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AVALIAÇÃO PARCIAL DE PORTUGUÊS - 7 ANO

Total questions: 20

Worksheet time: 5hrs 0mins

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1.

Era uma vez, um velho tecelão, que tentava de todas as maneiras ensinar o ofício ao seu filho, Aladim. Mas Aladim não estava interessado. Um dia, o tecelão adoeceu e morreu. Dias depois, um Mercador chegou a procura do pai de Aladim.

- Meu pai está morto. Disse Aladim ao Mercador.

O Mercador chorou diante dos amigos de Aladim.

- E sua mãe, como está? Tenho aqui algumas moedas de ouro para ela! - Disse o Mercador.

O Mercador deu as moedas para a mãe de Aladim e disse:

- Levarei o rapaz e vou fazer dele um grande comerciante.

A mãe, vendo que o homem era bondoso, concordou.

O Mercador levou Aladim até o pé de uma montanha e mostrou-lhe uma caverna.

- Ali existe um tesouro que será seu. Disse o mercador.

- Ache uma velha lâmpada para mim e ficarei satisfeito.

Aladim desceu por uma corda. Lá dentro viu o grande tesouro e ficou maravilhado. Encheu os bolsos com joias e brilhantes, achou a lâmpada do Mercador e voltou. Mas o Mercador já havia retirado a corda.

- Primeiro dê-me a lâmpada! - Disse o Mercador.

- Não! Nada feito! - Disse Aladim.

O Mercador, raivoso, transformou-se em um bruxo e rogou uma praga, trancando Aladim na caverna.

Aladim ficou sozinho no escuro. Sem querer, esfregou a lâmpada e um Gênio apareceu.

- Agora, você é meu amo. Peça o que quiser! Surpreso com o Gênio, disse:

- Quero ir para casa! Num instante, Aladim estava em casa.

Alegre, contou para a sua mãe, que com a ajuda do Gênio fez um banquete para comemorar.

Um dia, Aladim viu passar a filha do Sultão e ficou apaixonado. Foi até o palácio e o ministro do Sultão disse:

- A Princesa merece quarenta baús cheios de joias! Aladim, então, pediu ao Gênio aquela fortuna. Depois entregou tudo ao Sultão, que, admirado por ver tantas joias, aceitou. Casaram-se e foram morar num palácio.

O Bruxo, vendo Aladim rico e casado com uma princesa, quis se vingar. Disfarçou-se de vendedor de lâmpadas e foi até o palácio. Chamou a Princesa e ofereceu a ela lâmpadas novas em troca das velhas.

A Princesa, então, trocou a lâmpada de Aladim. O Bruxo pegou-a e fez o Gênio aparecer. Ordenou que o palácio fosse dele e a Princesa ficasse sua prisioneira. O Gênio obedeceu.

Quando Aladim voltou, viu um portão imenso e guardas que não o deixaram entrar no palácio. Deu a volta no castelo e viu a Princesa na janela. Ela contou o que aconteceu e Aladim disse:

- Hoje, durante o jantar, ponha sonífero no vinho do Bruxo. A Princesa fez isso e o Mercador adormeceu.

Ela pegou a lâmpada, esfregou e depois ordenou ao Gênio:

- Deixe tudo como antes e mande o Bruxo para bem longe, na África.

Muito feliz, Aladim deu uma grande festa no seu castelo. E viveram felizes todos os anos de suas vidas.

(Texto de Cristina Marques e Roberto Belli. Histórias Encantadas. Editora Brasil Leitura.)

 O texto “Aladim” é considerado um:

a)

Conto

b)

Mito

c)

Lenda

d)

Sonho

e)

Notícia

2.

Era uma vez, um velho tecelão, que tentava de todas as maneiras ensinar o ofício ao seu filho, Aladim. Mas Aladim não estava interessado. Um dia, o tecelão adoeceu e morreu. Dias depois, um Mercador chegou a procura do pai de Aladim.

- Meu pai está morto. Disse Aladim ao Mercador.

O Mercador chorou diante dos amigos de Aladim.

- E sua mãe, como está? Tenho aqui algumas moedas de ouro para ela! - Disse o Mercador.

