NEW
Font size
WorksheetsInterpretação de texto
Total questions: 15
Worksheet time: 45mins
ENEM 2015
A emergência da sociedade da informação está associada a um conjunto de profundas transformações ocorridas desde as últimas duas décadas do século XX. Tais mudanças ocorrem em dimensões distintas da vida humana em sociedade, as quais interagem de maneira sinérgica e confluem para projetar a informação e o conhecimento como elementos estratégicos, dos pontos de vista econômico-produtivo, político e sociocultural. A sociedade da informação caracteriza-se pela crescente utilização de técnicas de transmissão, armazenamento de dados e informações a baixo custo, acompanhadas por inovações organizacionais, sociais e legais. Ainda que tenha surgido motivada por um conjunto de transformações na base técnico-científica, ela se investe de um significado bem mais abrangente.
LEGEY, L.-R.; ALBAGLI, S. Disponível em: www.dgz.org.br. Acesso em: 4 dez. 2012 (adaptado).
O mundo contemporâneo tem sido caracterizado pela crescente utilização das novas tecnologias e pelo acesso à informação cada vez mais facilitado. De acordo com o texto, a sociedade da informação corresponde a uma mudança na organização social porque
representa uma alternativa para a melhoria da qualidade de vida.
associa informações obtidas instantaneamente por todos e em qualquer parte do mundo.
propõe uma comunicação mais rápida e barata, contribuindo para a itensificação do comércio.
propicia a interação entre as pessoas por meio de redes sociais.
representa um modelo em que a informação é utilizada intensamente nos vários setores da vida.
ENEM 2013
Dúvida
Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro.
Um dos compadres falou:
— Passou um largato ali!
O outro perguntou:
— Lagarto ou largato?
O primeiro respondeu:
— Num sei não, o bicho passou muito rápido.
Piadas coloridas. Rio de Janeiro: Gênero, 2006.
Na piada, a quebra de expectativa contribui para produzir o efeito de humor. Esse efeito ocorre porque um dos personagens:
reconhece a espécie do animal avistado.
tem dúvida sobre a pronúncia do nome do réptil.
desconsidera o conteúdo linguístico da pergunta.
constata o fato de um bicho cruzar a frente do carro.
apresenta duas possibilidades de sentido para a mesma palavra.
ENEM 2015
Riscar o chão para sair pulando é uma brincadeira que vem dos tempos do Império Romano. A amarelinha original tinha mais de cem metros e era usada como treinamento militar. As crianças romanas, então, fizeram imitações reduzidas do campo utilizado pelos soldados e acrescentaram numeração nos quadrados que deveriam ser pulados. Hoje as amarelinhas variam nos formatos geométricos e na quantidade de casas. As palavras “céu” e “inferno” podem ser escritas no começo e no final do desenho, que é marcado no chão com giz, tinta ou graveto.
Disponível em: www.biblioteca.ajes.edu.br.
Acesso em: 20 maio 2015 (adaptado).
Com base em fatos históricos, o texto retrata o processo de adaptação pelo qual passou um tipo de brincadeira.
Nesse sentido, conclui-se que as brincadeiras comportam o(a)
caráter competitivo que se assemelha às suas origens.
delimitação de regras que se perpetuam com o tempo.
definição antecipada do número de grupos participantes.
objetivo de aperfeiçoamento físico daqueles que a praticam.
possibilidade de reinvenção no contexto em que é realizada.
ENEM 2013
O documento foi retirado de uma exposição on-line de manuscritos do estado de São Paulo do início do século XX.
Quanto à relevância social para o leitor da atualidade, o texto
funciona como veículo de transmissão de valores patrióticos próprios do período em que foi escrito.
cumpre uma função instrucional de ensinar regras de comportamento em eventos cívicos.
deixa subentendida a ideia de que o brasileiro preserva as riquezas naturais do país.
argumenta em favor da construção de uma nação com igualdade de direitos.
apresenta uma metodologia de ensino restrita a uma determinada época.
ENEM 2013
O cartaz aborda a questão do aquecimento global. A relação entre os recursos verbais e não verbais nessa propaganda revela que
o discurso ambientalista propõe formas radicais de resolver os problemas climáticos.
a preservação da vida na Terra depende de ações de dessalinização da água marinha.
a acomodação da topografia terrestre desencadeia o natural degelo das calotas polares.
o descongelamento das calotas polares diminui a quantidade de água doce potável do mundo.
a agressão ao planeta é dependente da posição assumida pelo homem frente aos problemas ambientais.
