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WorksheetsTeste - Texto Não Literário
Total questions: 40
Worksheet time: 2hrs 44mins
Uma carta de apresentação deve ser:
extenso, informal e apresentar elementos como a identificação do candidato, a função a que se candidata e as habilitações específicas para a função.
breve, formal e apresentar elementos como a identificação do candidato, a função a que se candidata e as habilitações específicas para a função.
extenso, formal e apresentar elementos como a identificação do candidato, a função a que se candidata e as habilitações específicas para a função.
breve, informal e apresentar elementos como a identificação do candidato, a função a que se candidata e as habilitações específicas para a função.
Uma reportagem é um género textual que apresenta a seguinte estrutura:
título, lead e corpo da reportagem (com destaques dos produtos a publicitar).
título, slogan e corpo da reportagem (com recurso a fotografias, declarações de pessoas…).
título, lead e corpo da reportagem ( com recurso a fotografias, declarações de pessoas…).
título, slogan e corpo da reportagem (com destaques dos produtos a publicitar).
Um comentário é um género textual que tem como finalidade:
apresentar uma reação pessoal (favorável ou não) a um determinado tema/assunto.
narrar um conjunto limitado de acontecimentos passados que são filtrados pela memória.
expressar um ponto de vista sobre um assunto público ou pessoal, apresentando razões, provas e exemplos.
expor reflexões de conversas que o autor teve ao longo da vida, apresentando documentos, cartas e outros documentos.
Um texto de opinião é um género textual que tem como finalidade:
narrar um conjunto limitado de acontecimentos passados que são filtrados pela memória do autor.
expressar um ponto de vista sobre um assunto público ou pessoal, apresentando razões, provas e exemplos.
apresentar o percurso de vida de uma determinada pessoa, com base na sua experiência de vida.
expor reflexões de conversas que o autor teve ao longo da vida, apresentando documentos, cartas e outros documentos.
A família de Anne Frank viveu escondida durante a)____________ anos até ser descoberta pela polícia. À exceção do pai de Anne Frank, todos morreram em b) _______________. Ao tomar conhecimento c) ________________ que Anne Frank escrevera, o pai, d) ____________________, autorizou a sua publicação.
a) dois; b) campos de concentração; c) do diário; d) Otto Frank.
a) doze; b) campos de batalha; c) do diário; d) Otto Frank.
a) quatro; b) campos de concentração; c) das cartas; d) Otto Frank.
a) dois; b) campos de batalha; c) do jornal; d) Van Frank.
Anne Frank nasceu na a) _________________ em 1929. Quando b) ___________________ chegou ao poder em 1933, começaram as perseguições aos c) __________________ e a família muda-se para d) ______________. Contudo, o exército alemão invade esse país e, em 1942, a família teve de se esconder.
a) Holanda; b) Hitler; c) judeus; d) Polónia.
a) Alemanha; b) Hitler; c) judeus; d) Polónia.
a) Alemanha; b) Mussolini; c) ciganos; d) Holanda.
a) Alemanha; b) Hitler; c) judeus; d) Holanda.
Identifica a única opção em que a transcrição de "O diário de Anne Frank" não apresenta sentimentos e emoções.
"Já alguma vez ouviste o termo reféns?"
"Hoje tenho apenas novidades tristes e deprimentes para te contar."
"É a coisa mais terrível que podes imaginar."
"Sinto-me terrivelmente. E Miep também está perturbada."