O Mercador deu as moedas para a mãe de Aladim e disse:

- Levarei o rapaz e vou fazer dele um grande comerciante.

A mãe, vendo que o homem era bondoso, concordou.

O Mercador levou Aladim até o pé de uma montanha e mostrou-lhe uma caverna.

- Ali existe um tesouro que será seu. Disse o mercador.

- Ache uma velha lâmpada para mim e ficarei satisfeito.

Aladim desceu por uma corda. Lá dentro viu o grande tesouro e ficou maravilhado. Encheu os bolsos com joias e brilhantes, achou a lâmpada do Mercador e voltou. Mas o Mercador já havia retirado a corda.

- Primeiro dê-me a lâmpada! - Disse o Mercador.

- Não! Nada feito! - Disse Aladim.

O Mercador, raivoso, transformou-se em um bruxo e rogou uma praga, trancando Aladim na caverna.

Aladim ficou sozinho no escuro. Sem querer, esfregou a lâmpada e um Gênio apareceu.

- Agora, você é meu amo. Peça o que quiser! Surpreso com o Gênio, disse:

- Quero ir para casa! Num instante, Aladim estava em casa.

Alegre, contou para a sua mãe, que com a ajuda do Gênio fez um banquete para comemorar.

Um dia, Aladim viu passar a filha do Sultão e ficou apaixonado. Foi até o palácio e o ministro do Sultão disse:

- A Princesa merece quarenta baús cheios de joias! Aladim, então, pediu ao Gênio aquela fortuna. Depois entregou tudo ao Sultão, que, admirado por ver tantas joias, aceitou. Casaram-se e foram morar num palácio.

O Bruxo, vendo Aladim rico e casado com uma princesa, quis se vingar. Disfarçou-se de vendedor de lâmpadas e foi até o palácio. Chamou a Princesa e ofereceu a ela lâmpadas novas em troca das velhas.

A Princesa, então, trocou a lâmpada de Aladim. O Bruxo pegou-a e fez o Gênio aparecer. Ordenou que o palácio fosse dele e a Princesa ficasse sua prisioneira. O Gênio obedeceu.

Quando Aladim voltou, viu um portão imenso e guardas que não o deixaram entrar no palácio. Deu a volta no castelo e viu a Princesa na janela. Ela contou o que aconteceu e Aladim disse:

- Hoje, durante o jantar, ponha sonífero no vinho do Bruxo. A Princesa fez isso e o Mercador adormeceu.

Ela pegou a lâmpada, esfregou e depois ordenou ao Gênio:

- Deixe tudo como antes e mande o Bruxo para bem longe, na África.

Muito feliz, Aladim deu uma grande festa no seu castelo. E viveram felizes todos os anos de suas vidas.

(Texto de Cristina Marques e Roberto Belli. Histórias Encantadas. Editora Brasil Leitura.)

Segundo o texto, por que o bruxo resolveu se vingar de Aladim?

a)

Porque Aladim devia um favor a ele.

b)

Porque a mãe de Aladim não pagou as moedas.

c)

Para compensar o que o gênio fez com ele.

d)

Porque viu Aladim rico e casado com uma princesa

e)

Para recuperar a lâmpada.

3.

Era uma vez, um velho tecelão, que tentava de todas as maneiras ensinar o ofício ao seu filho, Aladim. Mas Aladim não estava interessado. Um dia, o tecelão adoeceu e morreu. Dias depois, um Mercador chegou a procura do pai de Aladim.

- Meu pai está morto. Disse Aladim ao Mercador.

O Mercador chorou diante dos amigos de Aladim.

- E sua mãe, como está? Tenho aqui algumas moedas de ouro para ela! - Disse o Mercador.

O Mercador deu as moedas para a mãe de Aladim e disse:

- Levarei o rapaz e vou fazer dele um grande comerciante.

A mãe, vendo que o homem era bondoso, concordou.

O Mercador levou Aladim até o pé de uma montanha e mostrou-lhe uma caverna.

- Ali existe um tesouro que será seu. Disse o mercador.

- Ache uma velha lâmpada para mim e ficarei satisfeito.

Aladim desceu por uma corda. Lá dentro viu o grande tesouro e ficou maravilhado. Encheu os bolsos com joias e brilhantes, achou a lâmpada do Mercador e voltou. Mas o Mercador já havia retirado a corda.

