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WorksheetsTerceirão 2
Total questions: 11
Worksheet time: 7mins
Anarquismo é uma corrente de pensamento com variadas expressões no pensamento filosófico e político. Os anarquistas têm em comum a defesa da liberdade pessoal, da participação direta dos cidadãos em todos os assuntos políticos e a recusa às diferentes formas de autoridade e de governo. São contrários à representação política e à delegação de poder. Entendem que a ordem social não requer a existência de governo. Há um segundo sentido do termo, comum na linguagem popular, em que anarquista significa ser apoiador da desordem e do caos. Quanto ao anarquismo.
Voto universal e eleições diretas para todos os cargos governamentais.
Cooperativas e sindicatos de trabalhadores.
Democracia representativa.
Parlamentos livres (de deputados, senadores ou vereadores).
Sobre o conceito de ideologia.
Mantém independência dos processos cotidianos da vida social, tendo suporte nas relações estabelecidas no mundo do trabalho.
Jamais pretende reproduzir a sociedade e a estrutura de classes que nela se estabelece.
Gera processos de identificação e de controle de comportamentos, condenando as condutas desviantes.
Define as escolhas dos indivíduos e age sobre eles como um corpo sistemático de representações e de normas.
Ideologia é um conceito
desenvolvido por Marx e significa uma falsa consciência produzida pelos especialistas no trabalho intelectual.
desenvolvido por Weber e significa um processo de passagem da ética protestante para o espírito do capitalismo.
que significa anomia, para Durkheim; alienação, para Marx; e racionalização, para Weber.
criado por Durkheim e significa ausência de leis e regras na sociedade.
A Filosofia e a Sociologia são disciplinas que promovem uma reflexão crítica sobre os mais variados temas, particularmente o da ideologia. Partindo de uma análise crítica e utilizando o conceito de ideologia desenvolvido por Marx e outros pensadores, é correto afirmar que o cartum
revela que, independentemente dos indivíduos e das classes sociais, todos pertencemos ao povo brasileiro.
mostra que, diante da televisão, todos os brasileiros são iguais nesse momento.
sugere que há um crescimento quantitativo dos telespectadores com o passar do tempo.
mostra que o discurso sobre “povo brasileiro” é ideológico, falso, abole as divisões e desigualdades sociais.
“[...] uma grande marca enaltece - acrescenta um maior sentido de propósito à experiência, seja o desafio de dar o melhor de si nos esportes e nos exercícios físicos ou a afirmação de que a xícara de café que você bebe realmente importa [...] Segundo o velho paradigma, tudo o que o marketing vendia era um produto. De acordo com o novo modelo, contudo, o produto sempre é secundário ao verdadeiro produto, a marca, e a venda de uma marca adquire um componente adicional que só pode ser descrito como espiritual”. O efeito desse processo pode ser observado na fala de um empresário da Internet comentando sua decisão de tatuar o logo da Nike em seu umbigo: “Acordo toda manhã, pulo para o chuveiro, olho para o símbolo e ele me sacode para o dia. É para me lembrar a cada dia como tenho de agir, isto é, ‘just do it’.”
(KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Record, 2002, p. 45-76.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre ideologia, é correto afirmar:
A atual tendência do capitalismo globalizado é produzir marcas que estimulam a conscientização em detrimento dos processos de alienação.
O capitalismo globalizado, ao tornar o ser humano desideologizado, aproximou-se dos ideais marxistas quanto ao ideal humano.
Graças às marcas e à influência da mídia, em sua atuação educativa, as pessoas tornaram-se menos sujeitas ao consumo.
Por meio da ideologia associada à mundialização do capital, ampliou-se o fetichismo das mercadorias, o qual se reflete na resposta social às marcas.
Uma conversação de tal natureza transforma o ouvinte; o contato de Sócrates paralisa e embaraça; leva a refletir sobre si mesmo, a imprimir à atenção uma direção incomum: os temperamentais, como Alcibíades sabem que encontrarão junto dele todo o bem de que são capazes, mas fogem porque receiam essa influência poderosa, que os leva a se censurarem. Sobretudo a esses jovens, muitos quase crianças, que ele tenta imprimir sua orientação.
