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WorksheetsResumo e resenha
Total questions: 13
Worksheet time: 1hrs 5mins
Em qual dessas partes da resenha as opiniões e argumentos se destacam?
Apresentação
Desenvolvimento
Informações técnicas
Conclusão
Na resenha, como também é chamada a opinião do autor?
Crítica
Argumentos
Informações críticas
Resumo
A linguagem utilizada na resenha está relacionada com
o autor
o leitor e o tema
o tamanho do texto
o tipo textual
Qual desses gêneros se familiariza com a resenha?
fábula
texto dramático
reportagem
resumo
Por que as resenhas não antecipam o final da história resenhada?
para afastar o leitor da obra
Para aproximar o leitor da obra
Para não cansar o leitor com a leitura
Para criar expectativa e curiosidade no leitor
Qual é o objetivo de uma resenha?
Narrar uma história
Apresentar uma crítica positiva ou negativa sobre uma obra
Apresentar regras de um jogo
Nenhuma das alternativas
Em uma resenha é mais comum o uso de linguagem
informal
formal
formal ou informal, dependendo do público ao qual se destina.
Geralmente, a RESENHA CRÍTICA tem como objeto...
Livros e Filmes
Peça Teatral
Documentos
Receita de bolo
Discursos
A grande característica da RESENHA CRÍTICA é...
O grande caráter descritivo
O grande carácter argumentativo
O grande caráter opinativo
Em Touro indomável, que a cinemateca lança esta semana nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a dor maior e a violência verdadeira vêm dos demônios de La Motta – que fizeram dele tanto um astro no ringue como um homem fadado à destruição. Dirigida como um senso vertiginoso do destino de seu personagem, essa obra-prima de Martin Scorsese é daqueles filmes que falam à perfeição de seu tema (o boxe) para então transcendê-lo e tratar do que importa: aquilo que faz dos seres humanos apenas isso mesmo, humanos e tremendamente imperfeitos.
VEJA, 18 fev. 2009. (Adaptação).
Ao escolher esse gênero textual, o produtor do texto objetivou:
construir uma apreciação irônica do filme.
evidenciar argumentos contrários ao filme de Scorsese.
elaborar uma narrativa com descrição de tipos literários.
apresentar ao leitor um painel da obra e se posicionar criticamente.
afirmar que o filme transcende o seu objetivo inicial e, por isso, perde sua qualidade.
O texto oferece ao leitor informações sobre o filme filtradas pelo autor e somadas às suas avaliações pessoais. Esse recurso linguístico, próprio das resenhas, está mais bem exemplificado em:
O remake O dia em que a Terra parou, filme estrelado por Keanu Reeves e com um orçamento de US$ 80 milhões, é um prato cheio para os aficionados da ficção científica. (l. 1-2)
O que muitos não sabem é que o filme foi baseado no conto Farewell to the Master, do escritor Harry Bates. (l. 4-5)
Mas, como apaixonado por FC [ficção científica], sou suspeito pra falar deste gênero. (l. 9-10)
O universo pode ter milhões de outros planetas habitados, segundo o consagrado doutor em cosmologia e físico teórico Stephen Hawking. (l. 12-13)
A ação sob um novo olhar
O cineasta Luc Besson é catalogado como o diretor francês que mais se parece com um profissional americano de Hollywood, por seus longas serem carregados de ação explosiva, além de quase sempre protagonizados por anti-heróis típicos de produções da terra do Tio Sam. A presença de astros consagrados reforça essa definição — basta lembrar filmes icônicos como “Nikita” (que virou até seriado nos EUA), “O profissional”, “O quinto elemento” e as franquias “Carga explosiva” e “Busca implacável”. A diferença de Besson está no modo inteligente como ele insere, num peculiar cinema comercial, arte e reflexão sem parecer picaretagem, conseguindo atrair a simpatia de diferentes públicos.
“Lucy” é o mais novo projeto com essa sua marca: a estrela Scarlett Johansson surge numa história que, num primeiro momento, lembra um filme de super-herói. Scarlett faz uma mulher acidentalmente envolvida na negociação de uma droga experimental, que, ao entrar em sua circulação, faz com que ela aumente a utilização de seu cérebro em 100%. A turbinada resolve então procurar um pesquisador (Morgan Freeman) do assunto, ao mesmo tempo em que um traficante está à sua procura.
Com o filme colocado dessa forma, Lucy parece uma prima próxima da personagem Viúva Negra, também interpretada por Scarlett na série de filmes com super-heróis da Marvel — igualmente com cenas eletrizantes de luta. Mas “Lucy” (no original) também faz uma reflexão em torno de questões como evolução, metafísica e tempo. Percebe-se que Besson se diverte pelo jeito como desenvolve a narrativa: a cada estágio de transformação de Lucy, o diretor intercala as explicações científicas do tal pesquisador. Tudo de maneira a sustentar o conceito por trás da trama, desenvolvido com extrema habilidade e num ritmo propositalmente acelerado com objetivo de dar credibilidade ao improvável.
A AÇÃO sob um novo olhar. Disponível em: <http://rioshow.oglobo.globo.com/cinema/eventos/criticas-profissionais/lucy-11057.aspx>. Acesso em: 16 de agosto de 2014.
O texto acima é um exemplo do gênero textual:
resenha.
ensaio.
biografia.
resumo.
editorial.
Uma noite em 67, de Renato Tera e Ricardo Calil.
Editora Planeta, 296 páginas.
Mas foi um noite, aquela noite de sábado 21 de outubro de 1967, que parou o nosso país. Parou pra ver a finalíssima do III Festival da Record, quando um jovem de 24 anos chamado Eduardo Lobo, o Edu Lobo, saiu carregado do Teatro Paramount em São Paulo depois de ganhar o prêmio máximo do festival com Ponteio, que cantou acompanhado da charmosa e iniciante Marília Medalha.
Foi naquele noite que Chico Buarque entoou sua Roda viva ao lado do MPB-4 de Magro, o arranjador. Que Caetano Veloso brilhou cantando Alegria, alegria com a plateia ao com das guitarras dos Beat Boys, que Gilberto Gil apresentou a tropicalista Domingo no parque com os Mutantes.
Aquela noite que acabou virando filme, em 2010, nas mãos de Renato Terra e Ricardo Calil, agora virou livro. O livro que está sendo lançado agora é a história daquela noite, ampliada e em estado que no jargão jornalístico chamamos de matéria bruta. Quem viu o filme vai se deliciar com as histórias – e algumas fofocas – que cada um tem para contar, agora sem os contes necessários que um filme exige. E quem não viu o filme tem diante de si um livro de histórias, pensando bem, de História.
VILLAS, A. Disponível em: www.cartacapital.com.br. Acessado em: 18 jun. 2014 (adaptado).
Considerando os elementos constitutivos dos gêneros textuais circulantes na sociedade, nesse fragmento de resenha predominam:
caracterização de personalidades do contexto musical brasileiro dos anos 1960.
questões polêmicas direcionadas à produção musical brasileira nos anos 1960.
relatos de experiências de artistas sobre os festivais de música de 1967.
explicação sobre o quadro cultural do Brasil durante a década de 1960.
opinião a respeito de uma obra sobre cena musical de 1967.
