WorksheetsOs Lusíadas, Luís de Camões
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Camões, o autor de “Os Lusíadas”, viveu
na Antiguidade greco-latina.
na Idade Média.
no Renascimento.
no período do Romantismo.
Uma epopeia é
um texto do género lírico cuja finalidade é apresentar, em verso, feitos históricos sublimes
realizados por heróis reais ou míticos.
uma narrativa em verso, destinada a celebrar feitos grandiosos, reais ou fictícios, praticados
por heróis excecionais.
um texto do género dramático, que conta feitos históricos levados a cabo por um ou vários
heróis fora do comum.
um texto em prosa, do género narrativo, que relata as proezas imaginárias de um herói individual ou coletivo.
Para escrever “Os Lusíadas”, Camões terá tido como fontes inspiradoras
apenas as crónicas de Fernão Lopes.
os relatos das experiências dos navegadores seus contemporâneos.
as epopeias da Antiguidade e outros textos históricos anteriores.
as viagens de Bartolomeu Dias e de Vasco da Gama, nas quais participou.
Ao nível da estrutura externa, “Os Lusíadas” apresentam
oito cantos e estrofes de oito versos decassilábicos.
dez cantos, cada um deles com o mesmo número de estrofes.
oito cantos, com um número variável de estrofes.
dez cantos, com oitavas de dez sílabas métricas.
O esquema rimático de cada estância de “Os Lusíadas” é
abababcc.
abbaabba.
abababab.
abbacdcd.
A rima de cada estância é
cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos.
interpolada e emparelhada.
cruzada em todos os versos.
interpolada e emparelhada nos quatro primeiros versos e cruzada nos restantes.
Quanto à sua estrutura interna, podemos considerar que “Os Lusíadas” estão divididos em quatro
partes:
a Proposição, a Dedicatória, a Invocação e a Narração.
Vasco da Gama, Portugueses, Mitologia e História.
a Proposição, a Invocação, a Dedicatória e a Narração.
a Proposição, a Invocação, a Narração e a Dedicatória.
Na Proposição, o poeta
propõe-se dedicar “Os Lusíadas” a D. Sebastião.
propõe-se narrar a viagem de Vasco da Gama à Índia.
propõe às ninfas que lhe dêem inspiração.
propõe-se narrar os feitos heróicos dos Portugueses.
A primeira Invocação de “Os Lusíadas” é feita
às Tágides.
às ninfas do Tejo e do Mondego.
a Calíope.
às Tágides e a Calíope.
Na Dedicatória, o poeta
indica o que se propõe “cantar” na sua epopeia.
dedica o seu poema épico a D. Sebastião, mas tece-lhe muitas críticas pela sua inação.
elogia D. Sebastião, louva os heróis portugueses e incita o rei a desenvolver feitos grandiosos.
dedica o seu poema às suas musas inspiradoras.
A narração de “Os Lusíadas” inicia-se
com a partida das naus da praia do Restelo, em Lisboa.
quando as naus navegavam já no “largo oceano”, ou seja, no Oceano Índico.
no momento imediatamente anterior à dobragem do Cabo das Tormentas.
quando as naus chegaram a Melinde.
Ainda relativamente à estrutura interna, “Os Lusíadas” apresentam
quatro planos narrativos: o da viagem, o da História de Portugal, o dos deuses e o das reflexões
do poeta.
três planos narrativos - o da viagem, o da História de Portugal e o dos deuses - e um plano não
narrativo, das reflexões do poeta.
três planos narrativos - o da viagem, o da História de Portugal e o das reflexões do poeta - e um
plano não narrativo - o dos deuses.
dois planos narrativos - o da viagem e o da História de Portugal - e dois planos não narrativos -
o dos deuses e o das reflexões do poeta.
O plano da viagem centra-se
na viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia.
na viagem de Bartolomeu Dias, em que este dobrou o Cabo das Tormentas.
na viagem de Camões até à Índia.
na primeira viagem de Vasco da Gama e de Camões à Índia.
Os planos onde mais se evidencia a dimensão épica com a consequente valorização do herói coletivo são
o da viagem e o das reflexões do poeta.
o da História de Portugal, o da viagem e o das reflexões do poeta.
o da viagem e o da História de Portugal.
o dos deuses e o da História de Portugal.
[A] “As armas e os Barões assinalados / Que da Ocidental praia Lusitana / Por mares nunca de
antes navegados / Passaram ainda além da Taprobana”;
[B] “as memórias gloriosas / Daqueles Reis que foram dilatando / A Fé, o Império”;
[C] ”Cantando espalharei por toda a parte, / Se a tanto me ajudar o engenho e arte”;
[D] “A quem Neptuno e Marte obedeceram.”
Os excertos acima transcritos, retirados da Proposição de “Os Lusíadas”, remetem, respetivamente,
para os planos
da História de Portugal, da viagem, das reflexões do poeta, e dos deuses.
da viagem, das reflexões do poeta, da História de Portugal e dos deuses.
das reflexões do poeta, da viagem, da História de Portugal e dos deuses.
da viagem, da História de Portugal, das reflexões do poeta e dos deuses.
No Consílio dos Deuses no Olimpo, as divindades pagãs vão discutir
se os Portugueses devem ou não chegar ao Oriente, sendo que Vénus os defende e Baco e
Júpiter se mostram oponentes.
o destino a dar à armada portuguesa, vislumbrando-se, desde logo, duas fações - a de Vénus,
favorável aos Portugueses, e a de Baco, hostil aos Portugueses.
se apoiam ou não os Portugueses, tendo-se formado dois partidos: o de Vénus, que se mostra
adjuvante, e o de Baco e Marte, que se revelam oponentes.
se devem ou não provocar uma tempestade antes de a armada portuguesa chegar ao seu
destino.
No final do Canto I, o poeta tece considerações acerca
da fragilidade do ser humano e dos perigos a que este está sujeito.
do desprezo dos portugueses pelas artes, em particular pela poesia.
do vil poder do ouro, fonte de corrupção e de perjúrio.
do seu desencanto face aos aspetos negativos da conduta dos seus compatriotas.
18. No Canto VII, o poeta
explica a simbologia da Ilha dos Amores.
retoma o tema do desprezo pela arte e faz uma nova exortação ao rei.
invoca as ninfas do Tejo e do Mondego e faz lamentações por estar submetido a vários
infortúnios e não ser reconhecido.
invoca apenas as Tágides e faz lamentações de teor autobiográfico.
Na Ilha dos Amores, a união entre as Ninfas e os nautas
simboliza as dificuldades que os portugueses tiveram para alcançar estes seres divinos.
representa os obstáculos que os portugueses tiveram de ultrapassar ao longo da viagem.
aconteceu porque Vasco da Gama implorou a Vénus que lhes atribuísse um prémio que os
recompensasse de todas as vicissitudes ocorridas naquela aventura marítima.
constitui uma recompensa pelos feitos grandiosos dos portugueses e simboliza a imortalidade
alcançada devido à realização desses feitos.
No fim do Canto X e da epopeia, o poeta
exulta de alegria pelo facto de, finalmente, se sentir reconhecido pelos portugueses.
critica veementemente D. Sebastião pelo facto de este não incitar os portugueses a praticar
feitos gloriosos.
refere o seu desânimo por “cantar a gente surda e endurecida” e por a pátria estar envolta na
cobiça e na tristeza.
invoca Calíope para o ajudar a terminar a sua obra.
