento a seguir, escrito por uma pesquisadora polonesa em 1985, relembra momentos de sua adolescência entre judeus em Varsóvia. Trecho 1: anos finais da década de 1930; trecho 2: meados da década de 1940.
Trecho 1
"Àquela época, era difícil para qualquer um ingressar na escola de medicina da Universidade de Varsóvia - para uma moça ou um rapaz judeu, era quase impossível. Embora as universidades polonesas não tivessem chegado a adotar a exclusão total, havia não obstante uma clara restrição extraoficial ao número de judeus admitidos como alunos, em especial nos cursos que preparavam profissionais liberais, como o de medicina."
Trecho 2
"Os guardas obrigam mais e mais pessoas a entrarem, até que fica difícil respirar. Crianças gritam, homens praguejam e blasfemam, uma pessoa fica histérica.
- Vamos botar essas três judias pra fora! - exclama de repente uma mulher. - Estaremos bem melhor sem elas.
Uma forte reprimenda faz com que ela se cale.
- Mais uma palavra - um homem mutilado diz asperamente - e quem vai ser jogada pra fora é você."
BAUMAN, Janina. "Inverno na Manhã. Uma jovem no Gueto de Varsóvia". Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005, p. 17 e 198.
Considerando a narrativa apresentada e o contexto a que se refere, assinale a alternativa correta.
Hostilidades, restrições e perseguições são sempre lembradas por escritores que viveram o holocausto, mas não se repetem atualmente devido à grande tolerância religiosa.
A perseguição nazista aos judeus não causou inicialmente muita estranheza, pois diferentes práticas antissemitas eram comuns no dia a dia em várias partes da Europa.
O catolicismo e o anglicanismo eram muito difundidos na Polônia já naquela época. Fato este que justificava o forte preconceito contra outras religiões, até mesmo antes do surgimento do nazismo.
O convívio entre praticantes de diferentes religiões é indesejável sobretudo em regiões com culturas tradicionais ou em espaços muito habitados, devido ao risco de violências.
O holocausto é sempre relembrado pelos escritores como forma de demonstrar a superioridade ariana e o desprezo pelos judeus.
