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APRENDER COM A BIBLIOTECA "Sermão de Santo António"

Total questions: 25

Worksheet time: 17mins

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1.

O Padre António Vieira

a)

nasceu e morreu em Portugal.

b)

nasceu e morreu no Brasil.

c)

nasceu em Portugal e morreu no Brasil.

d)

nasceu no Brasil e morreu em Portugal.

2.

O Padre António Vieira pertenceu à

a)

Companhia de Jesus.

b)

Ordem dos Franciscanos.

c)

Ordem dos Dominicanos.

d)

Ordem dos Beneditinos.

3.

O Padre António Vieira foi

a)

pregador e missionário, não se envolvendo em questões políticas.

b)

pregador, missionário, político e diplomata.

c)

um missionário fiel à sua Igreja que nunca entrou em conflito com os seus representantes.

d)

um missionário e pregador conhecido apenas em Portugal e no Brasil.

4.

O “Sermão de Santo António aos peixes” foi pregado

a)

em Portugal.

b)

em S. Salvador da Baía, no Brasil.

c)

na cidade de S. Luís do Maranhão, no Brasil.

d)

no continente africano.

5.

Este sermão data do século

a)

XV.

b)

XVI.

c)

XVII.

d)

XVIII.

6.

O “Sermão de Santo António aos peixes” é constituído por

a)

três capítulos.

b)

quatro capítulos.

c)

cinco capítulos.

d)

seis capítulos.

7.

O assunto do sermão é desde logo anunciado no capítulo I a partir de uma frase latina – “Vos estis sal terrae” –, que significa “Vós sois o sal da terra”.

Os referentes do pronome pessoal “Vós” são

a)

os pregadores.

b)

os peixes.

c)

os pescadores.

d)

os pecadores.

8.

Segundo o orador, o efeito do sal é

a)

acelerar o processo de decomposição.

b)

evitar que os alimentos fiquem insossos.

c)

conservar o são e impedir a corrupção.

d)

fazer com que os homens se arrependam dos seus pecados.

9.

O primeiro capítulo termina com uma invocação

a)

a Santo António.

b)

à Virgem Maria.

c)

a Cristo.

d)

aos Santos Doutores da Igreja.

10.

No início do capítulo II, o orador refere que os peixes têm duas boas qualidades:

a)

a honestidade e a humildade.

b)

a seriedade e o espírito de trabalho em equipa.

c)

são um bom alimento para os homens e não protestam pelo facto de serem pescados.

d)

ouvem e não falam.

11.

No capítulo II, o orador explicita a forma como vai abordar o tema e antecipa a organização a dar ao raciocínio, dizendo que dividirá o sermão em

a)

três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.

b)

dois pontos: no primeiro louvará as virtudes dos peixes, no segundo repreenderá os seus vícios.

c)

quatro secções: introdução, invocação, desenvolvimento e conclusão.

d)

dois momentos: no primeiro censurará os defeitos dos peixes e depois elogiará as suas qualidades.

12.

Um dos louvores que o orador faz aos peixes é:

a)

têm cores e formas diversificadas, o que os torna especiais.

b)

foram os primeiros seres que Deus criou, logo após a criação do homem.

c)

foram criados por Deus antes de Ele ter criado o homem.

d)

entre todos os animais do mundo são os mais pequenos, mas os mais numerosos.

13.

Releia o seguinte excerto da obra: “Ia Tobias caminhando com o Anjo S. Rafael, que o acompanhava, e descendo a lavar os pés do pó do caminho nas margens de um rio, eis que o investe um grande Peixe com a boca aberta, em ação de que o queria tragar. Gritou Tobias assombrado, mas o Anjo lhe disse que pegasse no Peixe pela barbatana e o arrastasse para terra, que o abrisse e lhe tirasse as entranhas e as guardasse, porque lhe haviam de servir muito.”


Os dois elementos deste peixe que vieram a ter utilidade foram:

a)

o fel e o coração.

b)

o sangue e o fígado.

c)

a língua e os olhos.

d)

o estômago e as escamas.

14.