ENEM 2014
O texto introduz uma reportagem a respeito do futuro da televisão, destacando que as tecnologias a ela incorporadas serão responsáveis por
estimular a substituição dos antigos aparelhos de TV.
contemplar os desejos individuais com recursos de ponta.
transformar a televisão no principal meio de acesso às redes sociais.
renovar técnicas de apresentação de programas e de captação de imagens.
minimizar a importância dessa ferramenta como meio de comunicação de massa.
ENEM 2013
Adolescentes: mais altos, gordos e preguiçosos
A oferta de produtos industrializados e a falta de tempo têm sua parcela de responsabilidade no aumento da silhueta dos jovens. “Os nossos hábitos alimentares, de modo geral, mudaram muito”, observa Vivian Ellinger, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que, aqui no Brasil, estamos exagerando no sal e no açúcar, além de tomar pouco leite e comer menos frutas e feijão.
Outro pecado, velho conhecido de quem exibe excesso de gordura por causa da gula, surge como marca da nova geração: a preguiça. “Cem por cento das meninas que participam do Programa não praticavam nenhum esporte”, revela a psicóloga Cristina Freire, que monitora o desenvolvimento emocional das voluntárias. Você provavelmente já sabe quais são as consequências de uma rotina sedentária e cheia de gordura. “E não é novidade que os obesos têm uma sobrevida menor”, acredita Claudia Cozer, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Mas, se há cinco anos os estudos projetavam um futuro sombrio para os jovens, no cenário atual as doenças que viriam na velhice já são parte da rotina deles. “Os adolescentes já estão sofrendo com hipertensão e diabete”, exemplifica Claudia.
DESGUALDO, P. Revista Saúde. Disponível em: http://saude.abril.com.br. Acesso em: 28 jul. 2012 (adaptado).
Sobre a relação entre os hábitos da população adolescente e as suas condições de saúde, as informações apresentadas no texto indicam que:
a falta de atividade física somada a uma alimentação nutricionalmente desequilibrada constituem fatores relacionados ao aparecimento de doenças crônicas entre os adolescentes.
a diminuição do consumo de alimentos fontes de carboidratos combinada com um maior consumo de alimentos ricos em proteínas contribuíram para o aumento da obesidade entre os adolescentes.
a maior participação dos alimentos industrializados e gordurosos na dieta da população adolescente tem tornado escasso o consumo de sais e açúcares, o que prejudica o equilíbrio metabólico.
a ocorrência de casos de hipertensão e diabetes entre os adolescentes advém das condições de alimentação, enquanto que na população adulta os fatores hereditários são preponderantes. E a prática regular de atividade física é um importante fator de controle da diabetes entre a população adolescente, por provocar um constante aumento da pressão arterial sistólica.
a prática regular de atividade física é um importante fator de controle da diabetes entre a população adolescente, por provocar um constante aumento da pressão arterial sistólica.
UEFS 2016
Considerando-se a análise dos pressupostos e subentendidos relacionados com os elementos verbais e não verbais desse cartum de Caulos, é correto afirmar que nele está presente um recurso estilístico denominado de
comparação, cotejando os valores e o lugar dos sujeitos em uma sociedade excludente.
paradoxo, sugerindo uma incompatibilidade ideológica referente aos que representam a força e a fraqueza.
oxímoro, explicitando, através de conceitos contrários, elementos que se complementam no contexto público.
antítese, denunciando, por meio de figuras e vocábulos antagônicos, a desigualdade, a opressão e a exploração social.
metonímia, substituindo os indivíduos e suas classes sociais por nomes que apresentam entre si ideias contraditórias.
FGV-SP 2009
O território
O trem de ferro partia cedo, acordando Ilhéus, os trilhos na terra esbranquiçada do mar.
Rompia léguas, a máquina fervendo, as vilas e arruados ficando atrás. Internava-se pouco a pouco na mata, fumaça e pó nos vagões, seu apito gritando nos campos. Os cacaueiros escuros, casas em solidão, bolsões de capim alto. Ele passava, homens a sua carga, a selva ainda como nascera, virgem e sem caminhos. Estacava na ponta dos trilhos, o rio ali se alargava, os grapiúnas* esperavam. A última estação, um arruado de casas pobres, casebres arruinados, cor-de-chumbo a terra. Sequeiro, lugar de guerras, muito sangue no chão, as balas dos rifles nas paredes, cheiro de cacau no calor pesado.
— Aqui começa o território – o menino sabia.
............................................................................................
