Wayground logo

Free Printable Worksheets

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

Atividade avaliativa PAN

Total questions: 14

Worksheet time: 7mins

Name
Class
Date
1.

Era um sonho dantesco... O tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... Estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar...

Aponte a alternativa que NÃO se aplica ao texto

a)

O sonho dantesco a que se refere o poeta compõe-se de figuras humanas, os escravos.

b)

Sonho dantesco remete às cenas horríveis do “Inferno”, descritas na Divina comédia, de Dante Alighieri.

c)

O sonho dantesco expressa a indignação do eu‐lírico diante do desajuste opressor/oprimido da sociedade brasileira do século XIX.

d)

Sonho dantesco é o resultado da inadaptação do poeta ao mundo, devido a seus conflitos exclusivamente interiores.

2.

Todas as afirmações estão corretas acerca do poema “Navio negreiro”, de Castro Alves, EXCETO

a)

A linguagem do poema expressa a grandiosidade e o drama de um “eu” que se sente indignado com os sofrimentos e com o horror.

b)

As terras africanas figuram como espaço da “liberdade”, enquanto que o Brasil figura como o lugar do ca>veiro, por isso o eu lírico externa a rebeldia do escravo numa luta sanguinária pela sua liberdade e pela sua dignidade em terra estrangeira.

c)

Os contrastes entre céu e mar são explorados quando os homens são representados como livres no passado, e agora escravos no porão do navio que os conduz para um des>no certo: a escravidão e a mort

d)

O poema também explicita a voz de um poeta que se coloca como sujeito de seu tempo e lança mão dos ideais de liberdade contra o corvo da escravidão que manchava toda a paisagem das terras americana

3.

Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar...

O SONHO DANTESCO SE REFERE...

a)

À OBRA DE DANTE: A DIVINA COMÉDIA

b)

AO INFERNO DA IGREJA

c)

AO INFERNO

d)

AO LIVRO DE CASTRO ALVES

4.

O romance Senhora (1875) é uma das obras mais representativas da ficção de José de Alencar. Nesse livro, encontramos a formulação do ideal do amor romântico: o amor verdadeiro e absoluto, quando pode se realizar, leva ao casamento feliz e indissolúvel. Isso se confirma, nessa obra, pelo fato de:

a)

o par romântico central — Aurélia e Seixas — se casar no início do romance, pois se apaixonam assim que se conhecem.

b)

o amor de Aurélia e Seixas surgir imediatamente no primeiro encontro e permanecer intenso até o fim do livro, quando o casal se une efetivamente.

c)

o casal Aurélia e Seixas precisar vencer os preconceitos socioeconômicos para se casar, pois ela é pobre e ele é rico.

d)

a união efetiva só se realizar no final da obra, após a recuperação moral de Seixas, que o torna digno do amor de Aurélia.

5.

Leia atentamente os versos seguintes:

“Eu deixo a vida com deixa o tédio_

Do deserto o poeta caminheiro

– Como as horas de um longo pesadelo

Que se desfaz ao dobre de um mineiro.”_

Esses versos de Álvares de Azevedo significam a:

a)

revolta diante da morte.

b)

aceitação da vida como um longo pesadelo.

c)

aceitação da morte como a solução.

d)

tristeza pelas condições de vida.

e)

alegria pela vida longa que teve.

6.

Nos versos, evidenciam-se as seguintes características românticas:

Meus oito anos

Oh! que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!

Que amor, que sonhos, que flores,

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras,

Debaixo dos laranjais!

(Casimiro de Abreu)

a)

nacionalismo e religiosidade.

b)

sentimentalismo e saudosismo.

c)

subjetivismo e condoreirismo.

d)

egocentrismo e medievalismo.

e)

byronismo e idealização do amor

7.

Derramai-vos, prantos meus!

Dai-me prantos, ó meu Deus!

Eu quero chorar aqui!

Em que sonhos de ebriedade

No arrebol da mocidade

Eu nesta sombra dormi!

Passado, por que murchaste?