O texto expositivo é um género textual com um caráter __________________ e tem como finalidade _______________ sobre um tema, e/ou expor ideias, conceitos, sem quaisquer juízos de valor. A sua linguagem é __________________, com predomínio da frase __________________ e de verbos conjugados no presente do indicativo, na 3ª pessoa gramatical.
objetivo/ informar/ parcial e vaga/ declarativa
objetivo/ informar/ imparcial e rigorosa/ declarativa
subjetivo/ convencer/ imparcial e rigorosa/ imperativa
objetivo/ formar/ parcial e literária/ exclamativa
A entrevista consiste num texto que apresenta a conversa entre duas ou mais pessoas, que exige uma preparação prévia por parte do ________________. Por conseguinte, este deve ter em conta o tema da conversa e recolher informações sobre o _________________, para preparar ______________. Este deve apresentar ________________ claras, objetivas, pertinentes e adequadas à personalidade, ao nível sociocultural e à fixa etária do entrevistado.
entrevistado/ entrevistador/ o guião de entrevista/ pergunta
entrevistador/ entrevistado/ o guião da entrevista/ perguntas
entrevistador/ entrevistado/ o guião da notícia/ perguntas
entrevistador/ jornalista/ o guião da entrevista/ respostas
A biografia consiste num _______________ no qual se dá a conhecer, por escrito, factos relevantes sobre ____________, pelo que requer a pesquisa e recolha de informações, em suporte de papel (livros, revistas) ou digital (sites n internet). O texto biográfico é redigido na ______________, numa linguagem _________________.
texto narrativo/ a vida de alguém/ 3ª pessoa gramatical/ clara e objetiva.
texto narrativo/ um facto/ 1ª pessoa gramatical/ clara e objetiva.
texto dramático/ a vida de alguém/ 3ª pessoa gramatical/ clara e objetiva.
texto poético/ a vida de alguém/ 1ª pessoa gramatical/ subjetiva
No texto de opinião, o autor apresenta _________________ relativamente a um tema, uma situação ou uma afirmação, procurando __________________ o leitor da pertinência da posição adotada.
um facto/ informar
uma exposição/ convencer
o seu ponto de vista/ informar
o seu ponto de vista/ convencer
Um anúncio publicitário é um género textual que contempla alguns aspetos, tais como:
organização cronológica dos dados, atividades em que determinada pessoa se destacou, características da sua personalidade.
argumentos e exemplos que defendam uma opinião.
uma sinopse e uma avaliação, qualitativa, dos aspetos mais ou menos positivos da obra/objeto em análise.
um slogan, uma imagem apelativa e um texto argumentativo para persuadir.
Uma crítica é um género textual que contempla alguns aspetos, tais como:
organização cronológica dos dados, atividades em que determinada pessoa se destacou, características da sua personalidade.
um slogan, uma imagem apelativa e um texto argumentativo para persuadir.
argumentos e exemplos que defendam uma opinião.
uma sinopse e uma avaliação, qualitativa e/ou quantitativa, dos aspetos mais ou menos positivos da obra/objeto em análise.
Seleciona a opção que corresponde à imagem apresentada.
Roteiro.
Entrevista.
Notícia.
Texto publicitário.
Seleciona a opção que corresponde ao excerto abaixo apresentado.
Miguel Magalhães: «A Gulbenkian-Paris é hoje uma instituição internacional e não apenas portuguesa»
Miguel Magalhães (n. Porto, 1975), com formação em Direito e especialização em gestão cultural, é desde o início do ano o novo diretor da delegação em França da Fundação Calouste Gulbenkian.
E Paris era um objetivo seu?
Confesso que o meu sonho não era Paris. Eu estudei em Londres, e esta era sempre uma cidade mais apetecível para mim. Mas aconteceu ser Paris.
www.publico.pt, consultado a 1/07/2017 (texto adaptado com supressões)
Texto publicitário.
Entrevista.
Notícia.
Roteiro.
Seleciona a opção que corresponde à parte destacada a rosa na notícia abaixo apresentada.
MANUEL ALEGRE VENCE O PRÉMIO CAMÕES 2017
O escritor português foi esta sexta-feira anunciado como vencedor do Prémio Camões 2017, depois da reunião do júri na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
O escritor português Manuel Alegre é o vencedor do Prémio Camões 2017, foi anunciado hoje na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, após reunião do júri.