- Primeiro dê-me a lâmpada! - Disse o Mercador.

- Não! Nada feito! - Disse Aladim.

O Mercador, raivoso, transformou-se em um bruxo e rogou uma praga, trancando Aladim na caverna.

Aladim ficou sozinho no escuro. Sem querer, esfregou a lâmpada e um Gênio apareceu.

- Agora, você é meu amo. Peça o que quiser! Surpreso com o Gênio, disse:

- Quero ir para casa! Num instante, Aladim estava em casa.

Alegre, contou para a sua mãe, que com a ajuda do Gênio fez um banquete para comemorar.

Um dia, Aladim viu passar a filha do Sultão e ficou apaixonado. Foi até o palácio e o ministro do Sultão disse:

- A Princesa merece quarenta baús cheios de joias! Aladim, então, pediu ao Gênio aquela fortuna. Depois entregou tudo ao Sultão, que, admirado por ver tantas joias, aceitou. Casaram-se e foram morar num palácio.

O Bruxo, vendo Aladim rico e casado com uma princesa, quis se vingar. Disfarçou-se de vendedor de lâmpadas e foi até o palácio. Chamou a Princesa e ofereceu a ela lâmpadas novas em troca das velhas.

A Princesa, então, trocou a lâmpada de Aladim. O Bruxo pegou-a e fez o Gênio aparecer. Ordenou que o palácio fosse dele e a Princesa ficasse sua prisioneira. O Gênio obedeceu.

Quando Aladim voltou, viu um portão imenso e guardas que não o deixaram entrar no palácio. Deu a volta no castelo e viu a Princesa na janela. Ela contou o que aconteceu e Aladim disse:

- Hoje, durante o jantar, ponha sonífero no vinho do Bruxo. A Princesa fez isso e o Mercador adormeceu.

Ela pegou a lâmpada, esfregou e depois ordenou ao Gênio:

- Deixe tudo como antes e mande o Bruxo para bem longe, na África.

Muito feliz, Aladim deu uma grande festa no seu castelo. E viveram felizes todos os anos de suas vidas.

(Texto de Cristina Marques e Roberto Belli. Histórias Encantadas. Editora Brasil Leitura.)

Nesse texto, há presença de um narrador:

a)

Personagem, pois Aladim conta sua própria história.

b)

Personagem, porque a mãe narra sua vida.

c)

Observador, porque Aladim conta a história e ainda faz parte dela.

d)

Observador, pois só ele apenas narra os fatos sem participar da história.

e)

Personagem, já que é narrada pelo gênio.

4.

O LIVRO MÁGICO

Agamenon Oliveira Negrão

Prof. Maurício Araújo

Há muito tempo, numa época em que as letras ainda falavam, existia um livro mágico carregado de surpresas e aventuras. Nele, todas as letras viviam felizes, porque aguardavam a grande assembleia. Consoantes e vogais se reuniam anualmente para formar novas palavras. Era uma alegria sem tamanho! Afinal, todas as palavras que existem hoje vieram daqueles encontros dentro do livro mágico.

Chegou o grande dia esperado por todas, o dia em que elas ganhariam novas combinações e formariam novas palavras para a nossa língua. Todas estavam ansiosas, menos a letra W que se considerava desnecessária, pois pouco era usada.

Mas para formar novas palavras, as letras precisavam dar uma volta ao redor do mundo, a fim de realizar descobertas e fazer novas amizades. E assim foi feito. Quando chegou a hora de retornar para o livro mágico, todas estavam felizes, pois haviam concretizado seus desejos e feito novas amizades. Inúmeras palavras foram criadas naquele dia. Entretanto, uma delas sentiu a falta do W, ele não havia retornado.

Então as letras resolveram fazer uma busca pelo mundo, foram em todos os lugares onde acreditavam que o W poderia estar. Foram ao Brasil, ao Chile, à Espanha, e nada. Finalmente, já no fim do dia, a letra T o encontrou numa pequena ilha, muito triste, no Tawian. O T foi logo perguntando:

__ Por que você não foi com a gente de volta para o livro mágico?

Enfaticamente a letra W respondeu:

__ Sou desnecessário, pois sou pouco usado, as palavras não gostam de me utilizar, e quando me usam, é somente para substituir a letra U ou a letra V.

