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WorksheetsSAEB TREINO 1
Total questions: 26
Worksheet time: 15mins
A língua de Avatar
[…] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre humanos e os seres da raça Na’vi.
Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe do departamento de Linguística da University of Southern California, um roteiro que continha, entre outras coisas, 30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua maioria nomes de personagens e animais – cuja sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e morfológicas emprestadas de diversas línguas, com preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas africanas.
Texto 2
Klingon
Já a língua Klingon, da clássica franquia, Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2 mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III: à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração com a missão de elaborar uma estrutura sintática e lexical para a língua.
Para se ter uma ideia da repercussão do Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto com base no trabalho de Okrand – o Klingon Language Institute (www.kli.org) –, que conta com 600 membros, diálogos em linguagem extraterrestre e até traduções de clássicos da literatura.
Esses dois textos falam sobre:
a criação de novos idiomas para filmes.
a repercussão do idioma entre os fãs.
o número de palavras criadas para os filmes.
o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção
QUADRAS POPULARES
Você me mandou cantar
Pensando que eu não sabia
Pois eu sou que nem cigarra
Canto sempre todo dia.
****
Já fui galo, já cantei
Já fui dono do terreiro
Não me importo que outras cantem
Onde eu já cantei primeiro.
Os dois poemas falam:
a) Da arte de cantar.
b) De quem canta desolado.
c) De quem não sabia cantar.
d) Do galo cantor dono do terreiro.
[Questão 42/ 2018]
referência à censura e à opressão para alegorizar
a falta de liberdade de expressão característica
da época.
valorização de situações do cotidiano para atenuar
os sentimentos de revolta em relação ao governo
instituído.
utilização de metáforas e ironias para expressar um
olhar crítico em relação à situação social e política
do país.
tendência realista para documentar com
verossimilhança o drama da população brasileira
durante o Regime Militar.
sobreposição das manifestações populares pelo
momento histórico.
[Questão 101/ 2016]
armazenar grandes volumes de dados de modo mais
disperso.
localizar informações na internet com mais precisão.
captar os dados na internet com mais velocidade.
publicar dados com significados não definidos.
navegar apenas sobre dados já organizados.
[Questão 113/ 2016]
receita mistura-se ao gênero propaganda com a finalidade de instruir o leitor.
receita é utilizada no gênero propaganda com a finalidade de instruir o leitor.
propaganda assume a forma do gênero receita para
divulgar um produto alimentício.
propaganda perde poder de persuasão ao assumir a
forma do gênero receita.
receita está a serviço do gênero propaganda ao
solicitar que o leitor faça o doce.
[Questão 107/ 2014]
estratégia para estimular relações de amizade.
espaço para exposição de opiniões e circulação de ideias.
gênero discursivo substituto dos tradicionais diários pessoais.
ferramenta para aperfeiçoamento da comunicação virtual escrita.
recurso para incentivar a ajuda mútua e a divulgação da rotina diária.
[Questão 125/ 2014]
linguagem rebuscada utilizada pelo narrador no tratamento do discurso.
inserção de perguntas diretas acerca do conhecimento narrado.
caracterização dos lugares onde se passa a história.
emprego de termos bíblicos de forma descontextualizada.
contraste entre o tema abordado e a linguagem utilizada.
A crítica social da tira consiste em
O personagem mais alto critica o Brasil
O personagem mais baixo adivinha o que está escrito
O analfabeto ainda pensa coisas boas sobre o país
O analfabeto reclama da falta de escolas
A frase que revela uma opinião é
“Ele parecia meio que revoltado, algo o intrigava.”
“... a tecnologia influencia diretamente na vida das pessoas...”
“O importante é valorizar e respeitar esta nova tecnologia...”
“Não era bem essa palavra que ele fazia uso, mas desvendei que esse era o assunto...”
retirada de https://br.pinterest.com/pin/371195194270296138/.
A tese defendida na imagem é que...
Todos têm direito a uma opinião.
Há muito preconceito com a opinião dos outros.
Existe preconceito revestido de opinião.
O preconceito está coberto de razão.
Podemos dizer que o quadrinho se trata de:
pontos de vista diferentes.
argumentos equivocados.
críticas construtivas.
opinião favorável à tese.
Em qual das alternativas há o uso de um argumento?
Não somos livres.
A maioria dos jovens portugueses pratica sexo sem preservativo. Esse é o resultado de um estudo recente sobre hábitos sexuais dos nossos adolescentes.
António é meu aluno há três anos. Nestes três anos, nada evoluiu. Continua a cometer os mesmos erros.
Está muito calor.
No último quadrinho há uma
Citação
Exemplificação
Conclusão
Omissão
Classifique o seguinte argumento: "A mãe de Joaquim fumou durante a gravidez, por isso ele tem alguns problemas respiratórios."
Autoridade
Causa - efeito
Emocional
Analogia
Um ano depois, o primo veio ao Rio de Janeiro. Fui recebe-lo na estação da Estrada de Ferro, e tratei logo de perguntar pela família.
