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Revisar é Aprender

Total questions: 13

Worksheet time: 2hrs 32mins

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1.

(Enem 2007) A figura acima é parte de uma campanha publicitária. Essa campanha publicitária relaciona-se diretamente com a seguinte afirmativa:

a)

o comércio ilícito da fauna silvestre, atividade de grande impacto, é uma ameaça para a biodiversidade nacional.

b)

a manutenção do mico-leão-dourado em jaula é a medida que garante a preservação dessa espécie animal.

c)

o Brasil, primeiro país a eliminar o tráfico do mico-leão-dourado, garantiu a preservação dessa espécie.

d)

o aumento da biodiversidade em outros países depende do comércio ilegal da fauna silvestre brasileira.

e)

o tráfico de animais silvestres é benéfico para a preservação das espécies, pois garante-lhes a sobrevivência.

2.

A charge revela uma crítica aos meios de comunicação, em especial à internet, porque

a)

Questiona a integração das pessoas nas redes virtuais de relacionamento.

b)

Considera as relações sociais como menos importantes que as virtuais.

c)

Enaltece a pretensão do homem de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

d)

Descreve com precisão as sociedades humanas no mundo globalizado.

e)

Concebe a rede de computadores como espaço mais eficaz para a construção de relações sociais.

3.

Essa imagem faz referências ao nome de um conhecido filme nacional. Esse tipo de “diálogo” entre textos é chamado de

a)

publicidade.

b)

plágio.

c)

cópia.

d)

intertextualidade.

4.

Provérbios apresentam uma estrutura mais ou menos fixa. Comparando a frase acima com o provérbio “Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura”, pode-se afirmar que:

a)

não ocorre intertextualidade, pois o sentido expresso por essas frases é diferente.

b)

algumas palavras foram substituídas por outras, por isso não há intertextualidade.

c)

a estrutura da frase é igual a do provérbio, portanto um texto dialoga com o outro.

d)

esta frase é uma paródia do provérbio, pois possui caráter irônico e contestador.

5.

Esse texto é:

a)

um cupom de desconto.

b)

um manual de jogo.

c)

um rótulo de embalagem.

d)

uma campanha.

e)

uma charge.

6.

Esse texto foi escrito para:

a)

contar uma história.

b)

convencer o leitor.

c)

descrever uma cena.

d)

divertir o leitor.

e)

ensinar uma tarefa.

7.

[...] – Muito bom dia, senhora,

que nessa janela está;

sabe dizer se é possível

algum trabalho encontrar?

– Trabalho aqui nunca falta

a quem sabe trabalhar;

o que fazia o compadre

na sua terra de lá?

– Pois fui sempre lavrador,

lavrador de terra má;

não há espécie de terra

que eu não possa cultivar. [...]

Também lá na minha terra

de terra mesmo pouco há;

mas até a calva da pedra

sinto-me capaz de arar. [...]

O valor humano em evidência nesse texto é:

a)

a capacidade de criar amizades duradouras.

b)

a exaltação dos elementos da natureza.

c)

a felicidade encontrada nas coisas simples.

d)

a importância dada ao próprio trabalho.

e)

a solidariedade no ambiente de trabalho.

8.

ENEM (2010)

"MOSTRE QUE SUA MEMÓRIA É MELHOR DO QUE A DE COMPUTADOR E GUARDE ESTA CONDIÇÃO: 12X SEM JUROS."

Campanha publicitária de loja de eletroeletrônicos.

Revista Época.


Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas de linguagem, assumindo configurações específicas, formais e de conteúdo. Considerando o contexto em que circula o texto publicitário, seu objetivo básico é:

a)

influenciar o comportamento do leitor por meio de apelos que visam à adesão ao consumo.

b)

definir regras de comportamento social pautadas no combate ao consumismo exagerado.

c)

defender a importância do conhecimento de informática pela população de baixo poder aquisitivo.

d)

facilitar o uso de equipamentos de informática pelas classes sociais economicamente desfavorecidas.

e)

questionar o fato de o homem ser mais inteligente que a máquina, mesmo a mais moderna.

9.

Todo ponto de vista é a vista de um ponto 5 Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação. Boff, Leonardo. A águia e a galinha. 4ª ed. RJ: Sextante, 1999

A expressão “com os olhos que tem” (l.1), no texto, tem o sentido de:

a)

enfatizar a leitura.

b)

incentivar a leitura.

c)

individualizar a leitura.

d)

priorizar a leitura.

e)

valorizar a leitura.

10.

Anedotinhas 5 10 De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho: — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio. Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu: — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não agüento mais aqueles meninos. E o pai responde lá de fora: — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio. Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981, p. 8.

No trecho “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio” (ℓ. 2), a palavra sublinhada estabelece relação de:

a)

adição.

b)

alternância

c)

conclusão.

d)

explicação.

e)

oposição.

11.

Da timidez


Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo psicanalítico, só alguém que se acha muito superior procura o analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele acha que se sentir inferior é doença.

[...]

O tímido tenta se convencer de que só tem problemas com multidões, mas isto não é vantagem. Para o tímido, duas pessoas são uma multidão. Quando não consegue escapar e se vê diante de uma plateia, o tímido não pensa nos membros da plateia como indivíduos. Multiplica-os por quatro, pois cada indivíduo tem dois olhos e dois ouvidos. Quatro vias, portanto, para receber suas gafes. Não adianta pedir para a plateia fechar os olhos, ou tapar um olho e um ouvido para cortar o desconforto do tímido pela metade. Nada adianta. O tímido, em suma, é uma pessoa convencida de que é o centro do Universo, e que seu vexame ainda será lembrado quando as estrelas virarem pó.

VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.


Entre as estratégias de progressão textual presentes nesse trecho, identifica-se o emprego de elementos conectores. Os elementos que evidenciam noções semelhantes estão destacados em:

a)

“ Se ficou notório por ser tímido "e"[...] então tem que se explicar".

b)

“[...] então tem que se explicar" e "[...] quando as estrelas virarem pó".

c)

"[...] ficou notório apesar de ser tímido[...]" e "[...] mas isto não é vantagem [...]".

d)

“[...] um estratagema para ser notado [...]" e "Tão secreto que nem ele sabe".

e)

“[...] como no paradoxo psicanalítico [...]" e "[...] porque só ele acha [...]".

12.

(CESGRANRIO – 2011. Adaptada.) Considere a sentença: “Marisa saiu de casa atrasada e perdeu o ônibus”. As duas orações do período estão unidas pela conjunção “e”, que, além de indicar adição, introduz a ideia de:

a)

oposição

b)

condição

c)

consequência

d)

comparação

e)

união

13.

Leia o anúncio: “Descontos para você levar sem sair de casa”. No período, o conector discursivo sublinhado indica:

a)

finalidade

b)

adição

c)

concessão

d)

modo

e)

movimento