«Como poeta, começou a destacar-se nas coletâneas Poemas Livre (1963-1965). Mas o grande reconhecimento nasce com os seus dois volumes de poemas, «Praça da Canção» (1965) e «O Canto e as Armas» (1967)(…)».
www.visao.sapo.pt, consultado a 17/6/2017 (texto adaptado com supressões)
Título.
Lead.
Corpo da notícia.
Subtítulo.
O roteiro é um texto
que conta uma aventura num determinado local.
que pretende dar a conhecer um produto.
que apresenta a opinião pessoal de alguém.
que dá indicações sobre um percurso a realizar.
Uma autobiografia é um género textual que contempla alguns aspetos, tais como:
caráter reflexivo de dados cronológicos baseados em atividades em que determinada pessoa se destacou, apresentados por um jornalista.
caráter narrativo em que o autor narra a história da sua vida, relatando as suas experiências pessoais em vários domínios
caráter narrativo em que o autor apresenta um conjunto limitado de acontecimentos passados que são filtrados pela sua memória.
caráter expositivo em que o autor expõe apenas reflexões de conversas que teve ao longo da vida.
Um texto de memórias é um género textual que apresenta características como:
narrativa e relato, de forma regular e assídua, de emoções, experiências vividas e/ou presenciadas.
caráter reflexivo de dados cronológicos baseados em atividades em que determinada pessoa se destacou, apresentados por um jornalista.
narrativa de cariz autobiográfico em que o autor apresenta um conjunto de acontecimentos passados que são filtrados pela sua memória.
narrativa em que o autor narra a história da sua vida, relatando as suas experiências pessoais em vários domínios de acordo com a sua memória dos acontecimentos.
Um diário é um género textual que contempla alguns aspetos, tais como:
caráter narrativo, com relato, de forma regular e assídua, de emoções, experiências vividas e/ou presenciadas.
uma avaliação, qualitativa e/ou quantitativa, dos aspetos mais ou menos positivos de experiências observadas em personalidades importantes da vida social.
caráter reflexivo de dados cronológicos baseados em atividades em que determinada pessoa se destacou, apresentados por um jornalista.
caráter narrativo em que o autor narra a história da sua vida, relatando as suas experiências pessoais em vários domínios.
Uma reportagem é um género textual:
de caráter informativo, que tem por base um acontecimento atual e de interesse geral.
de caráter informativo, que tem por base um acontecimento de interesse particular.
de caráter reflexivo, que tem por base um acontecimento atual e de interesse geral.
de caráter narrativo, que tem por base um acontecimento atual e de interesse geral.
Lê o texto:
Cadernos de Lanzarote
Na Feira aparece uma pessoa a comprar todos os meus livros. Põe-nos todos diante de mim para que os autografe, os grossos e os finos, os caros e os baratos, trinta e tal contos de papel, conforme vim a saber depois, e o que me desconcerta é que o homem não é um convertido recente ao "saramaguismo", um adepto de fresca data, um neófito disposto às mais loucas ousadias, pelo contrário, fala do que de mim leu com à-vontade e discernimento. Resolvo-me a perguntar-lhe a razão da ruinosa compra, e ele responde simplesmente, com um sorriso onde aflorou uma rápida amargura: "Tinha-os todos, mas ficaram na outra casa." Compreendi. E depois de ele se ir embora, ajoujado sob a carga, pus-me a pensar na importância dos divórcios na multiplicação das bibliotecas.
SARAMAGO, José, Cadernos de Lanzarote, Editorial Caminho, 1994, pp.54–55.
Seleciona a(s) opção(ões) correta(s).
Que aspetos nos permitem concluir que Cadernos de Lanzarote é uma autobiografia?
Ao longo do texto é utilizada a 3.ª pessoa do singular.
São visíveis marcas de discurso pessoal e subjetivo.
É partilhada uma visão particular/pessoal da realidade.
Evidencia aspetos importantes da vida de Saramago.
