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WorksheetsInterpretação de Textos - Simulado
Total questions: 20
Worksheet time: 36mins
Salustiano era um bom garfo. Mas o jantar que lhe haviam oferecido nada teve de abundante. - Quando voltará a jantar conosco? - perguntou-lhe a dona da casa.
- Agora mesmo, se quiser.
(Barão de Itararé, in Máximas e Mínimas do Barão de Itararé)
Deduz-se do texto que Salustiano:
come pouco.
é uma pessoa educada.
não ficou satisfeito com o jantar.
é um grande amigo da dona da casa.
decidiu que não mais comeria naquela casa.
Salustiano era um bom garfo. Mas o jantar que lhe haviam oferecido nada teve de abundante. - Quando voltará a jantar conosco? - perguntou-lhe a dona da casa.
- Agora mesmo, se quiser.
(Barão de Itararé, in Máximas e Mínimas do Barão de Itararé)
O adjetivo que não substitui sem alteração de sentido a palavra “abundante” é:
copiosa
frugal
opípara
lauta
abundosa
A mulher foi passear na capital. Dias depois o marido dela recebeu um telegrama:
"Envie quinhentos cruzeiros. Preciso comprar uma capa de chuva. Aqui está chovendo sem parar”.
E ele respondeu:
“Regresse. Aqui chove mais barato".
(Ziraldo, in As Anedotas do Pasquim)
A resposta do homem se deu por razões:
econômicas
de segurança
sentimentais
de machismo
lúdicas
A mulher foi passear na capital. Dias depois o marido dela recebeu um telegrama:
"Envie quinhentos cruzeiros. Preciso comprar uma capa de chuva. Aqui está chovendo sem parar”.
E ele respondeu:
“Regresse. Aqui chove mais barato".
(Ziraldo, in As Anedotas do Pasquim)
Com relaçào aos elementos conectores do texto, NÃO se pode dizer que:
O advérbio aqui, em seus dois empregos, não possui os mesmos referentes.
dela tem como referente mulher.
o referente do pronome ele é marido.
a preposição de tem valor semântico de finalidade.
A oração "Aqui está chovendo sem parar” poderia ligar-se à anterior, sem alteração de sentido, pela conjunção conquanto.
Não existe essa coisa de um ano sem Senna, dois anos sem Senna...Não há calendário para a saudade.
(Adriane Galisteu, no Jornal do Brasil)
Segundo o texto, a saudade:
aumenta a cada ano.
é maior no primeiro ano.
é maior na data do falecimento.
é constante.
incomoda muito.
Não existe essa coisa de um ano sem Senna, dois anos sem Senna...Não há calendário para a saudade.
(Adriane Galisteu, no Jornal do Brasil)
A repetição da palavra não exprime:
dúvida
convicção
tristeza
confiança
esperança
Passei a vida atrás de eleitores e agora busco os leitores.
(José Sarney, na Veja, dez/97)
O autor do texto sugere estar passando de:
escritor a político
político a jornalista
político a romancista
senador a escritor
político a escritor
Passei a vida atrás de eleitores e agora busco os leitores.
(José Sarney, na Veja, dez/97)
Infere-se do texto que a atividade inicial do autor foi:
agradável
duradoura
simples
honesta
coerente
Estou com saudade de ficar bom. Escrever é consequência natural.
(Jorge Amado, na Folha de São Paulo, 22/10/96)
Segundo o texto:
o autor não escreve porque está doente.
o autor está doente e continua escrevendo.
o autor está doente porque não escreve.
o autor esteve doente e voltou a escrever.
o autor ficou bom, mas não voltou a escrever.
Estou com saudade de ficar bom. Escrever é consequência natural.
(Jorge Amado, na Folha de São Paulo, 22/10/96)
“Escrever é consequência natural.” Consequência de:
recuperar a saúde.
voltar a trabalhar.
ter ficado muito tempo doente.
estar enfermo.
ter saúde.
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
Entre as “virtudes da intromissão" está:
desenterrar pontos remotos das biografias de políticos.
investigar obsessivamente a vida de políticos brasileiros.
patrocinar campanhas meritórias.
explicar a prosperidade atual de políticos e autoridades.
arriscar-se a fazer campanhas gratuitas.
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
“A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão”; deduz-se desse primeiro período do texto que a imprensa:
peca pela omissão e pela intromissão.
se intromete mais do que deve.
deveria omitir-se mais.
se intromete mais do que se omite.
não peca quando se intromete.
AS VIRTUDES DA INTROMISSÃO
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
Segundo o texto, a revista VEJA:
corre o risco consciente de investigar.
peca mais pela omissão que pela intromissão.
patrocina campanhas gratuitas, desinteressadas.
