WorksheetsRomanização - Integração e Afirmação Imperial - 10ºA
Total questions: 15
Worksheet time: 3hrs 30mins
A integração plena das províncias no espaço civilizacional romano chama-se:
Romanização
Urbanismo
Uniformização
A zona da Hispânia que não se submeteu, com facilidade, ao domínio romano, foi:
A zona sudeste
A zona central e de norte
A zona central e de sul
A pacificação total da Hispânia demorou:
Dois séculos
Um século
Quatrocentos anos
Meio século
O povo que resistiu mais tempo, à ocupação romana, foi
O grego
O fenício
O Lusitano
O Ibero
O processo de Romanização iniciou-se com a chegada dos primeiros:
Escravos
Colonos
Patrícios
Exércitos
A herança mais duradora que, os romanos, deixaram foi:
O Direito e a moeda
A Língua e o Direito
O Direito e as estradas.
O Direito e o culto imperial
As cidades romanas distinguiam-se no estatuto.
As que foram criadas e povoadas por romanos chamavam-se:
Pólis
Municípios
Colónias
Cidades estipendiárias
Os municípios eram:
Povoações ou cidades ciadas pelos romanos onde estes concederam privilégios.
Povoações ou cidades preexistentes onde os romanos, devido à resistência das populações, não concederam privilégios.
Povoações ou cidades preexistentes que os romanos distinguiram com privilégios.
Aos municípios era, geralmente, concedido o Direito:
Colonial
Romano
Latino
Os municípios possuíam possuíam:
Instituições de governo próprias, com autonomia administrativa.
Instituições de governo próprias, mas com pouca autonomia administrativa
Instituições que dependiam diretamente de Roma, sem qualquer autonomia.
As colónias tinham:
Direitos e privilégios iguais aos de Roma (Direito Romano).
Privilégios que as tornavam focos ativos de Romanização e os cidadãos tinham o Direito Latino
Pesados impostos (stipendium), que ajudavam a sustentar o poder romano.
A ocupação romana trouxe desenvolvimento económico devido a:
Uma agricultura rudimentar, assente em grandes propriedades rústicas e numa produção agro-pecuária abundante, onde o objetivo fundamental era abastecer o mercado interno.
Uma agricultura intensiva, assente em grandes propriedades rústicas e numa produção agro-pecuária abundante, onde o objetivo fundamental era a exportação.
Uma agricultura concentrada em pequenas propriedades agro-pastoris mas rentáveis, que abasteciam o mercado interno.
As indústrias que os romanos mais desenvolveram, na Península Ibérica, foram:
As dos minérios, dos têxteis e as conserveiras, nomeadamente a do garum, conserva de peixe muito apreciada em todo o império.
As dos têxteis, do peixe e da cortiça, que exportavam para todo o Império.
As da cortiça, do peixe e dos minérios, sobretudo do ouro, que exportavam para Roma.
Os romanos criaram, para ligar todo o Império, diversas infraestruturas, que uniam cidades peninsulares às restantes regiões do império, tais como:
Um excelente caminho construído em cimento, que ligava as cidades entre si.
Uma excelente e vasta rede de estradas.
Uma excelente rede de aquedutos e pontes.
Segundo a divisão administrativa de Augusto (c.27 a.C. - 216), durante a ocupação romana da Península Ibérica, a capital da Lusitânia era:
Tarraco, atual Tarragona
Corduba, atual Córdoba
Emerita Augusta, atual Mérida