Lê o texto:
Notícia "Portugal"
Há aqui jovens que nem sabem o que são
Nasceram em Portugal, mas não são reconhecidos como portugueses
O risco de distúrbios graves como em França não há, mas há condições para que aconteçam. As palavras são diretas, sem rodeios, proferidas por uma mulher que vive na Cova da Moura há 29 anos, tantos como os de vida. Tornou-se conhecida por ser vice-presidente da associação Moinho da Juventude, mas a enorme mais-valia de Anabela Rodrigues reside no facto de lidar diariamente com aquilo que nos simpósios e nos relatórios dá pelo nome de atividade grupal. Ela, pelo contrário, chama o fenómeno pelo nome, gangues, sem medo de palavras como tráfico e violência, mas também apontando razões: Há aqui jovens que nem sabem o que são. Nasceram em Portugal, mas não são reconhecidos como portugueses, porque são filhos de imigrantes. É como se não tivessem esperança. Mas olhe que não é só na Cova da Moura, é por todo o lado, onde haja imigração africana. E salienta a atenção com que muitos jovens seguiram os acontecimentos em França. Não é preciso ser-se especialista para se perceber as tendências e as conversas. Ouve-se sem se acreditar, mas os exemplos reais de quem não tem identidade, de quem não sabe o que é, surgem da sua boca, não um ou dois mas muitos, um resultado de leis confusas, indefinição de políticas de integração de imigrantes, um desleixo de quem não sabe e também um fechar de olhos de quem sabe: Não sabia que isto é assim? Mas olhe que é. As frases são interrompidas com frequência, alterando o discurso para crioulo, imigrantes que sucessivamente lhe entram pelo gabinete a pedir ajuda para as mais pequenas coisas. O palavreado étnico não disfarça, no entanto, o quase analfabetismo face à linguagem técnica da burocracia estatal: Assina aqui, não, não, tens que escrever é aqui - os papéis brancos manuseados por mãos negras. Estes são os recém-chegados, os outros são os que chegaram nos anos 70 e 80, mão-de-obra para a construção civil, a trabalhar anos a fio sem horas, sem ligar ao facto de que à volta o mundo mudava. "Os filhos e os netos já não vão nisso e já não querem a construção civil, querem progredir, querem algo mais", refere, mas o "algo mais embate nas barreiras da nacionalidade: Se querem ir para as Forças Armadas não podem, se querem ir para a Função Pública não podem, frequentar um simples curso de formação profissional é complicado. Acabam por ser nada, oficialmente são cabo-verdianos, angolanos, guineenses, cidadãos de um país que nunca viram e rejeitados pelo país onde nasceram.
Porque é que não posso ser portuguesa?
Sabe onde nasci? Em Portugal. Sabe qual é a minha nacionalidade? Sou portuguesa. Sabe há quanto tempo? Há um ano. Sabe que idade tenho? 22 anos. As frases saem em catadupa e a mão direita agita o bilhete de identidade numa proximidade perigosa com a cara do jornalista. Maria Gomes Furtado, de alcunha Zuka, nota o embaraço e sorri triunfante, sente que o ataque surtiu efeito, uma espécie de bofetada só que com luva negra. Está sentada frente a um computador, numa das aulas de formação organizadas pela associação Moinho da Juventude, rodeada por outros jovens, tentativas de fazer evitar o pior. Uma delas, mais tímida, sente finalmente coragem para aproximar a conversa. Faz parte do grupo referido por Anabela Rodrigues, tem por nome Carla Cristina e uma vontade imensa de ir para a Força Aérea, mas não pode porque é cabo-verdiana, embora tenha nascido em Portugal há 20 anos. É um daqueles casos de quem não sabe o que é, sabe isso sim, que gostava de servir nas Foças Armadas portuguesas e não percebe porque não poder ser portuguesa: Consegue explicar-me porquê? Eu não consigo. O senhor e o seu colega não são portugueses? Então porque é que eu não posso? Não nasci cá?
