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WorksheetsRevisão 7º ano
Total questions: 27
Worksheet time: 15mins
Marque a alternativa correta sobre o texto abaixo:
– O que é isso, mãe?
– É o seu presente de aniversário, minha filha.
Os travessões foram usados para indicar a fala dos personagens.
A vírgula na segunda frase indica a separação de um aposto.
A interrogação na primeira frase está errada, pois nela não há uma pergunta.
O ponto final indica um pensamento que não foi concluído.
Em que alternativa as vírgulas separam um aposto?
Filho meu, onde estás?
A vida, respondeu ele, é uma loteria.
Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém... (J. Alencar).
Tristeza, angústia, melancolia eram o seu pão de cada dia.
Qual a função Predicativo do Sujeito nas frases?
Atribuir caraterísticas ao sujeito ou localizá-lo.
Orientar o sujeito.
Substituir o sujeito.
Indique a oração em que ocorre predicativo do objeto.
Estas são as peças quebradas.
Trouxe o material necessário.
Os alunos andam ansiosos.
Predicativo do objeto
Predicativo do sujeito
Aposto
Vocativo
Qual das orações abaixo tem um adjunto adnominal que é artigo indefinido?
Nosso primo mora no exterior.
O garoto ama correr!
Um garoto ama correr!
"Os dois primeiros colocados disputarão a medalha de ouro." As palavras destacadas são adjuntos adnominais:
Verdadeiro
Falso
Observe a oração deste meme e marque a alternativa em que temos um adjunto adnominal
príncipe
sincero
maluco
muito
O adjunto Adnominal é o termo que...
acompanha o substantivo
acompanha o verbo
acompanha o adjetivo
acompanha o advérbio
Assinale a opção em que a concordância nominal está incorreta
Uso louça e copo velhos.
Uso louça e copo velho.
Uso copo e louça velhas.
Uso copo e louça velha.
A concordância nominal está correta em todas as alternativas, exceto:
Adorava comida chinesa e japonesa.
Gostamos muito das festas brasileira e a africana.
Esses dias ele andava meio triste.
Menos professores estão colaborando na causa.
Comprei abacate e melão ____________________.
maduros
maduras
Luís tinha ideia e pensamento _________________.
fixa
fixos
Analise a concordância do que está escrito na imagem:
Certo
Errado
Analise a concordância do que está escrito na imagem:
Certo
Errado
Na frase "O 7º ano sempre é dorminhoco, todos os dias!", qual é o sujeito?
O 7º ano
Dorminhoco
É
Todos os dias
O ano
No título da série, qual é o sujeito e o tipo de sujeito?
Todo mundo - Simples
Todo - Indeterminado
Chris - Simples
Mundo e Chris - Composto
Odeia - Inexistente
Com a ajuda do meme, responda: qual tipo de sujeito possui mais de um núcleo?
Simples
Composto
Oculto
Inexistente (sem sujeito)
Indeterminado
Em qual das opções há uma oração com sujeito composto?
Chaves e Seu Madruga brigam demais!
Os moradores da vila são muito divertidos!
Professor Girafales tem muitos alunos.
Pararam de transmitir Chaves na TV!
No título do filme, qual é o tipo de sujeito?
Simples
Oculto
Composto
Indeterminado
Inexistente (sem sujeito)
O trecho a seguir foi extraído de um texto biográfico sobre o treinador de futebol João Avelino. Leia o excerto e analise a frase em destaque.
João Avelino, o popular 71
[...]
Quando o estádio Mané Garrincha estava prestes a ser inaugurado e alguns treinos foram permitidos para reconhecimento do gramado, um repórter pouco experiente foi entrevistar João Avelino:
“Seu João, o que o senhor está achando do gramado?”.
João se abaixou, colheu e mastigou um cadinho de grama, e respondeu:
“Verdinho, macio e azedinho, meu filho!”.
O mesmo incauto repórter:
“Seu João, como é que o senhor está vendo o jogo?”.
“Com os olhos, meu filho, com os olhos!”.
JOÃO Avelino, o popular 71. Na Boca do Gol, out. 2013. Disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2017.
Considerando a situação em que se encontrava e a pergunta feita pelo repórter, Avelino portou-se de maneira
bem-humorada, pois percebeu que o jornalista era inexperiente e o ajudou a reformular a pergunta
engraçada, pois não compreendeu o que o jornalista queria saber e respondeu-o ainda assim
inesperada, pois o jornalista esperava que o treinador opinasse sobre a qualidade do gramado para o jogo
pouco educada, pois fez piada sobre a má qualidade do gramado
Leia este texto, observando as características de sua construção.
Monteiro Lobato (1882-1948) nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô, o Visconde de Tremembé. [...] Com 13 anos foi estudar em São Paulo, no Instituto de Ciências e Letras, se preparando para a faculdade de Direito.[...]
Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na capital, formando-se em 1904.
MONTEIRO Lobato. Biografia e vida. Disponível em:. Acesso em: 20 maio 2016.
O texto apresenta, cronologicamente, expressões com valor temporal, marcadores de lugar e relatos vividos por Monteiro Lobato. Essas características são comuns em
notícias, pelo cunho jornalístico do relato de fatos sem comentários nem interpretações a fim de deixar o leitor informado acerca do noticiado
biografias, pelos relatos acerca da vida da pessoa biografada cuja intenção é mostrar os acontecimentos por ela vividos
diários, pelas marcas temporais e pelos relatos dos acontecimentos de determinadas experiências vividas pela pessoa
crônicas, pelo relato de acontecimentos do cotidiano, pela sequência de narrativas e pela marcação do tempo e do espaço
Manel Capineiro
Quem conhece a Estrada Real de Santa Cruz? Pouca gente do Rio de Janeiro. Nós todos vivemos tão presos à avenida, tão adstritos à Rua do Ouvidor, que pouco ou nada sabemos desse nosso vasto Rio, a não ser as coisas clássicas da Tijuca, da Gávea e do Corcovado. […]
Essa estrada real, estrada de rei, é atualmente uma estrada de pobres; e as velhas casas de fazenda, ao alto das meias-laranjas, não escaparam ao retalho para casas de cômodos. […].
BARRETO, Lima. Manel Capineiro. Domínio Público, 21 ago. 1915. Disponível em: . Acesso em: 13 nov. 2018.
A relação da crônica com seu tempo e o contexto em que se insere, fica clara, no texto de Lima Barreto, por meio
das datas, citadas no texto de maneira específica, embora explícita
da certeza de que Lima Barreto, autor do texto, já faleceu há muitos anos
da percepção de que o estado do Rio de Janeiro, na atualidade, não tem mais fazendas
das descrições de uma paisagem daquela época, com fazendas no alto dos morros ao longo da estrada
O texto O burro e o leão é um conto popular.
O burro e o leão
Vinha o burro pelo caminho, na sua ignorância de sempre.
Numa curva, deparou com o leão.
— Saia já da minha frente — disse ele, com a presunção dos tolos.
O leão olhou bem para o burro e pensou: "Seria fácil demais dar uma lição a esse infeliz. Não vou sujar meus dentes e minhas garras com ele." E prosseguiu, muito calmo, sem se importar com o burro.
ABREU, Ana Rosa. Et al. O burro e o leão. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2019
As características do conto popular presentes nesse texto são a narrativa curta e
o grande número de personagens
a mudança de espaço durante o enredo
a sequência cronológica dos acontecimentos
o tempo não linear
O conto O vento e o sol não é assinado por um autor e pode ser considerado um conto popular.
O vento e o sol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
— Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco será o mais forte. Você começa — propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo.
Desconsolado, o vento se retirou. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo seu esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
ABREU, Ana Rosa. Et al. O vento e o sol. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2019.
A narrativa desse conto constrói-se em torno
da vitória de uma personagem e da consequente derrota de outra
de um fato que, realmente, poderia ser atestado na realidade
de uma disputa entre o vento e o sol
de uma viagem realizada por uma personagem desconhecida
O conto O vento e o sol não é assinado por um autor e pode ser considerado um conto popular.
O vento e o sol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
— Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco será o mais forte. Você começa — propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo.
Desconsolado, o vento se retirou. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo seu esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
ABREU, Ana Rosa. Et al. O vento e o sol. Disponível em: . Acesso em: 21 mar. 2019.
Uma das características dos contos populares é comunicar ao leitor um ensinamento sobre a vida.
O conto O vento e o sol procura ensinar que
a força física sempre vence
é preciso insistir muito para conseguir o que se quer
às vezes é melhor desistir dos próprios objetivos
com paciência a boa estratégia pode vencer a força