é movida por interesses inconfessáveis.
evitar expor à sociedade fatos escabrosos.
AS VIRTUDES DA INTROMISSÃO
A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. Essa máxima muitas vezes é esquecida em meio à investigação, às vezes obsessiva, que as revistas e os jornais brasileiros fazem da vida de políticos e autoridades, tendência que se acentuou muito nos últimos anos. Os 5 órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas, movidas por interesses inconfessáveis, contra determinadas figuras públicas. Esta revista marcou sua presença na vida brasileira justamente pela convicção de que esse é um risco que vale a pena correr. É dever da imprensa investigar e divulgar 10 os fatos que cercam a ascensão dos políticos. Mesmo que, às vezes, eles estejam enterrados em pontos remotos de suas biografias. Quando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do político ou para desnudar as entranhas da atividade pública, eles precisam ser expostos à sociedade.
(Veja, 7/11 /01)
O texto tem a finalidade clara de:
promover a própria revista.
denunciar os maus políticos.
incentivar a denúncia de crimes.
mostrar a face oculta de muitos políticos.
justificar a omissão da revista em alguns casos
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
Ao perguntar “Que país é este” , o autor deseja:
protestar contra uma injustiça.
satisfazer uma curiosidade.
tomar conhecimento de algo.
definir o seu país.
revelar algo desconhecido.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
“Que país é este que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida?”; neste segmento do texto, com a expressão “de serem atores na vida” , o autor quis dizer que:
todos deveriam ter a oportunidade de ser alguém na vida.
muitos meninos e meninas poderiam trabalhar em teatro.
crianças e jovens são atores para sobreviver.
ser ator é uma atividade que não requer muito estudo.
trabalhar em circo pode ser a saída de sobrevivência para muitos.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
Ao usar apenas no segmento “milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver”, o autor quer dizer que:
o talento das crianças poderia ser mais bem empregado.
as crianças têm pouco a oferecer.
milhares de crianças lutam pela sobrevivência.
as crianças têm pouca criatividade inteligência.
a sobrevivência é apenas uma das preocupações da criança.
"Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida? Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.
Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver. São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto. No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a violência, o furto, as drogas e a morte prematura.
É possível transformar essa realidade e isto custa muito pouco."
(Maurício Andrade, Coordenador Geral da Ação da Cidadania)
“são artistas no sinais de trânsito, pedintes do asfalto”, o comentário INCORRETO sobre esse segmento de texto é:
“ artistas” é usado, neste caso, com sentido pejorativo.
ser artista no sinal de trânsito é mostrar a criatividade para a sobrevivência.
“ asfalto” se opõe tradicionalmente a“ morro”.
“artista” e “pedinte” são atividades que se opõem indignidade.
todo o segmento se refere a“ milhares de crianças”, no período anterior.
Texto I
XLI
Ouvia:
Que não podia odiar
E nem temer
Porque tu eras eu.
E como seria
Odiar a mim mesma
E a mim mesma temer.
HILST, H. Cantares. São Paulo: Globo, 2004 (fragmento).
Texto II
Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
por virtude do muito imaginar;
não tenho, logo, mais que desejar,
pois em mim tenho a parte desejada.
Camões. Sonetos. Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br. Acesso em: 03 set. 2010 (fragmento).
Nesses fragmentos de poemas de Hilda Hilst e de Camões, a temática comum é
o “outro” transformado no próprio eu lírico, o que se realiza por meio de uma espécie de fusão de dois seres em um só
a fusão do “outro” com o eu lírico, havendo, nos versos de Hilda Hilst, a afirmação do eu lírico de que odeia a si mesmo
o “outro” que se confunde com o eu lírico, verificando- se, porém, nos versos de Camões, certa resistência do ser amado
a dissociação entre o “outro” e o eu lírico, porque o ódio ou o amor se produzem no imaginário, sem a realização concreta
o “outro” que se associa ao eu lírico, sendo tratados, nos Textos I e II, respectivamente, o ódio e o amor
Alma minha gentil, que te partiste
tão cedo desta vida descontente,
repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
não te esqueças daquele amor ardente
que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
alguma coisa a dor que me ficou
da mágoa, sem remédio, de perder-te,
roga a Deus, que teus anos encurtou,
que tão cedo de cá me leve a ver-te,
quão cedo de meus olhos te levou.
(Sonetos, 2001.)
No soneto, o eu lírico
suplica a Deus que suas memórias afetivas lhe sejam subtraídas.
expressa o desejo de que sua amada seja em breve restituída à vida.
expressa o desejo de que sua própria vida também seja abreviada.
) suplica a Deus que sua amada também se liberte dos sofrimentos terrenos.
lamenta que sua própria conduta tenha antecipado a morte da amada.
