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WorksheetsFilosofia III 2
Total questions: 10
Worksheet time: 3hrs 30mins
No filme "Filhos do Ódio" nos deparamos com um tema muito frequente que é a liberdade. Pensando nas cenas que você assistiu o que é a liberdade e onde ela está sendo infringida no filme? Explique.
Leia o texto 1: "Sermão da Sexagésima", do Padre Antonio Vieira, páginas 151/152, do caderno "SP faz escola" e responda:
Quais elementos do texto tem relação com a religião?
Leia o texto 2; "Ensaio sobre o Entendimento Humano" de David Hume, páginas 152/153 do caderno "SP faz escola" e responda:
Segundo Hume, a Filosofia moral (ou a Ciência da Natureza Humana) apresenta-se de duas maneiras: uma orienta-se para a ação e outra para a racionalidade. Qual é a mais apreciada pelo autor? Identifique as passagens do texto capazes de comprovar a sua resposta.
Leia o texto 2; "Ensaio sobre o Entendimento Humano" de David Hume, páginas 152/153 do caderno "SP faz escola" e responda:
Para apresentar a filosofia moral e os seus modos, Hume faz uso da "palavra de Deus" ou outro elemento que remete a alguma religião? Qual é a base do argumento de Hume para expor as duas maneiras de filosofia moral?
Leia o texto a seguir. As leis morais juntamente com seus princípios não só se distinguem essencialmente, em todo o conhecimento prático, de tudo o mais onde haja um elemento empírico qualquer, mas toda a Filosofia moral repousa inteiramente sobre a sua parte pura e, aplicada ao homem, não toma emprestado o mínimo que seja ao conhecimento do mesmo (Antropologia).
KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. de Guido A. de Almeida. São Paulo: Discurso Editorial, 2009. p.73.
Com base no texto e na questão da liberdade e autonomia em Immanuel Kant, assinale a alternativa correta.
A fonte das ações morais pode ser encontrada através da análise psicológica da consciência moral, na qual se pesquisa mais o que o homem é, do que o que ele deveria ser.
O elemento determinante do caráter moral de uma ação está na inclinação da qual se origina, sendo as inclinações serenas moralmente mais perfeitas do que as passionais.
O sentimento é o elemento determinante para a ação moral, e a razão, por sua vez, somente pode dar uma direção à presente inclinação, na medida em que fornece o meio para alcançar o que é desejado.
O ponto de partida dos juízos morais encontra-se nos “propulsores” humanos naturais, os quais se direcionam ao bem próprio e ao bem do outro.
O princípio supremo da moralidade deve assentar-se na razão prática pura, e as leis morais devem ser independentes de qualquer condição subjetiva da natureza humana.
A ética diz respeito à forma com que cada pessoa se posiciona diante do mundo. Cada escolha implica
em uma responsabilidade ética. Geralmente as pessoas esperam passivamente que o mundo melhore
no futuro. A resposta de Mafalda a seu amigo aponta um ponto de vista diferente.
Para Mafalda, um futuro melhor depende
da concepção de cada um sobre o que é “o melhor”.
da consciência das pessoas como parte do coletivo.
do aperfeiçoamento ético e moral das pessoas.
da conduta individual das pessoas diante do universo.
do desejo das pessoas de que as coisas melhorem.
“Ora, a excelência moral se relaciona com as emoções e as ações, nas quais o excesso é uma forma
de erro, tanto quanto a falta, enquanto o meio termo é louvado como um acerto; ser louvado e estar
certo são características da excelência moral. A excelência moral, portanto, é algo como equidistância,
pois, como já vimos, seu alvo é o meio-termo.”
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Trad: Mário Gama kury. 4 ed. Brasília UNB, 2001, p. 42.
De acordo com Aristóteles, a excelência moral é definida como
a atitude de indiferença diante das paixões humanas.
a capacidade do sujeito moral agir com justiça.
o aumento do reconhecimento pelas ações realizadas.
o desejo de cada ser humano fazer o que lhe agrada.
o equilíbrio entre os opostos: a emoção e o desejo.
Com base no que vimos sobre a teoria do conhecimento de Platão, na Alegoria da Caverna (Livro VII, da República) entendemos que em autor apresenta dois tipos conhecimentos. Um é o Mundo Sensível, lugar da aparência, próprio do conhecimento ilusório, outro é o Mundo da Ideias, onde se encontram as essências ou formas puras e o conhecimento verdadeiro. Este último representa o conhecimento ___________, pois não há mediação para conhecimento das ideias. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
intuitivo
mitológico
religioso
aparente
reflexivo
(UEM – Verão 2008)
“Sócrates: Imaginemos que existam pessoas morando numa caverna. Pela entrada dessa caverna entra a luz vinda de uma fogueira situada sobre uma pequena elevação que existe na frente dela. Os seus habitantes estão lá dentro desde a infância, algemados por correntes nas pernas e no pescoço, de modo que não conseguem mover-se nem olhar para trás, e só podem ver o que ocorre à sua frente. (…) Naquela situação, você acha que os habitantes da caverna, a respeito de si mesmos e dos outros, consigam ver outra coisa além das sombras que o fogo projeta na parede ao fundo da caverna?”. (PLATÃO. A República [adaptação de Marcelo Perine]. São Paulo: Editora Scipione, 2002. p. 83).
Em relação ao célebre mito da caverna e às doutrinas que ele representa, assinale V para as questões corretas e F para as Falsas e responda a ALTERNATIVA CORRETA.
( ) No mito da caverna, Platão pretende descrever os primórdios da existência humana, relatando como eram a vida e a organização social dos homens no princípio de seu processo evolutivo, quando habitavam em cavernas.
( ) O mito da caverna faz referência ao contraste ser e parecer, isto é, realidade e aparência, que marca o pensamento filosófico desde sua origem e que é assumido por Platão em sua famosa teoria das Ideias.
( ) O mito da caverna simboliza o processo de emancipação espiritual que o exercício da filosofia é capaz de promover, libertando o indivíduo das sombras da ignorância e dos preconceitos.
( ) É uma característica essencial da filosofia de Platão a distinção entre mundo inteligível e mundo sensível; o primeiro ocupado pelas Ideias perfeitas, o segundo pelos objetos físicos, que participam daquelas Ideias ou são suas cópias imperfeitas.
( ) No mito da caverna, o prisioneiro que se liberta e contempla a realidade fora da caverna, devendo voltar à caverna para libertar seus companheiros, representa o filósofo que, na concepção platônica, conhecedor do Bem e da Verdade, é o mais apto a governar a cidade.
F-V-V-V-V
F-F-V-V-V
V-F-F-F-V
V-V-V-F-F
F-V-F-V-F
Quem deve ser o governante, segundo Platão?
O rei
O sábio
O eleito democraticamente
O mais forte do poder militar
O presidente
