WorksheetsRevisar é Aprender
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(Enem 2007) A figura acima é parte de uma campanha publicitária. Essa campanha publicitária relaciona-se diretamente com a seguinte afirmativa:
o comércio ilícito da fauna silvestre, atividade de grande impacto, é uma ameaça para a biodiversidade nacional.
a manutenção do mico-leão-dourado em jaula é a medida que garante a preservação dessa espécie animal.
o Brasil, primeiro país a eliminar o tráfico do mico-leão-dourado, garantiu a preservação dessa espécie.
o aumento da biodiversidade em outros países depende do comércio ilegal da fauna silvestre brasileira.
o tráfico de animais silvestres é benéfico para a preservação das espécies, pois garante-lhes a sobrevivência.
A charge revela uma crítica aos meios de comunicação, em especial à internet, porque
Questiona a integração das pessoas nas redes virtuais de relacionamento.
Considera as relações sociais como menos importantes que as virtuais.
Enaltece a pretensão do homem de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
Descreve com precisão as sociedades humanas no mundo globalizado.
Concebe a rede de computadores como espaço mais eficaz para a construção de relações sociais.
Essa imagem faz referências ao nome de um conhecido filme nacional. Esse tipo de “diálogo” entre textos é chamado de
publicidade.
plágio.
cópia.
intertextualidade.
Provérbios apresentam uma estrutura mais ou menos fixa. Comparando a frase acima com o provérbio “Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura”, pode-se afirmar que:
não ocorre intertextualidade, pois o sentido expresso por essas frases é diferente.
algumas palavras foram substituídas por outras, por isso não há intertextualidade.
a estrutura da frase é igual a do provérbio, portanto um texto dialoga com o outro.
esta frase é uma paródia do provérbio, pois possui caráter irônico e contestador.
Esse texto é:
um cupom de desconto.
um manual de jogo.
um rótulo de embalagem.
uma campanha.
uma charge.
Esse texto foi escrito para:
contar uma história.
convencer o leitor.
descrever uma cena.
divertir o leitor.
ensinar uma tarefa.
[...] – Muito bom dia, senhora,
que nessa janela está;
sabe dizer se é possível
algum trabalho encontrar?
– Trabalho aqui nunca falta
a quem sabe trabalhar;
o que fazia o compadre
na sua terra de lá?
– Pois fui sempre lavrador,
lavrador de terra má;
não há espécie de terra
que eu não possa cultivar. [...]
Também lá na minha terra
de terra mesmo pouco há;
mas até a calva da pedra
sinto-me capaz de arar. [...]
O valor humano em evidência nesse texto é:
a capacidade de criar amizades duradouras.
a exaltação dos elementos da natureza.
a felicidade encontrada nas coisas simples.
a importância dada ao próprio trabalho.
a solidariedade no ambiente de trabalho.
ENEM (2010)
"MOSTRE QUE SUA MEMÓRIA É MELHOR DO QUE A DE COMPUTADOR E GUARDE ESTA CONDIÇÃO: 12X SEM JUROS."
Campanha publicitária de loja de eletroeletrônicos.
Revista Época.
Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas de linguagem, assumindo configurações específicas, formais e de conteúdo. Considerando o contexto em que circula o texto publicitário, seu objetivo básico é:
influenciar o comportamento do leitor por meio de apelos que visam à adesão ao consumo.
definir regras de comportamento social pautadas no combate ao consumismo exagerado.
defender a importância do conhecimento de informática pela população de baixo poder aquisitivo.
facilitar o uso de equipamentos de informática pelas classes sociais economicamente desfavorecidas.
questionar o fato de o homem ser mais inteligente que a máquina, mesmo a mais moderna.
Todo ponto de vista é a vista de um ponto 5 Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação. Boff, Leonardo. A águia e a galinha. 4ª ed. RJ: Sextante, 1999
A expressão “com os olhos que tem” (l.1), no texto, tem o sentido de:
enfatizar a leitura.
incentivar a leitura.
individualizar a leitura.
priorizar a leitura.
valorizar a leitura.
Anedotinhas 5 10 De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho: — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio. Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu: — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não agüento mais aqueles meninos. E o pai responde lá de fora: — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio. Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981, p. 8.
No trecho “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio” (ℓ. 2), a palavra sublinhada estabelece relação de:
adição.
alternância
conclusão.
explicação.
oposição.
Da timidez
Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo psicanalítico, só alguém que se acha muito superior procura o analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele acha que se sentir inferior é doença.
[...]
O tímido tenta se convencer de que só tem problemas com multidões, mas isto não é vantagem. Para o tímido, duas pessoas são uma multidão. Quando não consegue escapar e se vê diante de uma plateia, o tímido não pensa nos membros da plateia como indivíduos. Multiplica-os por quatro, pois cada indivíduo tem dois olhos e dois ouvidos. Quatro vias, portanto, para receber suas gafes. Não adianta pedir para a plateia fechar os olhos, ou tapar um olho e um ouvido para cortar o desconforto do tímido pela metade. Nada adianta. O tímido, em suma, é uma pessoa convencida de que é o centro do Universo, e que seu vexame ainda será lembrado quando as estrelas virarem pó.
VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Entre as estratégias de progressão textual presentes nesse trecho, identifica-se o emprego de elementos conectores. Os elementos que evidenciam noções semelhantes estão destacados em:
“ Se ficou notório por ser tímido "e"[...] então tem que se explicar".
“[...] então tem que se explicar" e "[...] quando as estrelas virarem pó".
"[...] ficou notório apesar de ser tímido[...]" e "[...] mas isto não é vantagem [...]".
“[...] um estratagema para ser notado [...]" e "Tão secreto que nem ele sabe".
“[...] como no paradoxo psicanalítico [...]" e "[...] porque só ele acha [...]".
(CESGRANRIO – 2011. Adaptada.) Considere a sentença: “Marisa saiu de casa atrasada e perdeu o ônibus”. As duas orações do período estão unidas pela conjunção “e”, que, além de indicar adição, introduz a ideia de:
oposição
condição
consequência
comparação
união
Leia o anúncio: “Descontos para você levar sem sair de casa”. No período, o conector discursivo sublinhado indica:
finalidade
adição
concessão
modo
movimento
