WorksheetsO Enciclopedismo iluminista
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O que representou o Iluminismo?
Uma ofensiva do liberalismo político sobre o Estado absolutista e a religião cristã.
Uma tentativa francesa de levar adiante o ideal racionalista de Descartes.
Uma tentativa de aliar o poder liberal com as ideias de Locke e Smith, além do ceticismo de Hume.
Um movimento de natureza filosófica que questionava os poderes do Estado e da Religião, primando por uma nova concepção de sociedade guiada pela Razão.
Filósofo mais destacado do Iluminismo francês, perspicaz em elaborar temas que iam da Pedagogia à Política.
Denis Diderot.
François-Marie Arouet (Voltaire).
Jean-Jacques Rousseau.
Montesquieu.
A imagem acima reflete uma postura ante a religião organizada, seus cultos, dogmas, práticas e tudo o mais que, no Iluminismo, apresentam-se de duas formas. A correspondente à imagem acima refere-se ao:
Teosofismo.
Gnosticismo.
Ateísmo.
Deísmo ou Teísmo.
Voltaire se destaca como um filósofo assumidamente sarcástico sem, no entanto, abrir mão de suas convicções. Reza a lenda que, ao morrer, fora assistido por um padre que, ao ministrar-lhe a unção dos enfermos pede que se arrependa de todo os pecados, inclusive renunciando ao diabo, ao que lhe retruca: "Padre, não é hora de fazermos inimigos!" Contrário à religião organizada mas, não abraçando os princípios da não existência de Deus, Voltaire assume ser um:
Cético.
Deísta.
Gnóstico.
Ateu.
O Iluminismo desponta como um período de fecundas revoluções, destacando-se as independência dos EUA e a revolução francesa. No Brasil, entretanto, o ideário iluminista se apresenta na:
Revolução Praiana.
Revolução Pernambucana.
Inconfidência Mineira.
Revolta Farroupilha.
A crença de que, o medo humano ante ao desconhecido levou-o a criar deuses, seres fantásticos, doutrinas infundadas e o medo terrível do destino, são refutadas pelo barão D´Holbach (Paul Henry Tiry), eminente enciclopedista e partidário de um movimento que afirma a religião como um "refugo". Essa postura é assumidamente:
Gnóstica.
Empirista.
Agnóstica.
Atéia.
Denis Diderot expressa, na frase acima, o ideário iluminista baseado na firme crença do progresso da Razão iluminando a sociedade. Para tal concepção, dever-se-ia fazer-se necessário:
Eliminar as mordomias políticas da nobreza, os "salvo-condutos" dos bispos e cardeais, dar vez e voz aos povo e baixo clero.
Eliminar o poder absoluto dos reis e da Igreja.
Eliminar os girondinos, os montanhistas e os marais do Estado.
Eliminar as nobreza e o baixo clero.
Com o emblemático lema "liberdade, igualdade e fraternidade", o projeto iluminista não atinge o seu apogeu devido a uma série de fatores, sendo que, posteriormente, o Positivismo tentará fundamentar essas bases. Quanto a Filosofia, o Iluminismo representou:
Uma fé indiscutível na fraternidade humana possibilitada pelo surgimento do novo Estado sob as cinzas do antigo regime.
A assunção da filosofia cartesiana, de natureza racionalista, em seu esplendor.
Uma nova concepção de pensamento que busca enterrar os princípios da filosofia grega, do pensamento patrístico e aristotélico-tomista, entendendo serem formas de "aprisionamento" da Razão e da emancipação do homem.
A concepção de um pensamento cristão protestante calcado na ideia de prosperidade mediante o trabalho, na obediência pela retidão e crença inabalável em Deus.
A concepção da pedagogia rousseauniana consistia em etapas para a formação da criança, tendo em vista torná-lo um cidadão pleno, protagonista de sua sociedade e tempo. Para tanto, a obra "O Emílio" apresenta as etapas, fases e momentos precisos da inserção da criança no processo educacional. Para Rousseau, no entanto, a educação deve:
Promover o conhecimento de um liberal.
Promover a intelectualidade.
Promover a distinção social do indivíduo.
Promover um cidadão crítico e autônomo.
Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau são os filósofos contratualistas, ou seja, formuladores de um contrato social, onde os indivíduos "cedem" sua liberdade à uma entidade soberana, provedora e legisladora sobre eles, ou seja, o Estado. Para Hobbes têm-se a figura do Leviatã; em Locke, a da supressão de poderes do soberano; em Rousseau:
A transferência da civilidade humana num Estado organizado em três poderes/instâncias: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
A transferência da liberdade plena do indivíduo para uma chamada "liberdade cidadã", conferida cidadão no e pelo Estado.
A formação de uma sociedade liberal, ao passo em que, há uma grande massa de pobres.
A divisão das classes que permitiu o surgimento da Revolução francesa.
