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WorksheetsHeterónimos Pessoanos
Total questions: 20
Worksheet time: 20mins
Bernardo Soares é um semi-heterónimo, porque
não difere em praticamente nada da personalidade de Pessoa.
a sua obra apresenta alguns aspetos semelhantes à do Ortónimo.
a sua personalidade não foi bem definida por Pessoa.
Alberto Caeiro, o Mestre de Fernando Pessoa, é
o heterónimo com mais capacidade de intelectualização.
é o poeta da Natureza com tendências neopagãs.
é o poeta da Natureza com tendências classicistas.
Caeiro apresenta-se como
um mero guardador de rebanhos, que vê de forma objetiva e natural a realidade circundante.
um grande defensor da Natureza e da sua preservação, valorizando os sentidos.
um mero guardador de rebanhos, que contesta a importância da poesia
Alberto Caeiro utiliza uma linguagem
simples, coloquial, visível no vocabulário erudito e nas construções frásicas complexas.
simples, com bastantes incorreções ortográficas e sintáticas, com ausência de rima.
simples, coloquial, com um vocabulário concreto e predomínio da coordenação.
Alberto Caeiro é um poeta sensacionista,
que privilegia o olhar e a intelectualização das emoções.
porque privilegia aquilo que capta pelas sensações, valorizando a visual.
porque valoriza as sensações, que lhe permitem interpretar a Natureza.
Alberto Caeiro vive no presente,
uma vez que o passado se torna demasiado doloroso, o que é descrito no poema "O Guardador de Rebanhos".
recusando o passado, mas mantendo-se ansioso no que diz respeito ao futuro, daí que recorra sobretudo ao modo indicativo nas construções verbais.
recusando o passado e o futuro, recorrendo, por isso, a nível estilístico, a aforismos, ao presente do indicativo e ao imperativo.
Os versos “Eu não tenho filosofia, tenho sentidos” e “Pensar é não compreender”
confirmam o primado dos sentidos e o seu caráter antimetafísico.
confirmam a recusa do pensamento e a defesa de uma atitude de indiferença perante as adversidades.
confirmam a defesa do sensacionismo e a importância da observação subjetiva da realidade.
Ricardo Reis evidencia na sua poesia
um neoclassicismo, ou seja, um revivalismo da cultura da Antiguidade Clássica.
um neoclassicismo que pretende utilizar a cultura da Antiguidade Clássica para atingir um estado de alegria suprema.
muitas influências de autores da Antiguidade Clássica, mas também de autores portugueses do século XIX.
O Epicurismo defendia
a procura de uma felicidade suprema, evitando as sensações que causassem sofrimento.
a procura de um estado de felicidade, baseada em memórias de serenidade, ou seja, a ataraxia.
a procura da felicidade e do prazer moderados, com ausência de inquietações e indiferença perante as emoções excessivas.
O Estoicismo implica
a aceitação das leis do Destino implacável, a aceitação do sofrimento e o cultivo de uma forte autodisciplina.
a aceitação de tudo o que o momento presente nos proporciona, ou seja, o "Carpe Diem".
a aceitação do Destino e de todo o sofrimento que possa implicar, recusando a intelectualização dos sentimentos.
Ricardo Reis defende
que devemos ignorar a morte, para que possamos ser felizes, sem sofrimento.
que devemos aceitar a morte com serenidade, dada a sua inevitabilidade.
que devemos encarar a morte no momento presente, comparando-a com um rio que acaba por desaguar no mar.
Na poesia de Ricardo Reis, verificamos a presença de
uma linguagem culta, erudita, com algumas influências dos movimentos de vanguarda na sintaxe.
uma linguagem culta, erudita, com predomínio da coordenação e influência da sintaxe latina.
uma linguagem culta, erudita, da regularidade estrófica, bem como da influência da sintaxe latina.
Na poesia de Ricardo Reis, o rio que corre e o barqueiro sombrio
sugerem, respetivamente, a transitoriedade da vida e a inexorabilidade da morte.
representam, respetivamente, a morte que está acima dos deuses e a importância da mitologia clássica.
evidenciam a efemeridade da vida e a necessidade de se temer a morte.
Ricardo Reis assume frequentemente
um tom didático e moralista, recorrendo ao uso do imperativo e do conjuntivo com valor exortativo.
um tom didático e condenatório, recorrendo ao uso do imperativo e do condicional.
um tom moralista, dirigindo-se sobretudo a Lídia, que repreende de forma assertiva.
Álvaro de Campos é
o único heterónimo com tendências futuristas.
o heterónimo que nos apresenta duas fases distintas na sua poesia.
o heterónimo futurista, mas com influências clássicas na terceira fase da sua poesia.
Em alguns poemas de Álvaro de Campos, vemos
uma postura provocatória e transgressora da moral, com o propósito de evidenciar a intelectualização das emoções.
uma postura provocatória e transgressora, com o propósito de escandalizar a civilização moderna, industrial e tecnológica que celebra.
uma postura provocatória, mas moralista, que elogia a civilização moderna, industrial e tecnológica celebrada.
O Futurismo caracteriza-se
pelo elogio do cosmopolitismo, pela exaltação eufórica da máquina, da força, da velocidade e pela necessidade de se preparar o futuro.
pela exaltação das capacidades do Homem e de todas as inovações que permitem a produção poética.
pela exaltação da energia, da velocidade e da força de todas as dinâmicas até ao paroxismo.
Há poemas de Álvaro de Campos em que
está patente a angústia existencial, a solidão, a abulia, o cansaço e a morbidez.
verificamos a evocação de um passado de mágoa, que angustia o sujeito poético.
é percetível a introspeção, o pessimismo e a procura da ataraxia, devido à "dor de pensar".
Na poesia de Álvaro de Campos, verificamos
a influência clássica e temas como a "dor de pensar".
a influência do sensacionismo e temas como a aceitação do Destino inexorável.
a presença de temas como a "dor de pensar" e a "nostalgia da infância".
Na terceira fase da poesia de Campos,
a "Fase Intimista", há uma grande proximidade com a produção poética do Ortónimo.
a "Fase Decadentista", há uma grande proximidade com a produção poética do Ortónimo.
a "Fase Sensacionista", há uma grande proximidade com a produção poética do Ortónimo.
