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Worksheets“Farsa de Inês Pereira”, Gil Vicente
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
Gil Vicente viveu
nos finais do século XII e princípios do século XIII.
nos finais do século XIII e princípios do século XIV.
nos finais do século XIV e princípios do século XV.
nos finais do século XV e princípios do século XVI.
As peças de Gil Vicente foram compiladas
pelo próprio.
pelos filhos.
pelo rei.
pela rainha.
O teatro vicentino assenta sobretudo na sátira porque
tem como objetivo apenas provocar o riso.
a sua intenção é unicamente maledicente.
serve para fazer críticas sérias e contundentes
procura provocar o riso, mas com o intuito de fazer pensar, servindo-se da caricatura.
As peças de Gil Vicente criticam
exclusivamente as classes sociais mais baixas.
todas as classes sociais e até a realeza e a Inquisição.
as diversas classes sociais.
apenas as classes sociais mais abastadas.
O dramaturgo adquiriu na corte
uma situação de prestígio que lhe permitiu muitas liberdades de escrita.
um estatuto especial que lhe conferiu a possibilidade de criticar tudo e todos, inclusive os monarcas portugueses.
um ódio feroz pelo facto de fazer uma sátira mordaz.
um certo desprezo pelas suas obras, já que estas não poupavam ninguém.
O mote que foi dado a Gil Vicente por algumas pessoas descrentes do seu talento e a partir do qual ele criou a “Farsa de Inês Pereira” é
“Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”.
“Mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube”.
“Não adianta lamentar a morte da bezerra”.
“Quem não quer ser lobo, não lhe vista a pele”.
A “Farsa de Inês Pereira” foi representada na corte de
D. Dinis.
D. João I.
D. João III.
D. Manuel.
No primeiro quadro, enquanto a mãe está na missa, Inês
recebe uma alcoviteira e pede-lhe que lhe arranje um marido.
planeia ir com as amigas a uma romaria.
encontra-se com um pretendente arranjado pela alcoviteira.
lamenta-se da vida de solteira que leva.
Quando a mãe regressa da missa,
condena, de forma irónica, o facto de Inês não ter executado a tarefa que lhe foi atribuída.
zanga-se com a filha por esta estar a planear sair com as amigas.
recrimina a jovem por esta estar a planear sair com as amigas.
elogia Inês ao ver que ela terminou o trabalho que a incumbiu de fazer.
Lianor Vaz, quando entra em casa de Inês, relata que
um nobre tentou aproveitar-se dela.
encontrou um frade que lhe deu a bênção.
foi assediada por um clérigo.
um rapazote aldeão a tentou agarrar.
O objetivo da vinda da alcoviteira a casa de Inês é
entregar-lhe o recado de um escudeiro que pretende casar-se com ela.
recolher informações da jovem para saber que tipo de marido ela prefere.
falar com ela e com a mãe para definirem, em conjunto, o perfil de pretendente desejado.
apresentar-lhe uma proposta de casamento, trazendo-lhe uma carta de um pretendente.
A jovem
mostra-se interessada no pretendente proposto por Lianor Vaz.
aceita encontrar-se com o pretendente proposto pela alcoviteira, mesmo não tendo gostado do teor da sua missiva.
recusa terminantemente ter um encontro com o pretendente proposto por Lianor Vaz.
aceita casar-se com o pretendente proposto pela alcoviteira.
Quando Pero Marques visita Inês,
causa-lhe desagrado e ela até troça do seu caráter rústico.
ela mostra-se muito agradada com a sua atitude.
provoca-lhe uma boa impressão, devido à sua honestidade.
esta expulsa-o de casa, uma vez que ele não corresponde ao género de homem que procura.
O marido ideal, para Inês, deve
possuir as qualidades de um homem da corte e ser rico.
ser pobre, mas um homem honrado e com boas qualidades físicas e morais.
ter educação e finura, saber tocar viola, ainda que seja feio e pobre.
possuir bens, ser amigo do rei e um bom cavaleiro.
O pretendente que Inês aceita para marido
chama-se Brás da Mata e foi-lhe apresentado por uma alcoviteira.
é um músico fidalgo, solteiro, de nome Badajoz, que foi encontrado pelos judeus casamenteiros.
foi arranjado pelos judeus casamenteiros e por Lianor Vaz e chama-se Vilhacastim.
é um escudeiro chamado Brás da Mata e foi arranjado pelos judeus casamenteiros.
Após o casamento, o marido
trata Inês como uma princesa, tecendo-lhe muitos elogios e dedicando-lhe um amor incondicional.
encerra Inês em casa, impondo-lhe regras de comportamento de forma intolerante e repressiva.
revela-se simpático e tolerante, mas, aos poucos, torna-se tirano, impedindo-a de sair de casa.
implica com Inês, não a deixando sair de casa, exceto para ir à missa e visitar a mãe.
Entretanto, o marido de Inês
viaja para o Norte do país e encarrega o Moço de manter a mulher encerrada.
parte para o Norte de África para se fazer cavaleiro e incumbe o Moço de vigiar a esposa.
vai para a corte ajudar o rei e deixa o Moço a servir a sua esposa.
vai cumprir serviço militar para a Índia e recomenda ao Moço que mantenha a esposa vigiada.
Certo dia, Inês recebe uma carta
do seu irmão, que lhe diz que o marido morreu lutando corajosamente.
do rei anunciando a morte esforçada do seu marido.
do seu irmão, anunciando a morte do cobarde do marido.
do rei, comunicando que o marido morreu.
Inês Pereira recebe a visita
de Lianor Vaz, que lhe propõe novamente o casamento com o primeiro pretendente, e finge-se pesarosa com a morte do marido.
da mãe, que a aconselha a casar-se com o primeiro pretendente.
da mãe e simula estar triste com a morte do marido.
de Lianor Vaz, que lhe traz uma nova proposta de casamento com um pretendente desconhecido.
O novo marido de Inês
não aprova a intenção da mulher de ir em romaria à ermida onde está o Ermitão.
leva-a às costas até à ermida onde se encontra o Ermitão, mas fá-lo contrariado.
não sabe que a mulher vai à ermida onde se encontra o Ermitão.
prontifica-se a levá-la à ermida onde está o Ermitão.