Carlos Varela, In Jornal de Notícias, 13 de Novembro de 2005. (texto com supressões)
Lê a reportagem e seleciona o tema da mesma.
As condições de vida na Cova da Moura.
A violência urbana.
A nacionalização de imigrantes.
As organizações de ação social.
Lê o texto:
Entrevista aos Da Weasel
Carlos Vaz Marques – De volta à conversa com dois dos fundadores dos Da Weasel, Jay e Pacman, os irmãos Nobre. Quem é que pôs o nome à banda?
Pacman – Eh eh…
CVM – Pacman?
Pacman – Foi o Jay.
CVM – Foi o Jay. Acertei ao lado. E como é que nasceu a "doninha"? Weasel quer dizer "doninha", em Inglês.
Jay – Exatamente, exatamente.
CVM – E doninha, porquê?
Jay – Para já, na altura havia uma banda que se chamava "Third Base", um grupo de hip‑hop norte‑americano e que tinha uma canção com este nome "Pop up goes the weasel"; e depois pareceu‑nos um nome muito interessante para o conceito que tínhamos enquanto banda, de tocar em assuntos se calhar um bocado malcheirosos, etc.
CVM – A doninha fedorenta mesmo.
Jay – (risos) E então pareceu‑nos um conceito ideal para a banda, um nome ideal…
CVM – Pareceu‑lhe…
Jay – Exato.
CVM – Porque disse "pareceu‑nos". Houve discussão? Foi assim aceite?
Pacman – Foi, foi.
CVM – Imediatamente?
Jay – Apresentei o nome e ficou logo. Porque na altura também cantávamos em Inglês e então fazia sentido.
CVM – Hoje…
Jay – Continua a fazer sentido.
CVM – Continua a fazer sentido, mas chamar‑se‑iam "os doninhas".
Jay – Talvez… (risos)
Entrevista dada pelos Da Weasel ao programa "Pessoal e Transmissível" da TSF de dia 14 de fevereiro de 2005 [texto com supressões].
Seleciona o tema da entrevista em anexo.
A origem do nome da banda Da Weasel.
A origem da banda Da Weasel.
Os interesses da banda Da Weasel.
A formação da banda Da Weasel.
Lê o texto:
Modo de Amar
No México diziam-me que Gabriel García Márquez era amor, uma espécie de graça divina concedida à sociedade aflita do país. Diziam-me assim, que era como água boa deitada sobre uma terra a arder. Gabo, nascido na Colômbia, viveu no México como alguém que escolhe com quem casar. Uma moça nova em Xalapa jurava que Gabo era noivo e amante de todos os mexicanos, homens e crianças incluídos. Uma obscenidade benigna. [...]
Sempre soube que gostamos mais de quem lê o que lemos nós. Gostar muito do mesmo livro, ou do mesmo autor, é uma intimidade que, se não ocorrer por uma natureza favorável, talvez se construa apenas com muitos anos. Talvez, sublinho, mas não é nada certo. Eu respondi que o Gabriel García Márquez andava há muito a fazer casais perfeitos, porque é tão fácil gostar de alguém que goste dos seus livros e tão difícil não gostar dos seus livros. Só quem não leu pode estar ausente dessa forma de encontrar quem se ama.
[...]
Os livros de García Márquez abriram o mundo para outra fase. Levaram-nos a todos de viagem, mesmo os que não se aperceberam disso. Porque transformaram muito do que esperamos da literatura e muito do que esperamos do jornalismo. Depois dele, há uma atenção à pessoalidade do discurso, uma certa autoria assumida que propende para a honesta interferência do ponto de vista. Gosto que seja assim. Que os livros escolham modos de ver e de ser. Que sejam únicos, fantasia adentro. O que pode e o que não pode fica completamente abalado. A literatura pode tudo porque é efetivamente como se comportam as pessoas e as histórias todas do mundo. Deitam mão do que lhes aprouver.
[...]
