Font size
WorksheetsO GRANDE QUIZ TERAPÊUTICO
Total questions: 25
Worksheet time: 14mins
No sistema respiratório, alterações podem comprometer a produção e transporte do muco, assim como retenção das secreções. Na terapêutica dessa, emprega-se o fármaco descongestionante via nasal, de efeito local, que pode ser associado a isoprenalina:
N-acetilcisteína
Cloridrato de Doxapram
Codeína
Bromexina
A codeína é:
Expectorante com ação local
Estimulante respiratório
Antitussígeno semissintético de ação central no tronco cerebral
Antitussígeno que deve ser utilizado juntamente com fenotiazínicos
Para tratamento sintomático de sinusites e rinites, emprega-se:
Agonistas de receptores H1
Antagonistas alfa 1 adrenérgico
Antagonistas de receptores H1 e Agonista alfa 1 adrenérgico
Agonista alfa 1 adrenérgico por via intravenosa
Referente ao emprego de antitussígenos, ressalta-se que esses devem ser empregados apenas na supressão de tosse não-produtiva, tendo em vista os efeitos deletérios dessa.
Alguns medicamentos podem causar depressão central, demandando o emprego de estimulantes respiratórios. Sobre esses estimulantes, pode-se afirmar que:
Seu uso não é recomendado para neonatos advindos de cesariana
Englobam estimulantes bulbares e de quimiorreceptores
Não apresentam efeitos colaterais marcantes
Alguns exemplos são: cloridrato de doxapram, isoprenalina e ciproeptadina
Dentre os antibióticos MAIS empregados para afecções no trato respiratório, cita-se:
Amoxicilina, Ampicilina e Penicilina
Estreptomicina, Neomicina e Doxiciclina
Doxiciclina, Ampicilina e Florfenicol
Penicilina, Enrofloxacina e Ciproeptadina
As doenças restritivas e obstrutivas apresentam alterações na mecânica pulmonar e podem ser tratadas por várias modalidades fisioterapêuticas. Uma doença restritiva tem como característica mecânica a baixa complacência pulmonar. Nestas condições, há uma maior tensão superficial na parede dos alvéolos, fazendo com que eles apresentem uma tendência muito mais forte ao colabamento, ou seja, o ar tende a ser expulso dos alvéolos. Nesta situação, irá penetrar uma quantidade menor de ar nos alvéolos, ou seja, haverá uma diminuição na ventilação. Sobre a fisiopatologia, essa afirmação é:
O edema pulmonar está entre as principais causas de insuficiência respiratória, com consequente óbito em cães e gatos. O tratamento clínico é realizado com o intuito de minimizar a agressão das vias aéreas e diminuir a inflamação e o edema. Para isso indica-se o uso de, por exemplo, Dexametasona, indicado para redução do edema da mucosa brônquica. A Dexametasona pertence a classe de:
Broncodilatador
Antitussígeno
Estimulante Respiratório
Anti-inflamatório
Além da ação antialérgica, a Fluticasona também é utilizada no tratamento de afecções respiratórias pois:
Aumenta a retenção de agonista beta adrenérgico de ação prolongada, potenciando, assim, os seus efeitos benéficos para o tratamento de asma
Aumenta a circulação de catecolaminas
Aumenta a atividade mucociliar
Induz o estímulo cardíaco
Como a dispneia é o sintoma que mais incomoda o animal asmático, os broncodilatadores constituem o pilar terapêutico do tratamento sintomático da asma. Há três classes de medicamentos broncodilatadores usados no tratamento do animal asmático, EXCETO:
β2-agonistas
α1-agonistas
Metilxantinas
Anticolinérgico
É um derivado da xantina, antagonista competitivo dos receptores de adenosina e fosfodiesterase, utilizado como broncodilatador em casos de emergência, indicado no tratamento de crises asmáticas e alérgicas do broncoespasmo. Essas características correspondem a uma metilxantina denominada:
Teobromina
Aminofilina
Cafeína
Teofilina
O fármaco Salbutamol é muito utilizado na prática médica de pequenos animais. A principal vantagem farmacodinâmica desse fármaco, no tratamento da asma:
É um agonista adrenérgico β2 seletivo, e, portanto, é um broncodilatador e não atua em receptores β1 cardíacos que provocam taquicardia e aumento de pressão arterial
É um antagonista adrenérgico α2 seletivo, e, portanto, é um broncodilatador, e não atua em receptores β1 cardíacos que provocam taquicardia e aumento de pressão arterial
É um agonista colinérgico muscarínico seletivo e, portanto, é um broncodilatador, e não atua em receptores nicotínicos que provocam taquicardia
É um antagonista adrenérgico β1 seletivo, e, portanto, é um broncodilatador, e não atua em receptores α2 que provocam taquicardia
Quando falamos em infecções do trato urinário (ITU), além da anamnese, hemograma e urinálise, a urocultura e antibiograma são essenciais para o diagnóstico da bactéria e instituição de um tratamento específico. São funções da urocultura, EXCETO:
Possibilitar o tempo de tratamento adequado para evitar resistência aos antibióticos
Identificar a bactéria em questão para tratamento antibiótico específico
Possibilitar a realização do antibiograma
Encurtar a duração da terapia antibiótica até a suspensão dos sintomas e sinais clínicos
As infecções urinárias simples são aquelas de primeira vez e possivelmente sem outros entraves. É recomendado realizar a cultura microbiana e detecção da bactéria responsável. Quando não é possível realizar a urocultura, qual a conduta terapêutica mais adequada nessa situação?
