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Resumo e resenha

Total questions: 13

Worksheet time: 1hrs 5mins

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1.

Em qual dessas partes da resenha as opiniões e argumentos se destacam?

a)

Apresentação

b)

Desenvolvimento

c)

Informações técnicas

d)

Conclusão

2.

Na resenha, como também é chamada a opinião do autor?

a)

Crítica

b)

Argumentos

c)

Informações críticas

d)

Resumo

3.

A linguagem utilizada na resenha está relacionada com

a)

o autor

b)

o leitor e o tema

c)

o tamanho do texto

d)

o tipo textual

4.

Qual desses gêneros se familiariza com a resenha?

a)

fábula

b)

texto dramático

c)

reportagem

d)

resumo

5.

Por que as resenhas não antecipam o final da história resenhada?

a)

para afastar o leitor da obra

b)

Para aproximar o leitor da obra

c)

Para não cansar o leitor com a leitura

d)

Para criar expectativa e curiosidade no leitor

6.

Qual é o objetivo de uma resenha?

a)

Narrar uma história

b)

Apresentar uma crítica positiva ou negativa sobre uma obra

c)

Apresentar regras de um jogo

d)

Nenhuma das alternativas

7.

Em uma resenha é mais comum o uso de linguagem

a)

informal

b)

formal

c)

formal ou informal, dependendo do público ao qual se destina.

8.

Geralmente, a RESENHA CRÍTICA tem como objeto...

a)

Livros e Filmes

b)

Peça Teatral

c)

Documentos

d)

Receita de bolo

e)

Discursos

9.

A grande característica da RESENHA CRÍTICA é...

a)

O grande caráter descritivo

b)

O grande carácter argumentativo

c)

O grande caráter opinativo

10.

Em Touro indomável, que a cinemateca lança esta semana nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a dor maior e a violência verdadeira vêm dos demônios de La Motta – que fizeram dele tanto um astro no ringue como um homem fadado à destruição. Dirigida como um senso vertiginoso do destino de seu personagem, essa obra-prima de Martin Scorsese é daqueles filmes que falam à perfeição de seu tema (o boxe) para então transcendê-lo e tratar do que importa: aquilo que faz dos seres humanos apenas isso mesmo, humanos e tremendamente imperfeitos.

VEJA, 18 fev. 2009. (Adaptação).


Ao escolher esse gênero textual, o produtor do texto objetivou:

a)

construir uma apreciação irônica do filme.

b)

evidenciar argumentos contrários ao filme de Scorsese.

c)

elaborar uma narrativa com descrição de tipos literários.

d)

apresentar ao leitor um painel da obra e se posicionar criticamente.

e)

afirmar que o filme transcende o seu objetivo inicial e, por isso, perde sua qualidade.

11.

O texto oferece ao leitor informações sobre o filme filtradas pelo autor e somadas às suas avaliações pessoais. Esse recurso linguístico, próprio das resenhas, está mais bem exemplificado em:

a)

O remake O dia em que a Terra parou, filme estrelado por Keanu Reeves e com um orçamento de US$ 80 milhões, é um prato cheio para os aficionados da ficção científica. (l. 1-2)

b)

O que muitos não sabem é que o filme foi baseado no conto Farewell to the Master, do escritor Harry Bates. (l. 4-5)

c)

Mas, como apaixonado por FC [ficção científica], sou suspeito pra falar deste gênero. (l. 9-10)

d)

O universo pode ter milhões de outros planetas habitados, segundo o consagrado doutor em cosmologia e físico teórico Stephen Hawking. (l. 12-13)

12.

