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SAEB 2

Total questions: 20

Worksheet time: 10mins

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1.

Esse texto foi escrito para

a)

anunciar um produto.

b)

ensinar um procedimento.

c)

fazer uma crítica.

d)

narrar uma história

2.

Na porta

a varredeira varre o cisco

varre o cisco

varre o cisco


Na pia

a menininha escova os dentes

escova os dentes

escova os dentes


No arroio

a lavadeira bate roupa

bate roupa

bate roupa


até que enfim

se desenrola

toda a corda

e o mundo gira imóvel como um pião!

O tema central do poema é

a)

a brincadeira da menina.

b)

a música do pião.

c)

o cotidiano da vida.

d)

o trabalho das lavadeiras.

3.

Entrevista com mulheres cientistas: Laura de Freitas e Ana Bonassa


Alguma mulher as inspirou a seguir a carreira de pesquisa? Como veem a importância da

representatividade nesse meio?

Laura

: nenhuma mulher em específico, eu sempre gostei de ciência desde criança. Mas ter

representatividade é crucial para inspirar novas gerações a seguir uma carreira que historicamente

sempre foi de homens, mas que não tem razão nenhuma de assim ainda o ser. Meninas que veem

mulheres cientistas enxergam que elas próprias podem estar naquela posição um dia.

Ana

: a representatividade é essencial. A gente cresce sem ver mulheres em posição de

destaque pela inteligência e sim pela aparência. Muitas meninas ainda hoje acham que precisam

ser bonitas, porque inteligentes nem é dado como opção.

As respostas das entrevistadas mostram que

a)

cada uma tem uma opinião diferente a respeito da representatividade de mulheres na ciência.

b)

ambas acham que a representatividade não influencia, uma vez que não se lembram de mulheres

específicas que as inspiraram.

c)

ambas acreditam que a representatividade é importante para inspirar mais meninas a se tornarem cientistas.

d)

cada uma acredita em uma forma diferente de representatividade, sendo a primeira pela inspiração

e a segunda, pela aparência.

4.

A expansão de sentido na frase “Sua prateleira de sapatos, tadinha, anda em um tédio retumbante?” ocorre,

principalmente, em função

a)

da ironia atribuída à palavra “tadinha”.

b)

do duplo sentido conferido à palavra “anda”.

c)

da atribuição de características humanas à “prateleira”.

d)

da oposição de sentidos entre “tadinha” e “retumbante”.

5.

2. A solicitação para que a vacinação se efetive de maneira prioritária é:

a)

A) que seja mulher em pós-parto de até 45 dias.

b)

B) que tome a segunda dose num intervalo de 30 dias.

c)

C) que gestantes levem comprovação de exame de gravidez.

d)

D) que todos levem documento de identificação e carteira de vacinação.

e)

E) que a pessoa seja indígena, população carcerária e doentes crônicos.

6.

1.(SAEPE). Leia o texto abaixo.

Refrigerante faz cócegas

no cérebro

Não é só pelo

sabor que os refrigerantes seduzem crianças e adultos. Eles são divertidos

principalmente pelas bolhas de gás carbônico que contêm. Ao se misturar com a

saliva, elas estouram e viram ácido carbônico. Com isso causa uma pequena

irritação na língua. É dolorido, só que o cérebro interpreta essa dor pequena

como uma cócega. No fim, resta a sensação de prazer. Esse mecanismo foi

desvendado por químicos e neurologistas da Universidade da Califórnia, nos

Estados Unidos, que examinaram o cérebro de ratos enquanto gotejavam água com

gás na língua deles. Notaram, assim, que os neurônios encarregados de captar

sinais de dor entravam em ação. “Isso não quer dizer que o ácido carbônico faça

mal”, explicou Earl Carstens, responsável pela pesquisa, à SUPER.SUPERinteressante.

São Paulo: Abril,n.12, p.15, 1999.