__ Você é importante – retrucou o T, o alfabeto só se torna completo com as 26 letras, sem você, estaríamos truncados e tristes. Volte conosco, precisamos de você!

A letra W pensou muito no que a letra T havia dito. Resolveu então voltar para o livro mágico e jurou diante de todo o alfabeto que algum dia encontraria uma palavra importante que fosse conhecida por todos os seres humanos.


O texto:

a)

conta a história das letras que se reuniam para discutir sobre o livro mágico.

b)

narra as aventuras dos livros mágicos e de suas letras cheias de surpresas.

c)

conta a história empolgante de um livro mágico que pertencia ao mundo das letras.

d)

narra a história de um livro mágico e de uma letra que vivia triste.

5.

O LIVRO MÁGICO

Agamenon Oliveira Negrão

Prof. Maurício Araújo

Há muito tempo, numa época em que as letras ainda falavam, existia um livro mágico carregado de surpresas e aventuras. Nele, todas as letras viviam felizes, porque aguardavam a grande assembléia. Consoantes e vogais se reuniam anualmente para formar novas palavras. Era uma alegria sem tamanho! Afinal, todas as palavras que existem hoje vieram daqueles encontros dentro do livro mágico.

Chegou o grande dia esperado por todas, o dia em que elas ganhariam novas combinações e formariam novas palavras para a nossa língua. Todas estavam ansiosas, menos a letra W que se considerava desnecessária, pois pouco era usada.

Mas para formar novas palavras, as letras precisavam dar uma volta ao redor do mundo, a fim de realizar descobertas e fazer novas amizades. E assim foi feito. Quando chegou a hora de retornar para o livro mágico, todas estavam felizes, pois haviam concretizado seus desejos e feito novas amizades. Inúmeras palavras foram criadas naquele dia. Entretanto, uma delas sentiu a falta do W, ele não havia retornado.

Então as letras resolveram fazer uma busca pelo mundo, foram em todos os lugares onde acreditavam que o W poderia estar. Foram ao Brasil, ao Chile, à Espanha, e nada. Finalmente, já no fim do dia, a letra T o encontrou numa pequena ilha, muito triste, no Tawian. O T foi logo perguntando:

__ Por que você não foi com a gente de volta para o livro mágico?

Enfaticamente a letra W respondeu:

__ Sou desnecessário, pois sou pouco usado, as palavras não gostam de me utilizar, e quando me usam, é somente para substituir a letra U ou a letra V.

__ Você é importante – retrucou o T, o alfabeto só se torna completo com as 26 letras, sem você, estaríamos truncados e tristes. Volte conosco, precisamos de você!

A letra W pensou muito no que a letra T havia dito. Resolveu então voltar para o livro mágico e jurou diante de todo o alfabeto que algum dia encontraria uma palavra importante que fosse conhecida por todos os seres humanos.

Pode-se deduzir que a letra W:

a)

chamava a atenção das palavras.

b)

se considerava importante.

c)

era importante no livro mágico.

d)

estava animado com a assembleia.

6.

O LIVRO MÁGICO

Agamenon Oliveira Negrão

Prof. Maurício Araújo

Há muito tempo, numa época em que as letras ainda falavam, existia um livro mágico carregado de surpresas e aventuras. Nele, todas as letras viviam felizes, porque aguardavam a grande assembléia. Consoantes e vogais se reuniam anualmente para formar novas palavras. Era uma alegria sem tamanho! Afinal, todas as palavras que existem hoje vieram daqueles encontros dentro do livro mágico.

Chegou o grande dia esperado por todas, o dia em que elas ganhariam novas combinações e formariam novas palavras para a nossa língua. Todas estavam ansiosas, menos a letra W que se considerava desnecessária, pois pouco era usada.

Mas para formar novas palavras, as letras precisavam dar uma volta ao redor do mundo, a fim de realizar descobertas e fazer novas amizades. E assim foi feito. Quando chegou a hora de retornar para o livro mágico, todas estavam felizes, pois haviam concretizado seus desejos e feito novas amizades. Inúmeras palavras foram criadas naquele dia. Entretanto, uma delas sentiu a falta do W, ele não havia retornado.