A ação sob um novo olhar


O cineasta Luc Besson é catalogado como o diretor francês que mais se parece com um profissional americano de Hollywood, por seus longas serem carregados de ação explosiva, além de quase sempre protagonizados por anti-heróis típicos de produções da terra do Tio Sam. A presença de astros consagrados reforça essa definição — basta lembrar filmes icônicos como “Nikita” (que virou até seriado nos EUA), “O profissional”, “O quinto elemento” e as franquias “Carga explosiva” e “Busca implacável”. A diferença de Besson está no modo inteligente como ele insere, num peculiar cinema comercial, arte e reflexão sem parecer picaretagem, conseguindo atrair a simpatia de diferentes públicos.

“Lucy” é o mais novo projeto com essa sua marca: a estrela Scarlett Johansson surge numa história que, num primeiro momento, lembra um filme de super-herói. Scarlett faz uma mulher acidentalmente envolvida na negociação de uma droga experimental, que, ao entrar em sua circulação, faz com que ela aumente a utilização de seu cérebro em 100%. A turbinada resolve então procurar um pesquisador (Morgan Freeman) do assunto, ao mesmo tempo em que um traficante está à sua procura.

Com o filme colocado dessa forma, Lucy parece uma prima próxima da personagem Viúva Negra, também interpretada por Scarlett na série de filmes com super-heróis da Marvel — igualmente com cenas eletrizantes de luta. Mas “Lucy” (no original) também faz uma reflexão em torno de questões como evolução, metafísica e tempo. Percebe-se que Besson se diverte pelo jeito como desenvolve a narrativa: a cada estágio de transformação de Lucy, o diretor intercala as explicações científicas do tal pesquisador. Tudo de maneira a sustentar o conceito por trás da trama, desenvolvido com extrema habilidade e num ritmo propositalmente acelerado com objetivo de dar credibilidade ao improvável.

A AÇÃO sob um novo olhar. Disponível em: <http://rioshow.oglobo.globo.com/cinema/eventos/criticas-profissionais/lucy-11057.aspx>. Acesso em: 16 de agosto de 2014.


O texto acima é um exemplo do gênero textual:

a)

resenha.

b)

ensaio.

c)

biografia.

d)

resumo.

e)

editorial.

13.

Uma noite em 67, de Renato Tera e Ricardo Calil.

Editora Planeta, 296 páginas.

Mas foi um noite, aquela noite de sábado 21 de outubro de 1967, que parou o nosso país. Parou pra ver a finalíssima do III Festival da Record, quando um jovem de 24 anos chamado Eduardo Lobo, o Edu Lobo, saiu carregado do Teatro Paramount em São Paulo depois de ganhar o prêmio máximo do festival com Ponteio, que cantou acompanhado da charmosa e iniciante Marília Medalha.

Foi naquele noite que Chico Buarque entoou sua Roda viva ao lado do MPB-4 de Magro, o arranjador. Que Caetano Veloso brilhou cantando Alegria, alegria com a plateia ao com das guitarras dos Beat Boys, que Gilberto Gil apresentou a tropicalista Domingo no parque com os Mutantes.

Aquela noite que acabou virando filme, em 2010, nas mãos de Renato Terra e Ricardo Calil, agora virou livro. O livro que está sendo lançado agora é a história daquela noite, ampliada e em estado que no jargão jornalístico chamamos de matéria bruta. Quem viu o filme vai se deliciar com as histórias – e algumas fofocas – que cada um tem para contar, agora sem os contes necessários que um filme exige. E quem não viu o filme tem diante de si um livro de histórias, pensando bem, de História.

VILLAS, A. Disponível em: www.cartacapital.com.br. Acessado em: 18 jun. 2014 (adaptado).


Considerando os elementos constitutivos dos gêneros textuais circulantes na sociedade, nesse fragmento de resenha predominam:

a)

caracterização de personalidades do contexto musical brasileiro dos anos 1960.

b)

questões polêmicas direcionadas à produção musical brasileira nos anos 1960.

c)

relatos de experiências de artistas sobre os festivais de música de 1967.

d)

explicação sobre o quadro cultural do Brasil durante a década de 1960.

e)

opinião a respeito de uma obra sobre cena musical de 1967.