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WorksheetsKANT E MILL
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
Segundo Kant, para determinar o valor moral de uma ação temos de dar atenção:
Aos efeitos da ação.
Ao motivo da ação
Ao que resulta do que fizemos.
Para Kant,o imperativo da moralidade é;
O imperativo hipotético
O imperativo categórico
"Eu devo dizer a verdade, se quero ficar bem visto perante os vizinhos do meu bairro".
É um imperativo hipotético.
É um imperativo categórico.
"Eu não devo mentir aos meus pais, porque esse é o meu dever".
É um imperativo hipotético
É um imperativo categórico.
A fórmula da lei universal do imperativo categórico diz:
Age apenas segundo uma máxima que quererias aplicar a toda a gente.
Age apenas segundo uma máxima que querias aplicar só ti próprio.
Age apenas segundo uma máxima que os teus sentimento e emoções te ditarem.
Determina o valor moral da seguinte ação: "Há pessoas que maltratam mendigos na rua".
Não tem valor moral - É uma ação contrária ao dever.
Tem valor moral - É uma ação realizada por dever.
Não tem valor moral - É uma ação meramente conforme ao dever
Segundo a ética deontológica de Kant, o que faz uma ação ser correta?
Produzir a maior felicidade para o maior número é o que faz uma acção ser correta.
Cumprir o imperativo categórico é o que faz uma ação ser correta.
Promover apenas o que é mais vantajoso para mim é o que faz uma ação ser correta.
Só tem valor moral:
As ações realizadas por dever
As ações contrárias ao dever
As ações meramente conformes ao dever.
A perspetiva ética de Mill enfrenta a objeção seguinte.
É errado não dar prioridade aos interesses da maioria das pessoas.
Temos de ser responsáveis pelas consequências do que fazemos.
Dar sempre prioridade à felicidade geral é demasiado exigente.
Seria errado matar uma pessoa inocente, mesmo que isso fosse necessário para evitar a morte de milhões de pessoas. Esta é uma objeção que:
Podemos apontar a consequencialistas, mas não a deontologistas.
Podemos apontar a deontologistas, mas não a consequencialistas.
Podemos apontar tanto a deontologistas, como a consequencialistas.
O utilitarismo exige:
Que o agente seja parcial e a sua felicidade conta mais do que a dos outros.
Que o agente seja imparcial entre a sua própria felicidade e a dos outros.
Que o agente seja parcial e a felicidade dos outros conta mais do que a sua própria.
Para o utilitarismo, a felicidade é o bem fundamental e identifica-se com o prazer. Acerca do prazer, Mill afirma:
Preferimos a experiência de um prazer superior a qualquer quantidade de prazeres inferiores.
A quantidade de prazer é o único fator que conta na nossa felicidade e na felicidade geral.
Segundo o utilitarismo, o que faz uma ação ser correta?
Promover apenas o que é mais vantajoso para mim é o que faz uma ação ser correta.
Produzir a maior felicidade para o maior número é o que faz uma acção ser correta
Cumprir o imperativo categórico é o que faz uma acção ser correta.
A ética utilitarista é uma teoria
Que considera que o prazer é um meio para atingir a perfeição moral.
Hedonista porque entende que o fim último das atividades humanas é a felicidade entendida como prazer ou ausência de dor e sofrimento
Que valoriza as qualidades que constituem o caráter de uma pessoa.
Para um utilitarista, na avaliação das ações interessa sobretudo determinar
As consequências da ação, e não a intenção do agente.
Nem a intenção do agente nem as consequências da ação.
A intenção do agente, e não as consequência da ação
É sempre errado instrumentalizar as pessoas, ou seja, usá-las como simples meios para atingir os nossos fins
Caracteriza a teoria utilitarista de Stuart Mill.
Caracteriza a teoria deontológica de Kant.
Apresenta uma crítica à teoria deontológica de Kant
De acordo com o principio de utilidade, cada um deve
Tratar os outros como fins e nunca simplesmente como meios.
Promover a sua própria felicidade.
Promover a felicidade geral.
O utilitarismo é:
Uma teoria ética deontológica
Uma teoria ética consequencialista
Tanto para Kant como para Mill , existem deveres absolutos.
Verdadeiro
Falso
Segundo o utilitarismo, mentir é sempre errado
Falsa, porque a mentira pode ser má ou boa , dependendo das suas consequências.
Verdadeira, porque há deveres absolutos.