As características da Rémora são:

a)

sara a cegueira e é capaz de prender uma nau.

b)

pega-se ao leme de uma nau, imobilizando-a, embora seja um peixe de pequeno porte.

c)

é um peixe grande, capaz de impedir que uma nau avance.

d)

serve de freio às naus e afugenta os demónios.

15.

Ao estabelecer um paralelismo entre as virtudes da Rémora e as de Santo António, o orador enumera os pecados que este santo procurou combater. Esses pecados são:

a)

a arrogância, a inveja, o ódio e a preguiça.

b)

a avareza, a ira, a gula e a luxúria.

c)

a gula, o ódio, a vaidade e a preguiça.

d)

a soberba, a vingança, a cobiça e a luxúria.

16.

O último peixe louvado é:

a)

o Quatro-Olhos.

b)

a Rémora.

c)

o Torpedo.

d)

o peixe de Tobias.

17.

O primeiro defeito que o orador aponta aos peixes é que

a)

são muito arrogantes.

b)

se comem uns aos outros.

c)

não gostam de conviver com os humanos.

d)

os mais pequenos, com fome, devoram em conjunto os maiores.

18.

Ao apontar esse primeiro defeito, o orador diz: “[…] e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens.

Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar.”


O pregador aconselha os peixes a olharem para a cidade e não para os matos e para o sertão porque

a)

nos matos vivem os Tapuias, que são canibais, e é na cidade que se encontram os homens de bem e de virtude.

b)

é aí que vivem os brancos, as pessoas ditas civilizadas, e que têm um comportamento pior do que o dos indígenas que vivem nos matos.

c)

é na cidade que é pregada a palavra divina, escutada e seguida por todos os homens.

d)

deverão seguir o exemplo dos brancos.

19.

No penúltimo capítulo, o orador põe em destaque

a)

os defeitos de quatro peixes em particular.

b)

os pecados de três peixes em particular.

c)

as qualidades e os defeitos de quatro peixes em particular.

d)

as virtudes e os pecados de oito peixes em particular.

20.

Os roncadores representam

a)

a hipocrisia.

b)

a ambição.

c)

a arrogância.

d)

o oportunismo.

21.

Ao falar dos roncadores, o orador diz: “Duas cousas há nos homens que os costumam fazer roncadores, porque ambas incham: o saber, e o poder.[…] Mas o fiel servo de Cristo, […], tendo tanto saber, como já vos disse, e tanto poder como vós mesmo experimentastes, ninguém houve jamais que o ouvisse falar em saber, ou poder, quanto mais brasonar disso. E porque tanto calou, por isso deu tamanho brado”.


O “fiel servo de Cristo” a quem se refere é:

a)

S. Pedro.

b)

Caifás.

c)

Adão.

d)

S. António.

22.

No excerto “Dir-me-eis (…) que vos deu Deus maiores barbatanas que aos outros do vosso tamanho. […] Grande ambição é que sendo o mar tão imenso lhe não basta a um peixe tão pequeno todo o mar e queira outro elemento mais largo.”, os peixes referidos pelo orador são

a)

os pegadores.

b)

os voadores.

c)

os quatro-olhos.

d)

os roncadores.

23.

Em “E que neste mesmo elemento se crie, se conserve, e se exercite com tanto dano do bem público um monstro tão dissimulado, tão fingido, tão astuto, tão enganoso, e tão conhecidamente traidor?”, o monstro a que o orador se refere é

a)

a baleia.

b)

o tubarão.

c)

o camaleão.

d)

o polvo.

24.

O pregador traça um paralelismo entre a atuação deste “monstro” e a de

a)

Judas.

b)

Proteu.

c)

Ícaro.

d)

Simão Mago.

25.

No último capítulo, Vieira compara-se aos peixes e, na sua qualidade de pregador,

a)

evidencia as semelhanças existentes entre os peixes e ele próprio.

b)

faz uma confissão dos seus próprios pecados.

c)

recorda os defeitos dos peixes e diz-lhes que devem louvar a Deus, tal como ele próprio faz, para merecerem a sua glória.

d)

recorda-lhes que devem louvar a Deus, que os escolheu para serem imolados.