Então as letras resolveram fazer uma busca pelo mundo, foram em todos os lugares onde acreditavam que o W poderia estar. Foram ao Brasil, ao Chile, à Espanha, e nada. Finalmente, já no fim do dia, a letra T o encontrou numa pequena ilha, muito triste, no Tawian. O T foi logo perguntando:

__ Por que você não foi com a gente de volta para o livro mágico?

Enfaticamente a letra W respondeu:

__ Sou desnecessário, pois sou pouco usado, as palavras não gostam de me utilizar, e quando me usam, é somente para substituir a letra U ou a letra V.

__ Você é importante – retrucou o T, o alfabeto só se torna completo com as 26 letras, sem você, estaríamos truncados e tristes. Volte conosco, precisamos de você!

A letra W pensou muito no que a letra T havia dito. Resolveu então voltar para o livro mágico e jurou diante de todo o alfabeto que algum dia encontraria uma palavra importante que fosse conhecida por todos os seres humanos.

No trecho: que existem hoje...”, o pronome destacado se refere:

a)

às palavras.

b)

às letras.

c)

aos encontros.

d)

às consoantes e vogais.

7.

O LIVRO MÁGICO

Agamenon Oliveira Negrão

Prof. Maurício Araújo

Há muito tempo, numa época em que as letras ainda falavam, existia um livro mágico carregado de surpresas e aventuras. Nele, todas as letras viviam felizes, porque aguardavam a grande assembléia. Consoantes e vogais se reuniam anualmente para formar novas palavras. Era uma alegria sem tamanho! Afinal, todas as palavras que existem hoje vieram daqueles encontros dentro do livro mágico.

Chegou o grande dia esperado por todas, o dia em que elas ganhariam novas combinações e formariam novas palavras para a nossa língua. Todas estavam ansiosas, menos a letra W que se considerava desnecessária, pois pouco era usada.

Mas para formar novas palavras, as letras precisavam dar uma volta ao redor do mundo, a fim de realizar descobertas e fazer novas amizades. E assim foi feito. Quando chegou a hora de retornar para o livro mágico, todas estavam felizes, pois haviam concretizado seus desejos e feito novas amizades. Inúmeras palavras foram criadas naquele dia. Entretanto, uma delas sentiu a falta do W, ele não havia retornado.

Então as letras resolveram fazer uma busca pelo mundo, foram em todos os lugares onde acreditavam que o W poderia estar. Foram ao Brasil, ao Chile, à Espanha, e nada. Finalmente, já no fim do dia, a letra T o encontrou numa pequena ilha, muito triste, no Tawian. O T foi logo perguntando:

__ Por que você não foi com a gente de volta para o livro mágico?

Enfaticamente a letra W respondeu:

__ Sou desnecessário, pois sou pouco usado, as palavras não gostam de me utilizar, e quando me usam, é somente para substituir a letra U ou a letra V.

__ Você é importante – retrucou o T, o alfabeto só se torna completo com as 26 letras, sem você, estaríamos truncados e tristes. Volte conosco, precisamos de você!

A letra W pensou muito no que a letra T havia dito. Resolveu então voltar para o livro mágico e jurou diante de todo o alfabeto que algum dia encontraria uma palavra importante que fosse conhecida por todos os seres humanos.

O conflito central do enredo é desencadeado:

a)

pela assembleia que acontecia anualmente.

b)

pelo sentimento de inferioridade da letra W.

c)

pela busca feita pelas letras ao redor do mundo.

d)

pelo juramento feito pela letra W diante do alfabeto.

8.

O LIVRO MÁGICO

Agamenon Oliveira Negrão

Prof. Maurício Araújo

Há muito tempo, numa época em que as letras ainda falavam, existia um livro mágico carregado de surpresas e aventuras. Nele, todas as letras viviam felizes, porque aguardavam a grande assembléia. Consoantes e vogais se reuniam anualmente para formar novas palavras. Era uma alegria sem tamanho! Afinal, todas as palavras que existem hoje vieram daqueles encontros dentro do livro mágico.