Penicilina G por 21 dias
Macrolídeos por 7 dias
Ampicilina ou sulfa-trimetoprim por 14 dias
Metenanima por 14 dias
As pielonefrites ocorrem por diversas infecções bacterianas nas estruturas renais. Dentre as intervenções terapêuticas nesse quadro clínico-patológico, NÃO estão envolvidas:
Medidas de antibióticoterapia específicas para medula e interstício renal
Induções de poliúria por diuréticos
Induções de poliúria por altas concentrações de sal na dieta do animal
Reduções no consumo de líquido pelo animal
Para o tratamento da Doença do Trato Urinário Inferior Felino (DTUIF), diversas classes farmacológicas podem estar envolvidas na conduta terapêutica do médico veterinário. É incorreto o que se afirma em:
Deve haver cautela quanto à dose e frequência do uso de anti-inflamatórios
Antiespasmódicos como a escopolamina auxiliam no relaxamento da uretra, o que favorece a eliminação de debris e eventuais coágulos sanguíneos retidos
Antidepressivos podem ser necessários a depender do paciente e do acontecimento psicológico trazido pelo curso clínico da doença.
O manejo clínico, estímulo à ingestão hídrica e enriquecimento ambiental devem ser preconizados somente aos pacientes de tratamento cirúrgico
Com a obstrução da vesícula urinária, a perda da capacidade de contração deve ser tratada para que haja o esvaziamento vesical. Qual o princípio ativo mais indicado para o estímulo à contração da vesícula urinária?
Betanecol
Neostigmina
Prazosina
Cisaprida
A prazosina é um bloqueador seletivo dos receptores alfa-1 (pós-sinápticos). Dentre seus empregos terapêuticos, ela pode atuar no trato urinário. Conhecendo seu mecanismo de ação, para qual finalidade esse fármaco é utilizado especificamente na DTUIF?
Dilatação de artérias e veias
Estímulo da atividade simpática no aparelho urinário
Redução dos espasmos uretrais
Função espasmódica na região uretral
O quadro de insuficiência renal aguda faz com que o animal não consiga induzir a produção e eliminação de urina, qual desses medicamentos pode ser administrado?
Hidralazina
Furosemida
Ondansetrona
Pimobendana
Amiodarona
O tratamento da insuficiência renal crônica é um tratamento suporte que inclui:
Ciproeptadina, ondansetrona, omeprazol, eritropoetina e benazepril
Ondansetrona, dexametasona, eritropoetina, hidroclorotiazida, digoxina e benazepril
Benazepril, flunixina neglumina, ondansetrona, ranitidina e fluidoterapia
Codeína, benazepril, amoxilina, ciproeptadina e omeprazol
Animais com predisposição e histórico de ocorrência de urolitíases, via de regra, são submetidos a procedimentos cirúrgicos. Os cálculos de estruvita e oxalato são os mais comuns e como intervenção tem-se:
Anti-inflamatórios
Antibióticos
Rações terapêuticas
Anti-helmínticos
Os objetivos do tratamento clínico conservador em pacientes portadores de insuficiência renal crônica objetiva:
I) Melhora dos sintomas clínicos de uremia.
II) Minimizar os distúrbios associados às perdas de eletrólitos, vitaminas e minerais.
III) Dar apoio nutricional adequado.
IV) Modificar a progressão da insuficiência renal
I e II, apenas
IV, apenas
II, III e IV
I, II e III
I, II, III e IV
Uma vaca apresentou quadro de mastite persistente e o clínico médico veterinário prescreveu neomicina por um longo período, com o passar dos dias o animal apresentou desidratação, anúria, oligúria e algumas ulcerações. Houve comprometimento renal em função de:
As bactérias causadoras da mastite invadiram os néfrons
O animal ingeriu plantas tóxicas
O antibiótico apresenta potencial nefrotóxico
A sintomatologia que inclui poliúria, anemia, polidipsia, ulcerações e erosões orais, vômitos, gastrite e hipertensão arterial são sinais clínicos clássicos de:
Insuficiência renal aguda que pode ser tratada e revertida
Doença renal com compensação pelos próprios mecanismos do animal, sem necessidade de intervenção terapêutica
Insuficiência renal crônica e para garantir a sobrevida do animal tem-se um tratamento suporte, mas o próprio animal consegue dispor de mecanismos compensatórios
Insuficiência renal crônica, o animal não dispõe de mecanismos compensatórios, e a intervenção terapêutica inclui tratamento suporte, a fim de controlar os efeitos da patologia
A fluidoterapia é uma intervenção aplicada na insuficiência renal aguda (IRA), em pacientes oligúricos é imperativo que um catéter urinário permanente e um intravenoso sejam mantidos. Para se escolher o líquido de reposição, deve-se ter conhecimento acerca das deficiências e excessos em termo de equilíbrio hídrico, eletrolítico e ácidobásico. Julgue a assertiva:
