WorksheetsSocialismo e anarquismo - os trabalhadores vão a luta
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Worksheet time: 17mins
Todas as alternativas apresentam princípios do anarquismo, EXCETO:
A afirmação das cooperativas coletivas em detrimento da propriedade privada.
A desnutrição do Estado europeu e de seu aparato burocrático e repressivo.
A supressão dos partidos políticos e a defesa da liberdade individual.
O gerenciamento da sociedade pelas várias organizações de classe.
(…) a luta contra o capitalismo e a burguesia é inseparável da luta contra o Estado. Acabar com a classe que detém os meios de produção sem liquidar ao mesmo tempo com o Estado é deixar aberto o caminho para a reconstrução da sociedade de classes e para um novo tipo de exploração social.
(Angel J. Capelletti, apud Adhemar Marques et alli, História contemporânea através de textos)
O fragmento define parte do ideário
liberal.
anarquista.
corporativista.
socialista cristão.
marxista-leninista.
Claude de Saint-Simon, pensador francês, é um dos representantes do chamado “socialismo utópico”, corrente filosófica que criticava os resultados sociais da Revolução Francesa e da Revolução Industrial. Em suas obras, Saint-Simon propunha
a formação de uma sociedade em que não haveria ociosos (militares, clero, nobreza, magistrados) nem ocorreria a exploração do homem pelo homem.
a divisão do trabalho, a concorrência entre as empresas e o livre comércio como meios para se alcançar a harmonia e a justiça social.
a abolição das regulamentações econômicas e das corporações, possibilitando que a economia funcionasse segundo suas leis naturais.
a união do proletariado de todos os países, de modo a promover a revolução que construiria uma sociedade justa e igualitária.
Leia o texto a seguir.
Viva o Esporte Proletário!
A necessidade de esporte para a juventude é um fato incontestável. A burguesia se aproveita desse fato para canalizar todos os jovens das fábricas para seus clubes.
Que fazem os jovens nos clubes burgueses?
Defendem as cores desses clubes. Se o clube é de uma fábrica, é o nome e a cor da fábrica que defendem; a burguesia cultiva neles a paixão e a luta contra a juventude de outras empresas […]
Todo operário footballer deve ingressar nos clubes proletários.
O trabalhador gráfico. 25 jun. 1928. Apud DECCA, Maria Auxiliadora Guzzo de. Indústria, trabalho e cotidiano. Brasil – 1889 a 1930. São Paulo: Atual, 1991. p. 71. (Adaptado).
O fragmento do jornal conclama a uma prática organizativa própria do movimento anarquista brasileiro, segundo a qual
o exercício físico seria o meio para o fortalecimento do espírito dos militantes.
a militância política deveria ser exercida em todas as dimensões da vida do trabalhador.
a participação dos cidadãos nos clubes de futebol das fábricas reforçaria a harmonia social.
a aliança proletário-burguesa deveria ser buscada por intermédio das práticas desportivas.
os militantes deveriam conscientizar os operários de que o futebol é um esporte alienante.
O chamado socialismo científico, formulado por Marx e Engels no século XIX, propunha:
a superação do capitalismo pela ação revolucionária dos trabalhadores, aglutinados em torno da Internacional Socialista.
a redução do papel do Estado na economia para efetivar o controle direto pelo proletariado sobre os meios de produção.
a supressão de toda legislação trabalhista e social, tida como mecanismo de alienação e cooptação do proletariado.
a realização de sucessivas reformas na estrutura capitalista, possibilitando a gradativa implantação do comunismo avançado.
Os primeiros socialistas, ao formularem profundas críticas ao progresso industrial, estavam ainda impregnados de valores liberais. Atacando os grandes proprietários, mas tendo, em geral, muita estima pelos pequenos, esses teóricos acreditavam que pudesse haver um acordo entre as classes.
Cláudio Vicentino e Gianpaolo Dorigo
Os historiadores acima estão se referindo aos:
socialistas liberais.
socialistas utópicos.
socialistas científicos.
marxistas.
"A queda da burguesia e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis (...). Os proletários nada têm a perder com ela, a não ser as próprias cadeias. E têm um mundo a ganhar. Proletários de todos os países, uni-vos".
Esse trecho, extraído do Manifesto Comunista de Marx e Engels, foi escrito no contexto histórico marcado.
pelo acirramento das contradições políticas, econômicas e sociais decorrentes do processo conhecido como Revolução Industrial.
pelos conflitos entre trabalhadores e patrões que começaram a pontuar os países capitalistas a partir da ocorrência da Revolução Russa.
pela afirmação dos Estados Unidos como potência imperialista com interesses econômicos e políticos em várias regiões do planeta.
pelo confronto entre vassalos e suseranos, no momento de ápice da crise do modo de produção feudal e de enfraquecimento da autoridade religiosa.