Os livros de Gabriel García Márquez são como conversas de vizinhos. Essas intensas rodas de intimidade onde se descortina tudo, onde se sabe tudo, dito com ciência ou fantasia, como todas as verdades são feitas.
Por isso nos identificamos tanto. Porque nos conferem entrada nessa roda de vizinhança como se fôssemos chegados, admitidos onde estão os que verdadeiramente conhecem as personagens implicadas. Os livros de García Márquez fazem-nos sentir habitantes do mesmo prédio, da mesma rua. [...]
MÃE, Valter Hugo – "Modo de Amar" [online]. Visão, 2014. [consult. 05.ago.2020]. Disponível em visao.sapo.pt/jornaldeletras
Seleciona a opção correta.
Este texto permite concluir que Valter Hugo Mãe...
é vizinho de Gabriel García Márquez.
admira e gosta da literatura de García Márquez.
considera o escritor mexicano uma espécie de graça divina.
sempre soube que gostamos mais de quem lê o que nós não lemos.
Seleciona a função sintática correta.
O meu primo mora em Londres.
Complemento direto
Complemento oblíquo
Modificador do Grupo Verbal
Modificador de frase
Seleciona a função sintática.
O público está silencioso.
Complemento direto
Complemento oblíquo
Complemento indireto
Predicativo do sujeito
Seleciona a função sintática.
Ó meninos, calem-se, por favor.
Predicativo do sujeito
Sujeito
Vocativo
Complemento direto
Seleciona a função sintática.
O livro é fantástico, li-o num instante.
Sujeito
Complemento indireto
Complemento direto
Vocativo
Seleciona a função sintática.
A professora explicou-lhe o novo programa.
Complemento oblíquo
Vocativo
Complemento Indireto
Modificador do Grupo Verbal
«Ontem, nevou muito em Paris.»
O sujeito desta frase é
Nulo subentendido.
Nulo indeterminado.
Nulo expletivo.
Sujeito simples
«Infelizmente, ele não cumpriu o prometido.»
A palavra sublinhada desempenha a função sintática de
Vocativo.
Modificador de frase.
Complemento indireto.
Sujeito
Indique a frase que contém um sujeito nulo subentendido.
Dizem que sou o melhor a marcar livres.
Voltaste a acertar no poste.
Trovejava muito durante o jogo.
O árbitro e o árbitro auxiliar precisam de óculos.
Verifica qual das hipóteses corresponde à análise sintática da seguinte frase: A aldeia era triste, a população vivia mal e continuava pobre.
Predicado + Sujeito + Sujeito + Predicativo do Sujeito + Modificador
Sujeito + Predicado + Sujeito + Modificador + Predicativo do Sujeito
Sujeito + Predicado + Complemento Indireto + Modificador + Predicado
Assinala todas as frases com verbos copulativos, ou seja, com Predicativo do Sujeito.
Aquelas miúdas do 7ºJ puseram as mochilas no chão sujo.
Estás contente com a mudança de país, Sílvia?
Tu pareces feliz, Margarida!
A Diana permaneceu calada.
Indica a subclasse dos adjetivos sublinhados:
" A Catarina estava cansada, mas muito feliz por ter ficado em terceiro lugar na corrida de obstáculos."
Adjetivos numerais
Adjetivos qualificativos
Identifica a subclasse a que pertence o adjetivo destacado na frase.
Li uma notícia extraordinária.
Numeral
Qualificativo
Relacional
Identifica a subclasse a que pertence o adjetivo destacado na frase.
É a minha primeira viagem a Espanha.
Qualificativo
Numeral
Relacional
Identifica a subclasse a que pertence o adjetivo destacado na frase.
O trabalhador prefere os turnos diurnos.
Numeral
Relacional
Qualificativo
Identifica a subclasse a que pertence o adjetivo destacado na frase.
Este jornal tem uma periodicidade semanal.
Qualificativo
Numeral
Relacional