No trecho “Isso não

quer dizer que ácido carbônico faça mal...”, o pronome destacado faz referência

à

a)

(A) ação dos neurônios captadores de sinais de dor.

b)

(B) passagem do gás carbônico para ácido carbônico.

c)

(C) realização de experiências com ratos de laboratórios.

d)

(D) transformação que sofrem as bolhas de gás carbônico.

7.

2. (SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.

Brincadeira retrô

Me lembro bem de quando era pequena e do quanto minha

imaginação era fértil. Eu fui daquelas crianças que davam arrepios nos pais por

conta das brincadeiras mirabolantes: a cama de casal que virava navio pirata, o

sofá da sala que virava palco de teatro com direito a cortina de lençol e tudo

mais... Toda vez que começava a me animar minha avó dizia: “Lá vem essa menina

inventando moda”. Hoje vejo que esse era o jeito de brincar das crianças de

antigamente. Não havia toda essa parafernália eletrônica, que toca música,

anda, fala e não deixa nenhum espaço para a imaginação. Precisávamos inventar

as nossas brincadeiras. Criança moderna não sabe brincar sozinha, tem sempre a

babá, o computador, o DVD... Hoje tento incentivar meu filho a brincar assim

também. Não é que eu vá

jogar todos os brinquedos dele fora, mas com certeza ele vai aprender a se

divertir com muito menos. Dá mais trabalho, faz mais bagunça, mas é

infinitamente mais divertido.POMÁRICO,

Veri. Revista Gol. Editora Trip: s/l. s/d.

A autora desse texto defende que

a)

(A)as brincadeiras das crianças de antigamente eram divertidas.

b)

(B)as brincadeiras de antigamente eram mais criativas que as atuais.

c)

(C) as maneiras de as crianças de hoje brincarem devem ser aceitas.

d)

(D)as crianças devem brincar com parafernálias eletrônicas.

8.

3. (SPAECE). Leia o texto abaixo.

História em esmolas

Quando aqui chegaram, os portugueses traziam bugigangas

para oferecer aos índios. Desde então, a história do Brasil é uma história de

esmolas dos poderosos para os humildes. Ao mesmo tempo em

que matavam os índios, os colonizadores distribuíam esmolas para eles. A independência

também foi uma esmola: no lugar de um presidente brasileiro, eleito por nosso

povo, tivemos um imperador, filho do rei da metrópole. A libertação dos

escravos foi incompleta como uma esmola: não distribuíram as terras, não

colocaram seus filhos na escola. Deram-lhes uma esmola de liberdade. Nossa república

foi proclamada, mas de um modo insuficiente, como uma esmola. Foi proclamada,

não constituída. Para proclamá-la, bastou um marechal, em cima de um cavalo,

com sua espada, em um dia de novembro no Rio de Janeiro, mas para construí-la

são necessários milhões de professores, em dezenas de milhares de escolas

espalhadas por todo o território, durante muitas décadas. BUARQUE, Cristovam.

Os instrangeiros. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. Fragmento

O fragmento que contém a principal

informação desse texto é:

a)

(A)“Quando aqui chegaram, os portugueses traziam bugigangas para os índios.”.

b)

(B)“... a história do Brasil é uma história de esmolas dos poderosos para os humildes.”.

c)

(C)“... no lugar de um presidente brasileiro, eleito por nosso povo, tivemos um imperador,...”.

d)

(D)“Nossa república foi proclamada, mas de um modo insuficiente, como uma esmola.”.

9.

4. (SPAECE). Leia o texto abaixo e responda.

Sinceridade de criança

Era uma época de “vacas magras”.

Morava só com meu filho, pagando aluguel, ganhava pouco e fui convidada para a

festa de aniversário de uma grande amiga. O problema é que não tinha dinheiro

messmoooooo. Fui a uma relojoaria à procura

de uma pequena joia, ou bijouteria mesmo, algo assim, e pedi à balconista: — Queria ver alguma coisa bonita

e barata para uma grande amiga! Ela me mostrou algumas peças

realmente caras, que na época eu não podia pagar. Então eu pedi: — Posso ver o que você tem,

assim... alguma coisa mais baratinha? E a moça me trouxe um pingente

folheado a ouro... bonito e barato. Eu gostei e levei. Quando chegamos ao aniversário,

(eu e meu filho) fomos cumprimentar minha amiga, que, ao abrir o presente,

disse: — Nossa, muito obrigada!!!!! Que

coisa linda!!!!! E meu filho, na sua inocência de

criança bem pequena, sem saber bem o que significava a expressão “baratinha”

completou: — E era a mais baratinha que

tinha!!!.Disponível

em: http://recantodasletras.uol .com.br/infantil/610758. Acesso em: 22 mar.

2010.

O enredo desse texto se desenvolve a partir

a)

(A)da chegada ao aniversário.

b)

(B)da inocência da criança.

c)

(C)do convite para o aniversário.

d)

(D)do presente comprado.

10.

5. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

O estimulante consumo de TV

A pressão arterial

de crianças sobe quando elas exageram na frente da televisão Muitos pais concordam: ver TV

demais não é bom para os filhos. A caixa cintilante distrai as crianças,

torna-as sedentárias e as distancia dos amigos. Ou da lição de casa. Pesquisadores americanos da

Michigan State University descobriram que o consumo televisivo tem

consequências mais abrangentes: ele aumenta a pressão arterial dos pequenos – e

não apenas dos sedentários e obesos. Um estudo de quatro anos,

envolvendo 111 crianças entre 3 e 8 anos, que incluiu, entre outros fatores,

seus teores de gordura corporal, forneceu resultados muito claros: quanto mais

tempo diante da TV, maior o aumento da pressão arterial e sistólica ─ e isso a

partir de uma hora e meia diária. Valores menores foram registrados em crianças

que viam menos de meia hora de TV por dia. Com isso, os pais tiveram mais uma

razão para reduzir o tempo de TV de suas proles.GEO-Brasil. nº 16.

Editora Escala. p.19

O trecho desse texto que apresenta uma opinião é:

a)

(A)“A caixa cintilante distrai as crianças, torna-as sedentárias...”. (1° parágrafo)

b)

(B)“... americanos da Michigan State University descobriram...”. (2° parágrafo)

c)

(C)“... ele aumenta a pressão arterial dos pequenos – e não...”. (2° parágrafo)

d)

(D)“Valores menores foram registrados em crianças que...”. (último parágrafo)

11.

6. (SEAPE).

Leia o texto abaixo.

Sem saída

E agora, o que faço?   

Fujo, tremo,desmaio?   

Encaro o meu amor,   

Ponto final,

reticências ou traço,   

Fico ou saio?

TAVARES, Ulisses. Diário de uma paixão. São Paulo: Geração

Editorial, 2003.

Nesse texto, as interrogações indicam

a)

(A)surpresa.

b)

(B)insatisfação.

c)

(C)indiferença.

d)

(D)dúvida.

12.

7. (SAEPI). Leia o texto abaixo.

Texto I

Ah eu ameeeeeeeeeei o

filme Crepúsculo! Eh simplesmente irresistível! Embora o livro seja muito

melhor em mostrar a intensidade do amor entre Edward e Bella, o filme foi bem

adaptado e mostra as principais partes do livro sem sair da história, o que é

ótimo! A atuação de todos os atores escolhidos ficou ótima! Acho que é difícil

achar um ator inteiramente perfeito pro papel do Edward Cullen, o ator poderia

ser lindíssimo, mas na hora de interpretar o personagem não seria igual. Mas o

Robert Pattinson, além de ser lindo, ele tem os trejeitos do Edward sabe, tipo

o olhar cativante, o sorriso, o charme.    Quando terminou o

filme fiquei nas nuvens!    É um ótimo romance

pra ver a dois... Com certeza vcs não vão se decepcionar! As outras pessoas que

dizem que o filme é ruim são porque não sabem separar livro de filme. Minha

amiga não leu o livro, mas foi ao cinema comigo ver o filme e não ficou

desapontada! Ela amou! Depois não aguentava mais ela falar do filme (risos).