__Então todos bons. A minha pequena mais velha foi pedida[em casamento] na semana passada.
__Por quem?
__Por um excelente rapaz - o Flávio Antunes.
__Perdão... mas o Flávio Antunes não era...
__Era sim! Mas que quer você? Com aquela coisa de mandar as meninas para dentro todas as vezes que ele passava lá por casa, fiz-lhe um extraordinário reclame! Todas elas gostavam dele, e ele gostou da mais velha!
(D11) O clímax dessa narrativa está expresso em:
A minha pequena foi pedida em casamento.
Perdão...mas o Flávio Antunes não era...
Por um excelente rapaz - o Flávio Antunes.
Todas elas gostavam dele e ele gostou da mais velha.
Eu estava na praia olhando o mar, o mar, o amor vomitando o mar, e agora já não é fácil atravessar de volta a avenida.
(D11) O narrador que nos conta é do tipo:
Observador
Personagem
Onisciente
Descritor
Há qualquer coisa no ar do Rio além de favelas
Nem só as favelas brotam nos morros cariocas. As encostas cada vez mais povoadas no Rio de Janeiro disfarçam o avanço do reflorestamento na crista das serras, que espalha cerca de 2 milhões de mudas nativas da Mata Atlântica em espaço equivalente a 1.800 gramados do Maracanã. O replantio começou há 13 anos, para conter vertentes ameaçadas de desmoronamento. Fez mais do que isso. Mudou a paisagem. Vista do alto, ângulo que não faz parte do cotidiano de seus habitantes, a cidade aninha-se agora em colinas coroadas por labirintos verdes, formando desenhos em curva de nível, como cafezais.
Revista Época – nº 83. 20 -12-1999. Rio de Janeiro Ed. Globo. p. 9.
(D5) O tópico central do texto é:
a descrição da nova paisagem carioca.
o avanço das favelas em meio à vegetação da mata atlântica.
o crescimento da mata atlântica em meio ao avanço das favelas.
o replantio iniciado treze anos antes da publicação da notícia.
Durante a refeição, meu tio esteve jovial; dizia esses gracejos de cientista que nunca são muito engraçados. Após a sobremesa, fez sinal para que eu o seguinte até o escritório.
----Axel----disse com voz suave ---, você é um rapaz muito inteligente. Prestou-me um serviço magnifico quando, após muitos esforços, eu ia abandonar aquela combinação. Onde é que eu tinha me enganado? Ninguém sabe! Jamais esquecerei aquilo, meu rapaz, e você terá sua parte na glória que iremos conquistar.
“É agora”, pensei. “Ele está de bom humor; chegou a hora de discutir essa glória. ”
(D8) O trecho “‘chegou a hora de discutir essa glória’” denota que o sobrinho:
achava que o tio não lhe daria nada
gostaria de receber mais do que o tio pensava em dar.
queria saber qual seria a glória mencionada pelo tio.
segundo o tio, merecia apenas uma pequena parte dessa glória.
[...] O intelectual desligou o telefone e informou com cara desolada: "Ele não pode vir, está chovendo, já se recolheu, está lendo o Montaigne dele...". O dono da casa ficou furioso. Acusou o colega de não ter feito a convocação como devia. Pegou o telefone, discou com raiva para a casa do ensaísta, jurista, historiador, parlamentar e ex-ministro de Estado, exigindo a sua presença. A resposta foi a mesma: "Não posso, sinto muito, está chovendo, já estou recolhido, lendo o meu Montaigne...".
-Uma pena, realmente uma pena! Estamos aqui reunidos, falando mal do Gilberto Freyre...
Do outro lado da linha, a voz veio, terrível: "Nem mais uma palavra! Me esperem! Daqui a 15 minutos estou aí!".
(D11) A partir do desfecho dado a essa narrativa, podemos afirmar que o autor defende a ideia que
as pessoas de modo geral são dadas a falar da vida alheia.
falar mal das pessoas pode ser vista como uma arte se praticada por intelectuais.
o exercício de falar das pessoas não está restrito às pessoas pouco instruídas.
pessoas bastante inteligentes não praticam a arte de falar mal.
O homem que entrou pelo cano
Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.
Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.
No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava.
Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”.
Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.
(D17) O trecho “Então percebeu que as engrenagens giravam” cria entre as partes do texto uma relação de:
adversidade
complementaridade
conclusão
continuidade
Receitas da vovó
Lembra aquela receita que só sua mãe ou sua avó sabem fazer? Pois saiba que, além de gostoso, esse prato é parte importante da cultura brasileira. É verdade. Os cadernos de receita são registros culturais. Primeiro, porque resgatam antigas tradições, seja familiares ou étnicas. Além disso, mostram como se fala ou se falava em determinada região. E ainda servem como passagens de tempo, chaves para alcançarmos memórias emocionais que a gente nem sabia que tinha (se você se lembrou do prato que sua avó ou sua mãe fazia, você sabe do que eu estou falando).
> A tese defendida pelo autor do texto é de que as receitas culinárias:
Fazem com que lembremos a nossa infância.
Resgatam nossas tradições familiares ou étnicas.
São as que só nossas mães ou avós conhecem.
São uma parte importante da cultura brasileira.