Grande e selvagem o território. Viajar, percorrendo-o nos vales e nos flancos da selva, era conhecer lajedos fechando as passagens e deter-se para vê-lo melhor. Sua aspereza, a força, seus viventes. Ninguém fraco em suas fronteiras, nem mesmo os pássaros, muito menos os homens. A pólvora na aguardente uma bebida, o domador tão selvagem quanto o cavalo, o gavião se fazia rei porque matava. Era assim o território.
Adonias Filho, Léguas da promissão. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
*grapiúna: nome dado pelos sertanejos aos habitantes do litoral.
Um dos principais recursos utilizados pelo autor para descrever o espaço em que se dá a ação é o uso reiterado de:
adjetivos antepostos.
orações subordinadas.
frases nominais.
advérbios de lugar.
verbos no presente.
ENEM 2013
A tirinha denota a postura assumida por seu produtor frente ao uso social da tecnologia para fins de interação e de informação. Tal posicionamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude
crítica, expressa pelas ironias.
resignada, expressa pelas enumerações.
indignada, expressa pelos discursos diretos.
agressiva, expressa pela contra-argumentação.
alienada, expressa pela negação da realidade.
ENEM 2013
Jogar limpo
Argumentar não é ganhar uma discussão a qualquer preço. Convencer alguém de algo é, antes de tudo, uma alternativa à prática de ganhar uma questão no grito ou na violência física — ou não física. Não física, dois pontos. Um político que mente descaradamente pode cativar eleitores. Uma publicidade que joga baixo pode constranger multidões a consumir um produto danoso ao ambiente. Há manipulações psicológicas não só na religião. E é comum pessoas agirem emocionalmente, porque vítimas de ardilosa — e cangoteira — sedução. Embora a eficácia a todo preço não seja argumentar, tampouco se trata de admitir só verdades científicas — formar opinião apenas depois de ver a demonstração e as evidências, como a ciência faz. Argumentar é matéria da vida cotidiana, uma forma de retórica, mas é um raciocínio que tenta convencer sem se tornar mero cálculo manipulativo, e pode ser rigoroso sem ser científico.
Língua Portuguesa, São Paulo, ano 5, n. 66, abr. 2011 (adaptado).
No fragmento, opta-se por uma construção linguística bastante diferente em relação aos padrões normalmente empregados na escrita. Trata-se da frase “Não física, dois pontos”. Nesse contexto, a escolha por se representar por extenso o sinal de pontuação que deveria ser utilizado
enfatiza a metáfora de que o autor se vale para desenvolver seu ponto de vista sobre a arte de argumentar.
diz respeito a um recurso de metalinguagem, evidenciando as relações e as estruturas presentes no enunciado.
é um recurso estilístico que promove satisfatoriamente a sequenciação de ideias, introduzindo apostos exemplificativos.
ilustra a flexibilidade na estruturação do gênero textual, a qual se concretiza no emprego da linguagem conotativa.
prejudica a sequência do texto, provocando estranheza no leitor ao não desenvolver explicitamente o raciocínio a partir de argumentos.
UNAMA 2011
VOLUNTÁRIO
A velha tapuia Rosa já não podia cuidar da pequena lavoura que lhe deixara o marido. Vivia só com o filho, que passava os dias na pesca do pirarucu e do peixe-boi, vendido no porto de Alenquer e de que tiravam ambos o sustento, pois o cacau mal chegava para a roupa e para o tabaco. (...) Pedro era, em 1865, um rapagão de dezenove anos, desempenado e forte. Tinha olhos pequenos, tais quais os do pai, com a diferença de que eram vivos, e de uma negrura de pasmar. A face era cor de cobre, as feições achatadas e grosseiras, de caboclo legítimo, mas com um cunho de bondade e de candura, que atraía o coração de quantos lhe punham a vista em cima. (...) Ninguém o podia dizer, mas é certo que até o princípio do ano de 1865, correram tranquilos os dias no cacoal do velho Rosa. Pedro labutava em paz, apesar das desgraças do tempo, ouvidas aos domingos, depois da missa, no adro da matriz. E quando lhe perguntavam se não receava o “recrutamento” dizia, com a candura habitual, que nunca fizera mal a ninguém, e era filho único de mulher viúva. Quem tomaria conta da pobre velhinha? (...) Ela contou-me a sua história, interrompendo-se a miúdo para limpar na manga do vestido as lágrimas que lhe corriam (...)
(...) Ainda há bem pouco tempo, vagava pela cidade de Santarém uma pobre tapuia doida. A maior parte do dia passava-o a percorrer a praia, com o olhar perdido no horizonte, contando com voz trêmula e desenxabida a quadrinha popular:
Meu anel de diamantes caiu n’água e foi ao fundo: os peixinhos me disseram: viva Dom Pedro Segundo.