Mas se vc prefere uma comédia, estilo “Grande Família”, veja “Se eu fosse você

2”.    Espero que tenham

gostado!    Beijos,    Miss Alohaa.Disponível

em: http://br.answers.yahoo.com/question

Texto II   

Hum, eu sou suspeita em falar de Crepúsculo, pois amo a

série toda e não vejo a hora de sair o 5º livro (versão Edward). O filme é bom

sim, eu gostei!    Agora o livro é

sem dúvida alguma muito superior, pois conta com mais detalhes, coisa que falta

no filme e, talvez para quem não leu o livro, fique uma coisa meio vaga... Mas,

mesmo assim dá pra entender.   

Um big beijo.

Disponível

em: http://br.answers.yahoo.com

Em relação ao filme Crepúsculo, esses

dois textos apresentam opiniões

a)

(A)complementares.

b)

(B)conflitantes.

c)

(C)divergentes.

d)

(D)semelhantes.

13.

8. (SAEPB). Leia o texto abaixo.

Quando chorar

25 de Novembro de 1967.   

Há um tipo de choro bom e há

outro ruim. O ruim é aquele em que as lágrimas correm sem parar e, no entanto,

não dão alívio. Só esgotam e exaurem. Uma amiga perguntou-me, então, se não

seria esse choro como o de uma criança com a angústia da fome. Era. Quando se

está perto desse tipo de choro, é melhor procurar conter-se: não vai adiantar.

É melhor tentar fazer-se de forte, e enfrentar. É difícil, mas ainda menos do

que ir-se tornando exangue a ponto de empalidecer.    Mas nem sempre é necessário

tornar-se forte. Temos que respeitar a nossa fraqueza. Então, são lágrimas

suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e

quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido, produto de

nossa dor profunda.    Homem chorar comove. Ele, o

lutador, reconheceu sua luta às vezes inútil. Respeito muito o homem que chora.

Eu já vi homem chorar.LISPECTOR,

Clarice. Pequenas descobertas do mundo. 1ª edição. Rio Janeiro, Rocco, 2003.

p.11.

Esse texto apresenta, predominantemente, a linguagem

a)

(A)técnica.

b)

(B)regional.

c)

(C)padrão.

d)

(D)informal.

14.

9. (SAEMS). Leia o texto abaixo.

Por que às vezes nosso espirro “foge”?   

Simples! Porque a vontade passa.

Mas, para entender por que ela passa, é preciso, antes, saber que o espirro é

um mecanismo de defesa do nosso nariz contra partículas ou substâncias que

causem irritação na mucosa nasal – da mesma forma que a tosse é um mecanismo de

defesa dos nossos pulmões. Poeira, pólen, pelo de animais, ácaros ou substâncias

voláteis, como perfumes e produtos de limpeza, são alguns dos agentes

causadores do espirro.   

Quando essas substâncias entram

em contato com a mucosa do nariz, provocam irritação e acionam no organismo um

mecanismo de defesa para expulsá-las. “Ao espirrar, estamos mandando-as para

fora de nosso corpo. Mas, às vezes, o espirro some, pois a necessidade ou a

irritação passa”, explica o otorrinolaringologista Manoel de Nóbrega, da

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Outras vezes, fica aquele vai e

vem até que o espirro aconteça ou desapareça de vez – isso porque os causadores

do espirro já foram expelidos. [...]Disponível

em: http://mundoestranho.abril.com.br /saude/vezes-nosso-espirro

-foge-611510.shtml.

No título desse texto: Por que às vezes nosso espirro “foge”?,

a palavra destacada está entre aspas

a)

(A)porque o autor foi irônico em relação ao ato de espirrar.

b)

(B)porque a palavra no contexto assume outro sentido.

c)

(C)para destacar a importância da palavra no texto.

d)

(D)para demarcar o uso de uma palavra estrangeira.