Chegou o grande dia esperado por todas, o dia em que elas ganhariam novas combinações e formariam novas palavras para a nossa língua. Todas estavam ansiosas, menos a letra W que se considerava desnecessária, pois pouco era usada.

Mas para formar novas palavras, as letras precisavam dar uma volta ao redor do mundo, a fim de realizar descobertas e fazer novas amizades. E assim foi feito. Quando chegou a hora de retornar para o livro mágico, todas estavam felizes, pois haviam concretizado seus desejos e feito novas amizades. Inúmeras palavras foram criadas naquele dia. Entretanto, uma delas sentiu a falta do W, ele não havia retornado.

Então as letras resolveram fazer uma busca pelo mundo, foram em todos os lugares onde acreditavam que o W poderia estar. Foram ao Brasil, ao Chile, à Espanha, e nada. Finalmente, já no fim do dia, a letra T o encontrou numa pequena ilha, muito triste, no Tawian. O T foi logo perguntando:

__ Por que você não foi com a gente de volta para o livro mágico?

Enfaticamente a letra W respondeu:

__ Sou desnecessário, pois sou pouco usado, as palavras não gostam de me utilizar, e quando me usam, é somente para substituir a letra U ou a letra V.

__ Você é importante – retrucou o T, o alfabeto só se torna completo com as 26 letras, sem você, estaríamos truncados e tristes. Volte conosco, precisamos de você!

A letra W pensou muito no que a letra T havia dito. Resolveu então voltar para o livro mágico e jurou diante de todo o alfabeto que algum dia encontraria uma palavra importante que fosse conhecida por todos os seres humanos.

Entende-se com a leitura do texto que:

a)

as letras viviam felizes sempre, porque o livro continuamente trazia novas aventuras e surpresas.

b)

todas as letras ficavam ansiosas e felizes com a chegada do dia da grande assembleia.

c)

a letra T foi encontrada numa pequena ilha, muito triste.

d)

as novas amizades e as descobertas ao redor mundo eram fundamentais para formar novas palavras.

9.

Qual das palavras destacadas abaixo não representa um substantivo abstrato:

a)

A sua conquista se deve ao seu esforço.

b)

A humildade é a sua principal característica.

c)

A sua aprendizagem é bastante rápida.

d)

As suas atitudes se baseiam na justiça.

e)

Muitos idosos têm problemas de saúde.

10.

“O anúncio do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2016 surpreendeu muitas pessoas. No dia 13 de outubro, a Academia Sueca anunciou que o astro norte-americano da música pop, Bob Dylan, era o premiado.

A escolha foi recebida com pouca receptividade por alguns e com alegria e reconhecimento por muitos. Estes consideram que a escolha inusitada reflete um avanço na forma de entender a arte literária.

As manifestações negativas giram justamente pelo fato de Dylan ser músico e, apesar de poeta, não ser escritor de ofício.

A Academia Sueca, a responsável pela seleção do escritor, declarou que a escolha levou em conta a criação de novas expressões poéticas.”

No texto, três substantivos comuns são:

a)

pessoas, astro, músico

b)

surpreendeu, escolha, manifestações

c)

negativas, giram, poeta

d)

ofício, declarou, criação

e)

Prêmio Nobel de Literatura, Bob Dylan, Academia Sueca

11.

Os substantivos primitivos são palavras que não derivam de outras. De acordo com isso, a alternativa abaixo que contempla um substantivo primitivo e um derivado é:

a)

anel - papel

b)

pedras - rochas

c)

árvores - plantas

d)

sapato - sapataria

e)

profissão - carreira

12.

Examine a imagem acima. A charge acima constrói seu efeito de sentido a partir da ideia de designação, que consiste no ato de nomear os elementos e aspectos da realidade, sejam eles concretos, sejam abstratos. A partir das falas nos balões é CORRETO afirmar que:

a)

A palavra "preconceito" não remete a nada.

b)

A palavra "preconceito" é um substantivo abstrato e nomeia um juízo pré-concebido sobre algo ou alguém.

c)

A resposta dada pelo colega no 2º balão é totalmente leiga e confunde a cabeça do amigo.

d)

A crítica desta tirinha é construída, principalmente, pelo o que é dito no 1º balão.

e)

A palavra "preconceito" é um substantivo concreto e nomeia uma sensação humana.