(Inglês de Souza, "Voluntário". In:Contos Amazônicos).
No conto "Voluntário", do qual foram tirados os fragmentos acima, Inglês de Souza faz uso da linguagem narrativa. Entretanto, isso não significa que todas as partes de um conto sejam narrativas, uma vez que gêneros com linguagem especificamente narrativa são raros. De modo geral, o que se tem é uma mistura de linguagens num mesmo texto, embora exista a predominância de uma delas.
Com base nesse pensamento, avalie as passagens presentes nas alternativas a seguir e indique a que se caracteriza mais como descritiva:
A velha tapuia Rosa já não podia cuidar da pequena lavoura que lhe deixara o marido.
Tinha olhos pequenos, tais quais os do pai, com a diferença de que eram vivos, e de uma negrura de pasmar.
Ela contou-me a sua história, interrompendo-se a miúdo para limpar na manga do vestido as lágrimas que lhe corriam.
Meu anel de diamantes caiu n’água e foi ao fundo: os peixinhos me disseram: viva Dom Pedro Segundo.
A QUESTÃO É COMEÇAR
Coçar e comer é só começar. Conversar e escrever também. Na fala, antes de iniciar, mesmo numa livre conversação, é necessário quebrar o gelo. Em nossa civilização apressada, o “bom dia”, o “boa tarde, como vai?” já não funcionam para engatar conversa. Qualquer assunto servindo, fala-se do tempo ou de futebol. No escrever também poderia ser assim, e deveria haver para a escrita algo como conversa vadia, com que se divaga até encontrar assunto para um discurso encadeado. Mas, à diferença da conversa falada, nos ensinaram a escrever e na lamentável forma mecânica que supunha texto prévio, mensagem já elaborada. Escrevia-se o que antes se pensara. Agora entendo o contrário: escrever para pensar, uma outra forma de conversar.
Assim fomos “alfabetizados”, em obediência a certos rituais. Fomos induzidos a, desde o início, escrever bonito e certo. Era preciso ter um começo, um desenvolvimento e um fim predeterminados. Isso estragava, porque bitolava, o começo e todo o resto. Tentaremos agora (quem? eu e você, leitor) conversando entender como necessitamos nos reeducar para fazer do escrever um ato inaugural; não apenas transcrição do que tínhamos em mente, do que já foi pensado ou dito, mas inauguração do próprio pensar. “Pare aí”, me diz você. “O escrevente escreve antes, o leitor lê depois.” “Não!”, lhe respondo, “Não consigo escrever sem pensar em você por perto, espiando o que escrevo. Não me deixe falando sozinho.”
Pois é; escrever é isso aí: iniciar uma conversa com interlocutores invisíveis, imprevisíveis, virtuais apenas, sequer imaginados de carne e ossos, mas sempre ativamente presentes. Depois é espichar conversas e novos interlocutores surgem, entram na roda, puxam assuntos. Termina-se sabe Deus onde.
(MARQUES, M.O. Escrever é Preciso, Ijuí, Ed. UNIJUÍ, 1997, p. 13).
Observe a seguinte afirmação feita pelo autor: “Em nossa civilização apressada, o “bom dia”, o “boa tarde” já não funcionam para engatar conversa. Qualquer assunto servindo, fala-se do tempo ou de futebol.” Ela faz referência à função da linguagem cuja meta é “quebrar o gelo”. Indique a alternativa que explicita essa função.
Função emotiva
Função referencial
Função fática
Função conativa
Função poética
Os índios descobertos pelo Google Earth
Duas aldeias de índios que vivem isolados foram fotografados pela primeira vez, na fronteira entre o Peru e o Acre. O sertanista José Carlos Meirelles, da Funai, havia encontrado ainda em terra vestígios de duas etnias desconhecidas e dos nômades maskos. Rielli Franciscato, outra sertanista da Funai, localizou as coordenadas exatas das malocas pelo Google Earth, programa que fornece mapas por satélite. Meirelles, que procurava os povos havia 20 anos, sobrevoou a área e avistou os roçados e as ocas. O avião assustou a tribo, que nunca teve contato com homem branco. As mulheres e as crianças correram, e os homens tentaram flechar o avião. A exploração de madeira no lado peruano pode ter estimulado a migração das etnias para o território brasileiro.
No texto, encontra-se como função da linguagem predominante a
fática
metalinguística
referencial
poética
emotiva
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 (fragmento).
Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da linguagem, com o predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da crônica Desabafo, a função da linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois
o discurso do enunciador tem como foco o próprio código.
a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito
o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem.
o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais.
o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.