BREHIER, E. História da filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
O texto evidencia características do modo de vida socrático, que se baseava na
Contemplação da tradição mítica.
Sustentação do método dialético.
Relativização do saber verdadeiro.
Valorização da argumentação retórica.
Para Platão, o que havia de verdadeiro em Parmênides era que o objeto de conhecimento é um objeto de razão e não de sensação, e era preciso estabelecer uma relação entre objeto racional e objeto sensível ou material que privilegiasse o primeiro em detrimento do segundo. Lenta, mas irresistivelmente, a Doutrina das Ideias formava-se em sua mente.
ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2012 (adaptado).
O texto faz referência à relação entre razão e sensação, um aspecto essencial da Doutrina das Ideias de Platão (427 a.C.-346 a.C.). De acordo com o texto, como Platão se situa diante dessa relação?
Estabelecendo um abismo intransponível entre as duas.
Privilegiando os sentidos e subordinando o conhecimento a eles.
Atendo-se à posição de Parmênides de que razão e sensação são inseparáveis.
Afirmando que a razão é capaz de gerar conhecimento, mas a sensação não.
Para Maquiavel, quando um homem decide dizer a verdade pondo em risco a própria integridade física, tal resolução diz respeito apenas a sua pessoa. Mas se esse mesmo homem é um chefe de Estado, os critérios pessoais não são mais adequados para decidir sobre ações cujas consequências se tornam tão amplas, já que o prejuízo não será apenas individual, mas coletivo. Nesse caso, conforme as circunstâncias e os fins a serem atingidos, pode-se decidir que o melhor para o bem comum seja mentir.
ARANHA, M. L. Maquiavel: a lógica da força. São Paulo: Moderna, 2006 (adaptado).
O texto aponta uma inovação na teoria política na época moderna expressa na distinção entre
idealidade e efetividade da moral.
nulidade e preservabilidade da liberdade.
ilegalidade e legitimidade do governante.
verificabilidade e possibilidade da verdade.
Dizem que Humboldt, naturalista do século XIX, maravilhado pela geografia, flora e fauna da região sul-americana, via seus habitantes como se fossem mendigos sentados sobre um saco de ouro, referindo-se a suas incomensuráveis riquezas naturais não exploradas. De alguma maneira, o cientista ratificou nosso papel de exportadores de natureza no que seria o mundo depois da colonização ibérica: enxergou-nos como territórios condenados a aproveitar os recursos naturais existentes.
ACOSTA, A. Bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Elefante, 2016 (adaptado).
A relação entre ser humano e natureza ressaltada no texto refletia a permanência da seguinte corrente filosófica:
Relativismo cognitivo.
Materialismo dialético.
Racionalismo cartesiano.
Pluralismo epistemológico.
TEXTO I
Duas coisas enchem o ânimo de admiração e veneração sempre crescentes: o céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim.
KANT, I. Crítica da razão prática. Lisboa: Edições 70, s/d (adaptado).
TEXTO II
Duas coisas admiro: a dura lei cobrindo-me e o estrelado céu dentro de mim.
FONTELA, O. Kant (relido). In: Poesia completa. São Paulo: Hedra, 2015.
A releitura realizada pela poeta inverte as seguintes ideias centrais do pensamento kantiano:
Interioridade da norma e fenomenalidade do mundo.
Possibilidade da liberdade e obrigação da ação.
Aprioridade do juízo e importância da natureza.
Necessidade da boa vontade e crítica da metafísica.
Sentimos que toda satisfação de nossos desejos advinda do mundo assemelha-se à esmola que mantém hoje o mendigo vivo, porém prolonga amanhã a sua fome. A resignação, ao contrário, assemelha-se à fortuna herdada: livra o herdeiro para sempre de todas as preocupações.
SCHOPENHAUER, A. Aforismo para a sabedoria da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
O trecho destaca uma ideia remanescente de uma tradição filosófica ocidental, segundo a qual a felicidade se mostra indissociavelmente ligada à
a consagração de relacionamentos afetivos.
administração da independência interior.
fugacidade do conhecimento empírico.
liberdade de expressão religiosa.