13.

Observe a imagem acima e marque a ÚNICA alternativa FALSA:

a)

A charge acima critica o descaso com a saúde pública do Brasil.

b)

A palavra MEDICAMENTO é um substantivo abstrato.

c)

A palavra HOSPITAL é um substantivo concreto.

d)

A palavra AR é um substantivo concreto.

e)

A palavra MÉDICO é um substantivo concreto.

14.

Observe a imagem acima e MARQUE a ÚNICA alternativa FALSA:

a)

Na expressão “DIA DOS NAMORADOS” , as duas últimas palavras qualificam, especificam a palavra “Dia”.

b)

A expressão “DOS NAMORADOS” não é uma locução adjetiva.

c)

A imagem transmite a ideia de que se alguém se esquecer de comprar presente para o seu par, ele ou ela ficará uma fera.

d)

A palavra AMOR é substantivo abstrato.

e)

A palavra PRESENTE é um substantivo concreto.

15.

Leia, atentamente, o trecho extraído de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, abaixo transcrito:


“(...) a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi um berço (...)”


Identifique a classificação morfológica de “autor” e “defunto”:


I- No primeiro caso, autor é substantivo e defunto é adjetivo.

II- No segundo caso, defunto é substantivo e autor é adjetivo.

III- Em ambos os casos, temos substantivos compostos.

a)

I e II estão corretas

b)

II e III estão corretas

c)

I e III estão corretas

d)

Todas estão corretas

e)

Todas estão incorretas

16.

Assinale a oração em que o termo cego(s) é um adjetivo:

a)

Os cegos, habitantes de um mundo esquemático, sabem onde ir…

b)

O cego de Ipanema representava naquele momento todas as alegorias da noite escura da alma…

c)

Todos os cálculos do cego se desfaziam na turbulência do álcool.

d)

Naquele instante era só um pobre cego.

e)

… da Terra que é um globo cego girando no caos.

17.

Em qual dos casos o primeiro elemento do adjetivo composto não corresponde ao substantivo entre parênteses?

a)

Indo-europeu (Índia)

b)

Ítalo-brasileiro (Itália)

c)

Luso-brasileiro (Portugal)

d)

Sino-árabe (Sião)

e)

Anglo-americano (Inglaterra)

18.

Em todos as opções o adjetivo, mudando de posição, altera o significado da frase, exceto em:

a)

Rodrigo é um alto funcionário desta empresa.

b)

Ela é a nova secretária.

c)

Desde que chegou, este pobre rapaz não parou de chorar.

d)

Ele é uma bondosa senhora.

19.

Qual das palavras destacadas a seguir não é um adjetivo?

a)

As pesquisas eliminaram PARTE da emoção.

b)

Os BONS candidatos nem sempre são eleitos.

c)

Nas eleições há feriado NACIONAL.

d)

As GRANDES empresas patrocinam candidatos.

e)

Os resultados são dados no dia SEGUINTE.

20.

Determinados adjetivos mudam de sentido conforme sejam colocados antes ou depois do substantivo a que se referem. É o caso da dupla grande homem/homem grande, em que o adjetivo anteposto tem valor subjetivo e o adjetivo posposto, valor objetivo.

Considere os seguintes pares de frases:


I. Um belo dia, ele retornou à sua casa como se nada tivesse acontecido.

Fazia um dia belo quando partimos em direção às montanhas de Minas.

II. José nada mais é do que um simples motorista do Congresso.

Um motorista simples mereceu, ontem, a atenção da mídia.

III. Pedro é, sem dúvida, um brilhante aluno.

Um aluno brilhante não precisa estudar muito para ser aprovado.

IV. Aquela foi a única oportunidade que tive de conseguir um bom emprego.

Fazer aquela viagem foi uma oportunidade única na minha vida.

V. Antônio demonstrou ser um ousado rapaz diante do perigo.

Um rapaz ousado pode surpreender as pessoas.


Nos pares acima, não há diferença de sentido em relação à posição diferenciada do adjetivo:

a)

apenas em III.

b)

apenas em III e V.

c)

apenas em V.

d)

apenas em I e II.

e)

apenas em IV.