15.

10. (PROEB).

Leia o texto abaixo e responda.

O sábio   

Havia um pai que morava com suas duas jovens filhas,

meninas muito curiosas e inteligentes. Suas filhas sempre lhe faziam muitas

perguntas.    Algumas, ele sabia

responder. Outras, não fazia a mínima ideia da resposta.    Como pretendia

oferecer a melhor educação para as suas filhas, as enviou para passar as férias

com um velho sábio que morava no alto de uma colina. Este, por sua vez,

respondia a todas as perguntas, sem hesitar.    Já muito

impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente

sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder.    Passaram-se alguns

dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a

sua irmã:    – Dessa vez o

sábio não vai saber a resposta!    – O que você vai

fazer? Perguntou a outra menina.    – Tenho uma

borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar ao sábio se a borboleta está viva

ou está morta. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente,

esmagá-la e, assim, matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho

nos der, vai estar errada.    As duas meninas

foram, então, ao encontro do sábio que se encontrava meditando sob um eucalipto

na montanha. A menina aproximou-se e perguntou:    – Tenho aqui uma

borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?    Calmamente, o

sábio sorriu e respondeu:    – Depende de

você... Ela está em suas mãos.

Enviado por Josefa Prieto Andres. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

O tema desse texto é a

a)

(A)curiosidade.

b)

(B)educação.

c)

(C)impaciência.

d)

(D)sabedoria.

16.

(UERJ/2009) A metáfora é uma figura de linguagem que se caracteriza por conter uma comparação implícita.

O cartum de Sizenando constrói uma metáfora, que pode ser observada na comparação entre:

a)

O sentimento de desilusão e a floresta.

b)

A propaganda dos bancos e os artistas.

c)

A ironia do cartunista e a fala do personagem.

d)

O artista desiludido e o personagem cabisbaixo.

17.

(Enem/2004)A conversa entre Mafalda e seus amigos:

a)

Revela a real dificuldade de entendimento entre posições que pareciam convergir.

b)

Desvaloriza a diversidade social e cultural e a capacidade de entendimento e respeito entre as pessoas.

c)

Expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergentes.

d)

Mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.

18.

(Enem/2005) A situação abordada na tirinha torna explícita a contradição entre:

a)

Relações pessoais e o avanço tecnológico.

b)

Inteligência empresarial e a ignorância dos cidadãos.

c)

Inclusão digital e a modernização das empresas.

d)

Revolução informática e a exclusão digital

19.

As charges utilizam os recursos do desenho e do humor para tecer algum tipo de crítica a diversas situações do cotidiano.

Sobre a charge do chargista Duke, analise as seguintes afirmações e julgue aquelas que são verdadeiras:


I. Através da expressão do torcedor, podemos notar que ele se encontra entusiasmado com a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil;


II. Através da gradação na mudança de expressão do torcedor, podemos perceber que ele possui uma visão crítica sobre a realização da Copa no Brasil;


III. Não podemos afirmar que exista qualquer tipo de comentário crítico nas entrelinhas da charge, pois essa tem apenas a função de divertir o leitor;


IV. Podemos inferir que o entusiamo inicial pela realização dos jogos no Brasil foi substituído por uma postura pessimista por parte da personagem retratada.


São verdadeiras:

a)

I e III.

b)

I, IV e III.

c)

II e IV.

d)

I, II e IV.

20.

Enem – 2013 A charge revela uma crítica aos meios de comunicação, em especial à internet, porque:

a)

Questiona a integração das pessoas nas redes virtuais de relacionamento.

b)

Considera as relações sociais como menos importantes que as virtuais.

c)

Enaltece a pretensão do homem de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

d)

Concebe a rede de computadores como espaço mais eficaz para a construção de relações sociais.