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WorksheetsFernando Pessoa - ortónimo
Total questions: 12
Worksheet time: 6mins
Fernando António Nogueira Pessoa nasceu no ano de
(a)
O poeta nasceu
no Porto.
em Coimbra.
em Lisboa
Em Durban.
O seu heterónimo inglês chamava-se
Miles Search
Alexander Smith
Alexander Search
Miles Smith
F. Pessoa regressa sozinho a Portugal em
1905
1906
1907
1908
O seu café favorito, em Lisboa era
A Brasileira
O Martinho da Arcada
o Chiado
o Imperador
O poema "Em linha reta" faz
denúncias às máscaras sociais, à falsidade e à hipocrisia vigente. O eu-lírico confessa ao leitor a sua inadaptação diante desse mundo contemporâneo que funciona baseado nas aparências.
denúncias à violência gratuita.
denúncias às dívidas contraídas e não pagas.
Não: não quero nada
Já disse que não quero nada.
Não me venham com conclusões!
A única conclusão é morrer.
Não me tragam estéticas!
Não me falem em moral!
Tirem-me daqui a metafísica!
Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas
Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) —
Das ciências, das artes, da civilização moderna!
Que mal fiz eu aos deuses todos?
Se têm a verdade, guardem-na!
Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica.
Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo.
Neste poema encontramos um eu-lírico extremamente pessimista e desajustado, deslocado dentro da sociedade em que vive.
Revoltado, mas feliz consigo próprio.
Feliz por ser diferente.
Apático e indiferente.
O poema constrói-se
a partir da previsão do futuro que se avizinha
a partir de uma frase que deixara o poeta a pensar.
a partir de uma sugestão de um amigo.
a partir do contraste entre passado e presente, infância e idade adulta, a vida que se costumava viver e a que se vive.
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Neste poema, o eu-lírico divaga sobre a relação que mantém com os seus amigos e sobre a sua relação com a escrita
Neste poema, o eu-lírico divaga sobre a relação que mantém com a sua família e sobre a sua relação com a escrita
Neste poema, o eu-lírico divaga sobre a relação que mantém consigo próprio e sobre a sua relação com a escrita
Neste poema, o eu-lírico divaga sobre a relação que mantém consigo próprio e sobre a sua relação com a vida rotineira
Para Pessoa,
Fingir é mentir.
Fingir é criar.
Fingir é pensar.
No poema "O poeta é um fingidor." existem
duas dores
três dores
quatro dores
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem Sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Neste poema a "dor de pensar" é uma coisa que invade a mente de Pessoa e o impede de viver plenamente a vida
Neste poema a "dor de pensar" é uma coisa que lhe agrada mas que o impede de viver plenamente a vida.
Neste poema a "dor de pensar" é uma coisa que o afeta mas que o não o impede de viver plenamente a vida.