Ventura, por que passaste

Degenerando em saudade?

Do estio secou-se a fonte,

Só ficou na minha fronte

A febre da mocidade

AZEVEDO,Álvares de. Lira dos vinte anos. São Paulo: FTD, 1994. p.90.


A geração romântica a que pertenceu Álvares de Azevedo

voltou-se para o cultivo de uma poesia marcada pela

subjetividade e pela expressão dos desejos mais íntimos.

Esse poema é um exemplo disso porque expressa

a)

a realização, na maturidade, de um sonho acalentado na

juventude

b)

a desilusão fruto da consciência da brevidade das coisas

c)

a relação amorosa — no plano da idealização — como

desprovida de defeitos.

d)

a solidão como um estado que pode ser superado pela

fé em si mesmo e em Deus

e)

a ânsia de escapar para um passado distante e

idealizado.

8.

Quem é o autor da "Canção do Exílio"

a)

Gonçalves de Magalhães

b)

Gonçalves Dias

c)

Álvares de Azevedo

d)

Castro Alves

9.

QUAL A ALTERNATIVA COMBINA COM O FRAGMENTO DO POEMA "NAVIO NEGREIRO"?

a)

O eu lírico expressa um sentimento de revolta à escravidão e ao tráfico de seres humanos.

b)

Há uma crítica ao comportamento submisso dos escravos.

c)

O poema épico “O Navio Negreiro” é marcado pelo pessimismo, a revolta e o valor da morte.

d)

o sentimento nacionalista está presente no poema ao apresentar uma idealização do Brasil por alguém que está exilado.

10.

O romântico trata dos assuntos de forma pessoal, de acordo com sua opinião sobre o mundo. Isso designa-se ...

a)

Individualismo

b)

Idealização

c)

Subjetivismo

d)

Exaltação

11.

O poema abaixo é de qual autor?


Este inferno de amar

Este inferno de amar – como eu amo!

Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?

Esta chama que alenta e consome,

Que é vida – e que a vida destrói.

Como é que se veio atear,

Quando – ai se há de ela apagar?


Eu não sei, não me lembra: o passado,

A outra vida que dantes vivi

Era um sonho talvez… foi um sonho.

Em que a paz tão serena a dormi!

Oh! Que doce era aquele olhar…

Quem me veio, ai de mim! Despertar?


Só me lembra que um dia formoso

Eu passei… Dava o Sol tanta luz!

E os meus olhos que vagos giravam,

Em seus olhos ardentes os pus.

Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;

Mas nessa hora a viver comecei…

Por instinto se revela,

Eu no teu seio divino

Vim cumprir o meu destino...

Vim, que em ti só sei viver,

Só por ti posso morrer.

a)

Alexandre Herculano

b)

Camilo Castelo Branco

c)

Almeida Garret

d)

João de Deus

12.

O QUE HÁ EM COMUM ENTRE OS DOIS POEMAS?

a)

AMBOS CRIAM

um sentido para a própria existência.

b)

AMBOS ASSUMEM

o compromisso amoroso

c)

AMBOS VIVEM as contradições do AMOR

d)

AMBOS pretendem se proteger da entrega amorosa.

13.

Qual alternativa combina com o poema?

a)

O poema mostra a clara admiração de Dirceu por Marília e a forma como a sua beleza e o seu jeito o encantaram

b)

a aparência de Marília fica exaltada e com brilho.

c)

O eu-lírico busca o equilíbrio e a tranquilidade

d)

para o eu-lirico a vida deveria ser um lugar de felicidade, amor e harmonia

14.

O QUE É EU-LÍRICO?

a)

é o autor que escreve o poema

b)

É um narrador em terceira pessoa e tem total conhecimento dos fatos e dos personagens.

c)

É o conceito que designa a voz que se manifesta nos textos narrativos.

d)

no poema, voz que expressa a subjetividade do poeta e/ou a maneira pela qual o mundo exterior se converte em vivência interior.

e)

é o autor e também a voz que fala no poema.