Indicam o modo de falar em determinada região.
Decida
Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.
Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano – 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar.
> Qual é a tese defendida nesse texto?
A compra de uma casa é um problema a longo prazo.
A vida moderna exige a tomada de decisões difíceis.
Os casais têm dúvidas quanto à educação dos filhos.
Os gerentes de grandes empresas tomam milhares de decisões.
O casamento ainda é uma dúvida de poucos.
Desmatar não vale a pena
Desmatar é ruim, mas traz crescimento econômico. Isso é o que fizeram você acreditar durante muito tempo. A realidade é bem diferente. O modelo de ocupação predominante na Amazônia é baseado na exploração madeireira predatória e na conversão de terras para agropecuária. É o que eu chamo de “boom-colapso”: nos primeiros anos da atividade econômica baseada nesse modelo, ocorre um rápido e efêmero crescimento (o boom). Mas, em seguida, vem um declínio significativo em renda, emprego e arrecadação de tributos (o colapso). A situação de quem era pobre fica ainda pior.
Esse modelo é nefasto em todos os sentidos. O avanço da fronteira na Amazônia é marcado pelo desmatamento, pela degradação dos recursos naturais e, se não bastasse tudo isso, pela violência rural.
Em pouco mais de três décadas, o desmatamento passou de 0,5% do território da floresta original para quase 18% do território, em 2008. Além disso, áreas extensas de florestas sofreram degradação pela atividade madeireira predatória e devido a incêndios florestais.
> Nesse texto, o autor discorda de qual tese?
“Desmatar é ruim, mas traz crescimento econômico.”
“É o que eu chamo de “boom-colapso”: nos primeiros...”
“A situação de quem era pobre fica ainda pior.”
“Esse modelo é nefasto em todos os sentidos.”
“O avanço da fronteira na Amazônia é marcado...”
O teatro da etiqueta
No século XV, quando se instalavam os Estados nacionais e a monarquia absoluta na Europa, não havia sequer garfos e colheres nas mesas de refeição: cada comensal trazia sua faca para cortar um naco da carne – e, em caso de briga, para cortar o vizinho. Nessa Europa bárbara, que começava a sair da Idade Média, em que nem os nobres sabiam escrever, o poder do rei devia se afirmar de todas as maneiras aos olhos de seus súditos como uma espécie de teatro. Nesse contexto surge a etiqueta, marcando momento a momento o espetáculo da realeza: só para servir o vinho ao monarca havia um ritual que durava até dez minutos.
Quando Luís XV, que reinou na França de 1715 a 1774, passou a usar lenço não como simples peça de vestuário, mas para limpar o nariz, ninguém mais na corte de Versalhes ousou assoar-se com os dedos, como era costume. Mas todas essas regras, embora servissem para diferenciar a nobreza dos demais, não tinham a petulância que a etiqueta adquiriu depois. Os nobres usavam as boas maneiras com naturalidade, para marcar uma diferença política que já existia. E representavam esse teatro da mesma forma para todos. Depois da Revolução Francesa, as pessoas começam a aprender etiqueta para ascender socialmente. Daí por que ela passou a ser usada de forma desigual – só na hora de lidar com os poderosos.
> Nesse texto, o autor defende a tese de que
a etiqueta mudou, mas continua associada aos interesses do poder.
a etiqueta sempre foi um teatro apresentado pela realeza.
a etiqueta tinha uma finalidade democrática antigamente.
as classes sociais se utilizam da etiqueta desde o século XV.
as pessoas evoluíram a etiqueta para descomplicá-la.
Etanol de cana é o que menos polui
O etanol de cana-de-açúcar produzido pelo Brasil é melhor que todos os outros. A conclusão é de um estudo divulgado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 30 países entre os mais industrializados do mundo e da qual o Brasil não faz parte. A pesquisa mostra que o etanol brasileiro reduz em até 80% as emissões dos gases que provocam o efeito estufa. “O percentual de redução na emissão de gases é muito mais baixo nos biocombustíveis produzidos na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá”, afirmou Stefan Tangermann, diretor de Agricultua da OCDE. O etanol do milho americano reduz em apenas 30% as emissões. Já o trigo utilizado pelos europeus tem efeito de 50% na diminuição da poluição.
A pesquisa também critica os subsídios dados por europeus e americanos a seus produtores – US$ 11 bilhões por ano e que devem chegar US$ 25 bilhões até 2015. [...] É uma vitória da postura brasileira de defesa incessante da cana como energia alternativa.
Revista da semana. nº 28. 24 jul. 2008. p. 34.
> O argumento que sustenta a tese de que o etanol da cana de açúcar brasileira é melhor que todos os outros é que
o nosso etanol reduz em até 80% as emissões de gases.
o etanol americano reduz apenas 30% das emissões.
o etanol europeu tem efeito de 50% na poluição.
o Brasil defende a cana-de-açúcar como energia alternativa.
os Estados Unidos subsidiam em muito os produtores.
O fenômeno apontado no 1º parágrafo diz respeito a um termo apresentado no 2º parágrafo. Qual?
Adolescentes
Diferenças
Crianças
Empatia
