WorksheetsTeste de conhecimentos
Total questions: 10
Worksheet time: 50mins
1) (FGV-SP)
No início de dezembro de certo ano, uma loja tinha um estoque de calças e camisas no valor total de R$ 140.000,00, sendo R$ 80,00 o valor (preço de venda) de cada calça e R$ 50,00 (preço de venda) o de cada camisa.
Ao longo do mês, foram vendidos 30% do número de calças em estoque e 40% do número de camisas em estoque, gerando uma receita de R$ 52.000,00.
Com relação ao estoque inicial, a diferença (em valor absoluto) entre o número de calças e o de camisas é:
1450
1500
1550
1600
1) (FGV-SP)
Em um grupo de 300 pessoas sabe-se que:
● 50% aplicam dinheiro em caderneta de poupança. ● 30% aplicam dinheiro em fundos de investimento. ● 15% aplicam dinheiro em caderneta de poupança e fundos de investimento simultaneamente.
Sorteando uma pessoa desse grupo, a probabilidade de que ela não aplique em caderneta de poupança nem em fundos de investimento é:
0,05
0,20
0,35
0,50
Comprei um guarda-chuva com 10% de desconto e só paguei 990 reais. Qual é o preço inicial?
1.089
1.100
891
1.211
1) (ENEM)
Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na região coberta pela caatinga, em quase 800 mil km2 de área. Quando não chove, o homem do sertão e sua família precisam caminhar quilômetros em busca da água dos açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.
Disponível em: www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010.
Segundo este levantamento, a densidade demográfica da região coberta pela caatinga, em habitantes por km2, é de:
250
25
2,5
0,25
1) (ENEM)
O condomínio de um edifício permite que cada proprietário de apartamento construa um armário em sua vaga de garagem. O projeto da garagem, na escala 1:100 foi disponibilizado aos interessados já com as especificações das dimensões do armário, que deveria ter o formato de um paralelepípedo retângulo reto, com dimensões, no projeto, iguais a 3 cm, 1 cm e 2 cm. O volume real do armário, em centímetros cúbicos, será:
6
600
60.000
6.000.000
1) Leia o fragmento abaixo para responder a questão proposta:
Até quando?
Não adianta olhar pro céu
Com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer
E muita greve, você pode, você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão
Virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus
Sofreu não quer dizer que você tenha que sofrer!
GABRIEL, O PENSADOR. Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo). Rio de Janeiro: Sony Music, 2001 (fragmento).
As escolhas linguísticas feitas pelo autor conferem ao texto
caráter atual, pelo uso de linguagem própria da internet.
cunho apelativo, pela predominância de imagens metafóricas.
tom de diálogo, pela recorrência de gírias.
espontaneidade, pelo uso da linguagem coloquial.
Considere a sentença: “Marisa saiu de casa atrasada e perdeu o ônibus”. As duas orações do período estão unidas pela conjunção “e”, que, além de indicar adição, introduz a ideia de:
oposição
condição
consequência
comparação
Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma culta.
As crianças, obviamente, preferem mais os doces do que os legumes e verduras.
Assista uma TV de LCD pelo preço de uma de projeção e leve junto um Home Theater!
O jóquei Nélson de Sousa foi para Inglaterra visando títulos e euros.
Construir impérios a partir do nada implica inovação e paixão pelo risco.
Leia o fragmento abaixo para responder a questão proposta:
Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.
[...]
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. [...] Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não inicio pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes.
LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (fragmento).
A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de Clarice Lispector, culminada com a obra A hora da estrela, de 1977, ano da morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o narrador:
observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo indiferente aos fatos e às personagens.
relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que levaram aos eventos que a compõem.
revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a construção do discurso.
admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade para escolher as palavras exatas.
Leia o poema abaixo para responder a questão proposta:
“Não quero aparelhos para navegar. Ando naufragado, Ando sem destino. Pelo voo dos pássaros Quero me guiar...” (Jorge de Lima)
Os verbos destacados no poema classificam-se, quanto à predicação, como:
transitivo indireto – verbo de ligação
transitivo indireto – intransitivo
transitivo direto – intransitivo
transitivo direto – verbo de ligação
